<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Laurent Pitre - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/laurent-pitre/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/laurent-pitre/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Sep 2023 23:30:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Laurent Pitre - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/laurent-pitre/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>27º Festival Regard: Le Battues</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/27o-festival-regard-le-battues/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/27o-festival-regard-le-battues/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 12:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[27º Festival Regard]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Laurent Pitre]]></category>
		<category><![CDATA[Le Battues]]></category>
		<category><![CDATA[Lily Thibeault]]></category>
		<category><![CDATA[Monique Gosselin]]></category>
		<category><![CDATA[Rafaël Beauchamp]]></category>
		<category><![CDATA[Regard]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16568</guid>

					<description><![CDATA[<p>O desespero de uma mãe e todos os limites que poderiam ser cruzado após a perda de um filho é o foco principal de Le Battues. A linha tênue entre vingança e humanidade são exploradas de forma intensa pelo diretor e roteirista Rafaël Beauchamp (Beyond the Void). São nas mesclas de planos gerais e closes, que Beauchamp conecta o espectador com a trama e o faz mergulhar em um cenário de angústia, horror e apreensão. Através de uma progressão de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/27o-festival-regard-le-battues/">27º Festival Regard: Le Battues</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p3"><span class="s2">O desespero de uma mãe e todos os limites que poderiam ser cruzado após a perda de um filho é o foco principal de <strong><em>Le Battues</em></strong>. A linha tênue entre vingança e humanidade são exploradas de forma intensa pelo diretor e roteirista Rafaël Beauchamp (<em>Beyond the Void</em>).</span></p>
<p class="p3"><span class="s2">São nas mesclas de planos gerais e closes, que Beauchamp conecta o espectador com a trama e o faz mergulhar em um cenário de angústia, horror e apreensão. Através de uma progressão de tensão, criada pelas ações cada vez mais desmedidas das personagens, é impossível não se perguntar durante a sessão qual seria o caminho mais correto para se lidar com algo tão avassalador quanto o que é colocado ali na narrativa.</span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Uma mãe que tem a chance de matar o assassino de seu filho. Esta é uma premissa forte e violenta, mas que mesmo assim consegue ganhar contornos de sutileza e suavidade. Dentro da própria direção do curta-metragem, ações como deixar de mostrar algumas imagens &#8211; a chuva que impossibilita que o público veja o desespero da protagonista ou o tiro que é mostrado de muito longe &#8211; fazem com que seja muito mais relevante os sentimentos da personagem principal do que da violência que está acontecendo com o antagonista.</span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Este é um dos maiores ganhos de <strong><em>Le Battues</em></strong>, a forma como é nítida a construção da personalidade Luce (Lily Thibeault) e Laurent Pitre (Antoine) apenas pelo jogo entre mise-en-scéne, enquadramentos e diálogos internos. Não é preciso que muito seja falado verbalmente, porque os silêncios são preenchidos de movimentações e olhares que revelam as camadas plurais de cada personagem.</span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Talvez, a única fragilidade mais pungente do curta seja a própria a atuação de Lily. Existem emoções intensas de Luce que precisavam de mais força e habilidade técnica. Lily Thibeault possui limitações, que acabam deixando certas sequências artificiais. Nestes instantes, quem assiste pode até se desconectar com a história, porque a atriz não dá conta de expressar facial e corporalmente toda a carga e dor presente em Luce. </span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Todavia, <em>La Battues</em> é uma experiência visceral. Seja pelo cuidado em revelar as informações gradativamente, por não subestimar o público ou pela coragem em abordar um tema tão pesado, o filme apresenta um resultado geral que mostra a consciência do realizador e de toda sua equipe de que a força mora muitas vezes nos detalhes &#8211; nos pequenos ruídos da natureza, na piedade que mora em alguns corações humanos, na frieza e despudor de outros, na distância e na aproximação da câmera, que imprimem um pouco da contradição das pessoas, que vivem cercadas da dicotomia crueldade x bondade. </span></p>
<p class="p3"><span class="s2"><em><strong>Le Battues</strong> </em>é o ser humano cravado em tela, em toda a sua compaixão, maldade, temor e empatia. É complexo, muitas vezes difícil de acompanhar, por sua temática. Dentro disso, suas escolhas são certeiras e podem causar até sensações físicas na plateia. Um exemplo é o fato dele se passar no inverno e conseguir refletir sobre a frieza da sociedade, deixando que esta temperatura seja quase transmitida durante a sensação. </span></p>
<p class="p3"><span class="s2">Desta maneira, são muitas metáforas aqui convocadas, que fazem com que o filme permaneça na mente por alguns dias, após ter sido exibido. </span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Rafaël Beauchamp</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Lily Thibeault, Laurent Pitre, Monique Gosselin</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/27o-festival-regard-le-battues/">27º Festival Regard: Le Battues</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/27o-festival-regard-le-battues/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
