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	<title>Arquivos Kurt Russell - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kurt Russell - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Guardiões da Galáxia Vol. 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2017 18:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pratt]]></category>
		<category><![CDATA[Guardiões da Galáxia Vol. 2]]></category>
		<category><![CDATA[James Gunn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando lançado em 2014, Guardiões da Galáxia estabeleceu um novo padrão de realização de filmes para a própria Marvel Studios, que até então operava com sua cartela de personagens já conhecidos na chave de ignição de Jon Favreau em Homem de Ferro. Diferente de outros diretores que trabalharam na Marvel, James Gunn pôde transformar esse produto em um parque de diversões só seu, com direito a uma assinatura que todos imediatamente passaram a reconhecer como sua. E ele pôde fazer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Quando lançado em 2014, <i>Guardiões da Galáxia </i>estabeleceu um novo padrão de realização de filmes para a própria Marvel Studios, que até então operava com sua cartela de personagens já conhecidos na chave de ignição de Jon Favreau em <i>Homem de Ferro</i>. Diferente de outros diretores que trabalharam na Marvel, James Gunn pôde transformar esse produto em um parque de diversões só seu, com direito a uma assinatura que todos imediatamente passaram a reconhecer como sua. E ele pôde fazer isso por não haver por parte da Marvel uma preocupação com os cânones desses personagens como há com Homem de Ferro, Thor ou Capitão América. Star Lord, Gamora e cia. fazem parte de um grupo de personagens que não tinham até então uma leva de fãs fieis que já seguiam suas histórias nas HQs. O filme de James Gunn apesentava ação e comédia &#8220;fora da casinha&#8221; com uma embalagem ainda mais <i>pop </i>com sua trilha sonora nostálgica, piadas de duplo sentido e referências <i>pop.</i></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i></i>O resultado foi um sucesso incalculável que influenciou até mesmo as produções da Marvel que o sucederam em diferentes níveis de êxito, como o divertido <i>Homem-Formiga </i>e o desarranjado <i>Doutor Estranho, </i>e a sua rival Warner/DC no problemático <i>Esquadrão Suicida</i>. Mas ainda que as marcas de Gunn tenham sido cooptadas pela própria Marvel, somente Gunn consegue fazer um filme a la <i>Guardiões</i> porque tal fórmula só funciona de fato com esse grupo de personagens e com a liberdade que somente ele parece gozar no estúdio. Natural que o filme tivesse uma continuação pois faz parte desse mega universo Marvel, e natural também que seguindo os mesmos passos do longa anterior, <i>Guardiões da Galáxia Volume 2 </i>fosse mais um êxito. Ele basicamente pega tudo que deu muito certo no filme que o antecedeu e amplifica (mais <i>awesome mix</i>, mais Groot fazendo fofuras e mais momentos sem noção do Drax).</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Guardiões da Galáxia Volume 2, </i>o grupo liderado por Star Lord/ Peter Quill (Chris Pratt) está há um tempo em missões universo afora e são surpreendidos por revelações em torno da paternidade de Peter. Inicialmente, a quantidade de personagens e conflitos em <i>Guardiões da Galáxia Volume 2 </i> preocupa: Será que Gunn conseguirá dar conta de tanta história assim? No cerne de toda a trama, a relação de Peter Quill/Star Lord com seu pai, mas também o retorno de Yondu, a conflituosa rixa entre Gamora e Nebulosa, conhecemos Mantis, dois vilões perseguem o grupo de personagens, os Guardiões se dividem em dois grupos durante parte do filme&#8230; Enfim, muita coisa acontece. Até certo ponto, a impressão que o longa dá é que a qualquer momento James Gunn perderá o fio da meada, mas na metade da história ele oferece a conexão entre todas essas peças, sublinhando o conceito dos Guardiões como uma família, e surge uma outra faceta de <i>Guardiões da Galáxia</i>. O grupo de heróis involuntários não abandona a anarquia, mas assume uma faceta mais emotiva, capaz de amarrar de maneira ainda mais forte os laços afetivos entre seus personagens e entre os mesmos e o público.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7622" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/04/New-Guardians-Of-The-Galaxy-Pics-5.1-1.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Mantis, uma nova personagem, é adicionada à história e têm muito a oferecer não apenas à trama do segundo filme mas ao próprio grupo. As figuras que já existiam têm sua personalidade expandida, como Yondu, Nebulosa e Gamora, ainda que está última tenha que se envolver em uma trama amorosa ainda pouco elaborada com Peter Quill. Por sua vez, os personagens que já eram carismáticos no primeiro filme, seguem produzindo o mesmo efeito aqui. Assim, <i>Guardiões da Galáxia Volume 2 </i>cimenta sua relevância não apenas no universo Marvel, mas dentro de sua própria esfera de existência e, ao que tudo indica, a cada obra que passa prometerá esgarçar as possibilidades (relações, dramas, conflitos) das suas personagens. Particularmente, isso é um alento diante dos esforços nem sempre válidos do estúdio de estabelecer conexões mil entre todos os seus títulos. Não que <i>Guardiões </i>não crie alguns vínculos com o que ocorre na órbita da saga <i>Vingadores</i>, mas ele sobrevive dentro dos seus próprios termos e por isso tem uma preocupação extra em cuidar dos seus próprios personagens e tramas. Isso é bastante positivo.</p>
<p>Como universo cinematográfico, o mais interessante de <i>Guardiões da Galáxia Volume 2 </i>é perceber que ele sublinha uma característica que percebíamos no primeiro filme e que &#8211; sabiamente- foi mantida pela Marvel (que parece não ter sido seduzida pela popularidade do primeiro longa), os personagens dialogam com o grande projeto do estúdio (tanto que estarão no próximo filme <i>Vingadores</i>), mas estabelecem raizes firmes em seu próprio território, dando a entender que essa aproximação não será marcada por uma dependência excessiva. Com o segundo filme de sua franquia, James Gunn parece expandir as próprias possibilidades do universo dos Guardiões, trazendo até mesmo um grupo de personagens que, ao que tudo indica, pode gerar uma ramificação cinematográfica igualmente interessante encabeçada por ninguém menos que Sylvester Stallone. Não dá para ser mais <i>cool </i>que isso.</p>
<p><b>Atenção!!! Ao longo dos créditos há diversas cenas adicionais! Aliás, os créditos do próprio filme (!!!) são um show à parte. </b></p>
</div>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4-i8nTNSQFI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Os Oito Odiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2016 19:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4249" aria-describedby="caption-attachment-4249" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4249 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful2-620x347.jpg" alt="hateful2" width="620" height="347" /><figcaption id="caption-attachment-4249" class="wp-caption-text">Repetições: Os Oito Odiados mantém as marcas do filme do realizador, mas acaba se mostrando como um dos seus filmes mais efêmeros.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seu anunciado oitavo longa-metragem, Quentin Tarantino reitera elementos que são marcas do realizador ao longo de toda a sua carreira: os diálogos afiados, a estrutura narrativa por vezes acronológica, muita violência e as dezenas de referências a todos aqueles filmes que são cultuados pelo realizador. <i>Os Oito Odiados </i>fortalece suas origens tarantinescas ao trazer para sua trama todos esses recursos. É bem verdade que o longa acaba não sendo o mais memorável da carreira do diretor e em determinadas situações suas marcas de autoria soam como repetição, mas em mais de três horas de projeção, o realizador mantém o espectador atento a sua história e a seus personagens trabalhando um domínio narrativo que poucos cineastas contemporâneos possuem.</p>
<figure id="attachment_4250" aria-describedby="caption-attachment-4250" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4250 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful-eight-samuel-l-jackson-xlarge-620x349.jpg" alt="hateful-eight-samuel-l-jackson-xlarge" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4250" class="wp-caption-text">Homem de confiança: Samuel L. Jackson mais uma vez brilha em um filme do realizador. Na foto, ao lado de Walton Goggins</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <i>Os Oito Odiados</i>, Quentin Tarantino traz a história de John Ruth (Kurt Russell), um carrasco que em sua viagem leva como prisioneira a criminosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh). Ruth captura Daisy a fim de trocá-la por uma volumosa quantia em dinheiro como recompensa. No caminho, Ruth e Daisy enfrentam como dificuldade uma violenta nevasca e se deparam com um caçador de recompensas (Samuel L. Jackson) e um homem que acaba de ser empossado como xerife de uma cidade (Walton Goggins). Os quatro acabam se juntando e buscam abrigo em um armazém até que o temporal passem. Lá, eles conhecem quatro sujeitos que também estão no local aguardando a nevasca passar. No decorrer da trama, os oito personagens vão descobrindo os segredos dos seus companheiros de abrigo e, isolados do restante do mundo e obrigados a conviver  no mesmo local, acabam entrando em um inevitável confronto.</p>
</div>
<div>
<p>Assim como fizera em <i>Django Livre</i>, em <i>Os Oito Odiados</i>, Tarantino<i> </i>retorna ao <i>western. </i>Contudo, este filme do realizador é bem diferente do seu longa de 2012. Aqui, Tarantino surge mais descompromissado com propósitos que vão além do entretenimento e se por um lado isso é bastante positivo pois permite que o realizador se entregue aos extremos da sua própria assinatura cinematográfica, por outro, não deixa de trazer para <i>Os Oito Odiados </i>uma certa sensação de repetição. Assim como seu segmento no projeto <i>Grindhouse</i>, o filme <i>À Prova de Morte</i>, <i>Os Oito Odiados </i>acaba mostrando-se como um bom entretenimento, porém esquecível ao final da projeção. Não há personagens memoráveis ou diálogos e cenas a se destacar como em <i>Pulp Fiction</i>, <i>Jackie Brown</i>, <i>Kill Bill</i>, <i>Bastardos Inglórios </i>ou mesmo <i>Django Livre, </i>pelo qual confesso ter algumas reservas, mas reconheço as qualidades. A sensação após uma sessão de <i>Os Oito Odiados </i>é que a narrativa que nos foi apresentada tem uma correta execução, mas de que tudo é relativamente efêmero.</p>
</div>
<figure id="attachment_4251" aria-describedby="caption-attachment-4251" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4251 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful-eight-film-grab-ap--620x349.jpg" alt="" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4251" class="wp-caption-text">Elenco: Kurt Russell, Jennifer Jason Leigh e Bruce Dern são alguns dos atores afiados que Quentin Tarantino dirige em seu novo filme</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tarantino acerta mais uma vez na escalação e na condução do seu elenco. Como destaque há a marcante presença de Jennifer Jason Leigh como a prisioneira Daisy Domergue e, claro, Samuel L. Jackson que como o caçador de recompensas Marquis Warren demonstra mais uma vez que talvez não exista ator no mundo que compreenda mais as palavras e o olhar de Tarantino para os seus personagens do que ele. Há ainda que se pontuar os trabalhos de Kurt Russell, Walton Goggins, Demián Bichir, Tim Roth, Michael Madsen, Bruce Dern e Channing Tatum em performances equilibradas e orgânicas ao universo proposto pelo diretor.</p>
</div>
<div>
<p>Longe de ser um dos melhores filmes de Tarantino, mas também bem distante de um desastre cinematográfico &#8211; afinal, com um diretor consciente da linguagem cinematográfica e com o repertório como Tarantino dificilmente o filme cairia nessa zona de perigo &#8211; <i>Os Oito Odiados </i>agrada sobretudo aos fãs do estilo do cineasta. É certo que o longa não representa nada que já não tenhamos visto Quentin Tarantino fazer e que a &#8220;luz vermelha&#8221; de alerta pode começar a piscar para o realizador sinalizando que, de alguma maneira, ele tem que seguir outros caminhos para sair de uma relativa zona de conforto que ele mesmo criou (com dois filmes no gênero a cota de <i>westerns </i>do Tarantino já está mais do que cumprida, por exemplo), mas o filme apresenta uma narrativa construída com fluidez e domínio, entretendo a plateia com a usual assinatura do cineasta. Esse mérito, ninguém pode lhe tirar.</p>
</div>
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		<title>Assista ao trailer do novo filme de Quentin Tarantino, Os 8 Odiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 17:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enfim o aguardado trailer de Os 8 Odiados, novo filme de Quentin Tarantino, acaba de ser divulgado. Além dele, um pôster estampado pelos protagonistas do filme também foi lançado. Dirigido e roteirizado por Tarantino, Os 8 Odiados conta a história de uma diligência que desvia da sua rota por conta de uma tempestade de neve. Esse incidente faz com que um grupo de oito estranhos fique preso em um saloon no meio do nada. O grupo é composto por uma dupla de caçadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/The-Hateful-Eight-large-970x545.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3332" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/The-Hateful-Eight-large-970x545-620x348.jpg" alt="The-Hateful-Eight-large-970x545" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Enfim o aguardado trailer de<strong> <em>Os 8 Odiados</em></strong>, novo filme de Quentin Tarantino, acaba de ser divulgado. Além dele, um pôster estampado pelos protagonistas do filme também foi lançado.</p>
<p>Dirigido e roteirizado por Tarantino, <em>Os 8 Odiados </em>conta a história de uma diligência que desvia da sua rota por conta de uma tempestade de neve. Esse incidente faz com que um grupo de oito estranhos fique preso em um saloon no meio do nada. O grupo é composto por uma dupla de caçadores de recompensa, um ex-soldado, uma ex-presidiária, entre outros. O longa tem sido &#8220;vendido&#8221; como um encontro entre <em>Sete Homens e um Destino </em>e <em>Os Doze Condenados</em>.</p>
<p>No elenco, parceiros habituais do diretor como Samuel L. Jackson (<em>Pulp Fiction</em>, <em>Jackie Brown </em>e <em>Django Livre</em>), Tim Roth (<em>Cães de Aluguel</em>), Kurt Russell (<em>À Prova de Morte</em>), além de novos rostos na filmografia do diretor, como Jennifer Jason Leigh (<em>eXistenZ</em>), Bruce Dern (<em>Nebraska</em>) e Channing Tatum (<em>Magic Mike</em>).</p>
<p>O longa estreia no final do ano nos EUA, aqui no Brasil a previsão de estreia é para janeiro de 2016.</p>
<p>Veja o pôster e assista ao trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gnRbXn4-Yis" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://br.web.img2.acsta.net/c_520_690/newsv7/15/08/10/20/23/334976.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-trailer-do-novo-filme-de-quentin-tarantino-os-8-odiados/">Assista ao trailer do novo filme de Quentin Tarantino, Os 8 Odiados</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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