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	<title>Arquivos Kaya Scodelario - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kaya Scodelario - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Predadores Assassinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2019 20:43:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Predadores Assassinos se tornou um dos hits de bilheteria nos EUA em 2019 trazendo um conceito muito simples de narrativa, extensamente explorado em Hollywood em outros exemplares. O filme de Alexandre Aja, diretor cultuado do horror com títulos como Viagem Maldita e Amaldiçoado no currículo, é centrado numa protagonista encurralada pela força da natureza representada por jacarés, que aterrorizam durante uma devastadora tempestade. No centro da história está Haley, uma nadadora interpretada por Kaya Scodelario, que visita o pai, seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Predadores Assassinos se tornou um dos hits de bilheteria nos EUA em 2019 trazendo um conceito muito simples de narrativa, extensamente explorado em Hollywood em outros exemplares. O filme de Alexandre Aja, diretor cultuado do horror com títulos como Viagem Maldita e Amaldiçoado no currículo, é centrado numa protagonista encurralada pela força da natureza representada por jacarés, que aterrorizam durante uma devastadora tempestade.</p>
<p>No centro da história está Haley, uma nadadora interpretada por Kaya Scodelario, que visita o pai, seu ex-treinador, na casa da família localizada em um pântano. Conforme o temporal vai se agravando, pai e filha passam a viver sob o perigo do ataque de um grupo de jacarés atraídos para o local.</p>
<p>O filme de Aja não tem pretensões mais ambiciosas que o genuíno entretenimento e é por esse compromisso que assume que soa tão esquisito quando sua história se prolonga no drama familiar, &#8220;tirando leite de pedra&#8221; ao esmiuçar detalhes sobre a relação de pai e filha que, nesse tipo de material, pouco interessam ao espectador, ou quando procura problematizar sua narrativa com uma discussão ambiental. É o tipo de filme que dispensa esse tipo de tratamento e Aja acaba trazendo isso como muleta, tornando Predadores Assassinos menos divertido quanto poderia ser &#8211; e em alguns instantes o longa &#8220;abraça&#8221; de maneira muito genuína o despojamento e a falta de lógica da sua própria narrativa. Há deslizes que podem até ser perdoados pelo teor absurdo do gênero, como o vigor físico dos personagens humanos de tantas investidas dos répteis e até a resistência dos vidros de um box de banheiro em comparação com as janelas e portas da casa onde os protagonistas buscam refúgio e são atacados pelos animais, mas eles acabam evidenciando desnecessariamente implausibilidades que poderiam ser disfarçadas de maneira mais competente.</p>
<p>Recentemente o ótimo Águas Rasas, que trazia a atriz Blake Lively em situação semelhante porém em alto mar ameaçada por um tubarão gigante, foi bem mais competente nesse cinema no qual Predadores Assassinos parece se localizar. Há bons momentos, afinal sempre é divertido ver filmes que trazem esse tipo de situação. No entanto, em Predadores Assassinos, Alexandre Aja parece se dispersar demais com elementos problematizadores da sua premissa (o drama familiar e o discurso ambiental) e também com uma certa plausibilidade na sua própria lógica do absurdo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Alexandre Aja<br />
<strong>Elenco:</strong> Kaya Scodelario, Barry Pepper, Morfydd Clark, Ross Anderson, Jose Palma, George Somner, Anson Boon, Ami Metcalf, Colin McFarlane</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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		<title>Crítica: Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 22:34:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O caso do serial killer Ted Bundy foi um dos mais icônicos nos Estados Unidos na década de 1970. A crueldade com que os crimes eram cometidos, a quantidade de casos e a frieza com que o criminoso lidava com o caso chocou o país e o mundo. É focando na relação de atração física pelo assassino e fascínio pelo crime que o filme Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal narra a história de seu protagonista. A história começa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O caso do <em>serial killer</em> Ted Bundy foi um dos mais icônicos nos Estados Unidos na década de 1970. A crueldade com que os crimes eram cometidos, a quantidade de casos e a frieza com que o criminoso lidava com o caso chocou o país e o mundo. É focando na relação de atração física pelo assassino e fascínio pelo crime que o filme <strong><em>Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</em> </strong>narra a história de seu protagonista.</p>
<p>A história começa sob a perspectiva de Liz Kendall (Lily Collins), uma jovem mãe solteira que está desiludida amorosamente e acredita que nenhum homem vai se interessar por ela. É quando surge Ted Bundy (Zac Efron), um sedutor desconhecido que a trata como uma princesa e aceita a sua filha, adotando-a como tal. Os fatos vão progredindo até o surgimento das acusações e finalizando com julgamento.</p>
<p>É interessante ver como se deu a história de Ted, especialmente em se tratando do relacionamento amoroso Liz. Ele é cuidadoso e atencioso, envolvendo não apenas a protagonista como o espectador. Essa era a principal característica do personagem da vida real: seu poder de sedução. Mesmo sendo condenado e acusado dos piores crimes, que eram executados com requintes de crueldade, Ted conseguiu uma legião de fãs apaixonadas que não perdiam um julgamento.</p>
<p>Fã da plateia e extremamente egocêntrico, ele fazia o melhor uso da televisão, na época em que seu julgamento foi o primeiro a ser televisionado na história dos EUA. Ted brincava com as câmeras, seduzia, sorria. Tudo para envolver as pessoas, que começaram a levantar dúvidas sobre seus crimes (que sempre foram provados, sem espaço para questionamentos).</p>
<p>É neste ponto que vemos que a escolha do <em>casting</em> é um dos pontos mais altos do filme. Zac Efron (<em>O Rei do Show</em>) é tão bonito quanto sedutor. Ele envolve o espectador em todas as cenas, nos deixando realmente incomodados com essa relação. E o objetivo é justamente esse: mostrar o poder de sedução do<em> serial killer</em> e como as pessoas se sentiam naquela época.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10947" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/untitled-shoot-2047-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/untitled-shoot-2047.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/untitled-shoot-2047-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/untitled-shoot-2047-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além dele, temos Lily Collins (<em>Espelho, Espelho Meu</em>) que confere fragilidade e força ao papel de Liz, Kaya Scodelario (<em>Maze Runner</em>), que interpreta a amante apaixonada, John Malkovich (<em>Queime Depois de Ler</em>) no papel do juiz paternalista que também se vendeu aos encantos de Ted, Jim Parsons (<em>The Big Bang Theory</em>) numa rápida aparição e Haley Joel Osment (<em>O Sexto Sentido</em>), que tem um papel pequeno mas nos faz lembrar que ele é um bom ator.</p>
<p>O prejuízo no longa talvez seja no ritmo. Ele possui um fluxo de vai e vem um pouco cansativo, especialmente no meio do filme. Dão pouco enfoque às emoções de Liz e como ela está lidando com toda aquela situação. Existe também uma demora que vai além do necessário para se mostrar mais dos crimes e o que efetivamente acontecia. Entendo a necessidade de criar empatia pelo personagem (que faz sentido na trama), mas em dado momento isso começa a soar repetitivo.</p>
<p>Não há efetivamente um romantismo, por parte da tratativa do roteiro, nos crimes que Ted comente e no processo como um todo. No entanto, o filme não mostra o quão vil e cruel ele era, o quão perigoso. Isso acaba relegado às entrelinhas e poucas falas, perdendo força para o protagonista.</p>
<p>Com altos e baixos, o resultado de <strong><em>Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</em> </strong>ainda é bastante positivo e merece a atenção do espectador. O longa desperta a curiosidade, inclusive, de assistir à minissérie documental da Netflix, <em>Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy</em>, que já soube ser muito mais intensa e chocante.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joe Berlinger<br />
<strong>Elenco:</strong> Zac Efron, Lily Collins, Kaya Scodelario, John Malkovich, Jim Parsons, Haley Joel Osment, Dylan Baker, Grace Victoria Cox</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DKb0MorZDtc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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