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	<title>Arquivos Johnny Depp - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Johnny Depp - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Assassinato no Expresso do Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 22:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato no Expresso do Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Daisy Ridley]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Judi Dench]]></category>
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		<category><![CDATA[Michelle Pfeiffer]]></category>
		<category><![CDATA[Penélope Cruz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interessante que, num tempo em que tantas histórias de detetive já foram exploradas nas mais diversas mídias e com os mais diferentes atrativos, ainda é pertinente retornar a um texto tão basilar e caro ao gênero como Assassinato no Expresso do Oriente de Agatha Christie. Adaptá-lo nunca é um movimento supérfluo. Segunda versão cinematográfica do clássico da escritora que concebeu Hercule Poirot, um dos detetives mais celebrados da literatura mundial, Assassinato no Expresso do Oriente de Kenneth Branagh, que também assume o manto do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Interessante que, num tempo em que tantas histórias de detetive já foram exploradas nas mais diversas mídias e com os mais diferentes atrativos, ainda é pertinente retornar a um texto tão basilar e caro ao gênero como <i>Assassinato no Expresso do Oriente </i>de Agatha Christie. Adaptá-lo nunca é um movimento supérfluo. Segunda versão cinematográfica do clássico da escritora que concebeu Hercule Poirot, um dos detetives mais celebrados da literatura mundial, <i>Assassinato no Expresso do Oriente </i>de Kenneth Branagh, que também assume o manto do protagonista, acerta ao compreender que junto ao valor do livro como entretenimento, a obra consegue estabelecer discussões interessantes sobre a natureza humana a partir dos códigos de conduta bem claros do seu personagem principal. Ao desvendar o crime que mobiliza todos os passageiros do Expresso do Oriente e os transforma em suspeitos em potencial, Poirot se vê obrigado a agir pesando sua própria compreensão de justiça e ética.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">A história parte de uma premissa semelhante àquela estabelecida no livro. Poirot é um dos passageiros do luxuoso Expresso do Oriente e junto com os demais é surpreendido por uma tempestade de neve que faz com que todos fiquem presos num local até que uma equipe de resgate surja para ajudá-los. Concomitantemente, os passageiros são surpreendidos por um fato ainda mais extraordinário, um deles é assassinado e, obviamente, todos os presentes se transformam em suspeitos potenciais. Caberá ao grande Hercule Poirot descobrir quem é o responsável pelo crime ao desvendar o passado de cada um dos suspeitos e da vítima em questão.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8478" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/hero_Murder-Orient-Express-2017.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como diretor, Kenneth Branagh consegue o mérito de fazer com que <i>Assassinato no Expresso do Oriente </i>se apresente ao espectador como uma narrativa de entretenimento que, no terceiro ato, revela que tem muito mais a dizer para o seu público. Na verdade, antes mesmo da resolução do crime por Poirot, o filme de Branagh dá indícios disso com movimentos pontuais do roteiro de Michael Green, de <i>Blade Runner 2049 </i>e <i>Logan</i>, dando conta da personalidade de Poirot e do seu código moral ao construir um <i>background </i>que justifica a atitude do detetive no desfecho da história. O protagonista, por sinal, encontra no próprio Branagh uma ótima encarnação. O ator encontra o equilíbrio entre criar  Poirot como um tipo peculiar sem transformá-lo numa caricatura, uma armadilha fácil para outros atores, imagino. Penso no próprio Johnny Depp, que está no elenco do filme, por exemplo. Tendente a criar tipos, Depp encontraria em Poirot um terreno fértil para suas composições excêntricas. Branagh foge completamente dessa chave e obtém muito êxito.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como o longa de 1974, a nova versão cinematográfica do livro de Christie também é um deleite para os cinéfilos pelo seu elenco de estrelas. O público contempla ao longo da história as aparições  pontuais de um elenco que desfila pelo vagão do Expresso do Oriente. Reunidos, todos esses atores causam impacto em cena. Temos Judi Dench passando a deixa para Penélope Cruz que é sucedida por Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley, Willem Dafoe e assim por diante, culminando em Johnny Depp, que, justificadamente, do ponto de vista pessoal e profissional, não está com muita moral com o público, mas também integra o grupo. Além de Branagh, destacaria Michelle Pfeiffer como a melhor interpretação desta versão da história, sobretudo quando no terceiro ato mais camadas são adicionadas a sua personagem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como forma de justificar sua própria existência e diferencial em comparação com a obra de 1974, o que acho uma tolice, o filme de Branagh faz uma mudança pontual no desfecho da história. Se por um lado, dialoga com a maneira como o próprio Poirot enxerga aquilo que nos diferencia de alguém que é capaz de cometer um ato brutal como um assassinato, por outro também acaba trazendo uma contradição para o próprio filme que assume um posicionamento que, suspeito, não era o intencionado, mas enfim, são eventuais leituras que poderão ser feitas sobre a obra, sobretudo em tempos que vivemos, que podem ser frutíferas se discutidas com a complexidade que merecem. Polêmicas à parte, <i>Assassinato no Expresso do Oriente </i>mantém as qualidades de um elegante entretenimento com seu acertado elenco, ainda que não seja uma joia do cinema contemporâneo.</p>
</div>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1LqXLJEq4sw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Piratas do Caribe &#8211; A Vingança de Salazar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2017 22:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Piratas do Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Piratas do Caribe - A Vingança de Salazar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de quatorze anos da estreia do primeiro filme nos cinemas, a Walt Disney Pictures, juntamente com a Jerry Bruckheimer Films, traz para o público mais uma sequência da franquia Piratas do Caribe. Em seu quinto longa, A Vingança de Salazar, não há nenhuma surpresa, apenas desgaste em cima de desgaste. Aqui, o espectador se depara com o passado de Jack Sparrow, interpretado por um cansando Johnny Depp. Na trama, o público descobre como o pirata começou a liderar o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de quatorze anos da estreia do primeiro filme nos cinemas, a <em>Walt Disney Pictures,</em> juntamente com a <em>Jerry Bruckheimer Films</em>, traz para o público mais uma sequência da franquia Piratas do Caribe. Em seu quinto longa, <em>A Vingança de Salazar</em>, não há nenhuma surpresa, apenas desgaste em cima de desgaste. Aqui, o espectador se depara com o passado de Jack Sparrow, interpretado por um cansando Johnny Depp.</p>
<p>Na trama, o público descobre como o pirata começou a liderar o navio Pérola Negra e como conquistou o inimigo que dá nome ao subtítulo. Paralelamente, Henry Turner (Breton Thwaites), filho de Will (Orlando Bloom), busca maneiras de salvar seu pai de uma grande maldição. Para isso, ele conta com a ajuda de uma jovem cientista, Carina Smyth (Kaya Scodelario), foragida por ser considerada bruxa pelo Estado.</p>
<p>Apenas relatando brevemente a sinopse do filme há uma sensação de fadiga. A narrativa não consegue dar conta do número de histórias, de peripécias e reviravoltas de tantas personagens. Ainda que todo o desenvolvimento e desenlace dos conflitos ocorram de forma já muito utilizada por este tipo de gênero e até mesmo pela própria franquia, o espectador é levado à exaustão por uma quantidade grande de ações que acontecem ao mesmo tempo, quebrando o ritmo do filme.</p>
<p>O suspense não se estabelece principalmente para os que já tiveram contanto com as produções anteriores de Piratas. São praticamente os mesmo vilões, uma maldição semelhante e dois mocinhos que formam aquele casal que troca diálogos afiados e no final ficam juntos, porque tudo aquilo era (que surpresa) tensão sexual da dupla. O elenco não passa vergonha, mas também não parece sair da zona de conforto. A dinâmica de Thwaites e Scodelario é insossa e o espectador não se sente empolgado em <em>shippar</em> os dois.</p>
<p>Johnny Depp bate cartão. O ator nem se esforça em levar adiante a personagem que vem construindo há 14 anos. Simplesmente traz uma representação do próprio Sparrow que ele mesmo criou. A sensação é de que outro artista está ali e não entendeu muito bem como fazer o papel. Além disso, Jack Sparrow é possuidor de um discurso extremamente atrasado. As piadas sexistas e tom nojento que ele direciona as mulheres poderiam até ser engraçadas no início dos anos 2000, porém, em pleno 2017, elas correm amargas nos ouvidos e provocam uma irritação.</p>
<p>Talvez, apenas duas coisas salvem <em>Piratas do Caribe 5</em>. O primeiro ponto para esta sequência é o Salazar de Javier Bardem, que traz alguma possibilidade de se instalar tensão na plateia e de instigar o público a descobrir qual a origem da maldição que tomou conta do Capitão e de sua tripulação. O segundo motivo que vale o ingresso é a presença de Geoffrey Rush. Ao contrário de Depp, ele conseguiu evoluir sua personagem de alguma forma e dar significado a um texto tão previsível e piegas em suas cenas de revelação sobre seu passado. Os olhares que ele troca com Sparrow e com Carina são profundos e tocantes, porque ele sim sabe construir a dinâmica a relação com os atores na contracena.</p>
<p>No mais, a dica é esperar para ver<em> A Vingança de Salazar</em> no <em>Netflix</em>, na TV a cabo ou na Temperatura Máxima. Não espere encontrar graça e carisma no finado Sparrow, porque ele já não existe mais desde o segundo filme. Se você é fã de filme de aventura ou ação, é indicado procurar um outro longa, porque não é nesse Piratas que você vai encontrar isso. Talvez, (ALERTA DE SPOILER) o espectador apenas se empolgue com o reencontro de Will e Elizabeth (Keira Knightley), pois ali sim existe um <em>ship</em> de verdade.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2zmK4R56EMM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Estreias da semana: 12 a 18 de novembro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/estreias-da-semana-12-a-18-de-novembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2015 12:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança do Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade Desfeita]]></category>
		<category><![CDATA[As Mil e uma Noites - Volume 1 O Inquieto]]></category>
		<category><![CDATA[Como sobreviver a um ataque zumbi]]></category>
		<category><![CDATA[Condado Macabro]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Gomes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Aliança do Crime, Johnny Depp estreia nos cinemas com interpretação que pode lhe valer uma indicação ao Oscar. Os fãs do terror poderão rir com a comédia adolescente Como sobreviver a um ataque zumbi, vivenciar a experimentação do gênero via Skype em Amizade desfeita ou conferir a nova produção nacional Condado Macabro. Para finalizar a lista de estreias da semana, As Mil e uma Noites &#8211; Volume 1, O Inquieto, do cineasta Miguel Gomes. Confira detalhes das estreias e seus trailers abaixo: Aliança do Crime [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <strong><em>Aliança do Crime</em></strong>, Johnny Depp estreia nos cinemas com interpretação que pode lhe valer uma indicação ao Oscar. Os fãs do terror poderão rir com a comédia adolescente <strong><em>Como sobreviver a um ataque zumbi</em></strong>, vivenciar a experimentação do gênero via Skype em <em><strong>Amizade desfeita</strong> </em>ou conferir a nova produção nacional <strong><em>Condado Macabro</em></strong>. Para finalizar a lista de estreias da semana, <strong><em>As Mil e uma Noites &#8211; Volume 1, O Inquieto</em></strong>, do cineasta Miguel Gomes. Confira detalhes das estreias e seus trailers abaixo:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/black-mass-johnny-depp.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3963" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/black-mass-johnny-depp-620x349.jpg" alt="black-mass-johnny-depp" width="620" height="349" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Aliança do Crime</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Scott Cooper</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Johnny Depp, Joel Edgerton, Benedict Cumberbatch</p>
<p>Johnny Depp retorna aos cinemas na pele de Whitey Bulger, o irmão de um senador norte-americano que ficou conhecido por ser um dos maiores criminosos de Boston após ser traído pelo FBI, agência na qual trabalhava como informante. O longa é dirigido por Scott Cooper, de <em>Coração Louco</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1PnSLtBnh7E" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/scouts-guide-657x360.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3964" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/scouts-guide-657x360-620x340.jpg" alt="scouts-guide-657x360" width="620" height="340" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como sobreviver a um ataque zumbi</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Christopher Landon</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Tye Sheridan, Logan Miller, Joey Morgan</p>
<p>Uma dupla de adolescentes começa a sentir as piadas dos amigos por ainda serem escoteiros. Quando escapam do acampamento para uma festa secreta, eles descobrem que a cidade está infestada de zumbis sedentos pelo sangue das suas vítimas.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Au4WUvjBtOY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/amizadedesfeita2-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3965" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/amizadedesfeita2-2-620x322.jpg" alt="amizadedesfeita2 (2)" width="620" height="322" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amizade Desfeita</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Levan Gabriadze</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Shelley Hennig, Moses Jacob Storm, Renee Olstead</p>
<p>Filmado como uma longa conversa via Skype, o filme tem início quando o vídeo de uma garota cai na internet e ela acaba se suicidando no pátio do próprio colégio. Após anos do ocorrido, um grupo de seis amigos se reúnem em uma conversa via Skype e são surpreendidos por uma uma sétima pessoa que diz ser a colega deles que cometeu suicídio e exige que os seis revelem o responsável por jogar o vídeo na rede.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/m7NeLuo-YMI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/les-mille-et-une-nuits-volume-1-l-inquiet-de-miguel-gomesM222433.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3967" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/les-mille-et-une-nuits-volume-1-l-inquiet-de-miguel-gomesM222433-620x304.jpg" alt="les-mille-et-une-nuits-volume-1-l-inquiet-de-miguel-gomes,M222433" width="620" height="304" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>As Mil e uma Noites &#8211; Volume 1, O Inquieto</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.: </strong>Miguel Gomes</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Miguel Gomes, Crista Alfaiate, Carlotto Cotta</p>
<p>Um cineasta foge dos sets de filmagens de um filme e se vê obrigado a repetir o que Xerazade fazia em <em>As Mil e uma Noites</em>, contar uma nova história a cada dia. Caso não consiga cumprir a tarefa, corre o risco de ser punido pelos demais membros de sua equipe. No longa, o cineasta Miguel Gomes vive ele mesmo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3g7Y5hCa0cU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/condadomacabro_5.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3968" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/condadomacabro_5-620x337.jpg" alt="condadomacabro_5" width="620" height="337" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Condado Macabro</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Marcos DeBrito</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Leonardo Miggiorin, Bia Gallo, Rafael Raposo</p>
<p>Um palhaço é encontrado em uma casa que torna-se cenário de um violento ato criminoso. O policial da cidade acaba entrando em um jogo proposto pelo próprio acusado para provar a sua inocência.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GRxoHgMahbY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Johnny Depp diz que não faz questão de ganhar um Oscar</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/johnny-depp-diz-que-nao-faz-questao-de-ganhar-um-oscar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2015 17:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança do Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estatueta]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma estatueta do Oscar é tudo que um ator ou atriz deseja na carreira artística, certo? Erradíssimo. Para Johnny Depp, a simples indicação já é motivo mais do que suficiente para comemorar. Em entrevista ao programa BBC Newsbeat, Depp falou sobre a falta de interesse que tem no Oscar. “Eu nunca quero um negócio daquele, sabe. Eu não quero ter que falar sobre isso. Eles me deram uma dessas coisas, tipo uma indicação, duas ou três vezes. Só essa nomeação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3792" aria-describedby="caption-attachment-3792" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/download.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3792 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/download.jpg" alt="download" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3792" class="wp-caption-text">Johnny em Aliança do Crime</figcaption></figure>
<p>Uma estatueta do Oscar é tudo que um ator ou atriz deseja na carreira artística, certo? Erradíssimo. Para Johnny Depp, a simples indicação já é motivo mais do que suficiente para comemorar.</p>
<p>Em entrevista ao programa BBC Newsbeat, Depp falou sobre a falta de interesse que tem no Oscar. “Eu nunca quero um negócio daquele, sabe. Eu não quero ter que falar sobre isso. Eles me deram uma dessas coisas, tipo uma indicação, duas ou três vezes. Só essa nomeação já é o suficiente para mim”, afirmou.</p>
<p>A afirmação chega próxima do período de decisão dos filmes e atores que serão indicados para a premiação de 2016. E Johnny é um dos favoritos no papel de um gangster em Aliança do Crime. Será que a opinião dele vai impactar em sua campanha na Academia de Hollywood? Os críticos têm dito que é seu retorno aos bons tempos, embora Depp discorde. “Estou voltando de quê? Da morte? Não fiz nada diferente neste filme, do que qualquer outro filme”, fez questão de pontuar na entrevista.</p>
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		<title>Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 21:15:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques: 01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por Aliança do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3527" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236-620x372.jpeg" alt="4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por <em>Aliança do Crime</em></strong></p>
<p>Ao que tudo indica, Johnny Depp é o candidato a ser batido nas categorias de melhor ator. Depp deixou todos estarrecidos com sua interpretação no longa <strong><em>Aliança do Crime</em> </strong>(no original, <em>Black Mass</em>), de Scott Cooper (<em>Coração Louco</em>). O filme saiu do Festival de Veneza com ótimas cotações para o desempenho do ator, tido por alguns como um dos melhores da sua carreira em anos.</p>
<p>Ao lado de um elenco formado por Benedict Cumberbatch, Dakota Johnson, Joel Edgerton e Kevin Bacon, Johnny Depp interpreta um violento criminoso de Boston que era irmão de um senador e tornou-se informante do FBI.</p>
<p>Depp promete enfrentar pela frente Eddie Redmayne, de <em>A Garota Dinamarquesa</em>, e Leonardo DiCaprio, de<i> O Regresso</i>, novo filme de Alejandro Gonzalez-Iñarritu, que sequer foi visto ainda. Como a vitória de Redmayne surge com uma certa dúvida, tendo em vista que o ator ganhou vários prêmios na temporada passada com <em>A Teoria de Tudo, </em>e Depp é um dos atores mais celebrados da indústria que ainda não tem uma estatueta, o protagonista de <em>Aliança do Crime </em>tem tudo para levar alguns prêmios.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WPOcBiymuu0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3218" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1-620x349.jpg" alt="spotlight" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>02.<em> Spotlight</em> é comparado a<em> Todos os Homens do Presidente</em></strong></p>
<p>O filme sobre um grupo de jornalistas de Boston que investigaram um caso envolvendo padres pedófilos foi comparado a um dos maiores filmes do gênero, <em>Todos os homens do presidente. <strong>Spotlight</strong></em> pode ser um novo <em>Zodíaco </em>ou<em> Os Suspeitos (2013) </em>e ser cultuado apenas pela crítica e por cinéfilos, mas pode também ser uma espécie de <em>Sobre Meninos e Lobos </em>e conquistar alguns prêmios.</p>
<p>No trabalho do diretor Tom McCarthy (<em>O Visitante</em>), as performances de Michael Keaton, Mark Ruffalo e Rachel McAdams foram exaltadas. É possível que, por ser um &#8220;filme de elenco&#8221;, eles concorram como coadjuvantes, o que será ótimo. McAdams pode conseguir fazer sua carreira cinematográfica finalmente decolar (merecidamente, diga-se de passagem) e Keaton não teria a sombra da concorrência de Eddie Redmayne pelo segundo ano consecutivo, tendo até mesmo chances de vencer um Oscar como coadjuvante.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/I7TYGRwZbE4" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3528" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236-620x372.jpeg" alt="7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>03. Eddie Redmayne transforma <em>A Garota Dinamarquesa </em>em material para Oscar</strong></p>
<p><strong><em>A Garota Dinamarquesa</em></strong>, como os filmes anteriores de Tom Hooper (<em>O Discurso do Rei </em>e <em>Os Miseráveis</em>) não foi uma unanimidade da crítica. Ao ser exibido em Veneza, o filme foi questionado por um certo excesso de didatismo ao trazer para o público as questões de gênero.</p>
<p>O longa que traz a história da primeira mulher trans que se submeteu a uma cirurgia tem o vencedor do Oscar do ano passado Eddie Redmayne no papel principal. Ao contrário do filme em si, os seus atores saíram ilesos. As performances de Redmayne e Alicia Vinkander foram bastante elogiadas. A dúvida é se Vinkander concorreria como coadjuvante ou atriz.</p>
<p>Como o gosto do Oscar muitas vezes não coincide com as escolhas da crítica é bem possível que ele figure nas categorias principais como filme e por ai vai, afinal a Academia adora filmes com fortes desempenhos por ter muitos atores no seu quadro de votantes.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XrVMJ6myjTQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3529" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette-605x400.jpg" alt="suffragette" width="605" height="400" /></a></p>
<p><strong>04. <i>Suffragette </i>torna Carey Mulligan favorita aos prêmios de melhor atriz</strong></p>
<p>Em Telluride, a primeira exibição de <em><strong>Suffragette</strong> </em>trouxe muitos elogios à performance de Carey Mulligan, que desponta, até o momento, como uma grande favorita aos prêmios de melhor atriz. Nem mesmo a presença de Helena Bonham Carter e Meryl Streep no elenco ofuscou o brilho da performance de Mulligan, dizem os críticos. Sobre la Streep, todos afirmam que a participação dela na história é muito pequena e praticamente se resume ao que pode ser visto no trailer da produção. Ainda assim, não está descartada uma possível indicação para elas como coadjuvantes.</p>
<p>O filme conta a história do início do movimento feminista na Inglaterra e é dirigido por Sarah Gavron, de <em>Brick Lane</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GfeBC1WYLFw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3530" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2-620x349.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>05. Aaron Sorkin e o roteiro engenhoso de <em>Steve Jobs</em></strong></p>
<p>Biografias não têm tido muita sorte nos últimos anos, mas o roteiro de Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por <em>A Rede Social </em>e criador de séries como <i>The West Wing </i>e <em>The Newsroom</em>) e a direção de Danny Boyle (<em>Quem quer ser um milionário?</em>) transformaram <em><strong>Steve Jobs</strong> </em>em material para Oscar, passando longe do péssimo <em>Jobs </em>com Ashton Kutcher.</p>
<p>Exibido em Telluride, <em>Steve Jobs </em>rendeu elogios à performance de Michael Fassbender, que pode ser indicado a prêmios na pele do protagonista, e Kate Winslet, séria candidata na categoria coadjuvante por interpretar Joanna Hoffman, integrante da equipe que criou o Macintosh.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/P2avRagAJK8" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3531" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460-620x350.jpg" alt="ROOM_Poster-816x460" width="620" height="350" /></a></p>
<p><strong>06.<em> </em><em>Room</em> é o <em>indie</em> do ano. Será que agora Brie Larson decola?</strong></p>
<p>Todo ano temos um <em>indie </em>que se destaca. Por enquanto, esse título é do drama<strong> <em>Room</em></strong>, de Lenny Abrahamson (diretor de <em>Frank</em>). No longa, a atriz Brie Larson vive uma mulher que cria o seu filho em um quarto, o que faz com que a única percepção que ele tenha do mundo seja a daquele cômodo.</p>
<p>Larson, que anos atrás surgiu como uma revelação em <em>Temporário 12</em>, mais uma vez desponta no circuito &#8220;alternativo&#8221; e recebeu algumas das mais calorosas críticas por seu desempenho nesse longa. Se o filme fizer uma boa campanha, é possível que ela seja indicada a prêmios de melhor atriz. O mesmo se aplica a Joan Allen, um forte palpite como atriz coadjuvante. William H. Macy também faz parte da produção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PPZqF_TPTGs" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3564" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3-620x349.jpg" alt="maxresdefault (3)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>07. </strong><strong>Netflix pode abocanhar o Oscar com </strong><strong><em>Beasts of no Nation</em></strong></p>
<p>A Netflix promete marcar presença na temporada com o primeiro filme produzido por eles,<strong> </strong><em><strong>Beasts of no Nation,</strong> </em>de Cary Fukunaga ( de <em>Jane Eyre </em>e da primeira temporada de <em>True Detective</em>). O longa conta a história de um jovem que luta durante a Guerra Civil em um país africano.</p>
<p>Idris Elba interpreta um militar e chamou a atenção por sua performance. O filme como um todo recebeu elogios rasgados em Telluride. O grande empecilho, dizem alguns, é a violência da história que pode afastar um setor mais conservador da Academia. No entanto, <em>Beasts of no Nation </em>é apontado por alguns críticos como um filme a ser superado na temporada. A questão é que nem sempre o gosto da crítica coincide com o gosto das comissões de votantes do Oscar, do Globo de Ouro, do SAG&#8230; É só ver o destino de <em>O Ano mais Violento </em>na temporada passada.</p>
<p>A Netflix pretende lançar o filme primeiro nos cinemas para somente depois de algum tempo disponibilizá-lo no site.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/D7gV-3PYxuM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Festival de Veneza anuncia sua seleção de filmes para 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 23:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A temporada de festivais internacionais de cinema do segundo semestre está a todo vapor. Na terça-feira (28) tivemos o anúncio da seleção do Festival de Toronto e nesta quarta (29) foram divulgados os títulos que comporão a programação da 72ª edição do Festival de Veneza, um evento que foi perdendo a importância nos últimos anos para festivais como o de Telluride e o próprio Toronto, mas que continua tendo o seu charme. Como já antecipado pelos veículos, dois títulos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3222" aria-describedby="caption-attachment-3222" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3222 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2-620x349.jpg" alt="2" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3222" class="wp-caption-text">Everest: Jake Gyllenhaal encabeça o elenco do filme catástrofe.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A temporada de festivais internacionais de cinema do segundo semestre está a todo vapor. Na terça-feira (28) tivemos o anúncio da<a href="http://coisadecinefilo.com.br/festival-de-toronto-anuncia-sua-selecao-de-filmes/"> seleção do Festival de Toronto</a> e nesta quarta (29) foram divulgados os títulos que comporão a programação da <strong>72ª edição do</strong> <strong>Festival de Veneza</strong>, um evento que foi perdendo a importância nos últimos anos para festivais como o de Telluride e o próprio Toronto, mas que continua tendo o seu charme.</p>
<p>Como já antecipado pelos veículos, dois títulos foram previamente reservados para o evento, o filme de abertura <strong><em>Everest</em></strong> (foto acima),<em> </em>de Baltasar Kormákur, com Jake Gyllenhaal e Keira Knightley, um filme sobre um grupo que luta pela vida após enfrentarem uma tempestade de neve no Monte Everest, e o longa <i><strong>Black Mass</strong> </i>(foto abaixo), do diretor Scott Cooper (<em>Coração Louco</em>), que traz Johnny Depp irreconhecível na pele de um informante da máfia.</p>
<figure id="attachment_3223" aria-describedby="caption-attachment-3223" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3223 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault-1-620x349.jpg" alt="maxresdefault (1)" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3223" class="wp-caption-text">Black Mass: Johnny Depp se transforma para viver informante da máfia.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os longas que foram anunciados hoje incluem o romance futurista protagonizado por Kristen Stewart e Guy Pearce, <em>Equals; </em>o novo filme do cineasta italiano Marco Bellocchio, <em>Sangue del mio Sangue</em>; <em>A Bigger Splash</em>, com Tilda Swinton e Ralph Fiennes; <em>El Clan</em>, do diretor argentino Pablo Trapero (<em>Abutres</em>), sobre o clã Puccio; o thriller <i>Go with me</i>, de Daniel Alfredson (da trilogia sueca <em>Millenium</em>).</p>
<p>Outros destaques do festival incluem filmes que serão exibidos em Toronto também, como <em>The Danish Girl</em>, <em>Spotlight</em>, <em>Beasts of no Nation</em>, a animação <em>Anomalisa </em>e<em> Remember.</em></p>
<p>Três filmes representarão o Brasil na mostra &#8220;Horizonte&#8221; do festival: <em>Mate-me por favor</em>, estreia da diretora Anita Rocha da Silveira;  <em>Boi neon, </em>do pernambucano Gabriel Mascaro (<em>Doméstica</em>), com Juliano Cazarré e Vinícius de Oliveira; e o curta <em>Tarântula</em>, do baiano Aly Muritiba e da paranaense Marja Calafange</p>
<p>O juri do festival é presidido por Alfonso Cuarón e será composto ainda por Elizabeth Banks, Diane Kruger, Pawel Pawlikovski, Hou Hsiao-Hsien, Francesco Munzi, Lynne Ramsay, Emmanuel Carre e Nuri Bilge Ceylan.</p>
<p>O evento ocorrerá entre os dias 02 e 12 de setembro.</p>
<p>Confira os trailers de <em>Everest </em>e <i>Black Mass</i> abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5ZQVpPiOji0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CE3e3hGF2jc" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Caminhos da Floresta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 20:19:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por ser uma produção Disney, muito se temia que a adaptação cinematográfica do famoso musical de James Lapine Caminhos da Floresta não fosse corajoso o suficiente para assumir os descaminhos que a história propõe ao universo dos contos de fadas. Porém, de alguma maneira, o diretor Rob Marshall conseguiu contornar esse possível empecilho e tornar o longa não apenas uma celebração ao gênero que sempre foi o carro chefe da Disney, mas também uma forma de subvertê-lo, de tensionar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/streep-corden-woods.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2671" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/streep-corden-woods-620x343.jpg" alt="streep-corden-woods" width="620" height="343" /></a></p>
<p>Por ser uma produção Disney, muito se temia que a adaptação cinematográfica do famoso musical de James Lapine<i> Caminhos da Floresta </i>não fosse corajoso o suficiente para assumir os descaminhos que a história propõe ao universo dos contos de fadas. Porém, de alguma maneira, o diretor Rob Marshall conseguiu contornar esse possível empecilho e tornar o longa não apenas uma celebração ao gênero que sempre foi o carro chefe da Disney, mas também uma forma de subvertê-lo, de tensionar o seu discurso utópico do &#8220;felizes para sempre&#8221;. Claro que tudo é feito com uma certa cautela, mas <i>Caminhos da Floresta </i>talvez tenha encontrado guarida nessa nova política da Disney de reinventar determinados terrenos previamente definidos e estanques na construções das suas princesas, príncipes e bruxas. Nesse sentido, podemos afirmar que <i>Caminhos da Floresta </i>é o conto de fadas mais <i>down to earth </i>que o estúdio já concebeu.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Caminhos da Floresta</i> a ação tem início quando uma bruxa impõe um desafio a um padeiro e sua esposa para quebrarem um feitiço que os impossibilita de terem o seu primeiro filho. Eles devem adentrar na floresta e buscar uma vaca, uma capa vermelha, um sapato e alguns fios de cabelo dourado. Se eles não cumprirem o combinado, jamais poderão conceber uma criança.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/into-the-woods-lede.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2672" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/into-the-woods-lede-620x348.jpg" alt="into-the-woods-lede" width="620" height="348" /></a></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Relacionando essa trama central às já conhecidas histórias de <i>Cinderela</i>, <i>Rapunzel</i>, <i>Chapeuzinho Vermelho </i>e <i>João e o Pé de Feijão</i>, <i>Caminhos da Floresta </i>é um filme que demanda muito cuidado. Existem diversas tramas e personagens que exigem atenção redobrada de Rob Marshall e James Lapine, que roteirizou o filme. Evitando transformar o musical em um filme disperso ou superficial no tratamento dos seus personagens, os realizadores acabam voltando suas atenções para as tramas do padeiro e da sua esposa, papéis de James Corden e Emily Blunt, e da bruxa, vivida por Meryl Streep, o que faz com que o longa seja um filme surpreendente para quem nunca teve contato com o material original. Inicialmente, <i>Caminhos da Floresta </i>se apresenta como um conto de fadas rotineiro, porém ele acaba se tornando um filme que tenta reconfigurar os estratagemas já conhecidos dessas histórias. O longa acaba falando sobre as aspirações que temos em nossas vidas e como às vezes nos equivocamos em colocar a utopia, que nada mais é do que o conto de fadas, como uma meta a ser alcançada.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>O elenco do filme é harmônico e não há um único desempenho que se sobressaia, mesmo o da badalada Meryl Streep, o que é bem positivo e um sinal de que a vaidade foi um elemento que não prevaleceu no set. Ainda que seja visível a dificuldade do Rob Marshall em lidar com tantos personagens, no final das contas o resultado de <i>Caminhos da Floresta</i> é satisfatório, surpreendente e agradável.</p>
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		<title>Crítica: Transcendence &#8211; A Revolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2014 16:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cillian Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
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		<category><![CDATA[Rebecca Hall]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1303" aria-describedby="caption-attachment-1303" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/trans.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1303 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/trans-620x351.jpg" alt="TRANSCENDENCE" width="620" height="351" /></a><figcaption id="caption-attachment-1303" class="wp-caption-text">Transcendência: Personagem de Johnny Depp deseja utilizar a inteligência artificial para superar as limitações da vida.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre <em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>as recentes manchetes dos jornais falam do mais novo fiasco da filmografia de Johnny Depp, buscando explicações para o declínio de um ator versátil como ele, sempre tão exitoso em suas empreitadas. Evidente que não se pode atribuir a Depp o fracasso dos seus últimos filmes, talvez a sua entrada nesses projetos, mas sabe-se lá Deus sob que circunstâncias ocorreram<em>. </em>O fato é que o ator é protagonista da emperrada engrenagem do <em>Star System </em>que já não serve Hollywood com tanta eficiência e vai, gradativamente, entrando para o limbo dos atores impiedosamente &#8220;descartados&#8221; em prol da hiper-valorização dos mais novos como Jennifer Lawrence, Robert Pattinson, Ryan Gosling, Emma Stone ou Shailene Woodley. Julia Roberts, Tom Cruise, Nicole Kidman, Renée Zellweger, Jim Carrey, todos já passaram por isso. Alguns conseguiram se reinventar, outros ainda estão tentando encontrar o seu caminho. O fato é que <em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>não é um filme de resultados pífios por Johnny Depp estar nele, mas o fato de um ator do seu calibre se expor repetidamente a projetos inabilidosamente conduzidos como esse longa é preocupante.</p>
<p><em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>traz a história de um pesquisador sobre inteligência artificial que começa a desenvolver secretamente um projeto que visa utilizar a tecnologia para preservar o planeta do desgaste e da depredação. Além disso, Will Caster, o sujeito em questão, deseja superar a própria limitação da vida humana, preservando as funções do seu cérebro em um sistema avançado de inteligência artificial. Tudo o que Caster faz é pensando na iminência da sua morte já que tem sua vida ameaçada por um grupo de extremistas que são contra determinadas interferências da tecnologia no dia-a-dia humano. O pesquisador também faz tudo isso pensando na sua esposa Evelyn, com quem tem uma relação cercada por muito afeto, admiração e parceria.</p>
<figure id="attachment_1304" aria-describedby="caption-attachment-1304" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/trans1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1304 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/trans1-620x362.jpg" alt="trans1" width="620" height="362" /></a><figcaption id="caption-attachment-1304" class="wp-caption-text">Elenco de peso: Johnny Depp, Rebecca Hall e Paul Bettany são apenas alguns dos atores que fazem parte do filme. Infelizmente, nem todos eles são aproveitados.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conduzido por Wally Pfister, diretor de fotografia dos últimos filmes de Christopher Nolan, a trama de <em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>segue caminhos bem parecidos com os longas do diretor da trilogia <em>O Cavaleiro das Trevas</em>, a influência é clara. A história inspira a habitual engenhosidade dos roteiros de Nolan, tem um &#8220;pézinho&#8221; no suspense e em abordagens mais cerebrais e traz no seu cartaz um elenco muito interessante, alguns deles, inclusive, já trabalharam com Nolan, como é o caso de Rebecca Hall (<em>O Grande Tr</em><em>uque</em>), Morgan Freeman (a trilogia <em>O Cavaleiro das Tr</em>evas<em>)</em> e Cillian Murphy (<em>Batman Begins </em>e <em>A Origem</em>). O filme de Pfister se diferencia apenas por sugerir abraçar com mais força a subjetividade dos seus personagens, o que Nolan propositadamente, em diversos projetos, trafega com timidez. O roteiro do estreante em longas Jack Paglen tem como condutor dos seus atos o relacionamento do protagonista com a esposa Evelyn, sobretudo os efeitos das ações dele na personagem de Rebecca Hall.</p>
<p>Já que falamos de Rebecca Hall é preciso dizer que a atriz mantém a qualidade do seu trabalho aqui. Como Depp ausenta-se em diversos momentos, o centro da narrativa acaba voltando-se para ela e poucas atrizes conseguem lidar com uma personagem tão conturbada internamente de maneira tão cuidadosa e nada excessiva quanto Hall, de longe, a que sai ilesa das decisões questionáveis do projeto. Depp está bem quando surge em cena (e, nesse quesito, levanto as mãos para os céus por esse não ser um daqueles personagens excêntricos no qual o ator costuma carregar nas tintas em sua composição), mas o centro da trama acaba sendo Hall, que domina cada quadro desse filme com sua habitual competência. No mais, apesar de contar com um elenco que traz Paul Bettany, Morgan Freeman, Cillian Murphy, Kate Mara e Clifton Collins Jr., <em>Transcendence- A Revolução</em> não faz nada por nenhum deles. Diferente do casal principal, seus personagens são rasos e surgem na tela como um capricho da ficha técnica do filme.</p>
<figure id="attachment_1305" aria-describedby="caption-attachment-1305" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/7transcendence06_600_600x450_6fbaecd4f4.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1305 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/7transcendence06_600_600x450_6fbaecd4f4.jpg" alt="7transcendence06_600_600x450_6fbaecd4f4" width="600" height="341" /></a><figcaption id="caption-attachment-1305" class="wp-caption-text">O casal Caster: A dedicação de Will e Evelyn ao relacionamento deles é o ponto central de toda a história do filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que destrói <em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>é a própria ambição da sua história. Chega um determinado ponto da fita que nem Wally Pfister, nem o roteirista Jack Paglen, conseguem sustentar as demandas que chamam para si ao longo da narrativa, culminando em um terceiro ato que é corrosivo para o filme e acaba transformando-o em uma história de pouca credibilidade. Paglen não consegue dar um desfecho satisfatório ao projeto e não mantém uma linha ascendente no desenvolvimento de sua trama e dos seus personagens. Quando chega no clímax da história interrompe todos os eventos com frases de efeito e decisões amadoras que saltam a tela.</p>
<p>E, nesse quesito, quem pode culpar Johnny Depp por se envolver na primeira empreitada como realizador do diretor de fotografia de Christopher Nolan? Por querer trabalhar com Morgan Freeman, Rebecca Hall, Paul Bettany, Cillian Murphy? Talvez possamos culpá-lo por ter aceitado um roteiro que não dá conta do próprio peso e dramaticidade da história e da complexidade de temas que convoca, mas dai também não sabemos o que aconteceu entre o processo de sua finalização e início de suas filmagens (é muito comum que em projetos desse porte o roteiro seja reescrito por exigência do estúdio). Especulações&#8230; O fato é que não há como culpar Depp por atender a um chamado desses em um projeto que de fato parecia promissor com todos esses indícios positivos. O cinema, como toda forma de expressão, é uma caixinha de surpresas e não dá para prever os caminhos que uma obra irá percorrer, ter garantia do seu sucesso ou ter controle sobre o que acontece durante o processo criativo. O que dá para dizer é que Depp está longe de ser o culpado pelo fiasco de <em>Transcendence</em>. No entanto, infelizmente, a indústria costuma ser implacável nesse tipo de escorregada, antecedida por tantas outras como <em>Alice no País das Maravilhas</em>, <em>Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas</em>, <em>O Diário de um Jornalista Bêbado</em>, <em>O</em> <em>Turista</em>, <em>Sombras da Noite </em>e <em>O Cavaleiro Solitário</em>. É assim que funciona, amigos.</p>
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