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	<title>Arquivos John Turturro - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos John Turturro - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Quarto ao Lado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 00:13:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois dos curtas A Voz Humana e Estranha Forma de Vida, o cineasta Pedro Almodóvar finalmente faz a sua estreia em longas de língua inglesa com O Quarto ao Lado, filme vencedor do prêmio de melhor longa no último Festival de Veneza. Desde que ganhou projeção internacional nos anos 1980, não foram poucas as tentativas de trazer Almodóvar para os EUA. A mais recente que se tem notícia foi durante a pré-produção de Julieta de 2016, que seria protagonizado por Meryl Streep, mas que, &#8220;de última hora&#8221;, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois dos curtas A Voz Humana e Estranha Forma de Vida, o cineasta Pedro Almodóvar finalmente faz a sua estreia em longas de língua inglesa com <em><strong>O Quarto ao Lado</strong></em>, filme vencedor do prêmio de melhor longa no último Festival de Veneza. Desde que ganhou projeção internacional nos anos 1980, não foram poucas as tentativas de trazer Almodóvar para os EUA. A mais recente que se tem notícia foi durante a pré-produção de Julieta de 2016, que seria protagonizado por Meryl Streep, mas que, &#8220;de última hora&#8221;, acabou sendo convertido em uma produção espanhola protagonizada por Adriana Ugarte e Emma Suárez. Sempre que chegava o momento, o diretor alegava temer a barreira do idioma no set. As experiências nos curtas devem ter minimizado os temores do diretor e ele enfim traz para o público O Quarto do Lado.</p>
<p>Em <em><strong>O Quarto ao Lado</strong></em>, Almodóvar reúne Tilda Swinton, com quem havia trabalhado em A Voz Humana, e Julianne Moore na história de uma correspondente de guerra enferma por um câncer terminal (Swinton). Ciente dos seus últimos dias de vida, a personagem pede que uma amiga de longa data interpretada por Moore a acompanhe durante uma temporada em uma casa de campo onde pretende realizar um procedimento dar fim à própria vida.</p>
<p>Como Dor e Glória, <em><strong>O Quarto ao Lado</strong></em>traz reflexões do cineasta sobre a finitude, a morte, ou melhor, a vida é o grande tema do mais recente trabalho de Almodóvar. Toda a ação do filme é concentrada nos diversos diálogos entre as personagens de Swinton e Moore, que assumem um protagonismo absoluto na tela, conversando sobre o passado, presente e futuro.</p>
<p>Por um ponto de vista mais óbvio, Almodóvar olha para Martha, personagem de Swinton, percebendo seus últimos prazeres e refletindo sobre erros e acertos em sua vida. Tentando sumariamente resolver todas as questões mal administradas em seu último suspiro. Inicialmente, a personagem Swinton é definida pelo temor para gradualmente ter um enfrentamento mais sereno da situação.</p>
<p>Do outro, e talvez mais interessante, há também o olhar do cineasta para Ingrid, personagem de Moore. A escritora vive a ansiosa expectativa pelo momento em que, enfim, Martha não estará mais entre os vivos. Ingrid é a forma que Almodóvar encontra para falar sobre nossa relação mal resolvida com a morte, ou seja, como por vezes não gostamos de falar sobre sua iminência ou sobre assuntos relacionados a ela.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18857" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-1-3.png" alt="O Quarto ao Lado" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-1-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-1-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-1-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>O Quarto ao Lado</strong></em> é marcado por um roteiro que tem bastante sofisticação no tratamento do seu tema central. Almodóvar sabe elaborar um desenvolvimento complexo para a temática e conta com ótimas atrizes para conduzir tudo isso. É difícil ter algum &#8220;escorregão&#8221; nesse departamento quando se tem Tilda Swinton e Julianne Moore à frente do seu projeto. Ambas possuem uma sensibilidade ímpar e lidam com sentimentos delicados e não verbalizados ao longo da narrativa, sobretudo Moore que interpreta a espectadora da morte de alguém querido.</p>
<p>O problema é que <em><strong>O Quarto ao Lado</strong></em> causará estranhamento nos fãs mais ardorosos do cineasta e não é só pela língua falada. É o tipo de filme cuja resposta imediata após a sessão pode não fazer justiça ao seu resultado. É uma obra que precisa ser amadurecida intelectualmente pois surge como um ponto de mudança muito forte na filmografia do diretor.  Recentemente, Almdóvar tem se aberto a reflexões existencialistas sobre o seu legado diante da velhice e da percepção da finitude (Dor e Glória) e até mesmo colocado o dedo na ferida sobre o atual cenário político (Mães Paralelas). <em>O Quarto ao Lado</em> me parece mais um movimento nesse sentido. Em uma cena tola, mas emblemática desse movimento, Almodóvar sinaliza como, nessas circunstâncias, seus personagens sequer têm tempo ou enxergam graça no humor malicioso e erótico que lhe era tão peculiar &#8211; refiro-me a uma cena entre a personagem de Moore e um personal trainer.</p>
<p>Em <em><strong>O Quarto ao Lado</strong></em>, a forma tão característica do diretor parece dissonante da sobriedade que é vista na tela. É um cineasta em conflito: aquilo que ele quer abordar (a melancolia dos últimos dias e o pessimismo com o estado das coisas no mundo) encontra os resquícios da sua vivacidade estética que, alumas vezes, resiste, mas na maior parte do tempo cede diante da gravidade das coisas.  A artificialidade do mise en scène, o humor e as cores parecem não &#8220;conversar&#8221; muito bem com toda a melancolia vivenciada e representada tão bem pelas atuações de Swinton e Moore.</p>
<p>Talvez para quem seja fã do cinema do cineasta, encarar o diretor que será visto em <em><strong>O Quarto ao Lado</strong></em> pode parecer um choque. O mais recente trabalho de Almodóvar tem como ponto forte, para o bem e para o mal, todo o resultado dessas mudanças em cada fibra da sua trama. É um longa conflitante, muitas vezes, mais soturno do que a maior parte das obras do diretor. Em alguns momentos, essa mudança de perspectiva de Almodóvar é bem-vinda e resulta em insights de uma profundidade singular, em outros traz entraves para a própria apreciação da história contada e não parece tão harmonioso quanto o trabalho pregresso do realizador.</p>
<p>Em <em><strong>O Quarto ao Lado</strong></em>, Almodóvar traz personagens que não seguem por completo seus instintos, são mais contemplativos e melancólicos, estão paralisados diante do medo maior: a morte. Eles até  percebem seus desejos como impulsos persistentes e procuram atendê-los em determinado momento. Porém, os instintos já não são mais percebidos como algo capaz de aplacar todas as insatisfações. O tom mais existencialista, a decepção com o mundo, alternada por uma fúria e melancolia por perceber que as coisas não terminaram como lutamos para que terminassem&#8230; Este é Almodóvar hoje e talvez leve um tempo para assimilarmos esse novo artista, que segue fiel a sua identidade, mas que está presente em um outro contexto do mundo e da sua própria jornada. Ainda não é um Almodóvar resolutivo da sua nova forma, mas em transformação, o que é instigante de ser analisado, mesmo que não resulte em um dos seus maiores filmes, comprovando que a língua é apenas um detalhe na sua realização como artista.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Pedro Almodóvar</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tilda Swinton, Julianne Moore, John Turturro</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/G4DdJyO7N9w?si=A0AWLedCcAjEWkjy" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Batman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 03:05:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enfim chegamos ao lançamento do aguardado Batman, produção que já surgiu com a polêmica da presença do ator Robert Pattinson (Tenet), cuja escolha foi bem criticada pelos fãs mais fervorosos do herói. Mas como todo hater gratuito, esse se mostrou mais uma vez infundado. O britânico não apenas entregou muito bem no papel, como mostrou que é apto para qualquer personagem que lhe é proposto. Neste longa, Bruce Wayne tem o perfil mais obscuro e retraído. Ele não gosta muito dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim chegamos ao lançamento do aguardado <em><strong>Batman</strong></em>, produção que já surgiu com a polêmica da presença do ator Robert Pattinson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tenet/"><em>Tenet</em></a>), cuja escolha foi bem criticada pelos fãs mais fervorosos do herói. Mas como todo <em>hater</em> gratuito, esse se mostrou mais uma vez infundado. O britânico não apenas entregou muito bem no papel, como mostrou que é apto para qualquer personagem que lhe é proposto.</p>
<p>Neste longa, Bruce Wayne tem o perfil mais obscuro e retraído. Ele não gosta muito dos holofotes, amargura os acontecimentos do passado e se dedica ao objetivo de tentar aliviar os horrores que sua cidade passa. Ele é um justiceiro nato que trabalha junto com as forças policiais almejando dar um pouco de tranquilidade às ruas violentas de Gothan.</p>
<p>Sombrio e apático, a atenção do Batman é chamada pelo novo vilão, o Charada (Paul Dano, <em>Os Suspeitos</em>), que mata políticos importantes e faz questão de deixar sua marca registrada em todos os crimes. Ele é misterioso e, ao mesmo tempo, extravagante, deixando a cidade em polvorosa com a situação. Wayne rapidamente decide investigar as suas motivações e qual seria a sua identidade verdadeira.</p>
<p>Com um cenário obscuro do submundo do crime, o filme tem uma paleta de poucas cores, contrastada apenas pela existência de belíssimas fotografias de pôr-do-sol, em momentos chaves que conversam diretamente com mudanças de trajetórias do protagonista. É quase que uma vibe emo bem divertida de acompanhar. Mas não espere que o filme seja engraçadinho. Embora ele tenha seus momentos de alívio, normalmente traçados pelo sarcasmo, quase não vemos sorrisos ao longo da trama.</p>
<p>Assombrado pelo seu passado, Bruce mostra que tem pouquíssima paciência para lidar com a sociedade. Ele tem consciência da sua presença e não se furta de chegar nos lugares como se fosse dono deles. Nada se torna um empecilho para que ele investigue aqueles crimes e descubra quem é o charada. É como se sua dor fosse completamente convertida em proatividade na hora de tomar decisões e agir. Ainda assim, o diretor Matt Reeves (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/"><em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em></a>) faz questão de deixar claro que aquela é uma versão juvenil do personagem. Portanto, ele toma decisões erradas e foge de lidar com as burocracias do dia a dia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15294" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O surgimento da Mulher-Gato é um bom ápice da trama, que passeia com muita naturalidade em todas as introduções de personagens. Zoë Kravitz (<em>Big Little Lies</em>) veste perfeitamente o papel, se dedicando à intensidade das emoções e confusões da personagem. Ela e Pattinson têm uma excelente química de cena, tornando todos os momentos juntos como um grande alívio ao espectador. A projeção do romance entre eles é igualmente gostosa de acompanhar.</p>
<p>Ao longo de quase 3h de duração, <strong><em>Batman</em> </strong>consegue manter o espectador atento o tempo inteiro, sem perder ritmo ou cansar. É um tempo justificado pela profundidade da história e como o surgimento do personagem em si foi configurado. É o tipo do filme que nem lembramos de olhar no relógio.</p>
<p>A junção de fotografia com trilha sonora impecável conferem uma tensão constante no espectador, que está sempre querendo antecipar qualquer ação. Até mesmo no começo do filme, antes do próprio Batman aparecer, já estamos na ansiedade de entender qual dinâmica ele será inserido.</p>
<p>Mas finalmente, Pattinson cumpriu o papel? Brilhantemente. Ele deixa de lado todo o estigma que ainda poderia restar e adentra numa nova era comercial. Isso porque ele já vem mostrando uma excelente qualidade de cena há algum tempo, mas escolhendo sabiamente produções mais independentes. Agora ele retorna ao circuito mais vendável com um apelo muito bom em relação ao preconceito que algumas pessoas ainda tinham por conta de sua participação em <em>Crepúsculo</em>. Como ele mesmo disse em entrevista recente, &#8220;odiar Crepúsculo é tão anos 2010&#8221;.</p>
<p><em><strong>Batman</strong> </em>é um filme sobre o início do trabalho do herói. Ele começou a atuar assim recentemente e ainda está entendendo seu objetivo naquilo tudo. Ao final, vemos ele descobrir que a vingança crua não vai te trazer o conforto que espera e somente dando esperanças às pessoas é que ele terá esse sentimento genuíno. Foi um filme que valeu a espera, em todos os sentidos!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Reeves</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Paul Dano, Jeffrey Wright, John Turturro, Colin Farrell, Jayme Lawson, Andy Serkis, Peter Sarsgaard</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rsQEor4y2hg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Estreias da Semana &#8211; 24 a 30 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 16:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Amante a Domicilio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem grandes blockbusters, a semana pós-feriadão traz como destaque as estreias de  produções que podem valer a pena pelos nomes envolvidos em suas respectivas fichas técnicas, entre eles: Woody Allen, Robert DeNiro, o estilista francês Yves Saint-Laurent (em uma biografia) e Marlon Wayans (e como me parece estranho colocar essa figura no meio desses três&#8230; rs). Confira os principais lançamentos nos cinemas brasileiros nessa quinta-feira (24): Amante a Domicílio Dir.: John Turturro. Elenco: John Turturro, Woody Allen, Sofia Vergara, Sharon [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sem grandes blockbusters, a semana pós-feriadão traz como destaque as estreias de  produções que podem valer a pena pelos nomes envolvidos em suas respectivas fichas técnicas, entre eles: Woody Allen, Robert DeNiro, o estilista francês Yves Saint-Laurent (em uma biografia) e Marlon Wayans (e como me parece estranho colocar essa figura no meio desses três&#8230; rs). Confira os principais lançamentos nos cinemas brasileiros nessa <strong>quinta-feira (24)</strong>:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/fading-gigolo-3.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-652 aligncenter" alt="Amante a Domicilio" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/fading-gigolo-3-601x400.jpg" width="601" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amante a Domicílio</strong></p>
<p><strong>Dir.:</strong> John Turturro. <strong>Elenco:</strong> John Turturro, Woody Allen, Sofia Vergara, Sharon Stone.</p>
<p>A comédia traz a história de Fioravante (Turturro), um homem que decide transformar-se em um gigolô para ajudar um amigo, Murray (Allen). Murray passa a agenciar Fioravante e uma das primeiras  vítimas da dupla é uma viúva judia por quem o &#8220;gigolô&#8221; acaba se apaixonando. Um dos queridinhos dos irmãos Coen (<em>E ai, meu irmão, cadê você? </em>e <em>Barton Fink</em>), John Turturro realiza o seu quinto longa metragem tendo a ilustre presença de Woody Allen no elenco. Allen, que há anos não participava de um filme que não fosse de sua autoria, deu essa forcinha para o amigo e o resultado pode ser no mínimo divertido, sobretudo se adicionarmos ao produto a dupla  Sofia Vergara e Sharon Stone.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/JV4mvhDyjR4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/rebeccadacostabagman.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-654 aligncenter" alt="Profissão de Risco" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/rebeccadacostabagman-590x400.jpg" width="590" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <strong>Profissão de Risco</strong></p>
<p><strong>Dir.:</strong> David Grovic.<strong> Elenco: </strong>John Cusack, Robert DeNiro, Rebecca Da Costa, Crispin Glover, Dominic Purcell.</p>
<p>Um homem é contratado por um mafioso para um serviço. Depois do primeiro contato, ele descobre que outros profissionais foram contratados para a mesma missão . O grupo se reúne em um motel velho e suas vidas acabam cruzando com o destino de uma mulher cheia de mistérios. Esse modesto thriller com Cusack e DeNiro traz como destaque, ao menos para o nosso público, a presença da brasileira Rebecca Da Costa no seu elenco. Ela já tinha participado de um episódio da série <em>Entourage</em> da HBO e de alguns filmes que foram direto para o mercado doméstico no Brasil, como <em>Sete Almas.</em></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/zEOi-VZMqKk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/MV5BMTEzMzU5NTI1MDVeQTJeQWpwZ15BbWU4MDUyMDUzOTAx._V1_SX640_SY720_.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-660 aligncenter" alt="Yves Saint Laurent" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/MV5BMTEzMzU5NTI1MDVeQTJeQWpwZ15BbWU4MDUyMDUzOTAx._V1_SX640_SY720_-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Yves Saint-Laurent</strong></p>
<p><strong>Dir.: </strong>Jalil Lespert. <strong>Elenco: </strong>Pierre Niney, Guillaume Gallienne, Charlotte LeBon</p>
<p>Longa conta a juventude do estilista francês Yves Saint-Laurent, que aos 21 anos foi chamado para cuidar da famosa grife de Christian Dior. O filme conta seu relacionamento com Pierre Bergé, a criação da grife própria de Saint-Laurent e a maneira com que ele revolucionou o mundo da moda. O longa recebeu críticas razoáveis após sua estreia francesa, mas parece valer como registro da trajetória do seu biografado.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/ub5c5NiY2B0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Inatividade-Parabormal-2.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-661 aligncenter" alt="Inatividade Paranormal 2" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Inatividade-Parabormal-2-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Inatividade Paranormal 2</strong></p>
<p><strong>Dir.: </strong>Michael Tiddes. <strong>Elenco: </strong>Marlon Wayans, Jamie Pressly, Cedric the Entertainer.</p>
<p>Filme é a continuação de uma série de humor que satiriza filmes de terror na linha &#8220;found footage films&#8221; (filmes que são narrados como gravações de fitas caseiras). Além de <em>Atividade Paranormal, </em>referência óbvia pelo título, a série irá &#8220;brincar&#8221; dessa vez com <em>Invocação do</em> <em>Mal, </em>fenômeno de crítica e bilheteria do gênero no ano passado.<em> </em>É aquele tipo de programa para quem gosta do que os irmãos Wayans fazem, sempre fizeram e parecem não cansar de fazer: paródias, escatologias&#8230;</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/UoYF4F4iKz0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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