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	<title>Arquivos John Gallagher Jr. - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos John Gallagher Jr. - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Ameaça Profunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 03:07:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Longas de suspense que exploram o desconhecido como artifício para criar a tensão no espectador. Essa não é a premissa mais inovadora do cinema, é bem verdade. Mas como eu costumo sempre dizer: não é necessário uma história ser exatamente inovadora para que possa funcionar. A construção de um filme vai muito além da originalidade. No caso de Ameaça Profunda, o excesso de faltas é que deprime a experiência do longa. O filme já começa confuso e sem tempo para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Longas de suspense que exploram o desconhecido como artifício para criar a tensão no espectador. Essa não é a premissa mais inovadora do cinema, é bem verdade. Mas como eu costumo sempre dizer: não é necessário uma história ser exatamente inovadora para que possa funcionar. A construção de um filme vai muito além da originalidade. No caso de <em><strong>Ameaça Profunda</strong></em>, o excesso de faltas é que deprime a experiência do longa.</p>
<p>O filme já começa confuso e sem tempo para que o espectador se ambiente com a história. Depois de uma breve cena de reflexão de Kristen Stewart (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>As Panteras</em></a>), a primeira explosão na plataforma submarina acontece, dando início a tensão que se prolonga até o fim. O roteiro se exime de apresentar os personagens, explicar um pouco mais do conceito da trama ou explorar geograficamente o local onde eles estão confinados. Partimos para a ação sem qualquer suporte ou apego emocional com a história.</p>
<p>Trata-se de uma plataforma situada em uma fossa abissal de mais de 10 quilômetros de profundidade, que tem o objetivo de explorar o fundo do oceano. Por si só, isso é suspense o suficiente. No entanto, o roteiro explora muito mal o seu melhor elemento. Como um compilado de várias narrativas, <em><strong>Ameaça Profunda</strong> </em>mescla o medo do desconhecido, a escuridão, animais bizarros, a falta de ar e o confinamento. A falta de foco é o que prejudica a trama como um todo. Ao invés de eleger uma tensão principal e deixar as demais como acessório, o filme fica flutuando entre todas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12170" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2224085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Ameaça Profunda" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2224085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2224085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2224085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No quesito elenco, é como se todos estivessem sem ânimo para o longa. A própria Stewart parece ter regredido para a época em que era monótona em suas expressões, sem apresentar profundidade à personagem (o roteiro também a prejudicou neste sentido). O mesmo vale para Vincent Cassel (<em>Crimes Ocultos</em>), que é quase esquecido a maior parte do tempo e quando surge em cena, é apenas para compor o cenário.</p>
<p>O grande problema de <em><strong>Ameaça Profunda</strong></em> é que a história simplesmente não evolui. O mesmo empecilho se repete diversas vezes, fazendo o espectador se questionar se todo aquele esforço vale a pena. Quando finalmente somos apresentados aos reais vilões da história, o cansaço já tomou conta. Bichos assustadores que moram no fundo do mar, mas com características humanoides demais.</p>
<p>O longa caminha para um final esperado, sem surpresas e sem atrativos. Com apenas 90 minutos de duração, mais parece que o espectador acompanhou um longa imenso e cansativo. O diretor William Eubank (<em>O Sinal &#8211; Frequência do Medo</em>) soa muito preguiçoso ao preferir explorar o simples suspense da claustrofobia, do que focar nos animais aterrorizantes das fossas abissais.</p>
<p><strong>Direção:</strong> William Eubank<br />
<strong>Elenco:</strong> Kristen Stewart, Vincent Cassel, T.J.Miller, John Gallagher Jr., Jessica Henwick, Mamoudou Athie, Gunner Wright</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/R4x5RO2gDBo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Mau Exemplo de Cameron Post</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 15:39:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os centros de conversão da homossexualidade vinculados a igreja evangélica estão em voga na ficção cinematográfica com Boy Erased: Uma Verdade Anulada e também com O Mau Exemplo de Cameron Post, sensação do Festival de Sundance que chega para o público brasileiro aos cinemas, um destino bem diferente do filme de Joel Edgerton. O longa de Desiree Akhavan tem um sensível tom de denúncia sobre sua causa e não merece a alcunha de &#8220;polêmico&#8221; por abordar a política desses lugares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os centros de conversão da homossexualidade vinculados a igreja evangélica estão em voga na ficção cinematográfica com <em>Boy Erased: Uma Verdade Anulada</em> e também com <strong><em>O Mau Exemplo de Cameron Post</em></strong>, sensação do Festival de Sundance que chega para o público brasileiro aos cinemas, um destino bem diferente do filme de Joel Edgerton. O longa de Desiree Akhavan tem um sensível tom de denúncia sobre sua causa e não merece a alcunha de &#8220;polêmico&#8221; por abordar a política desses lugares preparados para a &#8220;cura gay&#8221;, mas sim de alerta sobre uma prática criminosa desconhecida da maior parte da sociedade e que causa danos severos a suas vítimas.</p>
<p>Baseado no livro homônimo de Emily M. Danforth,<strong><em> O Mau Exemplo de Cameron Post</em></strong> conta a história de uma adolescente mandada para esse lugar após ser descoberta aos beijos com uma colega de escola por sua avó. No centro, Cameron entra em contato com um grupo de jovens que como ela sofrem o conflito pela recriminação da homossexualidade no seio da igreja, instituição que exerce forte influência sobre suas respectivas famílias. É então que Cameron conhece Jane Fonda e Adam, jovens que se tornam seus amigos e a ajudam a sobreviver no local.</p>
<p>O filme de Desiree Akhavan é conciso, tocando de maneira direta, mas não sucinta a ponto de deixar de explorar a complexidade do tema. Akhavan também não envolve sua produção de intervenções na câmera ou exibicionismos estéticos, deixando claro desde o primeiro instante que sua jornada é psicológica, centrando suas atenções na trajetória da sua protagonista, que, ao longo do filme amadurece e fortalece sua compreensão de si.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10428" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1982755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="O Mau Exemplo de Cameron Post" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1982755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1982755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1982755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A diretora e co-roteirista do filme conta com um excelente elenco a começar por Chloë Grace Moretz, que, sem dúvida, tem o melhor desempenho da sua carreira. Moretz constrói Cameron Post como uma adolescente segura da sua condição, alguém que tem inseguranças mas que se fortalece através da sua passagem pelo centro, onde se depara com inúmeras histórias parecidas com as suas e com diferentes formas de lidar com a sexualidade, da repressão, negação e punição à completa aceitação e naturalidade com a questão. O desempenho de Moretz funciona pela chave da observação, fazendo a personagem se formar com a costura da sua própria experiência mas também através da percepção que tem dos demais personagens. Há outras interpretações que cabem destaque como Jennifer Ehle, que dá vida à coordenadora do centro, e a jovem Emily Skeggs, intérprete da colega de quarto de Post.</p>
<p>Reforçando gradualmente seu caráter de denúncia sem soar imaturo ou artificial como militância, <strong><em>O Mau Exemplo de Cameron Post </em></strong>é um retrato preciso sobre o preconceito, que, na maior parte das vezes, não incorpora ares diabólicos de personagem de desenho animado ou telenovela mexicana, mas sim de uma cultura que injeta gradualmente na sociedade uma rejeição ao &#8220;diferente&#8221;. Assim, sem maniqueísmos, o longa de Akhavan trata da homofobia externa e interna como questões complexas que escapam da superficialidade com a qual costumam ser tratadas, tomando-as, por esse motivo, como questões difíceis de serem expelidas. Daí a importância de filmes como esse, que, além de tudo, é muito bem concebido como narrativa e relato íntimo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Desiree Akhavan<br />
<strong>Elenco:</strong> Chloë Grace Moretz, Sasha Lane, Forrest Goodluck, John Gallagher Jr., Jennifer Ehle</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LYE-ExJRHBQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Rua Cloverfield, 10</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 22:21:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2007, J.J. Abrams, ainda colhendo os frutos da série de TV Lost, gerou muita expectativa para os fãs de filmes de monstros com a viralização de materiais a respeito do longa Cloverfield &#8211; Monstro, sua empreitada como produtor nos cinemas. Tratava-se de um filme calcado em recursos estéticos e narrativos do found footage, tipo de cinema que simula a captura de imagens por câmera amadora para contar uma história de ficção que passou a ser usado à exaustão por realizadores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Em 2007, J.J. Abrams, ainda colhendo os frutos da série de TV <i>Lost</i>, gerou muita expectativa para os fãs de filmes de monstros com a viralização de materiais a respeito do longa <i>Cloverfield &#8211; Monstro</i>, sua empreitada como produtor nos cinemas. Tratava-se de um filme calcado em recursos estéticos e narrativos do <i>found footage</i>, tipo de cinema que simula a captura de imagens por câmera amadora para contar uma história de ficção que passou a ser usado à exaustão por realizadores do gênero terror. O filme estreou em 2008 e apesar de ser muito eficiente em sua linguagem, com uma narrativa tensa que acompanhava um grupo de jovens tentando sobreviver a um ataque alienígena em Nova York, sofria do mal que parte das produções que se apoiam no recurso sofrem, não conseguindo tornar a filmagem &#8220;amadora&#8221; orgânica a sua própria história. Eis que em 2016, J.J. Abrams, através das mesmas estratégias de viralização pela internet e ofertando o mínimo que pôde sobre a sua trama, traz para o público <i>Rua Cloverfield, 10</i>, um derivado do cultuado filme de 2008 que não é uma continuação dos eventos narrados ali.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i>Rua Cloverfield, 10 </i>inicia sua história com um acidente de carro na estrada sofrido por Michelle, personagem de Mary Elizabeth Winstead. A moça é socorrida por Howard, papel de John Goodman, que cuida dos seus ferimentos, mas a leva para um bunker construído por ele mesmo em sua propriedade rural. Alegando proteger Michelle de um ataque químico que tornou impossível a vida de qualquer ser vivo na Terra, Howard diz para a moça que ela deve viver com ele e com um outro rapaz que também procurou abrigo na sua propriedade pelo período de dois anos até que o planeta volte a ser habitável. Acontece que Michelle começa a duvidar das boas intenções de Howard, o que a faz supor que toda essa teoria apocalíptica criada pelo seu &#8220;protetor&#8221; seja fruto da sua cabeça paranóica.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5848" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cloverfield10-750x422.jpg" alt="cloverfield10" width="649" height="365" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cloverfield10-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cloverfield10.jpg 1296w" sizes="(max-width: 649px) 100vw, 649px" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O público que assistir <i>Rua Cloverfield, 10 </i>em busca de conexões da trama com <i>Cloverfield &#8211; Monstro </i>pode sair frustrado. Aparentemente, até o presente momento, não há conexão, nem mesmo cronológica entre os eventos dos dois filmes. A única ligação possível entre os longas é que ambos possuem como evento catalisador invasões alienígenas. Lá pelo final do filme, o longa estabelece uma possível vinculação entre os eventos, mas isso não é o carro-chefe ou a grande preocupação da obra. Nem mesmo o <i>found footage</i> de <i>Cloverfield &#8211; Monstro </i>é usado aqui. Os diretores também são diferentes. Enquanto o filme de 2008 era conduzido por Matt Reeves, que atualmente comanda a nova franquia <i>Planeta dos Macacos</i>, <i>Rua Cloverfield, 10 </i>é dirigido pelo estreante Dan Trachtenberg que surpreende por apresentar o mesmo pulso e ritmo na condução de uma trama de tensão ascendente, produzindo um efeito semelhante na fita àquele que Reeves apresentava em <i>Cloverfield &#8211; Monstro</i>. Assim, o espectador tem garantida durante toda a projeção da obra, uma trama ágil e de deixar os nervos de qualquer um à flor da pele.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Adotando uma estética mais &#8220;convencional&#8221; que <i>Cloverfield &#8211; Monstro</i>, <i>Rua Cloverfield, 10 </i>se beneficia pela ausência do <i>found footage</i>, que, como já antecipado, ao mesmo tempo que conferia uma linguagem interessante e que estava à serviço da construção de uma atmosfera apavorante no filme de 2008, não conseguiu ganhar a organicidade necessária na própria história. Liberto desse recurso, o diretor Dan Trachtenberg realiza um filme sem eventuais estranhamentos visuais que prende o espectador no mesmo clima de paranoia vivenciado por sua protagonista, encurralada pela dúvida acerca dos riscos que estão fora e dentro do bunker do personagem de John Goodman. Trachtenberg confere um ritmo tão frenético e angustiante para a sua história como aquele que Reeves conseguir compor em <i>Cloverfield &#8211; Monstro</i>, com o adendo de que a trama de <i>Rua Cloverfield, 10 </i>está muito mais aberta a momentos de respiro e introspecção dos seus personagens do que o longa de 2008.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Beneficiado pelas performances comprometidas de Mary Elizabeth Winstead, impecável como a grande heroína da história, e John Goodman, muito interessante na composição de um tipo que inspira sentimentos dúbios não apenas na sua protagonista mas também na plateia, <i>Rua Cloverfield, 10 </i>é um filme inquietante de execução precisa, mexendo com os nervos do público desde as suas primeiras sequências. Como estreia e sob o apadrinhamento de J.J. Abrams, o diretor novato Dan Trachtenberg soube aproveitar muito bem a oportunidade que lhe foi dada, realizando um filme psicologicamente tenso que serve muito bem aos propósitos dos gêneros, formatos e temas com os quais procura flertar como suspense, a paranoia pós-apocalíptica, os filmes de invasão alienígena etc.</p>
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