<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Jenny Slate - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/jenny-slate/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/jenny-slate/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Aug 2024 20:41:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Jenny Slate - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/jenny-slate/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: É Assim Que Acaba</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 20:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Neustaedter]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Morton]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Brandon Sklenar]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[É Assim Que Acaba]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hasan Minhaj]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Ferrer]]></category>
		<category><![CDATA[Jenny Slate]]></category>
		<category><![CDATA[Justin Baldoni]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18563</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ser humano tem muitas facetas. E é isso que É Assim Que Acaba nos mostra a cada cena. A super aguardada adaptação cinematográfica do sucesso literário homônimo da autora Colleen Hoover finalmente chega aos cinemas, se tornando rapidamente um fenômeno de bilheteria, levando jovens de todas as idades. E a experiência é válida para quem leu e para quem não leu o livro (como eu mesma, que não tive a experiência literária). Blake Lively (Um Pequeno Favor) incorpora a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/">Crítica: É Assim Que Acaba</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ser humano tem muitas facetas. E é isso que <em><strong>É Assim Que Acaba</strong></em> nos mostra a cada cena. A super aguardada adaptação cinematográfica do sucesso literário homônimo da autora Colleen Hoover finalmente chega aos cinemas, se tornando rapidamente um fenômeno de bilheteria, levando jovens de todas as idades. E a experiência é válida para quem leu e para quem não leu o livro (como eu mesma, que não tive a experiência literária).</p>
<p>Blake Lively (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/"><em>Um Pequeno Favor</em></a>) incorpora a protagonista Lily Bloom, uma jovem que acaba de descobrir o falecimento do pai e não consegue lidar muito bem com o fato, pelo simples motivo de que ela não expressa afeto pelo genitor. O filme vai nos explicar o motivo disso a medida que avança. Em meio ao luto recente, ela conhece Ryle (Justin Baldoni, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-cinco-passos-de-voce/"><em>A Cinco Passos de Você</em></a>), um neurocirurgião muito atraente com quem ela cruzou em um momento de fragilidade emocional.</p>
<p>O filme mescla o presente que a personagem vive com as histórias de seu passado, mostrando um caminhar seguro para os eventos que vão surgir lá na frente. A intenção do enredo é que a gente entenda as motivações das personagens e o que as levam a ser do jeito que são.</p>
<p>Ryle e Lily não vivem um romance logo de cara. Isso só vai acontecer mais na frente, quando ela se torna amiga da irmã dele e acabam se reencontrando. A ternura e a intensidade com que o relacionamento avança envolve o espectador completamente. Logo nos apaixonamos pela dupla, não tendo espaço para mais ninguém. Mas, é claro, que existe um terceiro elemento na história. Atlas (Brandon Sklenar, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/"><em>Vice</em></a>) é alguém do passado de Lily que mudou completamente a sua vida e que ressurge no seu presente.</p>
<p>O amor de Lily e Atlas é antigo. Eles viveram grandes descobertas juntos. Foram amigos, confidentes, apaixonados. Mas isso ficou no passado. Já o amor de Lily e Ryle é palpável, real, presente. Ele é intenso e cheio de possibilidades de futuro. É como um olhar vivido de esperança.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18565" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2.png" alt="É Assim Que Acaba" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em tese, <em><strong>É Assim Que Acaba</strong> </em>parece ser só mais um romance que vai nos apresentar um triângulo amoroso em que a mocinha tem dificuldades de escolher com quem ficar. Mas a história nos leva para muito além disso. Ela vem para nos mostrar as nuances que as pessoas podem ter. Ninguém é só luz, assim como ninguém é somente sombra. Mas ainda assim, não precisamos aceitar a sombra das pessoas, se isso nos fere.</p>
<p>Essa é uma história sobre violência contra a mulher. E os caminhos que levam Lily a passar por isso são muito tortuosos e afetivos. Ryle é um cara incrível, amoroso, romântico e dedicado. Ele não tem aquele perfil de agressor padrão que as histórias costumam nos mostrar. Mas ele é, sim, agressivo, e já mostra isso desde o primeiro momento em que entra em cena. Mas, assim como a protagonista, escolhemos ignorar.</p>
<p>Quantas vezes os sinais estão ali e as pessoas escolher olhar para o lado? Ainda que Ryle tenha toda uma história que nos faz entender o motivo de sua agressividade (entender é diferente de aceitar), isso não significa que Lily precisa passar por aquilo. E a necessidade que ela percebe de não repetir o ciclo de sua mãe é um dos momentos de maiores força da personagem.</p>
<p>Preciso tirar aqui o chapéu para a escolha de elenco deste longa. Fui informada que no livro os personagens são jovens, com 20 e poucos anos. Mas isso não faz nenhum sentido na trama, especialmente quando vemos o tipo de vida que as pessoas levam. Além de consertarem esse erro grotesco da autora, tiveram o cuidado de escolher atores que são muito parecidos para representar as diferenças de idades e até mesmo aqueles que são família. E isso fez toda a diferença no resultado final.</p>
<p><em><strong>É Assim Que Acaba</strong></em> é sobre o choque de realidade de entender que as pessoas não são apenas boas ou ruins. É compreender que podemos amar alguém, ser amados, e ainda assim não querer estar com a pessoa. É sobre a pluralidade do amor e todas as formas que ele se apresenta. É um filme forte, intenso, mas também afetuoso. Nos leva às lágrimas, ainda que nos abrace também. Vale muito a pena conferir no fim de semana!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Justin Baldoni</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Blake Lively, Justin Baldoni, Brandon Sklenar, Jenny Slate, Hasan Minhaj, Amy Morton, Isabela Ferrer, Alex Neustaedter</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/XmRaA82dciU?si=wQV-tr3Yd2FRGgHz" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/">Crítica: É Assim Que Acaba</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 00:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Kwan]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Scheinert]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Shum Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[James Hong]]></category>
		<category><![CDATA[Jamie Lee Curtis]]></category>
		<category><![CDATA[Jenny Slate]]></category>
		<category><![CDATA[Ke Huy Quan]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Yeoh]]></category>
		<category><![CDATA[Stephanie Hsu]]></category>
		<category><![CDATA[Tallie Medel]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15613</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo se tornou um fenômeno de popularidade da A24, produtora estadunidense muito bem quista mundo afora pelo seu catálogo autoral, sendo sua melhor bilheteria até aqui. Ao mesmo tempo, o longa de Daniel Kwan e e Daniel Scheinert (ambos de Um Cadáver para Sobreviver) tem ganhado forte adesão de críticos de cinema e da cinefilia e muito já se prospecta sobre suas chances na temporada de premiações estadunidense. Como o longa antecessor da dupla, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/">Crítica: Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</strong></em> se tornou um fenômeno de popularidade da A24, produtora estadunidense muito bem quista mundo afora pelo seu catálogo autoral, sendo sua melhor bilheteria até aqui. Ao mesmo tempo, o longa de Daniel Kwan e e Daniel Scheinert (ambos de Um Cadáver para Sobreviver) tem ganhado forte adesão de críticos de cinema e da cinefilia e muito já se prospecta sobre suas chances na temporada de premiações estadunidense. Como o longa antecessor da dupla, entretanto, <em><strong>Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</strong></em> não é material para todos e, a despeito do culto que já anda se formando em torno da obra, tende também a gerar juízos diametralmente opostos às opiniões incondicionalmente favoráveis. Nos localizamos exatamente neste outro polo de avaliação sobre o filme.</p>
<p>O longa traz a história de Evelyn Wang, papel de Michelle Yeoh (de O Tigre e o Dragão), uma imigrante chinesa nos EUA proprietária de uma lavanderia. Entre os problemas enfrentados por Evelyn está uma crise iminente no seu casamento, a dificuldade de comunicação com a filha já que ela não aceita a homossexualidade da garota e um desarranjo complicado de se resolver com a receita federal estadunidense. É então que Evelyn descobre o multiverso, podendo acessar habilidades de diversas versões de si e também transitar por realidades paralelas a fim de buscar soluções para as questões mal resolvidas da sua vida.</p>
<p><em><strong>Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</strong></em> se apoia nesse conceito amplamente utilizado em grandes franquias de super-heróis, já explorado nos quadrinhos mas que agora ganha caráter estandardizado com recentes produções da Marvel e da DC Comics (que em breve parece explorar isso em The Flash): a ideia de multiverso. Isso já funciona para o filme como chamariz de um público que tem consumido em larga escala e com grande aceitação filmes e séries de super-heróis que já abordam o tema. No entanto, o que se vê aqui é o uso desse conceito como muleta para amortecer a dispersão narrativa de um filme que parece funcionar na chave do déficit de atenção, na dificuldade em passar um tempo considerável com seus personagens, de se deixar levar por suas introspecções e assimilar seus dramas&#8230; Não há respiro em <em><strong>Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</strong></em>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15620" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/tudo-em-todo-lugar.jpg" alt="Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/tudo-em-todo-lugar.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/tudo-em-todo-lugar-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/tudo-em-todo-lugar-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/tudo-em-todo-lugar-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na mesma medida que o longa busca no melodrama um dos seus sustentáculos para tornar a relação do público com a obra mais íntima, tendo os conflitos de Evelyn com sua família na centralidade da história, os Daniels apresentam uma direção hiperbólica e vaidosa demais com seus feitos, a ponto de impermeabilizar o envolvimento de fato do espectador com as relações de afeto gradualmente reestabelecidas na tela pela protagonista. A dispersão é tamanha que o longa sequer deixa um dos seus melhores recursos, a interpretação de Michelle Yeoh, de fato brilhar como poderia, tamanha vaidade dos seus cineastas. Quando Michelle acessa de fato as fragilidades de Evelyn e dá uma maior abertura para a sua filha ou para a fiscal da receita interpretada por Jamie Lee Curtis (um desperdício em cena), os Daniels cortam abruptamente esse momento mais intimista da obra para qualquer sorte de artifício em uma realidade paralela. Nada é mais importante no filme (coesão narrativa, a interpretação dos seus atores) do que a necessidade deles frisarem em cada uma das suas sequências como são originais, cool, geniais, anárquicos, irreverentes etc. Particularmente, isso soa irritante e, possivelmente, para parcela do público também soará assim.</p>
<p><em><strong>Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</strong></em> tem aquele cacoete do filme que se apresenta sob um verniz de refrescância, descontração e vocação para o diálogo com a cultura pop (o cinema de kung fu é escancaradamente homenageado e até proporciona cenas de luta bem divertidas). No entanto, nada disso está propriamente à serviço de qualquer construção narrativa, nem mesmo do ponto de vista anárquico, surge como uma retórica de insights jogados aleatoriamente na tela que envolvem uma versão de Ratatouille com um guaxinim, uma realidade com personagens que possuem dedos de salsicha e a apresentação de créditos finais no meio da sua projeção. No fundo, tudo isso soa mais como puro artifício. Certo de que muitos discordarão da nossa leitura sobre a obra, é salutar, todavia, que filmes como este existam para estremecer as bases tão &#8220;certinhas&#8221; da linguagem cinematográfica e proporcionar discussões acaloradas com cisões de juízo como vem proporcionando. Esse ponto favorável de <em><strong>Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</strong></em> ninguém consegue negar.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Daniel Scheinert, Daniel Kwan</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Michelle Yeoh, Ke Huy Quan, Jamie Lee Curtis, Harry Shum Jr., Stephanie Hsu, James Hong, Tallie Medel, Jenny Slate</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kULcXm9V7aY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/">Crítica: Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
