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	<title>Arquivos Jennifer Aniston - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jennifer Aniston - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Mistério no Mediterrâneo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2019 13:48:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É um tanto estarrecedor quando uma pessoa vai assistir a um guilty pleasure e sai da sessão apenas com a culpa nos ombros. Este é o caso de Mistério no Mediterrâneo que traz diversos elementos que poderiam tornar o filme divertido, mesmo que bobo ou com pouca qualidade técnica, mas não foi o que ocorreu. Estrelado por Jennifer Aniston (Família do Bagulho) e Adam Sandler (Click), a história conta o caso de um assassinato de um bilionário em um iate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É um tanto estarrecedor quando uma pessoa vai assistir a um <em>guilty pleasure</em> e sai da sessão apenas com a culpa nos ombros. Este é o caso de <em><strong>Mistério no Mediterrâneo</strong></em> que traz diversos elementos que poderiam tornar o filme divertido, mesmo que bobo ou com pouca qualidade técnica, mas não foi o que ocorreu. Estrelado por Jennifer Aniston (<em>Família do Bagulho</em>) e Adam Sandler (<em>Click</em>), a história conta o caso de um assassinato de um bilionário em um iate e como o casal protagonista precisa revelar a farsa e ser inocentado da culpa do crime.</p>
<p>Em uma tentativa de misturar situações cômicas e uma história policial, com um tom da obra de Agatha Christie, o diretor Kyle Newacheck (<em>Perda Total</em>) não consegue alcançar nenhum dos dois intentos. O tempo dilatado das movimentações, a dinâmica do elenco coadjuvante – que dá muita importância a cada fala do texto, sem criar ritmo para as cenas -, os planos mais demorados do que poderiam ser nas sequências de ação, podem ser as razões para a falta de êxito em criar um clima de tensão e mistério.</p>
<p>Além do mais, o crime e seus desenvolvimentos são um tanto óbvios, deixando com que o público já saiba o que vai acontecer do início ao fim desde muito antes de ser mostrado. Contudo, o longa não se leva tão a sério assim e poderia ser mais enviesado nos traços de comédia e entreter sua plateia. No entanto, as piadas parecem ter saído do recreio da sexta série do início dos anos 2000 e possuem apenas questões sobre falo, escatologia e pitadas de machismo.</p>
<p>O único ponto de respiro da produção são as atuações de Aniston e Sandler e a interação entre a dupla. Os dois conseguem dar cor e sentido ao texto simplório que saem de suas bocas, trazendo um pouco de verdade cênica. É bem verdade que eles destoam dos arquétipos que os criadores de <em><strong>Mistério no Mediterrâneo</strong> </em>tentaram trazer, mas também funcionam como um alívio por tratarem as peripécias que vivem na tela como algo sério, buscando deixar o absurdo para as situações do enredo. A química entre o casal é uma questão relevante e positiva, pois entre os olhares, cutucões, risadas etc cria-se uma veracidade ali e pode-se sentir empatia com o casal.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kyle Newacheck<br />
<strong>Elenco:</strong> Adam Sandler, Jennifer Aniston, Luke Evans, Terence Stamp, Gemma Arterton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZewCCWbPlsY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Dumplin&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 03:18:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa jornada por produtos de qualidade e com apelo comercial, a Netflix tem fracassado com suas últimas estreias. O serviço de streaming, em 2018, teve um histórico decepcionante com longas terríveis como Vende-se Esta Casa, Dívida Perigosa, Próxima Parada: Apocalipse, Lá Vem os Pais, entre outros. Os produtos distribuídos pela Netflix não fizeram jus a força e ao potencial do streaming. Existe um claro conflito de escolhas numa empresa que lança produtos criativos e esplêndidos como The Ballad of Buster [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa jornada por produtos de qualidade e com apelo comercial, a Netflix tem fracassado com suas últimas estreias. O serviço de streaming, em 2018, teve um histórico decepcionante com longas terríveis como <em>Vende-se Esta Cas</em>a, <em>Dívida Perigosa</em>, <em>Próxima Parada: Apocalipse</em>,<em> Lá Vem os Pais</em>, entre outros. Os produtos distribuídos pela Netflix não fizeram jus a força e ao potencial do streaming. Existe um claro conflito de escolhas numa empresa que lança produtos criativos e esplêndidos como <em>The Ballad of Buster Scruggs</em> e <em>Roma</em> e, no mesmo ano, também distribui filmes sem um trabalho cinematográfico razoável como <em>Tau</em>, <em>O Paradoxo Cloverfield</em> e <em>Tal Pai, Tal Filha</em>.</p>
<p>Em meio ao caos dos fracassos e sucessos intercalados, a Netflix lança em seu catálogo brasileiro uma comédia que promete ganhar o público. <em><strong>Dumplin’</strong></em> é a estreia dessa sexta-feira (8). O longa-metragem é a adaptação de um livro de mesmo nome da autora Julie Murphy. A produção traz uma discussão sobre padrões, aceitação, memórias e individualidades abraçada pelas músicas de Dolly Parton – incluindo a canção original feita por ela para o filme.</p>
<p>Willowdean Dickson (Danielle Macdonald), também conhecida como Dumplin’, é uma jovem que mora numa cidade pequena e a sua vida é quase comum. As coisas fogem da normalidade quando se fala de padrões. Dumplin’ é filha de uma ex miss (Jennifer Aniston) – que é uma espécie de celebridade local – e se mostra terminantemente contra os arquétipos dos concursos de beleza. A convivência entre mãe e filha se tornou mais difícil ao longo dos anos e tudo entrará em risco quando Willowdean desafia a sua mãe e entra para o concurso de beleza da cidade. A jovem quer provar para todos que não existe um único padrão de beleza e que a diversidade deve ser amada e aplaudida.</p>
<p>A condução da produção é muito simples e correta. A diretora Anne Fletcher (<em>A Proposta</em>, de 2009) transmite uma sensibilidade com as imagens. Fletcher mostra mais uma vez a sua pluralidade. O novo longa da diretora mantém seus traços comuns sem deixar de inovar e se diferenciar de seus outros trabalhos – como <em>Ela Dança, Eu Danço</em> (2006) e <em>Vestida para Casar</em> (2008). Todas as contestações que o filme engloba são perfeitamente enquadradas pelo olhar da diretora. <strong><em>Dumplin’</em></strong> funciona como uma ode a diversidade embalada pelas canções de Dolly Parton.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9927" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/2590302.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Dumplin" width="610" height="348" /></p>
<p>Para compor o trabalho de Fletcher, a roteirista e produtora Kristin Hahn absorveu a essência do livro e construiu uma narrativa forte e divertida. O segredo do roteiro de<em><strong> Dumplin’</strong></em> é a mescla das nuances de comédia com momentos de emoção e mensagens fundamentais. A história, apesar de ficcional, é a melhor forma de personificar uma discussão sobre os padrões estéticos da sociedade. Além disso, o roteiro descreve uma personagem principal forte, determinada e extremamente feliz consigo. Willowdean é um acontecimento do cinema que representa a luta contra o olhar preconceituoso das pessoas com o peso alheio.</p>
<p>A escolha do elenco é interessante e consegue convencer o público de suas histórias. Os destaques principais vão para Danielle Macdonald e Jennifer Aniston que se entregam perfeitamente as verdades de suas personagens. As melhores interações cênicas acontecem entre Macdonald e Aniston e elas representam a força de discussão da temática central do longa. Entre risos e lágrimas, a dupla de mãe e filha rouba o coração do espectador. Outro ponto forte do elenco são as performances de Maddie Baillio, Harold Perrineau e Ginger Minj cujo encorpam o teor cômico sem perder a delicadeza de suas representações sociais dentro da narrativa.</p>
<p>As músicas de Dolly Parton incorporadas ao filme servem tanto para compor a história de Willowdean e suas memórias emotivas como para representar a força da personagem e do filme. As letras de Dolly dão liga à narrativa sensível e festiva sobre a diversidade dos corpos, talentos e das essências de cada pessoa. Tudo isso se completa com a canção original intitulada “Girl in the movies” &#8211; a qual foi indicada em seis premiações diferentes e chegou ao <em>shortlist</em> do Oscar.</p>
<p>Dessa vez, a Netflix foi extremamente feliz com um de seus filmes. A simplicidade, leveza e força de<strong><em> Dumplin’</em> </strong>fazem desse longa uma estreia que chamará a atenção do espectador e fará jus a qualidade de produções que o <em>streaming</em> pode ter. Com esse acerto, talvez a Netflix perceba qual caminho seguir para criar novas narrativas relevantes. Ademais, o longa sobre Willowdean é uma bela comédia sobre o abraço a sua própria individualidade.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IAF5VUcivng" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Última Ressaca do Ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2016 03:31:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em A Última Ressaca do Ano, um escritório de tecnologia decide proporcionar uma mega festa de fim de ano com o objetivo de conseguir fechar contrato com um cliente super difícil e caro, que garantirá que a atual dona da empresa e irmã do diretor não encerre aquela filial por questões financeiras. A proposta é simples, objetiva, sem propósito e um pouco sem graça. Mas até que o resultado é melhor que a encomenda. O longa faz parte daquela temporada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>A Última Ressaca do Ano</em>, um escritório de tecnologia decide proporcionar uma mega festa de fim de ano com o objetivo de conseguir fechar contrato com um cliente super difícil e caro, que garantirá que a atual dona da empresa e irmã do diretor não encerre aquela filial por questões financeiras. A proposta é simples, objetiva, sem propósito e um pouco sem graça. Mas até que o resultado é melhor que a encomenda.</p>
<p>O longa faz parte daquela temporada de roteiros de fim de ano que utiliza as festas de Natal e Ano Novo como <em>plot</em> principal. O problema é que isso vem se tornando tão comum e batido que inovar é cada vez mais difícil. O filme possui personagens bem óbvios e caricatos, como o chefe tranquilo e amigo de todos, a colega de trabalho que é recatada e caxias, a manda-chuva que mais parece o demônio encarnado, o tarado, e por aí vai.</p>
<p>Diferente da maioria dos roteiros de comédia<em> fast-food</em>, no entanto, neste longa as peças se encaixam com certa destreza e cuidado. Os personagens são desenvolvidos razoavelmente, como o próprio protagonista vivido por T. J. Miller, que sofre a perda do pai e os tormentos da irmã megera. Isso faz com que o espectador crie mais empatia pelo elenco como um todo.</p>
<p>É uma comédia em que o espectador ri bastante, mas também não chega a ser forçado. É algo equilibrado, um riso comedido. Mas entenda, não é a sensação de que é um longa de sessão da tarde. Não chega a ser algo memorável, mas cumpre seu objetivo de entreter e divertir. O problema, no entanto, é que faz isso de forma rasa e superficial. Tem um potencial superior ao que é explorado.</p>
<p>Apesar disso, não consegue fugir do óbvio que é o final clichê, com desfechos comuns de situações que se resolvem nos últimos segundos, como que por um toque de mágica. É triste, principalmente para uma fã do seriado Friends que sou, ver Jennifer Aniston, uma boa atriz repetindo personagens filme após filme, sem inovar. O mesmo acontece com Jason Bateman.</p>
<p>Por mais complexo que isso possa soar, talvez até mesmo para mim, o filme é superficial, mas funciona relativamente bem, se é que isso é possível. Bem, ao menos o espectador consegue rir genuinamente.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5IPhvLexI40" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Um Amor A Cada Esquina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2015 14:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Um Amor a cada Esquina]]></category>
		<category><![CDATA[Will Forte]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Um-amor-a-cada-esquina-1_0.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3869" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Um-amor-a-cada-esquina-1_0.jpg" alt="Um-amor-a-cada-esquina-1_0" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Um filme independente com atores do circuito <em>blockbuster</em> de cinema. Como seria isso? <em>Um Amor A Cada Esquina</em> coloca essa possibilidade à prova e mostra que, além de ser possível, o resultado sai bem interessante para o espectador.</p>
<p>O enredo fala sobre uma jovem aspirante a atriz que ganha a vida como garota de programa, sempre idealizando seu sonho maior. Em uma de suas noites de trabalho, ela encontra com um diretor teatral, que, além de tratá-la muito bem, faz uma proposta irrecusável: 30 mil dólares para ela deixar a prostituição. Isabella aceita a oferta e começa a se dedicar à carreira de atriz. O que ela não poderia imaginar é que em uma audição para uma peça, ela ia se deparar justamente com este diretor, que está acompanhado da esposa, que também é artista.</p>
<p>Com um estilo de narrativa diferente, onde a personagem principal é entrevistada por uma jornalista e vai falando abertamente sobre os primórdios da sua carreira como atriz, os fatos vão acontecendo sempre sob sua perspectiva, situação que ela deixa clara principalmente ao falar de sua terapeuta e o ex-cliente perseguidor.</p>
<p>O diretor Peter Bogdanovich é contemporâneo de Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Steven Spielberg, da geração “Nova Hollywood”, mas não obteve todo o sucesso dos demais. Seu filme de maior sucesso é de 1971, <em>A Última Sessão de Cinema</em>. Ele retorna, com <em>Um Amor A Cada Esquina</em>, 12 anos depois de sua última produção. Um estilo bem diferente, é verdade.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/sftw.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3870" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/sftw.jpg" alt="sftw" width="610" height="348" /></a></p>
<p>No elenco principal, temos Imogen Poots e Owen Wilson, como o casal protagonista. Kathryn Hahn e Jennifer Aniston também são boas adições ao longa, com seus papéis mais histéricos e dramáticos. Elas interpretam a esposa traída e a terapeuta psicótica, respectivamente. Tem ainda o excelente Rhys Ifans (que nunca esquecerei com seu papel de Spike em <em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>) e Will Forte. A dinâmica do grupo é muito clara e simples, dando um tom bem pessoal ao filme.</p>
<p>A comédia flui com muita leveza e entretém o espectador a todo momento. É atrativo e intrigante, fazendo a pessoa querer saber sempre o que vai acontecer na próxima cena. A risada é garantida e tem uma boa finalização. No entanto, não é nenhuma narrativa memorável e exclusiva, que marca quem assiste. As atuações são ótimas e a sintonia do elenco sustenta a maior parte do roteiro.</p>
<p>No final das contas, cumpre bem um objetivo não pretensioso. Fiquei com a sensação de dever cumprido e satisfeita com o resultado. É divertido!</p>
<p>Bônus: curiosidade para os amantes de Jennifer Aniston e do seu personagem na série <em>Friends</em>. Neste filme, seu namorado se chama Joshua e seu cachorro, Chip, uma referência a dois namorados da personagem Rachel, em <em>Friends</em>.</p>
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