<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Jane Austen - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/jane-austen/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/jane-austen/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Sep 2016 04:06:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Jane Austen - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/jane-austen/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Amor e Amizade</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-e-amizade/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-e-amizade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 19:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amor e Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Chlöe Sevigny]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Austen]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Beckinsale]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6591</guid>

					<description><![CDATA[<p>Baseado em um dos trabalhos menos conhecidos da escritora inglesa Jane Austen (também foi o que mais enfrentou dificuldades para a sua publicação), Amor e Amizade é uma adaptação de Lady Susan e conta a história de uma viúva (Kate Beckinsale) criando estratagemas para manipular sua família e um amante casado enquanto encontra um novo pretendente para si e para a sua filha. O longa é dirigido e roteirizado por Whit Stillman, de Descobrindo o Amor e Os últimos embalos da Disco, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-e-amizade/">Crítica: Amor e Amizade</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado em um dos trabalhos menos conhecidos da escritora inglesa Jane Austen (também foi o que mais enfrentou dificuldades para a sua publicação), <i>Amor e Amizade </i>é uma adaptação de <i>Lady Susan</i> e conta a história de uma viúva (Kate Beckinsale) criando estratagemas para manipular sua família e um amante casado enquanto encontra um novo pretendente para si e para a sua filha. O longa é dirigido e roteirizado por Whit Stillman, de <i>Descobrindo o Amor </i>e <i>Os últimos embalos da Disco</i>, que, por sinal, trazia as mesmas Beckinsale e Chloë Sevigny como protagonistas, sendo que aqui a importância da primeira é bem maior (Sevigny vive a melhor amiga de Lady Susan). O saldo é um longa delicioso, que consegue se apropriar muito bem da ironia e da crítica social conduzida de maneira particular por esta história de Austen, e ainda é palco para um interessante desempenho de Kate Beckinsale, que sempre apresentou uma carreira marcada por muitas interpretações de êxito questionável.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Amor e Amizade</i>, Stillman consegue dosar direção e roteiro com decisões inteligentes que não se sobrepõem a sua própria história e personagens, ponto alto e enfoque do filme. O realizador encontra soluções interessantes em aspectos como a apresentação dos seus personagens e uma seleção certeira da sua trilha sonora, elementos que conferem uma jovialidade insuspeita a adaptação, mas, ao mesmo tempo, não a deixam afetada ao ponto de torna-la um apelo desesperado para as novas gerações. Stillman foi certeiro ao entender que para fazer de <i>Amor e Amizade </i>uma história acessível ao público de hoje, bastava confiar no caráter atemporal do próprio trabalho de Austen e, seguindo a tradição das suas melhores adaptações, entrega-se por completo ao espírito do material de origem do seu filme.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6593" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/lovef.png" alt="lovef" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O centro das atenções no longa de Stillman é mesmo Kate Beckinsale que, ao menos aqui, passa uma borracha na sua relativamente injusta fama de atriz canastrona e torna sua Lady Susan uma personagem manipuladora, inteligente e irônica, mas tudo por &#8220;debaixo dos panos&#8221;. Beckinsale faz isso sem cair no equívoco de transformá-la em uma vilã cartunesca, ou melhor, evitando fazer de Lady Susan uma vilã, o que poderia ser trágico para os anseios do próprio filme. No final das contas, é esse olhar para a sua protagonista e suas ações que Stillman e seu filme reivindicam o tempo todo do espectador. <i>Amor e Amizade </i>acaba sendo um estudo interessante desta personagem, mas também do contexto social no qual ela está inserida e que acaba moldando suas ações e personalidade. Não deixa de ter o seu desfecho romântico, mas como tudo o que Austen fez, guarda em suas sutis sugestões uma crítica afiada aos preconceitos cultivados pelo coletivo que podem levar à distorção moral de pessoas como Lady Susan que, por sua vez, usam isso como um artifício de sobrevivência social.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xYF1ctpHd60" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Créditos:</strong> Quadro por Quadro</p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-e-amizade/">Crítica: Amor e Amizade</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-e-amizade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Orgulho e Preconceito e Zumbis</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-orgulho-e-preconceito-e-zumbis/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-orgulho-e-preconceito-e-zumbis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 22:13:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bella Heathcote]]></category>
		<category><![CDATA[Burr Steers]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Dance]]></category>
		<category><![CDATA[Douglas Booth]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Huston]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Austen]]></category>
		<category><![CDATA[Lena Headay]]></category>
		<category><![CDATA[Lily James]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Orgulho e Preconceito e Zumbis]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Riley]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Grahame Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Suki Waterhouse]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=4600</guid>

					<description><![CDATA[<p>Certas ideias são tão estapafúrdias que a gente chega a acreditar que nas mãos das pessoas certas, quem sabe, elas podem dar certo. É o caso de Orgulho e Preconceito e Zumbis, livre adaptação do romance Orgulho e Preconceito de Jane Austen que transporta a história de amor com pitadas de discussões sociais entre Elizabeth Bennet e o aristocrata esnobe sr. Darcy para o universo dos zumbis. A história do longa, por sua vez, é a adaptação de um livro [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-orgulho-e-preconceito-e-zumbis/">Crítica: Orgulho e Preconceito e Zumbis</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4601" aria-describedby="caption-attachment-4601" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4601 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/prideprejud-620x349.jpg" alt="prideprejud" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4601" class="wp-caption-text">Matadoras de zumbis: As irmãs Bennet de Jane Austen em versões mais enérgicas.</figcaption></figure>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Certas ideias são tão estapafúrdias que a gente chega a acreditar que nas mãos das pessoas certas, quem sabe, elas podem dar certo. É o caso de <i>Orgulho e Preconceito e Zumbis</i>, livre adaptação do romance <i>Orgulho e Preconceito </i>de Jane Austen que transporta a história de amor com pitadas de discussões sociais entre Elizabeth Bennet e o aristocrata esnobe sr. Darcy para o universo dos zumbis. A história do longa, por sua vez, é a adaptação de um livro de Seth Grahame-Smith, o mesmo de <i>Abraham Lincoln &#8211; Caçador de Vampiros</i>,  que faz exatamente isso com a história de Jane Austen e circula há anos por Hollywood, tendo caído inicialmente nas mãos da atriz Natalie Portman, que viveria a Elizabeth Bennet dessa versão, mas que agora está nos créditos apenas como produtora do filme. Agora, <i>Orgulho e Preconceito e Zumbis </i>chega finalmente aos cinemas com Lily James, de <i>Cinderela</i>, como a protagonista Lizzie Bennet e Sam Riley como o icônico Sr. Darcy em versões exterminadoras de zumbis.</p>
<figure id="attachment_4602" aria-describedby="caption-attachment-4602" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4602 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pride-and-prejudice-and-zombies-movie-still-04-620x359.jpg" alt="pride-and-prejudice-and-zombies-movie-still-04" width="620" height="359" /><figcaption id="caption-attachment-4602" class="wp-caption-text">Casamento infeliz: Filme não consegue justificar o casamento inusitado entre dois universos tão díspares.</figcaption></figure>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i>Orgulho e Preconceito e Zumbis </i>traz a história das irmãs Bennet que todos conhecem de <i>Orgulho e Preconceito </i>em meio a uma Inglaterra tomada por uma praga zumbi. As Bennet são garotas treinadas para enfrentar qualquer morto-vivo que viole as divisões impostas pelo país ao mundo dos mortos e dos comedores de cérebros humanos. Em meio a todo esse estado de tensão, Elizabeth Bennet acaba se apaixonando por um homem que passa a desprezar pelo seu comportamento arrogante, Sr. Darcy, um aristocrata que também está muito bem preparado para enfrentar qualquer praga zumbi.</p>
<figure id="attachment_4603" aria-describedby="caption-attachment-4603" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4603 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pride-and-prejudice-and-zombies-official-still-movie-1042099053-620x361.jpg" alt="pride-and-prejudice-and-zombies-official-still-movie-1042099053" width="620" height="361" /><figcaption id="caption-attachment-4603" class="wp-caption-text">Levemente divertido: Apesar de decrescer em seu ritmo, filme tem alguns momentos que entretém.</figcaption></figure>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Um dos maiores problemas de <i>Orgulho e Preconceito e Zumbis </i>é não tornar orgânica toda a mitologia das histórias de zumbis no contexto do clássico romance de Jane Austen, o que torna o principal defeito da obra ainda mais grave, afinal tudo nela gira em torno desse casamento inusitado entre a clássica obra literária e o universo dos mortos-vivos. No início do longa, até que existem algumas adaptações interessantes envolvendo personagens e passagens marcantes do livro de Jane Austen e o novo contexto proposto pelo autor Seth Grahame-Smith e o diretor e roteirista Burr Steers, cujo título mais interessante da filmografia é o &#8220;estranho&#8221; e pouco conhecido <i>A Estranha Família de Igby</i> (vale a pena resgatar, se tiver interesse). O realizador não consegue justificar a razão para o inusitado casamento entre dois universos tão díspares e os zumbis acabam tornando-se elementos e recursos completamente aleatórios na história. O resultado é um filme esquisito que perde o seu impacto sobretudo nos momentos finais, quando a narrativa empalidece.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Esvaziado em seu propósito e não servindo nem mesmo como uma fita de entretenimento <i>nerd</i>, o que já seria de bom tamanho, <i>Orgulho e Preconceito e Zumbis </i>carece de decisões e adaptações mais enérgicas que transformassem sua inusitada incursão em uma das histórias mais celebradas de Jane Austen num filme que justificasse a sua existência. Do jeito que ficou, até que é um longa divertido, com momentos isoladamente interessantes, mas completamente sem viço.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-orgulho-e-preconceito-e-zumbis/">Crítica: Orgulho e Preconceito e Zumbis</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-orgulho-e-preconceito-e-zumbis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
