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	<title>Arquivos Infantil - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Infantil - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Travessuras de Natal (Disney+)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 18:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma comédia infantil de Natal, mas poderia ser longa-metragem de terror. Em 83 minutos, o espectador se depara com a história de Andy (Winslow Fegley), um menino travesso, que convence sua turminha da escola a invadir o Polo Norte e resgatar os presentes de Natal deles. Isso tudo porque a criançada é levada e não mereceu os mimos do bom velhinho. Informo aos leitores que esta crítica está saindo com dificuldade e falar com linguem de Twitter é tudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É uma comédia infantil de Natal, mas poderia ser longa-metragem de terror. Em 83 minutos, o espectador se depara com a história de Andy (Winslow Fegley), um menino travesso, que convence sua turminha da escola a invadir o Polo Norte e resgatar os presentes de Natal deles. Isso tudo porque a criançada é levada e não mereceu os mimos do bom velhinho. Informo aos leitores que esta crítica está saindo com dificuldade e falar com linguem de Twitter é tudo que restou a essa crítica rabugenta que vos fala. O maior problema aqui não é a premissa, essa é até interessante para um título natalino. A grande questão é como tudo se desenrola.</p>
<p>O roteiro é problemático ao extremo!!!! Primeiramente, a sessão já começa acelerada, com saltos temporais e de emoção do próprio personagem central. A tentativa da equipe é agradar o público infantil, agilizando a introdução das figuras da trama, o conflito principal e a aventura em si. Mas, mesmo que os pequenos estejam viciados em vídeos de tiktok de 10 segundos, isso aqui ainda é filme. É preciso ambientar a plateia e envolvê-la com o dado universo ficcional. Existem diversas produções contemporâneas para a geração Z e Alpha que mesmo sem ritmo (tudo corrido é o contrário de ritmo, favor ler sobre o tema), que conseguem elaborar mais a escrita, nas ações e nos diálogos.</p>
<p>Aqui, esqueça, é tudo expositivo e com pressa para colocar diversas situações, que não são aproveitadas pela obra. E a direção de Alberto Belli (Upload) fomenta essa confusão total, que a produção entrega, em formato de longa. Os atores mirins estão quase sempre abarrotados na tela. A quantidade de planos gerais, sem que quem assiste possa ver o rosto dos intérpretes, aumenta esse distanciamento com o enredo. Falta colocar a decupagem à serviço do enredo. Falta saber a quem dar destaque no ecrã. Inclusive porque todos os meninos e meninas parecem saber que são talentosos e querem mostrar isso.</p>
<p>Mas, com um roteiro previsível e apressado, a disposição para encarnar seus papéis se torna uma bagunça. Não há uma boa preparação ou condução de elenco. A contracena é suja, porque não há espaço para que se preste atenção em cada criança e cada suposta genialidade delas. Porque quando se fala de atuação, ficar em silêncio ou abrir mão de chamar atenção para que o colega brilhe também é ser boa atriz/bom ator. Desta maneira, Travessuras de Natal é previsível e cansativo. Um besteirol de Natal pode ser uma excelente pedida para o fim e o início do ano. O clima de férias e lanches gostosos alegra a vida. Contudo, não escolha este aqui.</p>
<p>Na própria Disney+, é possível encontrar diversas opções, com a mesma temática, que são leves e engraçados, despretensiosos, mas que contam com personagens carismáticas ou uma narrativa minimamente coesa.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Alberto Belli</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Winslow Fegley, Camila Rodriguez, Madilyn Kellam</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Travessuras de Natal | Trailer Oficial | Disney+" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/bFJJS5TyETA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Os Incríveis 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jul 2018 20:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
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		<category><![CDATA[Os Incríveis 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A arte tem um dos papéis sociais mais diversificados. Ela aproxima, inspira e emociona as pessoas; move economias; desenvolve mentes e expande repertórios; além de ser o meio de vida de milhares. Dentre as mais belas artes está o cinema, a amada sétima arte. Capaz de alcançar as mais distintas gerações, a 7ª arte cativa mais e mais espectadores com seus encantadores, marcantes e brilhantes filmes. Vínculos de fidelidade são feitos por meio de sagas, franquias e películas relacionadas ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A arte tem um dos papéis sociais mais diversificados. Ela aproxima, inspira e emociona as pessoas; move economias; desenvolve mentes e expande repertórios; além de ser o meio de vida de milhares. Dentre as mais belas artes está o cinema, a amada sétima arte. Capaz de alcançar as mais distintas gerações, a 7ª arte cativa mais e mais espectadores com seus encantadores, marcantes e brilhantes filmes. Vínculos de fidelidade são feitos por meio de sagas, franquias e películas relacionadas ao universo compartilhado de dado fã. Essa semana o público brasileiro pôde vivenciar isso com a estreia do tão aguardado Os Incríveis 2.</p>
<p>Após 14 anos de espera, todo o mundo finalmente poderá conferir a nova aventura da família Pêra. Repleta de ação, momentos hilários e uma discussão social muito madura, a sequência dos heróis mais queridos da Pixar chega aos cinemas do mundo quebrando recordes. Com apenas duas semanas que estreou nos Estados Unidos, <em>Incredibles 2</em> (título original) teve a maior bilheteria de abertura da história da produtora de animações e já arrecadou quase que o mesmo valor mundial do longa-metragem anterior.</p>
<p>Três meses após derrotarem o Syndrome, a família Pêra continua atuando sob suas identidades secretas. Quando a tentativa de impedir o Escavador de atacar Metroville falha, os Incríveis se veem mais uma vez obrigados a esconderem os seus poderes permanentemente. No entanto, o magnata das comunicações, Winston Deavor (Bob Odenkirk), está disposto a reconquistar o apoio e a confiança do público para mudar a lei contra os super. Para isso, os papéis dentro da família Pêra vão precisar se inverter. Helena/Mulher Elástica (Holly Hunter) terá que assumir o papel de símbolo do movimento enquanto seu marido, Beto/Senhor Incrível (Craig T. Nelson), enfrentará o desafio que é cuidar de sua super família.</p>
<p>Há mais de dez anos, o diretor e roteirista Brad Bird (<em>O Gigante de Ferro</em>, de 1999, <em>Os Incríveis</em>, de 2004, e <em>Ratatouille</em>, de 2007) disse em entrevista que ele tinha uma missão com os fãs de seu trabalho e, por isso, que só faria uma continuação da história da família Pêra se fosse possível entregar um trabalho melhor do que o anterior. Hoje o público tem a certeza de que Bird cumpriu com sua palavra e entregou um longa mais incrível que sua primeira história. O talentoso diretor – cujo também é o dublador que dá voz a fantástica Edna Moda – se mostrou mais uma vez um artista inteligentíssimo e sensível.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9077" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/3297382.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Tendo em sua essência a obrigação de cativar todas as idades, fazer uma animação é bastante desafiador no quesito enredo. A necessidade de prender a atenção do público infantil ao mesmo tempo que entretém os espectadores mais maduros é a parte mais difícil do gênero. E é por essa razão que Brad Bird é inigualável. Sua narrativa diverte a mente infantil enquanto faz com que mentes maduras discutam sobre problemáticas pós-modernas. Na sequência sobre a super família, Bird continua a tratar problemáticas cotidianas do século XXI – como o papel dos pais no desenvolvimento dos filhos, o heroísmo por trás das funções do lar, relacionamentos familiares e amorosos, empoderamento feminino etc – de uma forma ainda mais profunda.</p>
<p>O roteiro de Brad Bird precisa ser parabenizado em diversos aspectos – como a coerência com a primeira história e seus personagens e o desenvolvimento harmonioso de cada um dos integrantes da família Pêra – contudo o destaque maior vai para a metáfora por trás de toda a história. Desde o primeiro longa-metragem, Bird tenta levar para as telonas uma discussão sobre vida adulta e responsabilidades. Com os dois opostos, Helena e Beto, o diretor mostra que amadurecer é uma difícil tarefa e que acontece de formas diferentes para cada pessoa. Em sua nova história, o foco será na importância de um amadurecimento das relações. Numa família, todos precisam passar pelas mais variadas funções para que desempenhem o seu melhor papel, seja esse de pai, mãe ou filho(a). E é justamente por isso que aconteceu a inversão dos papéis familiares propostos pelo primeiro longa. A Mulher Elástica passará a prover a família – e ainda terá o seu momento de glória, mostrando sua força como mulher – e o Senhor Incrível terá que a aprender uma das maiores lições de sua vida: Ser um bom pai é um dos atos mais heroicos que alguém pode fazer; como a própria Edna Moda diz em um dos trailers liberados pela Disney/Pixar. Portanto, a nova (e brilhante) proposta do diretor e roteirista é fazer uma reflexão sobre amadurecimento a partir de cada um dos personagens conhecidos pelo público, dando um destaque para Helena e Roberto.</p>
<p>Para potencializar o brilhantismo desse roteiro, a parte técnica do longa é impecável. Como jogada muito inteligente da produção, foi mantida quase que em completude a equipe técnica do primeiro filme, ocorrendo apenas uma mudança com a entrada de Mahyar Abousaeedi (<em>O Bom Dinossauro</em>, de 2015) como novo diretor de fotografia. As imagens do longa são pura perfeição. O detalhamento nos desenhos e a verossimilhança com a realidade são impressionantes. O premiado Michael Giacchino (<em>Up &#8211; Altas Aventuras</em>, de 2010) traz para a narrativa a nostalgia do passado e a força renovadora do presente através de sua composição. A trilha sonora leva o espectador às suas memórias da infância, diretamente para o momento no qual assistiu Os Incríveis pela primeira vez. Para completar a maestria técnica ainda tem o trabalho excepcional de Stephen Schaffer (<em>WALL-E</em>, de 2008) e a sua montagem extraordinária que traz o equilíbrio perfeito para esse filme de super heróis.</p>
<p>A beleza d&#8217;<em>Os Incríveis 2</em> está no cuidado com o qual o longa foi elaborado. Uma produção repleta de planejamento desde a concepção da ideia de uma sequência até a sua execução fazem dessa obra um produto diferenciado. A delicadeza de Brad Bird ao dar continuidade as personagens amadas por milhões de pessoas fez a diferença no resultado desse filme. A continuação da vida da família Pêra foi feita com muito carinho. Carinho esse que resultou em uma narrativa inteligente, madura e harmoniosa. O ponto-chave que transformará essa obra em um marco na história da Disney/Pixar é justamente a profundidade de tudo que rodeia a trama e a elaboração dela. Esta é uma película que faz jus aos quatorze de espera. E o resultado final é um largo sorriso no rosto de cada uma das crianças – sejam elas crianças de alma ou no sentido literal da palavra – que deixam a sessão completamente extasiadas com o resultado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8NURuV5GmPY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) chega à 14ª edição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2016 15:35:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rede Cinemark e o Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) chegam à Salvador nesta sexta-feira (14) com diversos filmes infantis, entre eles curtas, médias e longas-metragens, brasileiros e internacionais (21 países representados), mostras especiais, além de oficinas e debates. O Festival fica até o dia 23 de outubro com ingressos a meia-entrada custando R$ 10 para todos. Através do intenso trabalho de curadoria, o Festival continua sendo a maior vitrine audiovisual deste segmento, exibindo tanto títulos inéditos do mercado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Rede Cinemark</strong> e o <strong>Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI)</strong> chegam à Salvador nesta sexta-feira (14) com diversos filmes infantis, entre eles curtas, médias e longas-metragens, brasileiros e internacionais (21 países representados), mostras especiais, além de oficinas e debates. O Festival fica até o dia 23 de outubro com ingressos a meia-entrada custando R$ 10 para todos.</p>
<p>Através do intenso trabalho de curadoria, o Festival continua sendo a maior vitrine audiovisual deste segmento, exibindo tanto títulos inéditos do mercado internacional, quanto de lançamentos recentes no país.</p>
<p>Os curtas-metragens também têm um espaço próprio no festival. O FICI selecionou nove filmes internacionais, que prometem muita diversão para os pequenininhos na sessão <em>Pequenos Que Nem Você</em>. Outros nove curtas-metragens premiados compõem a sessão <em>9x Animação</em>. Dedicada às crianças a partir de oito anos, a sessão faz um panorama mundial com o que há de melhor na animação. Em parceria com o Anima Mundi, o FICI também traz uma seleção especial de curtas-metragens no programa <em>Anima Mundi Para Crianças</em>, composto por excelentes curtas de todos os cantos do mundo.</p>
<p>O festival também faz com que as crianças conheçam os segredos da magia do audiovisual através de seus próprios filmes, na Oficina de Cinema de Animação, que será ministrada pela produtora local Moinho Filmes. Com entrada gratuita mediante apresentação de ingresso para qualquer sessão do FICI, a oficina acontecerá nos dias 22 e 23 de Outubro no saguão do Cinemark Salvador Shopping.</p>
<p>Aproveite esta oportunidade para conhecer o FICIe levar a criançada para curtir um pouco mais da cultura cinematográfica e já crescer com essa paixão pelo cinema!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6807" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/DSC01712.jpg" alt="dsc01712" width="610" height="348" /></p>
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