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	<title>Arquivos Idris Elba - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Idris Elba - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:43:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Derivado da franquia Velozes e Furiosos, Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos blockbusters de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em Velozes e Furiosos pelo contraste entre seus estilos de ação. Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw segue a linha da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator">Derivado da franquia <i>Velozes e Furiosos</i>, <i><b>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</b> </i>transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos <i>blockbusters </i>de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em <i>Velozes e Furiosos</i> pelo contraste entre seus estilos de ação.</div>
<div class="separator"></div>
<div class="separator"><i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>segue a linha da ação e do humor autoconscientes dos filmes da franquia, funcionando em certa medida como uma espécie de paródia. Entretanto, o que era usado como um recurso eventual dos demais longas aqui toma a trama de maneira totalizante e daí fica difícil agradar totalmente quando seus recursos se restringem a piadas sobre músculos, tamanhos de pênis e a participação especial de um ator canastrão que anda supervalorizado.</div>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10979" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<div>É óbvio que <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>dispensa a seriedade no tratamento da sua história e, nesse sentido, o filme até que cumpre o seu objetivo contando uma história genérica e absurda que envolve um vírus e o aperfeiçoamento do ser humano através da tecnologia. Sob a direção de David Leitch ( o mesmo de <i>Deadpool 2 </i>e <i>Atômica</i>), o filme compreende como seus dois protagonistas servem à história, mas nem sempre isso é o suficiente quando as piadas são tão limitadas, soando repetitivas em dado momento.</div>
<div></div>
<div>De maneira geral, os dois personagens funcionavam mais como presença pontual nos outros <i>Velozes e Furiosos</i>. Dominantes em <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</i>, The Rock e Statham<i> </i>surgem como uma piada batida que é apenas contada de diferentes maneiras ao longo de mais de duas horas de projeção. O longa aparenta tirar um sarro do seu próprio sexismo e da sua cultura <i>crossfiteira </i>quando na verdade carrega consigo uma série de traços de um cinema de ação meio <i>démodé</i>.</div>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch<br />
<strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Jason Statham, Idris Elba, Vanessa Kirby, Helen Mirren, Eddie Marsan, Eiza Gonzalez, Cliff Curtis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/V4nxGVgDPEw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Depois Daquela Montanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2017 13:12:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Depois Daquela Montanha conta a história de Alex e Ben, dois desconhecidos que acabam se cruzando pela necessidade de viajar e chegar aos seus destinos com rapidez. Com uma tempestade, o voo deles foi cancelado e ambos resolvem fretar um avião particular para levá-los. A história começa com alguns problemas como o fato de que dois estranhos topam entrar num avião desconhecido em uma tempestade justamente quando o aeroporto resolveu cancelar os voos por prudência. Superado este fato, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Depois Daquela Montanha</em> conta a história de Alex e Ben, dois desconhecidos que acabam se cruzando pela necessidade de viajar e chegar aos seus destinos com rapidez. Com uma tempestade, o voo deles foi cancelado e ambos resolvem fretar um avião particular para levá-los.</p>
<p>A história começa com alguns problemas como o fato de que dois estranhos topam entrar num avião desconhecido em uma tempestade justamente quando o aeroporto resolveu cancelar os voos por prudência. Superado este fato, naturalmente um acidente acontece e eles se veem presos no topo de uma montanha nevada, sem sinal e sem comunicação com ninguém. Como o piloto não tinha preenchido o plano de voo, eles dificilmente seriam encontrados por qualquer tipo de resgate. Para piorar a situação, nenhum dos dois avisou à ninguém que iria pegar esse avião.</p>
<p>A partir daí, é uma luta por sobrevivência e tomadas de decisões que podem levar eles à morte ou à salvação. A dupla vai vivendo seus medos de tomar decisões, de lidar com o desconhecido e explorar a pessoalidade de cada um. Um romance começa a surgir de forma bem leve, mas esperada. Quanto à isso, a evolução da história é bem coerente e feita de maneira suave e gradativa.</p>
<p>Na verdade, o filme é interessante e o roteiro tem uma condução relativamente boa. O grande problema é a finalização da história, que deixa bastante à desejar. A cada momento que passa o enredo vai ficando mais óbvio e previsível, tornando o longa mais do mesmo. A cena final então, é desnecessariamente irritante.</p>
<p>Essa finalização, no entanto, não compromete <em>Depois Daquela Montanha</em> como um todo. O elenco espetacular faz com que ele valha a pena. Kate Winslet e Idris Elba formam uma ótima dupla em cena, valorizando cada tomada de câmera. Ao final, o filme é um romance dramático, muito além da proposta de longa de desastre.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/k-cdPmoQEsc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Torre Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 17:16:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É profundamente decepcionante quando assistimos um filme que fica na superfície das possibilidades em diversos aspectos. A Torre Negra é justamente assim, só que elevado ao triplo. Uma sucessão de más escolhas, que vai desde o elenco, finalizando com o roteiro. A história basicamente conta que a escuridão é mantida aprisionada no universo por conta de uma Torre que mantém esse equilíbrio. Só que um grupo de pessoas decide destruir essa Torre e espalhar toda a maldade e escuridão existente. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É profundamente decepcionante quando assistimos um filme que fica na superfície das possibilidades em diversos aspectos. <em>A Torre Negra</em> é justamente assim, só que elevado ao triplo. Uma sucessão de más escolhas, que vai desde o elenco, finalizando com o roteiro.</p>
<p>A história basicamente conta que a escuridão é mantida aprisionada no universo por conta de uma Torre que mantém esse equilíbrio. Só que um grupo de pessoas decide destruir essa Torre e espalhar toda a maldade e escuridão existente. É baseado na obra literária homônima de Stephen King e, acredite se quiser, nem isso é suficiente para fazer o filme algo válido.</p>
<p>A escolha de elenco é muito confusa. Matthew McConaughey, apesar de ser um ótimo ator, está super canastrão e exagerado. Ele ainda disputa atenção o tempo todo com Idris Elba, que fica no limítrofe entre apagado e lutando por atenção. O menino Tom Taylor é bom e convincente, mas se perde num roteiro fraco e sem embasamento.</p>
<p>As coisas acontecem sem muita explicação no filme, de forma fantástica e absurda, sem conexão com nada. É o que mais incomoda, porque é como se duvidasse da capacidade do espectador em entender uma história mais complexa ou uma inabilidade do roteirista de ser mais eficiente.</p>
<p>As cenas de ação são ruins e sem inspiração. A narrativa é preguiçosa e não se esforça nem um pouco para ser superior que a média. É como se o diretor não tivesse ambição para se tornar um filme bom. Aliás, é muito complicado porque é possível ver o potencial da trama completamente desperdiçado.</p>
<p>Com o tempo, o espectador sente apenas alívio pelo filme ser curto e não ter que prolongar aquele sofrimento. É lamentável o resultado desse filme e o desperdício de elenco.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AofNDqij5wU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Spotlight &#8211; Segredos Revelados ganha o prêmio de melhor elenco no SAG Awards 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 14:17:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A noite do sábado (30) foi marcada pela entrega do SAG Awards, prêmio do sindicato dos atores de Hollywood, a profissionais da indústria do cinema e da televisão. Como é regra no SAG Awards, há apenas prêmios concedidos a atuações e há uma &#8220;substituição&#8221; da categoria de melhor filme pela de melhor elenco. Assim, o grande premiado da noite foi Spotlight &#8211; Segredos Revelados, que venceu seus concorrentes A Grande Aposta, Trumbo &#8211; Lista Negra, Beasts of no Nation e Straight Outta Compton &#8211; A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4470" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/spolight_cast_press_room-620x350.jpg" alt="spolight_cast_press_room" width="620" height="350" /></p>
<p>A noite do sábado (30) foi marcada pela entrega do SAG Awards, prêmio do sindicato dos atores de Hollywood, a profissionais da indústria do cinema e da televisão. Como é regra no SAG Awards, há apenas prêmios concedidos a atuações e há uma &#8220;substituição&#8221; da categoria de melhor filme pela de melhor elenco.</p>
<p>Assim, o grande premiado da noite foi <strong><em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</em></strong>, que venceu seus concorrentes <em>A Grande Aposta</em>, <em>Trumbo &#8211; Lista Negra</em>, <em>Beasts of no Nation</em> e <em>Straight Outta Compton &#8211; A História do</em> N.W.A. como melhor elenco de cinema. Trata-se de uma vitória importante se pensarmos no Oscar, já que a maioria dos votantes da Academia são atores, o mesmo grupo de votantes do SAG Awards.</p>
<p>A grande<em>  </em>questão que surge esse ano, no entanto, é que diferente de anos anteriores, temos uma disputa pelo prêmio de melhor filme no Oscar com inúmeras possibilidades. Premiações como o Globo de Ouro (que deu o prêmio de melhor drama para <em>O Regresso</em>), o Critic&#8217;s Choice Awards (cujo prêmio de melhor filme foi para <em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</em>) e os prêmios dos sindicatos não têm apontado uma disputa polarizada entre dois longas ou mesmo uma preferência por um único filme, mas por no mínimo quatro obras indicadas ao Oscar, todas elas com grandes chances de disputar a estatueta principal: <em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</em>, <em>A Grande Aposta</em>, <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em>e <em>O Regresso</em>.</p>
<p>Prova disso são as escolhas recentes dos sindicatos, enquanto os produtores escolheram <em>A Grande Aposta </em>como o melhor trabalho de 2015, o sindicato dos editores elegeu nessa mesma semana <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em>e o mesmo <em>A Grande Aposta </em>como os melhores trabalhos de montagem do ano, já o SAG Awards, prêmio do sindicato dos atores, foi de <em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados </em>como melhor elenco. Ainda há dois sindicatos importantes para fechar as contas até o Oscar, o dos roteiristas e dos diretores, mas é inegável que estamos diante de uma das disputas mais imprevisíveis em muitos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4474" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/507666942-602x400.jpg" alt="507666942" width="602" height="400" /></p>
<p>Retornando ao resultado do SAG Awards&#8230;</p>
<p>Nas categorias principais de atuação, melhor ator e atriz, o sindicato dos atores concedeu seus prêmios para dois nomes cujas vitórias têm sido constantes desde o início da temporada: <strong>Leonardo DiCaprio</strong> por<strong> </strong><em><strong>O Regresso</strong> </em>e <strong>Brie Larson</strong> por <strong><em>O Quarto de Jack</em></strong>. Parece difícil qualquer um de seus concorrentes tomar a estatueta do Oscar desses dois.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4472" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/alicia-vikander-487x400.jpg" alt="alicia-vikander" width="487" height="400" /></p>
<p>Na categoria melhor atriz coadjuvante, a vitória de <strong>Alicia Vikander</strong> por seu trabalho em <em><strong>A Garota Dinamarquesa</strong> </em>consolida seu nome como favorito ao Oscar após uma disputa dispersa no grupo iniciada pelas divergências quanto a categorização do seu trabalho e do de Rooney Mara em <em>Carol </em>como coadjuvantes (muita gente as considera protagonistas dos seus respectivos filmes, tanto que o Globo de Ouro as indicou na categoria principal). Não que não ocorra o &#8220;risco&#8221; de Rooney Mara, Kate Winslet, Jennifer Jason Leigh e até mesmo Rachel McAdams surpreenderem no Oscar, mas Vikander tem se tornado uma aposta sólida.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4473" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/1180917_1280x720-620x349.jpg" alt="1180917_1280x720" width="620" height="349" /></p>
<p>Como melhor ator coadjuvante, o SAG Awards escolheu<strong> Idris Elba</strong> e seu trabalho em <strong><em>Beasts of No Nation</em></strong>, longa da Netflix dirigido por Cary Fukunaga. Idris foi o grande destaque da noite, por sinal, já que também levou o prêmio de melhor ator em minissérie ou filme feito para a TV por sua performance em <em>Luther</em>. Em um ano marcado pela polêmica ausência de atores negros no Oscar, o recado foi muito bem dado pelo SAG Awards, que também premiou Viola Davis e Queen Latifah nas categorias de TV</p>
<p>A vitória de Elba como melhor ator coadjuvante em cinema significa muito pouco para o Oscar já que o ator não foi indicado ao prêmio da Academia e a grande sensação do ano no grupo, Sylvester Stallone de <em>Creed &#8211; Nascido para Lutar</em>, sequer foi nomeada ao SAG Awards. Contudo, podemos entender que a derrota no SAG dos concorrentes de Stallone no Oscar como Christian Bale de <em>A Grande Aposta </em>e Mark Rylance de <em>Ponte dos Espiões</em> aumentam as chances do intérprete de Rocky Balboa levar a melhor entre os votantes da Academia.</p>
<p>Agora, vamos aos prêmios da TV no SAG Awards. Na televisão, a distribuição das estatuetas ficou assim:</p>
<p><strong>Melhor Elenco de série dramática</strong>: <em>Downton Abbey</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em série dramática:</strong> Kevin Spacey em <em>House of Cards</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em série dramática:</strong> Viola Davis em <em>How to get away with Murder</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em minissérie ou filme feito para a TV</strong>: Idris Elba em <em>Luther</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em minissérie ou filme feito para a TV:</strong> Queen Latifah em <em>Bessie</em></p>
<p><strong>Melhor Elenco em série de comédia:</strong> <em>Orange is the New Black</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em série de comédia:</strong> Uzo Aduba em <em>Orange is the New Black</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em série de comédia:</strong> Jeffrey Tambor em <em>Transparent</em></p>
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		<title>Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 21:15:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques: 01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por Aliança do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/">Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3527" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236-620x372.jpeg" alt="4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por <em>Aliança do Crime</em></strong></p>
<p>Ao que tudo indica, Johnny Depp é o candidato a ser batido nas categorias de melhor ator. Depp deixou todos estarrecidos com sua interpretação no longa <strong><em>Aliança do Crime</em> </strong>(no original, <em>Black Mass</em>), de Scott Cooper (<em>Coração Louco</em>). O filme saiu do Festival de Veneza com ótimas cotações para o desempenho do ator, tido por alguns como um dos melhores da sua carreira em anos.</p>
<p>Ao lado de um elenco formado por Benedict Cumberbatch, Dakota Johnson, Joel Edgerton e Kevin Bacon, Johnny Depp interpreta um violento criminoso de Boston que era irmão de um senador e tornou-se informante do FBI.</p>
<p>Depp promete enfrentar pela frente Eddie Redmayne, de <em>A Garota Dinamarquesa</em>, e Leonardo DiCaprio, de<i> O Regresso</i>, novo filme de Alejandro Gonzalez-Iñarritu, que sequer foi visto ainda. Como a vitória de Redmayne surge com uma certa dúvida, tendo em vista que o ator ganhou vários prêmios na temporada passada com <em>A Teoria de Tudo, </em>e Depp é um dos atores mais celebrados da indústria que ainda não tem uma estatueta, o protagonista de <em>Aliança do Crime </em>tem tudo para levar alguns prêmios.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WPOcBiymuu0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3218" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1-620x349.jpg" alt="spotlight" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>02.<em> Spotlight</em> é comparado a<em> Todos os Homens do Presidente</em></strong></p>
<p>O filme sobre um grupo de jornalistas de Boston que investigaram um caso envolvendo padres pedófilos foi comparado a um dos maiores filmes do gênero, <em>Todos os homens do presidente. <strong>Spotlight</strong></em> pode ser um novo <em>Zodíaco </em>ou<em> Os Suspeitos (2013) </em>e ser cultuado apenas pela crítica e por cinéfilos, mas pode também ser uma espécie de <em>Sobre Meninos e Lobos </em>e conquistar alguns prêmios.</p>
<p>No trabalho do diretor Tom McCarthy (<em>O Visitante</em>), as performances de Michael Keaton, Mark Ruffalo e Rachel McAdams foram exaltadas. É possível que, por ser um &#8220;filme de elenco&#8221;, eles concorram como coadjuvantes, o que será ótimo. McAdams pode conseguir fazer sua carreira cinematográfica finalmente decolar (merecidamente, diga-se de passagem) e Keaton não teria a sombra da concorrência de Eddie Redmayne pelo segundo ano consecutivo, tendo até mesmo chances de vencer um Oscar como coadjuvante.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/I7TYGRwZbE4" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3528" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236-620x372.jpeg" alt="7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>03. Eddie Redmayne transforma <em>A Garota Dinamarquesa </em>em material para Oscar</strong></p>
<p><strong><em>A Garota Dinamarquesa</em></strong>, como os filmes anteriores de Tom Hooper (<em>O Discurso do Rei </em>e <em>Os Miseráveis</em>) não foi uma unanimidade da crítica. Ao ser exibido em Veneza, o filme foi questionado por um certo excesso de didatismo ao trazer para o público as questões de gênero.</p>
<p>O longa que traz a história da primeira mulher trans que se submeteu a uma cirurgia tem o vencedor do Oscar do ano passado Eddie Redmayne no papel principal. Ao contrário do filme em si, os seus atores saíram ilesos. As performances de Redmayne e Alicia Vinkander foram bastante elogiadas. A dúvida é se Vinkander concorreria como coadjuvante ou atriz.</p>
<p>Como o gosto do Oscar muitas vezes não coincide com as escolhas da crítica é bem possível que ele figure nas categorias principais como filme e por ai vai, afinal a Academia adora filmes com fortes desempenhos por ter muitos atores no seu quadro de votantes.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XrVMJ6myjTQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3529" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette-605x400.jpg" alt="suffragette" width="605" height="400" /></a></p>
<p><strong>04. <i>Suffragette </i>torna Carey Mulligan favorita aos prêmios de melhor atriz</strong></p>
<p>Em Telluride, a primeira exibição de <em><strong>Suffragette</strong> </em>trouxe muitos elogios à performance de Carey Mulligan, que desponta, até o momento, como uma grande favorita aos prêmios de melhor atriz. Nem mesmo a presença de Helena Bonham Carter e Meryl Streep no elenco ofuscou o brilho da performance de Mulligan, dizem os críticos. Sobre la Streep, todos afirmam que a participação dela na história é muito pequena e praticamente se resume ao que pode ser visto no trailer da produção. Ainda assim, não está descartada uma possível indicação para elas como coadjuvantes.</p>
<p>O filme conta a história do início do movimento feminista na Inglaterra e é dirigido por Sarah Gavron, de <em>Brick Lane</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GfeBC1WYLFw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3530" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2-620x349.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>05. Aaron Sorkin e o roteiro engenhoso de <em>Steve Jobs</em></strong></p>
<p>Biografias não têm tido muita sorte nos últimos anos, mas o roteiro de Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por <em>A Rede Social </em>e criador de séries como <i>The West Wing </i>e <em>The Newsroom</em>) e a direção de Danny Boyle (<em>Quem quer ser um milionário?</em>) transformaram <em><strong>Steve Jobs</strong> </em>em material para Oscar, passando longe do péssimo <em>Jobs </em>com Ashton Kutcher.</p>
<p>Exibido em Telluride, <em>Steve Jobs </em>rendeu elogios à performance de Michael Fassbender, que pode ser indicado a prêmios na pele do protagonista, e Kate Winslet, séria candidata na categoria coadjuvante por interpretar Joanna Hoffman, integrante da equipe que criou o Macintosh.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/P2avRagAJK8" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3531" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460-620x350.jpg" alt="ROOM_Poster-816x460" width="620" height="350" /></a></p>
<p><strong>06.<em> </em><em>Room</em> é o <em>indie</em> do ano. Será que agora Brie Larson decola?</strong></p>
<p>Todo ano temos um <em>indie </em>que se destaca. Por enquanto, esse título é do drama<strong> <em>Room</em></strong>, de Lenny Abrahamson (diretor de <em>Frank</em>). No longa, a atriz Brie Larson vive uma mulher que cria o seu filho em um quarto, o que faz com que a única percepção que ele tenha do mundo seja a daquele cômodo.</p>
<p>Larson, que anos atrás surgiu como uma revelação em <em>Temporário 12</em>, mais uma vez desponta no circuito &#8220;alternativo&#8221; e recebeu algumas das mais calorosas críticas por seu desempenho nesse longa. Se o filme fizer uma boa campanha, é possível que ela seja indicada a prêmios de melhor atriz. O mesmo se aplica a Joan Allen, um forte palpite como atriz coadjuvante. William H. Macy também faz parte da produção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PPZqF_TPTGs" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3564" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3-620x349.jpg" alt="maxresdefault (3)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>07. </strong><strong>Netflix pode abocanhar o Oscar com </strong><strong><em>Beasts of no Nation</em></strong></p>
<p>A Netflix promete marcar presença na temporada com o primeiro filme produzido por eles,<strong> </strong><em><strong>Beasts of no Nation,</strong> </em>de Cary Fukunaga ( de <em>Jane Eyre </em>e da primeira temporada de <em>True Detective</em>). O longa conta a história de um jovem que luta durante a Guerra Civil em um país africano.</p>
<p>Idris Elba interpreta um militar e chamou a atenção por sua performance. O filme como um todo recebeu elogios rasgados em Telluride. O grande empecilho, dizem alguns, é a violência da história que pode afastar um setor mais conservador da Academia. No entanto, <em>Beasts of no Nation </em>é apontado por alguns críticos como um filme a ser superado na temporada. A questão é que nem sempre o gosto da crítica coincide com o gosto das comissões de votantes do Oscar, do Globo de Ouro, do SAG&#8230; É só ver o destino de <em>O Ano mais Violento </em>na temporada passada.</p>
<p>A Netflix pretende lançar o filme primeiro nos cinemas para somente depois de algum tempo disponibilizá-lo no site.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/D7gV-3PYxuM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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