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	<title>Arquivos Henry Joost - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Henry Joost - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Power (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 23:01:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o fechamento dos cinemas em 2020 em virtude da pandemia, a Netflix e seus blockbusters têm ocupado essa lacuna das produções mais escapistas de Hollywood, um espaço que antes era preenchido exclusivamente pela Marvel Studios e companhia. Títulos como Resgate, The Old Guard e agora Power têm ocupado essa função, inclusive, demonstrando vontade de se estabelecer como franquias dados os ganchos para segundos capítulos que as três estabelecem em seus desfechos. Entretanto, nem tudo são &#8220;flores&#8221;, assim como Resgate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o fechamento dos cinemas em 2020 em virtude da pandemia, a Netflix e seus <em>blockbusters</em> têm ocupado essa lacuna das produções mais escapistas de Hollywood, um espaço que antes era preenchido exclusivamente pela <em>Marvel Studios</em> e companhia. Títulos como <em>Resgate</em>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>The Old Guard</em></a> e agora <strong><em>Power</em> </strong>têm ocupado essa função, inclusive, demonstrando vontade de se estabelecer como franquias dados os ganchos para segundos capítulos que as três estabelecem em seus desfechos. Entretanto, nem tudo são &#8220;flores&#8221;, assim como <em>Resgate</em> e <em>The Old Guard</em>, <strong><em>Power</em> </strong>exibe fragilidades na condução da sua história que trazem para a produção uma certa efemeridade.</p>
<p>Em <strong><em>Power</em></strong>, tomamos conhecimento de uma realidade hipotética na qual há um intenso tráfico e consumo de uma pílula que confere poderes extraordinários a humanos, como se camuflar, impermeabilizar o corpo contra qualquer objeto letal como balas de armas de fogo, entre outros. A sociedade fica ainda mais caótica com as tais pilulazinhas, com gente mal intencionada lucrando horrores com o seu tráfico e a criminalidade aumentando, ficando praticamente impossível para a polícia conter toda essa desordem. É então que, por força das circunstâncias, um ex-militar em busca da sua filha, uma adolescente e um policial acabam se unindo para desmantelar parte desse esquema.</p>
<p><em><strong>Power</strong> </em>conta com um roteiro original de Mattson Tomlin e consegue construir um universo fantástico e ao mesmo tempo bastante realista com eficiência, algo que David Ayer, por exemplo, penou para concretizar em Bright. A dupla de diretores Henry Joost e Ariel Schulman (de outra produção irregular, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nerve-um-jogo-sem-regras/"><em>Nerve: Um Jogo sem Regras</em></a>) tem dificuldade para encontrar personalidade na condução e, não fosse seu ótimo elenco, poderia ter o trabalho completamente comprometido.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13083" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Power, Coisa de Cinéfilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt são escolhas certeiras para seus papeis, o ex-militar de passado trágico e que veste a manta de herói e o policial safo e que tem consciência de que para ter êxito em suas ações precisa em alguns momentos andar fora da linha, respectivamente. Agora, nada supera a revelação Dominique Fishback, que domina a cena como a jovem traficante Robin. Há ainda uma participação interessante de Rodrigo Santoro como um dos cabeças do tráfico que demonstra, mais uma vez, como o ator brasileiro em diversas de suas empreitadas hollywoodianas procura fugir do lugar óbvio de galã.</p>
<p>O maior tropeço de <strong><em>Power</em> </strong>está no seu terceiro ato, quando a trama perde o fio da meada e esquece todas as suas críticas interessantes sobre o poder na sociedade e a opressão para dar vazão a uma ação genérica que, como de praxe em algumas dessas produções, ocorre no cenário mais previsível possível. A partir daí, o longa se contenta em oferecer para o público o básico nesse tipo de narrativa com direito ao uso extensivo de efeitos visuais e a assunção completa do personagem de Jamie Foxx como o grande salvador. Esse recuo, estratégico pois parece que esse tipo de produto mais popular na <em>Netflix</em> tem plena noção do limite que pode cruzar entre a reiteração do cinema de ação e uma maior inventividade, frustra bastante quem capta as interessantes discussões pinceladas na história pelos ótimos diálogos entre os personagens de Foxx e Fishback. Mais um potencial perdido.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Henry Joost, Ariel Schulman<br />
<strong>Elenco:</strong> Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt, Dominique Fishback, Rodrigo Santoro, Courtney B. Vance, Amy Landecker, Kyanna Simone Simpson, Machine Gun Kelly</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4NZhwESwQfk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Nerve &#8211; Um Jogo sem Regras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2016 15:22:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dos filmes em cartaz nos cinemas em 2016, Nerve: Um Jogo sem Regras é o que tem a trama mais atual. No longa, através de um aplicativo chamado Nerve, os personagens entram em um jogo nos moldes &#8220;verdade ou consequência&#8221; (sem a verdade) no qual o usuário opta por ser jogador ou observador e caso escolha a primeira opção terá que cumprir uma série de desafios. A cada empreitada bem-sucedida no game, o jogador tem depositado em sua conta uma considerável quantia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dos filmes em cartaz nos cinemas em 2016, <i>Nerve: Um Jogo sem Regras </i>é o que tem a trama mais atual. No longa, através de um aplicativo chamado Nerve, os personagens entram em um jogo nos moldes &#8220;verdade ou consequência&#8221; (sem a verdade) no qual o usuário opta por ser jogador ou observador e caso escolha a primeira opção terá que cumprir uma série de desafios. A cada empreitada bem-sucedida no <i>game</i>, o jogador tem depositado em sua conta uma considerável quantia em dinheiro e tem a possibilidade de aumentar o número de observadores que acompanham em tempo real a execução  de complicados e arriscados desafios.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O jogo apresentado no filme captura uma jovem fragilizada por traumas familiares e reprimida socialmente chamada Vênus, papel de Emma Roberts (da série <i>American Horror Story</i>), que embarca nos desafios junto com um experiente jogador chamado Ian (papel de Dave Franco, de <i>Vizinhos</i>). Vênus rapidamente consegue ser uma das atrações mais populares dessa espécie de Big Brother da rede. Contudo, a partir do momento em que ela se transforma na pessoa mais observada do Nerve, a jovem também fica mais vulnerável aos riscos que o jogo impõe.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com essa trama, <i>Nerve </i>acaba tratando de temas pertinentes em tempos de <i>Pokémon Go </i>e todo o seu debate sobre a tal &#8220;realidade aumentada&#8221; em uma espécie de <i>1984 </i>com outras variantes. Há no trabalho da dupla Henry Joost e Ariel Schulman, que se preocupam com essa problemática contemporânea desde o documentário <i>Catfish, </i>interessantes <i>insights </i>sobre a ausência de privacidade na rede em contraponto ao total anonimato que propicia a externalização do que existe de pior nos seus usuários. É nesta zona de discussões que <i>Nerve </i>trafega muito bem na maior parte da sua projeção.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6597" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/nerve-mv-3.jpg" alt="nerve-mv-3" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme se apresenta para a plateia como um <i>thriller </i>com &#8220;pegada&#8221; <i>pop</i> para a geração <i>teen</i> e, apesar de situar-se na realidade das múltiplas telas dos celulares e computadores, evita os maneirismos do cinema &#8220;moderninho&#8221; que tem procurado tratar de tais temas e, por vezes, incorpora tropegamente os recursos digitais em sua linguagem cinematográfica. Ao apresentar-se ao público como um suspense corrente, mas conectado com as demandas de um público que pretende alcançar, <i>Nerve </i>consegue ser mais preciso em seus objetivos e tende a mostrar-se ainda mais provocador na medida que todo o conflito envolvendo sua protagonista apresenta complicadores que se sobrepõem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É uma pena que nem tudo em <i>Nerve </i>saia a contento. O roteiro de Jessica Sharzer não consegue criar razões plausíveis e fortes o suficientes para justificar a entrada da sua protagonista no Nerve &#8211; ao menos, o trágico episódio familiar e sua dificuldade de se expressar e socializar, somados a um fora que ela leva no longa, não soam determinantes o bastante para torna-la presa fácil, o filme não faz esse serviço. As coisas se complicam ainda mais na construção dessa personagem quando lá pelas tantas ela é arrebatada por um súbito heroísmo, algo que a fragiliza ainda mais, sobretudo porque o filme não desenvolve com muita precisão um arco de amadurecimento e superação para a mesma. Além disso, também é de se lamentar que Sharzer opte por um desfecho tão luminoso e imaturo, quando o filme ganharia muito mais se mantivesse a sobriedade e o caráter incisivo da sua crítica social, como manteve durante boa parte da projeção. É como se Sharzer sabotasse o seu próprio trabalho, ainda que isso não prejudique a experiência como um todo ou retire os seus méritos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assim, apesar dos pontos falhos, não há como negar que <i>Nerve </i>tem muito a dizer sobre nossos tempos. E o faz com um forte apelo popular, o que o transforma em um filme poderoso, já que o objetivo de obras com esse intuito é mesmo o alcance massivo da sua mensagem. Claro que <i>Nerve </i>poderia ser mais corajoso pois durante boa parte da sua projeção provoca e leva personagens e  público ao limite da tensão, assim como também poderia ter elementos da sua narrativa mais bem amarrados, mas existem momentos de acerto preciso.</p>
<p><strong><a href="http://coisadecinefilo.com.br/assista-a-entrevistas-com-os-diretores-e-com-o-elenco-do-thriller-nerve/">Clique aqui </a>e assista às entrevistas com os diretores e com o elenco do filme</strong></p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bbWcii5DS0A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Assista a entrevistas com os diretores e com o elenco do thriller Nerve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 21:04:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nerve &#8211; Um Jogo sem Regras chega aos cinemas nesta quinta-feira (25) e estreia em meio a toda uma discussão sobre os riscos do excesso de exposição e também do completo anonimato na internet através de uma trama que envolve um perigoso jogo no modelo &#8220;verdade ou consequência&#8221;. Com Emma Roberts ( da série American Horror Story) e Dave Franco (Truque de Mestre), o longa é dirigido pela dupla Henry Joost e Ariel Schulman, do documentário Catfish, que também tinha [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/assista-a-entrevistas-com-os-diretores-e-com-o-elenco-do-thriller-nerve/">Assista a entrevistas com os diretores e com o elenco do thriller Nerve</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Nerve &#8211; Um Jogo sem Regras </em></strong>chega aos cinemas nesta quinta-feira (25) e estreia em meio a toda uma discussão sobre os riscos do excesso de exposição e também do completo anonimato na internet através de uma trama que envolve um perigoso jogo no modelo &#8220;verdade ou consequência&#8221;. Com <strong>Emma Roberts</strong> ( da série <em>American Horror Story</em>) e <strong>Dave Franco</strong> (<em>Truque de Mestre</em>), o longa é dirigido pela dupla <strong>Henry Joost</strong> e <strong>Ariel Schulman</strong>, do documentário <em>Catfish</em>, que também tinha um olhar bastante aguçado e crítico para os riscos dos ambientes virtuais.</p>
<p>Assista abaixo às entrevistas com os diretores e com a dupla protagonista do filme e leia em breve nossa crítica sobre o longa.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/B_wVUmhcXsE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JT_Q-3oWJCo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/assista-a-entrevistas-com-os-diretores-e-com-o-elenco-do-thriller-nerve/">Assista a entrevistas com os diretores e com o elenco do thriller Nerve</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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