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	<title>Arquivos Guy Ritchie - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Guy Ritchie - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Guerra sem Regras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 19:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre o final dos anos 1990 e início dos anos 2000, o cineasta Guy Ritchie seria a pessoa ideal para dirigir um filme como Guerra sem Regras. Notabilizado por filmes de ação arrojados, marcados sobretudo por uma narrativa frenética como Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (1998) e Snatch: Porcos e Diamantes (2000), o realizador seria o profissional dos sonhos para assinar um filme sobre um grupo de oficiais em missão extra-oficial pelo primeiro-ministro Winston Churchill para &#8220;colocar o terror&#8221; em grupos nazistas. Em 2024, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre o final dos anos 1990 e início dos anos 2000, o cineasta Guy Ritchie seria a pessoa ideal para dirigir um filme como <strong><em>Guerra sem Regras</em></strong>. Notabilizado por filmes de ação arrojados, marcados sobretudo por uma narrativa frenética como Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (1998) e Snatch: Porcos e Diamantes (2000), o realizador seria o profissional dos sonhos para assinar um filme sobre um grupo de oficiais em missão extra-oficial pelo primeiro-ministro Winston Churchill para &#8220;colocar o terror&#8221; em grupos nazistas.</p>
<p>Em 2024, Ritchie não parece ser mais aquele cineasta cheio de energia e frescor dos seus primeiros anos. Inserido na lógica industrial de Hollywood, Ritchie acabou neutralizando seu estilo em prol de uma versão mais &#8220;gourmetizada&#8221; do seu cinema. O cineasta até conduz filmes de relativo sucesso com o público e com a crítica como é o caso de Sherlock Holmes e dos recentes O Pacto com Jake Gyllenhaal e Magnatas do Crime, que rendeu até uma série spinoff na Netflix, mas são obras sem personalidade marcante. Alguns desses filmes até aparentam ter alguma assinatura, mas replicam algo que no início dos anos 2000 poderia até ser encarado como singular, mas que hoje já é estabelecido como uma forma de contar histórias no cinema.</p>
<p><strong><em>Guerra sem Regras</em></strong> é mais um desses filmes genéricos do Guy Ritchie. Apelidado informalmente como o Bastardos Inglórios britânico, o longa do diretor é baseado na história do capitão Gus March-Phillipps, que durante a Segunda Guerra Mundial reuniu um grupo altamente preparado a fim de minar as ações dos nazistas na Europa. O elenco da produção tem nomes que são chamariz para a geração dos streamings, como é o caso do seu protagonista Henry Cavill, detentor de uma fanbase muito forte que até hoje lamenta sua saída da série The Witcher (isso para não falar do seu imbróglio com a DC em virtude do Superman), e Alan Ritchson, astro da série Reacher, indo já para sua terceira temporada no Amazon Prime Video.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18589" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-4.png" alt="Guerra sem Regras" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-4.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-4-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-4-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Nada é determinante para salvar <strong><em>Guerra sem Regras</em></strong> da sensação de que ele deriva de um monte de referências e no fundo não diz muito a que veio. Ritchie tenta fazer do filme um longa de ação e espionagem &#8220;moderninho&#8221;, mas que no fundo parece uma imitação de tudo o que já foi feito, só que aqui tudo é replicado com um pouco menos de viço. Não tem ritmo, apesar de aparentar ter; não tem humor, apesar de acreditar que é engraçado. É um longa que engana a si mesmo o tempo todo.</p>
<p>Um dos problemas centrais da produção é requerer do seu elenco um humor que ele não está preparado para imprimir na tela. <strong><em>Guerra sem Regras</em></strong> exige de Henry Cavill algo que ele já demonstrou nas mãos do próprio Ritchie em O Agente da U.N.C.L.E. que não está pronto para entregar: comédia, ou mesmo, uma abordagem mais leve e auto-referencial para sua ação. Cavill não consegue sustentar a ironia britânica que parece peculiar ao Gus March-Phillipps. Ainda é difícil para o ator se desvencilhar da persona polida de lorde inglês saído de uma série qualquer da BBC. Nada contra o ator, mas, mais uma vez, ele é vítima do erro de escalação de Guy Ritchie. Sobre os demais, talvez a atriz Eiza Gonzalez, que interpreta a atriz e espiã Marjorie Stewart, tenha tanto destaque em cena quanto Cavill. Ainda assim, a atriz não consegue oferecer maiores camadas para sua personagem, sustentando sua participação em belos looks, ótimos close-ups e uma apresentação musical que emula a era de ouro do cinema.</p>
<p>É uma pena que um cineasta tão promissor quanto Guy Ritchie não tenha conseguido se reinventar na maturidade, tendo se acomodado na fama de visionário dos primeiros anos da sua carreira. <strong><em>Guerra sem Regras</em></strong> não consegue nem mesmo ser correto como O Pacto, ele é apenas tardio, inseguro sobre a sua personalidade e marcado por um elenco que não acompanha as intenções do seu cineasta.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Guy Ritchie</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Henry Cavill, Alan Ritchson, Alex Pettyfer</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/qsSbWjn5pPI?si=TozSIXcSXHp42-bt" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Aladdin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Aladdin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é o ano das produções da Disney, principalmente no quesito live-action. Temos a grande expectativa por O Rei Leão, que estreia em 18 de julho, e agora é a vez de Aladdin. A animação de 1992 foi o maior sucesso e rendeu milhões em bilheteria. Sendo assim, as crianças daquela época que agora são adultos, tendem a correr para os cinemas para conferir o resultado. A promessa me pareceu animadora desde o começo. Aladdin é um dos longas mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o ano das produções da Disney, principalmente no quesito <em>live-actio</em>n. Temos a grande expectativa por <em>O Rei Leão</em>, que estreia em 18 de julho, e agora é a vez de <em><strong>Aladdin</strong></em>. A animação de 1992 foi o maior sucesso e rendeu milhões em bilheteria. Sendo assim, as crianças daquela época que agora são adultos, tendem a correr para os cinemas para conferir o resultado.</p>
<p>A promessa me pareceu animadora desde o começo. <strong><em>Aladdin</em> </strong>é um dos longas mais simpáticos da Disney, não só pelos personagens carismáticos, como pela história envolvente dos protagonistas e a representatividade deles. Temos amizade, romance, ação, comédia, tudo isso em um único filme. Então, por que não se empolgar pelo <em>live-actio</em>n, não é mesmo?</p>
<p>Para a minha grata surpresa, o resultado é bastante positivo. A começar pela escolha de elenco que foi bem acertada. Mena Massoud (<em>Jack Rya</em>n) interpreta Aladdin e era uma de minhas maiores preocupações. No desenho, o personagem tem aquela pinta de malandro do bem, meio sedutor e gentil ao mesmo tempo. É um tom difícil de alcançar, mas que Massoud conseguiu com maestria. O mesmo podemos dizer de Naomi Scott (<em>Power Rangers</em>), no papel de Jasmine. Ela passeia pela personagem com muita suavidade e naturalidade.</p>
<p>Aliás, todo o elenco está incorporado. A maioria dos atores tem alguma estrada na carreira, mas com papéis secundários e pouco conhecidos. Então é praticamente uma surpresa atrás da outa quando vemos os momentos de cada um. Tudo isso guiado muito bem por Will Smith (<em>Eu Sou a Lenda</em>), que faz o melhor Gênio que poderíamos imaginar. Ele literalmente colocou no bolso toda a polêmica em torno da sua escolha para o personagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10610" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além deste ponto alto do filme com relação ao elenco, temos o universo criado, em cada detalhe. São cores e mais cores, tecidos, decoração, texturas. Tudo pensado para criar o ambiente real de Agrabah, seja no meio do povo ou no palácio. Uma das cenas mais bonitas e divertidas de se ver é a que o Gênio apresenta o Príncipe Ali ao Sultão, dançando e cantando no meio do povo, fazendo uma performance digna de escola de samba.</p>
<p>E sim, temos muita música. Não tinha como ser diferente e era isso que queríamos. O longa original é completamente cantado e com lindas canções originais. Eles mantiveram todo este encanto no filme e ainda acrescentaram algumas poucas músicas para dar um clima mais atual. A cena da música &#8220;O Mundo Ideal&#8221;, em que o casal principal se apaixona cantando no tapete mágico, é primorosa e emocionante.</p>
<p><em><strong>Aladdin</strong> </em>poderia ter mais elementos atuais e que o diferenciassem mais da animação. Até para que ele tivesse uma personalidade própria e não dependesse tanto do primeiro. No entanto, o resultado é tão bom que serve como um acalento ao coração daqueles que curtiam o filme na infância. Sim, é positivo que ele respeite a história do original e seja praticamente igual.</p>
<p>O diretor Guy Ritchie não possuía muita experiência neste tipo de produção, sendo mais voltado para ação. No entanto, ele se livrou de qualquer premissa que tivesse e nos apresentou um trabalho incrível, divertido e simpático. Tudo aquilo que <strong><em>Aladdin</em> </strong>era na animação e continua sendo neste <em>live-action</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Guy Ritchie<br />
<strong>Elenco:</strong> Will Smith, Mena Massoud, Naomi Scott, Marwan Kenzari, Numan Acar, Nasim Pedrad, Navid Negahban</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vPmSpAz1ZIA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Rei Arthur &#8211; A Lenda da Espada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2017 17:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Hunnam]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Jude Law]]></category>
		<category><![CDATA[Rei Arthur: A Lenda da Espada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rei Arthur: A Lenda da Espada é um dos filmes mais estranhos da carreira de Guy Ritchie. Como os longas anteriores do diretor, o título possui diversos elementos que pressupõem um anseio do realizador de fazer a sua trama avançar e tornar atraente para audiências mais jovens histórias de época e que nas mãos de outro realizador provavelmente seriam marcadas por um tempo diferente. No cinema de Guy Ritchie, que vai desde os cultuados Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Rei Arthur: A Lenda da Espada </i>é um dos filmes mais estranhos da carreira de Guy Ritchie. Como os longas anteriores do diretor, o título possui diversos elementos que pressupõem um anseio do realizador de fazer a sua trama avançar e tornar atraente para audiências mais jovens histórias de época e que nas mãos de outro realizador provavelmente seriam marcadas por um tempo diferente. No cinema de Guy Ritchie, que vai desde os cultuados <i>Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes </i>e <i>Snatch: Porcos e Diamantes </i>e títulos comerciais como <i>Sherlock Holmes</i> e <i>O Agente da U.N.C.L.E.</i>, a montagem marcada por cortes rápidos, diálogos acelerados, flashbacks constantes que visam explicar determinados movimentos dos personagens imperceptíveis ao espectador e a trilha sonora cuidadosamente selecionada por propositalmente destoar de escolhas naturais para a trama costumam fazer a história caminhar. <i>Rei Arthur: A Lenda da Espada</i> é marcado por tudo isso, porém, no lugar de fazer algum serviço à emperram, esses elementos a emperram e não trazem para o espectador uma experiência minimamente prazerosa na sala de cinema.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme basicamente trata da história de Arthur (Charlie Hunnam, de <i>Círculo de Fogo</i>) antes de assumir o trono e tem como enfoque central sua rixa com seu tio Vortigen (Jude Law) que traiu o irmão quando o protagonista da história ainda era criança. Em linhas gerais, <i>Rei Arthur: A Lenda da Espada </i>é esse retorno do personagem-título para tomar o que é seu direito e trata da influência de elementos místicos nesse processo, o principal deles é a famosa espada Excalibur.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7651" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/05/reiarthur_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O maior problema de <i>Rei Arthur </i>está na maneira como Guy Ritchie estrutura o seu filme. Em uma hora de projeção o longa é tomado por inúmeros <i>flashbacks </i>que retomam a morte do pai do protagonista e as questões relativas à espada de modo que no &#8220;miolo&#8221; do filme, que naturalmente poderia ser destinado a desenvolver acontecimentos e conflitos na órbita do personagem principal da história, o público ainda é surpreendido por explicações de situações prévias. Tudo isso faz com que o encaminhamento do mote central do filme seja brecado por um longo e interminável prólogo. Passagens centrais para a construção de uma empatia do espectador com a trajetória do herói, como sua infância difícil, por exemplo, é contada de maneira tão apressada por uma edição &#8220;clipeira&#8221; que acaba prejudicando a relação do público com o personagem principal da história, fazendo com que a interpretação propositalmente &#8220;marrenta&#8221; de Hunnam para Arthur deponha contra a trama e não a favor da mesma.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não acredito que recontar histórias sejam desnecessárias e é curioso perceber como o teatro recepciona melhor reinterpretações de tramas já contadas que o cinema, um campo que ainda estigmatiza <i>remakes</i>, versões etc., sobretudo quando abordamos grandes <i>blockbusters</i>. O problema de <i>Rei Arthur </i>é que a junção dessa história com os atributos do cinema de Guy Ritchie não estão à serviço de uma boa experiência para o espectador. Com todos os seus recursos &#8220;moderninhos&#8221;, o realizador, que sempre entregou obras no mínimo agradáveis, torna o ato de assistir esse título extremamente maçante.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iUJXje976RM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<item>
		<title>Crítica: O Agente da U.N.C.L.E.</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-agente-da-u-n-c-l-e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 22:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vinkander]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Grant]]></category>
		<category><![CDATA[O Agente da U.N.C.L.E.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Até chegar aos cinemas, O Agente da U.N.C.L.E. teve uma trajetória tortuosa. O filme baseado na  série homônima de TV dos anos 60 quase foi protagonizado por atores como Tom Cruise, George Clooney e Channing Tatum. O projeto esteve por anos nas mãos de Steven Soderbergh, que logo saiu da direção para seguir com a sua &#8220;aposentadoria&#8221; do cinema e deixou a cadeira vaga para Guy Ritchie. Com a saída de Soderbergh, a escalação do elenco ganhou novos rumos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3422" aria-describedby="caption-attachment-3422" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/pegasus_LARGE_t_1581_106482189.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-3422 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/pegasus_LARGE_t_1581_106482189-620x335.jpeg" alt="pegasus_LARGE_t_1581_106482189" width="620" height="335" /></a><figcaption id="caption-attachment-3422" class="wp-caption-text">Trio: Da esquerda para a direita, Armie Hammer, Alicia Vinkander e Henry Cavill são o centro da história do filme</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até chegar aos cinemas, <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>teve uma trajetória tortuosa. O filme baseado na  série homônima de TV dos anos 60 quase foi protagonizado por atores como Tom Cruise, George Clooney e Channing Tatum. O projeto esteve por anos nas mãos de Steven Soderbergh, que logo saiu da direção para seguir com a sua &#8220;aposentadoria&#8221; do cinema e deixou a cadeira vaga para Guy Ritchie. Com a saída de Soderbergh, a escalação do elenco ganhou novos rumos e Ritchie escolheu Henry Cavill (o Superman de <i>O Homem de Aço</i>) e Armie Hammer (de <i>O Cavaleiro Solitário </i>e <i>A Rede Social</i>), para interpretarem os agentes Napoleon Solo da CIA e Illya Kuryakin da KGB, respectivamente.</p>
<p>Esta trajetória cheia de reviravoltas de <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>poderia ter um desfecho mais feliz não fosse a gélida recepção do filme nos EUA. A crítica oscilou entre a reprovação e a indiferença e o público não foi assistir ao longa no seu final de semana de estreia, fazendo-o amargar o terceiro lugar nas bilheterias. Uma pena pois o resultado não é tão catastrófico assim.</p>
<figure id="attachment_3423" aria-describedby="caption-attachment-3423" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/03-the-man-from-u-n-c-l-e-armie-hammer-henry-cavill.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3423 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/03-the-man-from-u-n-c-l-e-armie-hammer-henry-cavill-620x367.jpg" alt="XXX MAN UNCLE MOV JY 1187 .JPG A ENT" width="620" height="367" /></a><figcaption id="caption-attachment-3423" class="wp-caption-text">Desarmônico: Falta um pouco de química na dupla principal</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>tem como centro da sua narrativa o ódio mortal entre os agentes Napoleon Solo (da CIA, EUA) e Illya Kuryakin (KGB, União Soviética) em plena Guerra Fria. Os dois acabam sendo obrigados a unirem forças para combaterem uma organização que tem o intuito de desenvolver armamentos nucleares. A improvável união acaba fazendo com que seja criada uma nova organização, a U.N.C.L.E..</p>
<p>Sob a enérgica e vibrante direção de Guy Ritchie, <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>adapta a estrutura e a abordagem dos filmes de espionagem dos anos 60 ao estilo &#8220;moderninho&#8221; do realizador. O longa está longe de ter o <i>aproach </i>sisudo e sombrio dos filmes do <i>007 </i>mais recentes e está mais próximo de um descompromisso que era a marca dos longas do seu gênero. Ao formato, Ritchie injeta a sua montagem clipeira e sua vocação para escolher trilhas sonoras certeiras, ambientando a trama no espírito da época através de artistas como Nina Simone,  Ennio Morricone e até o brasileiro Tom Zé (!), o que faz com que o filme seja muito charmoso.</p>
<figure id="attachment_3424" aria-describedby="caption-attachment-3424" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/cavill-debicki-man-from-uncle.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3424 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/cavill-debicki-man-from-uncle-620x349.jpg" alt="cavill-debicki-man-from-uncle" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3424" class="wp-caption-text">Charme: Direção e trilha que o transformam filme em uma experiência bem agradável</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ponto fraco do longa talvez seja o desnivelamento dos desempenhos dos seus dois protagonistas. Enquanto temos um Armie Hammer muito interessante na pele do explosivo e anti-social Illya, Henry Cavill não se acerta como o cafajeste <i>bon vivant </i>Napoleon. Por esse motivo fica tão evidente a falta de encaixe entre os dois atores na tela, Cavill parece não acompanhar o <i>timing </i>cômico de Hammer e aquele que poderia ser o elemento responsável por dar uma maior consistência à narrativa parece nunca estar presente. Completam o elenco, Alicia Vinkander (ótima na pele de Gaby, a dúbia protegida da dupla de agentes), Elizabeth Debicki (que surge igualzinha ao seu desempenho em <i>O Grande Gatsby</i>) e Hugh Grant (razoável como um personagem que poderia ser aproveitado em sequências que, pelo rumo da recepção do filme, podem não acontecer).</p>
<p><i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>não merece o destino que anda tendo. É <i>old fashioned</i>, mas também é muito contemporâneo, trabalhando com uma variação interessante do seu gênero. É claro que existem determinados elementos que o enfraquecem como a desajustada interpretação de Henry Cavill, uma certa displicência do roteiro com alguns dos seus personagens e a sua excessiva duração, mas é um filme de espionagem divertido e que se sustenta graças à direção sempre eficiente de Guy Ritchie. <i> </i></p>
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		<title>Boletim de Notícias: 07 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 22:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Rachel McAdams e Chris Pine em projetos da Marvel e da DC  Escalações de elenco para os próximos filmes da Marvel e da DC/Warner estão tomando conta dos sites de notícia nesse início da semana. A Marvel pretende chamar a atriz Rachel McAdams (True Detective) para viver a principal personagem feminina de &#8220;Doutor Estranho&#8221;, protagonizado por Benedict Cumberbatch e com Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton no elenco. Já a DC está interessada em chamar o ator Chris Pine para [&#8230;]</p>
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<p><strong>Rachel McAdams e Chris Pine em projetos da Marvel e da DC </strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3089" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide.jpg" alt="2015_minions_movie-wide" width="594" height="387" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide.jpg 594w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide-260x170.jpg 260w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p>Escalações de elenco para os próximos filmes da Marvel e da DC/Warner estão tomando conta dos sites de notícia nesse início da semana. A Marvel pretende chamar a atriz Rachel McAdams (True Detective) para viver a principal personagem feminina de &#8220;Doutor Estranho&#8221;, protagonizado por Benedict Cumberbatch e com Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton no elenco. Já a DC está interessada em chamar o ator Chris Pine para interpretar o interesse amoroso da Mulher-Maravilha no filme-solo da heroína ou o próximo Lanterna Verde.</p>
<p><strong>Henry Cavill e Armie Hammer vêm para o Brasil </strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3090" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg" alt="Armie Hammer, Henry Cavill" width="512" height="342" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg 512w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a></p>
<p>Os atores Henry Cavill (O Homem de Aço) e Armie Hammer (O Cavaleiro Solitario) devem chegar ao Brasil em agosto para divulgar &#8220;O Agente da UNCLE&#8221;, longa de espionagem de Guy Ritchie que os dois protagonizam. O filme estreia em setembro no Brasil.</p>
<p><strong>Sonia Braga protagonizará novo filme do diretor de <em>O Som ao Redor</em></strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/son2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3091" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/son2-620x388.jpg" alt="son2" width="620" height="388" /></a></p>
<p>O diretor Klebber Mendonça Filho (O Som ao Redor) acaba de oficializar em sua conta pessoal do Facebook que a atriz <strong>Sonia Braga</strong> será a protagonista do seu próximo longa, <em>Aquarius. </em>Há muitos anos Braga está afastada dos cinema brasileiro, este será o retorno da atriz que fez a seguinte declaração sobre a oportunidade de trabalhar com o diretor: &#8220;Quando li Aquarius, tive que parar para respirar. Sim, respirar e entender que era real. Que era um roteiro do Kleber Mendonça e que ele estava me oferecendo para participar. Pareceu de cara um sonho: uma personagem íntegra, da minha idade, com meus sonhos, com os meus sonhados filhos e família. Quis logo viver esta mulher. As palavras do roteiro pareciam que ja tinham andado na minha boca. Quando assisti a O Som ao Redor, entendi logo que tinha que parar, respirar, voar, para entrar no universo incrível e magnificamente estranho do Kleber. Me vi, me senti nele. Sei que a viagem em Aquarius será um mergulho num profundo mar azul, infinito e misterioso, mas simples. Um mergulho nos meus mais profundos sonhos e desejos. Mas, principal e finalmente, a volta e um mergulho na minha língua mãe, que me acolheu sempre tão carinhosamente. Kleber me escolheu e eu fico muito agradecida que um grande cineasta como ele me veja assim, dentro deste universo estranhamente desnivelado , mas com linhas paralelas, que só os artistas colocam no infinito&#8221;.</p>
<p><strong>Filme solo de Han Solo já está em desenvolvimento na Disney</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/HanSolo031612.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3092" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/HanSolo031612-620x348.jpg" alt="HanSolo031612" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Como já anunciado, a Disney não pretende lançar apenas uma nova trilogia para a saga <em>Star Wars</em>, cujo primeiro episódio <em>Star Wars &#8211; Episódio VII: O Despertar da Força </em>deve chegar aos cinemas no fim de 2015, mas também vários <em>spin-offs </em>com personagens importantes da franquia. Um desses filmes que já está em desenvolvimento trará Han Solo (Harrison Ford), em sua versão mais jovem e suas aventuras anteriores aos longas da trilogia da década de 80. Os diretores já foram escolhidos, Christopher Miller e Phil Lord, da série <em>Anjos da Lei </em>e da animação <em>Uma Aventura Lego</em>. Resta encontrar o ator que dará vida ao personagem em sua versão mais jovem.</p>
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