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	<title>Arquivos Gustavo Vinagre - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Gustavo Vinagre - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>15º Olhar de Cinema: A paixão segundo GHB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 00:57:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Vinícius Couto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem acompanha a trajetória do diretor Gustavo Vinagre (Vil, Má) sabe como o artista é capaz de trabalhar com a fantasia e a intimidade. Entre questões que envolvem sexualidade e desejo, Vinagre também convoca em seu trabalho importantes menções ou discussões sobre HIV e ISTs. A rosa azul de Novalis e Três Tigres Tigres são exemplos de como o artista trata do assunto e de formas distintas. Em A Paixão segundo GHB, ao lado de Vinícius Couto, esse universo ganha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha a trajetória do diretor Gustavo Vinagre (<em>Vil, Má</em>) sabe como o artista é capaz de trabalhar com a fantasia e a intimidade.</p>
<p>Entre questões que envolvem sexualidade e desejo, Vinagre também convoca em seu trabalho importantes menções ou discussões sobre HIV e ISTs.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><em>A rosa azul de Novalis</em> e <em>Três Tigres Tigres</em> são exemplos de como o artista trata do assunto e de formas distintas.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> Em <em>A Paixão segundo GHB</em>, ao lado de Vinícius Couto, esse universo ganha uma extrapolação, autoconsciência e de como saber se expor.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">GHB avança não apenas as discussões que interessam Vinagre, mas convoca o próprio Couto para a cena. Nela, ele se mostra em verborragia, tônus corporal e reflexões profunda.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Assim, neste longa-metragem existe uma</span> consciência do que precisa ser mostrado na contemporaneidade. Outro elemento que traz essa vivacidade carnal é a crueza das imagens.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Independentemente do motivo ser orçamentário ou não, existe uma estética aqui que parede explorar essa identidade do íntimo.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> Essa característica não é nova no trabalho de Vinagre, mas é instigante observar como ela se encontra com o trabalho de Couto. Quem assiste se sente mais próximo daquela realidade, por ser em um único espaço.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">Ainda mais quando esse lugar é um apartamento. Porque essa lógica de filmar neste local convoca uma sobreposição de conforto com sufocamento.</p>
<p style="font-weight: 400;">Existe a imobilidade física da narrativa, porque quando elas estão dentro de um lugar fechado, as suas personagens são convidadas a lidar com essa permanência, seja pela tensão ou pelo relaxamento.</p>
<p style="font-weight: 400;">É esse espaço fechado que coloca o espectador no lugar mais íntimo das pessoas, que é uma casa. Entre quatro paredes, a personagem principal pode se mostrar, pode se desnudar, inclusive, literalmente.</p>
<p style="font-weight: 400;">E é nessa mescla de angústia de um local só e de corpos nus, que<em> A Paixão Segundo GHB</em> acontece. Dentro de toda essa crueza, há também a camada da fantasia, seja contextual ou de escolha de encenação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na história, existe o uso constante de drogas. No entanto, os artistas em cena apenas fingem que estão fazendo uso das substâncias, sem nenhum utensílio. Eles fisicalizam os objetos.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Só essa forma de lidar com os objetos imaginários em cena já é bem impressionante. O uso das drogas ficam ainda mais críveis pelas atuações do elenco, que realmente parece entorpecido.</span></p>
<p>Essa surpresa não é óbvia, porque a atmosfera naturalista é intensa e como os toques sexuais são bem explícitos, há uma mescla forte do ficcional com o não ficcional.</p>
<p>Assim, quando o quarteto do enredo finge segurar um canudo que não existe e beber um líquido que não existe, enquanto se estimula sexualmente de forma gráfica, a mente da plateia dá um nó.</p>
<p>O impacto da mistura entre o explícito com o faz de conta gera uma camada de complexidade inesperada.</p>
<p>Enquanto quem assiste procura compreender o que sente com essa dicotomia, a reflexão sobre o tema se instala. Dentro de toda essa lógica, a crueza orçamentária se torna linguagem e adiciona mais uma dose de realismo.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Um outro exemplo sobre essa junção de real e imaginário é a presença de GH, como uma espécie de amiga do protagonista. Como o título do longa deixa bem nítido, o filme é inspirado na obra quase homônima de  Clarice Lispector.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Esse paralelo intensifica essa dualidade de da personagem central, Matias (Couto). </span><span style="font-weight: 400;">Desta maneira, a obra consegue deixar o público conectado tanto pelo talento dos atores em cena, como pela mise-en-scène.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, existe mais um aspecto bem sucedido. </span><span style="font-weight: 400;">Há aqui uma crítica negativa pungente ao uso de drogas. Dentro do discurso de quase toda a projeção isso é sutil, porém neste desfecho isso muda.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Essa </span>quebra é um jogo ainda mais forte com a com a dinâmica da ficcionalidade da produção. O longa se transforma em documentário, por alguns instantes, e insere o depoimento de Jessé.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, a plateia se depara com trechos da própria fruição do rapaz de <em>A Paixão Segundo GHB</em>. Em seguida, vem o relato dele.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Nos primeiros dez segundos de depoimento, pode parecer que a obra entregou os pontos e cedeu para a obviedade. </span><span style="font-weight: 400;">Mas, aos poucos, é possível notar como essa reviravolta da narrativa é fundamental.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O depoimento de Jessé é visceral e verdadeiro e corta quaisquer resquícios de apelo ao uso indiscriminado de drogas. </span><span style="font-weight: 400;">Através do corte com a fantasia e o poético do primeiro desfecho da narrativa, a violência da dependência química se torna palpável com a chegada de Jessé. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Desta maneira, <em>A Paixão segundo GHB</em> é uma obra redonda e relevante, que conecta que assiste com ela, do inicio ao fim.</span></p>
<p><strong>Direção</strong>: Vinícius Couto e Gustavo Vinagre</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Vinícius Couto, Igor Mo, Rodrigo Campos</p>
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		<title>Festival Ecrã: Desaprender a Dormir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 13:42:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mesclando os sentimentos humanos mais internos e sensíveis versus os externos e carnais, Gustavo Vinagre (Vil, má) traz uma nova produção, que extrapola a sua própria linguagem costumeira. Se tem algo constante em sua obra é o relato. Investigar a figura humana em sua crueza e espontaneidade parece ser o seu desejo como cineasta e seus filmes transmitem justamente isto. Aqui, ele chega ainda mais incisivo nesta estilística, em um longa-metragem rodado na pandemia, dentro de sua casa, aparentemente. Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesclando os sentimentos humanos mais internos e sensíveis versus os externos e carnais, Gustavo Vinagre (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/xvi-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-vil-ma/"><em>Vil, má</em></a>) traz uma nova produção, que extrapola a sua própria linguagem costumeira. Se tem algo constante em sua obra é o relato. Investigar a figura humana em sua crueza e espontaneidade parece ser o seu desejo como cineasta e seus filmes transmitem justamente isto. Aqui, ele chega ainda mais incisivo nesta estilística, em um longa-metragem rodado na pandemia, dentro de sua casa, aparentemente. Em <strong><em>Desaprender a Dormir</em></strong>, Vinagre também é intérprete e contracena com seu parceiro, Caetano Gotardo (<em>Você nos queima</em>).</p>
<p>Os dois dão vida a um casal, José (Vinagre) e Flávio (Gotardo). A dupla vive um sentimento de anestesia e a relação está desgastada. Para além da dinâmica deles, ainda há uma narrativa, quase paralela, sobre a dificuldade para conseguir dormir – daí o título. Entre relatos de personagens insones, dois homens que fazem vídeos para internet analisando a falta sono de algumas pessoas, a trama deixa uma impressão de que deseja dizer muita coisa. No entanto, apesar de apresentar uma intenção louvável – a de discutir emoções complexas dos seres humanos, suas aflições, vontades intensas escondidas etc –, há uma ausência de habilidade em desenvolver apropriadamente o seu enredo.</p>
<p>Há uma repetição na história, um ciclo vicioso, que não chega em algum lugar específico, senão para o ponto zero. As sequências são semelhantes, o que precisa ser dito é passado logo nos primeiros minutos e resta uma sensação de deja vu no segundo e terceiro atos de <strong><em>Desaprender a Dormir</em></strong>. A ordem das cenas ainda é a mesma, provocando uma previsibilidade, que leva ao tédio. Fomentado por isso, existe um tom evocativo e uma fala confessional que incomoda, não por eles em si, mas pela artificialidade como são proferidos. Abrir-se para a câmera e contar sobre si é uma marca da produção de Vinagre, mas a organicidade se perdeu aqui.</p>
<p>Talvez, seja pela falta de motivação das personagens. As coadjuvantes, que surgem como essas pessoas que procuram ajuda de Hypnus (Carlos Escher) para conseguir dormir, apresentam um corpo cotidiano e demasiado informal , o que pode ter contribuído para esta aparência de improvisação não tão organizada. Os atores estão soltos e demonstram, que não estão tão ambientados com o projeto no geral. Já José e Flávio quase chegam a ter papéis um tanto complexificados. Contudo, assim como o longa, como um todo, eles ficam truncados, nesta espécie de Dia da Marmota, no qual as ações mudam, porém as situações são quase idênticas. Ainda existe uma questão complicada aqui. Quando se aproxima do seu desfecho, a premissa paralela é deixada de lado, não há uma finalização estabelecida para Hypnus e seus consulentes, o que eleva a desconexão entre os dois plots.</p>
<p>Ainda assim, é possível salientar um cuidado de Vinagre e sua pequena (em números) equipe pandêmica em <strong><em>Desaprender a Dormir</em></strong>. A decupagem revela toda a paralisia e o vazio de José e Flávio, bem como detalhes do que desperta o interesse sexual deles. A cumplicidade e entrega dos intérpretes, juntamente com a fotografia de Rafael Rudolf (<em>A Rosa Azul de Novalis</em>), trazem momentos imageticamente significativos para o filme, como na cena de sexo entre José e Nivaldo (Rudolf). Pensando no resultado completo, pode-se dizer que é entendível o que o projeto quer transmitir. Mas, e é difícil dizer isto, talvez, se este fosse um curta-metragem, o seu impacto cresceria, pois algumas recorrências poderiam ser evitadas, deixando o discurso mais direto e efetivo.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Gustavo Vinagre</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Gustavo Vinagre, Caetano Gotardo, Rafael Rudolf</p>
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		<title>XVI Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Vil, Má</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 22:15:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando a sua tradição de trazer documentários focados em uma única personagem central – como em Lembro mais dos Corvos e Rosa Azul de Novalis – , Gustavo Vinagre agora conta a história de Edivina Ribeiro, também chamada de Wilma Azevedo, seu pseudônimo, em Vil, Má. Jornalista e escritora, Edivina ficou conhecida por suas publicações de histórias eróticas, vinculadas desde os anos 1970. Com 74 anos, na época em que o filme foi rodado (2014), ela conta um pouco de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a sua tradição de trazer documentários focados em uma única personagem central – como em Lembro mais dos Corvos e Rosa Azul de Novalis – , Gustavo Vinagre agora conta a história de Edivina Ribeiro, também chamada de Wilma Azevedo, seu pseudônimo, em <em><strong>Vil, Má</strong></em>. Jornalista e escritora, Edivina ficou conhecida por suas publicações de histórias eróticas, vinculadas desde os anos 1970. Com 74 anos, na época em que o filme foi rodado (2014), ela conta um pouco de sua trajetória, tanto sobre sua vida pessoal como profissional.</p>
<p>Em uma mescla entre realidade e ficção, Vinagre nos convida a olhar para essa mulher, para seus dramas, polêmicas, fortalezas e fragilidades. De maneira um tanto simples, as memórias de Edivina/Wilma se tornam palpáveis para o espectador. Os recursos evocados podem não ser tão inventivos, como se é esperado do realizador, mas eficazes, no geral. A figura central da obra é vista, majoritariamente, sentada, em uma cadeira pomposa, em um ambiente com elementos dourados e parede rosa. Esta estratégia de ser enxuto em sua forma funciona até certo ponto. Há, aqui, uma garantia de imersão com a trama, pois o foco fica sendo inteiramente dela.</p>
<p>Dentro da sua fala, Edivina/Wilma conta relatos tão pesados em uma voz tão tranquila, que, de fato, os quadros parados e fixos nela, são quase uma apresentação de falta de escapatória do que está sendo contado. Sem fugas para outros elementos, não há alívios, em boa parte da projeção. Neste sentido, há um contraponto observado nisto. As informações, em toda sua intensidade, podem tornar a exibição cansativa e até repetitiva. A falta de respiro dilui a força em alguns momentos, como quando o longa traz uma espécie de reset e pontos específicos do enredo são convocados outra vez. Neste retorno, a reiteração acrescenta menos à <em><strong>Vil, Má</strong></em> do que colabora.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13832" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Vil, Má" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Há uma sensação de ausência de certeza sobre as motivações das escolhas, ainda que estas sejam conscientes. É curioso observar como o fator que marca a produção é tanto o seu elemento de maior qualidade, quanto de maior incomodo. O foco em Edivina/Wilma, o tempo de tela com o olhar voltado para ela, as idas e vindas da narrativa, prendem a atenção e a fazem escapar. No entanto, neste contexto, ainda exista uma busca para imprimir uma complexidade ali. Isto se dá a partir da presença da atriz Juliane Elting, como Wanda.</p>
<p>Elting vem para ler trechos dos contos de Wilma. Ela chega também para cumprir um papel de pessoa comandada por Wilma, em alguns trechos. Esta participação contribui para deixar transparecer mais amplamente traços da personalidade de Edivina/Wilma. Os comandos dados por ela para Elting – e até mesmo para a direção – fomentam a construção do imaginário desta mulher, do que ela foi e nunca deixou de ser. Além disso, é o que traz o mínimo de relaxamento para a projeção, em seus 90 minutos.</p>
<p>No geral, pode-se dizer que <strong><em>Vil, Má</em></strong> merece ser visto. Valendo-se da força de sua protagonista, ele captura o desejo de quem assiste de acompanhar o desenvolvimento do que está sendo mostrado. Ainda que apresente quedas e pouca engenhosidade, descobrir mais sobre Edivina Ribeiro e procurar desvendar onde está a fantasia e a realidade na obra cativam e encantam o público.</p>
<p><strong>Diretor</strong>: Gustavo Vinagre</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Edivina Ribeiro, Juliane Elting</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iizBKmKfV-g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Confira nossas críticas de festivais <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/festival/"><em><strong>aqui</strong></em></a>!</p>
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