<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Gustavo Vinagre - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/gustavo-vinagre/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/gustavo-vinagre/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 09 Sep 2023 00:17:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Gustavo Vinagre - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/gustavo-vinagre/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Festival Ecrã: Desaprender a Dormir</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/festival-ecra-desaprender-a-dormir/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/festival-ecra-desaprender-a-dormir/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 13:42:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desaprender a Dormir]]></category>
		<category><![CDATA[Fesival Ecrã]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Vinagre]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14327</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mesclando os sentimentos humanos mais internos e sensíveis versus os externos e carnais, Gustavo Vinagre (Vil, má) traz uma nova produção, que extrapola a sua própria linguagem costumeira. Se tem algo constante em sua obra é o relato. Investigar a figura humana em sua crueza e espontaneidade parece ser o seu desejo como cineasta e seus filmes transmitem justamente isto. Aqui, ele chega ainda mais incisivo nesta estilística, em um longa-metragem rodado na pandemia, dentro de sua casa, aparentemente. Em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-ecra-desaprender-a-dormir/">Festival Ecrã: Desaprender a Dormir</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesclando os sentimentos humanos mais internos e sensíveis versus os externos e carnais, Gustavo Vinagre (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/xvi-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-vil-ma/"><em>Vil, má</em></a>) traz uma nova produção, que extrapola a sua própria linguagem costumeira. Se tem algo constante em sua obra é o relato. Investigar a figura humana em sua crueza e espontaneidade parece ser o seu desejo como cineasta e seus filmes transmitem justamente isto. Aqui, ele chega ainda mais incisivo nesta estilística, em um longa-metragem rodado na pandemia, dentro de sua casa, aparentemente. Em <strong><em>Desaprender a Dormir</em></strong>, Vinagre também é intérprete e contracena com seu parceiro, Caetano Gotardo (<em>Você nos queima</em>).</p>
<p>Os dois dão vida a um casal, José (Vinagre) e Flávio (Gotardo). A dupla vive um sentimento de anestesia e a relação está desgastada. Para além da dinâmica deles, ainda há uma narrativa, quase paralela, sobre a dificuldade para conseguir dormir – daí o título. Entre relatos de personagens insones, dois homens que fazem vídeos para internet analisando a falta sono de algumas pessoas, a trama deixa uma impressão de que deseja dizer muita coisa. No entanto, apesar de apresentar uma intenção louvável – a de discutir emoções complexas dos seres humanos, suas aflições, vontades intensas escondidas etc –, há uma ausência de habilidade em desenvolver apropriadamente o seu enredo.</p>
<p>Há uma repetição na história, um ciclo vicioso, que não chega em algum lugar específico, senão para o ponto zero. As sequências são semelhantes, o que precisa ser dito é passado logo nos primeiros minutos e resta uma sensação de deja vu no segundo e terceiro atos de <strong><em>Desaprender a Dormir</em></strong>. A ordem das cenas ainda é a mesma, provocando uma previsibilidade, que leva ao tédio. Fomentado por isso, existe um tom evocativo e uma fala confessional que incomoda, não por eles em si, mas pela artificialidade como são proferidos. Abrir-se para a câmera e contar sobre si é uma marca da produção de Vinagre, mas a organicidade se perdeu aqui.</p>
<p>Talvez, seja pela falta de motivação das personagens. As coadjuvantes, que surgem como essas pessoas que procuram ajuda de Hypnus (Carlos Escher) para conseguir dormir, apresentam um corpo cotidiano e demasiado informal , o que pode ter contribuído para esta aparência de improvisação não tão organizada. Os atores estão soltos e demonstram, que não estão tão ambientados com o projeto no geral. Já José e Flávio quase chegam a ter papéis um tanto complexificados. Contudo, assim como o longa, como um todo, eles ficam truncados, nesta espécie de Dia da Marmota, no qual as ações mudam, porém as situações são quase idênticas. Ainda existe uma questão complicada aqui. Quando se aproxima do seu desfecho, a premissa paralela é deixada de lado, não há uma finalização estabelecida para Hypnus e seus consulentes, o que eleva a desconexão entre os dois plots.</p>
<p>Ainda assim, é possível salientar um cuidado de Vinagre e sua pequena (em números) equipe pandêmica em <strong><em>Desaprender a Dormir</em></strong>. A decupagem revela toda a paralisia e o vazio de José e Flávio, bem como detalhes do que desperta o interesse sexual deles. A cumplicidade e entrega dos intérpretes, juntamente com a fotografia de Rafael Rudolf (<em>A Rosa Azul de Novalis</em>), trazem momentos imageticamente significativos para o filme, como na cena de sexo entre José e Nivaldo (Rudolf). Pensando no resultado completo, pode-se dizer que é entendível o que o projeto quer transmitir. Mas, e é difícil dizer isto, talvez, se este fosse um curta-metragem, o seu impacto cresceria, pois algumas recorrências poderiam ser evitadas, deixando o discurso mais direto e efetivo.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Gustavo Vinagre</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Gustavo Vinagre, Caetano Gotardo, Rafael Rudolf</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-ecra-desaprender-a-dormir/">Festival Ecrã: Desaprender a Dormir</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/festival-ecra-desaprender-a-dormir/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>XVI Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Vil, Má</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/xvi-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-vil-ma/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/xvi-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-vil-ma/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 22:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Edivina Riveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Vinagre]]></category>
		<category><![CDATA[Juliane Elting]]></category>
		<category><![CDATA[Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[Vil Má]]></category>
		<category><![CDATA[Wilma Azevedo]]></category>
		<category><![CDATA[XVI Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13818</guid>

					<description><![CDATA[<p>Continuando a sua tradição de trazer documentários focados em uma única personagem central – como em Lembro mais dos Corvos e Rosa Azul de Novalis – , Gustavo Vinagre agora conta a história de Edivina Ribeiro, também chamada de Wilma Azevedo, seu pseudônimo, em Vil, Má. Jornalista e escritora, Edivina ficou conhecida por suas publicações de histórias eróticas, vinculadas desde os anos 1970. Com 74 anos, na época em que o filme foi rodado (2014), ela conta um pouco de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xvi-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-vil-ma/">XVI Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Vil, Má</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a sua tradição de trazer documentários focados em uma única personagem central – como em Lembro mais dos Corvos e Rosa Azul de Novalis – , Gustavo Vinagre agora conta a história de Edivina Ribeiro, também chamada de Wilma Azevedo, seu pseudônimo, em <em><strong>Vil, Má</strong></em>. Jornalista e escritora, Edivina ficou conhecida por suas publicações de histórias eróticas, vinculadas desde os anos 1970. Com 74 anos, na época em que o filme foi rodado (2014), ela conta um pouco de sua trajetória, tanto sobre sua vida pessoal como profissional.</p>
<p>Em uma mescla entre realidade e ficção, Vinagre nos convida a olhar para essa mulher, para seus dramas, polêmicas, fortalezas e fragilidades. De maneira um tanto simples, as memórias de Edivina/Wilma se tornam palpáveis para o espectador. Os recursos evocados podem não ser tão inventivos, como se é esperado do realizador, mas eficazes, no geral. A figura central da obra é vista, majoritariamente, sentada, em uma cadeira pomposa, em um ambiente com elementos dourados e parede rosa. Esta estratégia de ser enxuto em sua forma funciona até certo ponto. Há, aqui, uma garantia de imersão com a trama, pois o foco fica sendo inteiramente dela.</p>
<p>Dentro da sua fala, Edivina/Wilma conta relatos tão pesados em uma voz tão tranquila, que, de fato, os quadros parados e fixos nela, são quase uma apresentação de falta de escapatória do que está sendo contado. Sem fugas para outros elementos, não há alívios, em boa parte da projeção. Neste sentido, há um contraponto observado nisto. As informações, em toda sua intensidade, podem tornar a exibição cansativa e até repetitiva. A falta de respiro dilui a força em alguns momentos, como quando o longa traz uma espécie de reset e pontos específicos do enredo são convocados outra vez. Neste retorno, a reiteração acrescenta menos à <em><strong>Vil, Má</strong></em> do que colabora.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13832" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Vil, Má" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2651941.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Há uma sensação de ausência de certeza sobre as motivações das escolhas, ainda que estas sejam conscientes. É curioso observar como o fator que marca a produção é tanto o seu elemento de maior qualidade, quanto de maior incomodo. O foco em Edivina/Wilma, o tempo de tela com o olhar voltado para ela, as idas e vindas da narrativa, prendem a atenção e a fazem escapar. No entanto, neste contexto, ainda exista uma busca para imprimir uma complexidade ali. Isto se dá a partir da presença da atriz Juliane Elting, como Wanda.</p>
<p>Elting vem para ler trechos dos contos de Wilma. Ela chega também para cumprir um papel de pessoa comandada por Wilma, em alguns trechos. Esta participação contribui para deixar transparecer mais amplamente traços da personalidade de Edivina/Wilma. Os comandos dados por ela para Elting – e até mesmo para a direção – fomentam a construção do imaginário desta mulher, do que ela foi e nunca deixou de ser. Além disso, é o que traz o mínimo de relaxamento para a projeção, em seus 90 minutos.</p>
<p>No geral, pode-se dizer que <strong><em>Vil, Má</em></strong> merece ser visto. Valendo-se da força de sua protagonista, ele captura o desejo de quem assiste de acompanhar o desenvolvimento do que está sendo mostrado. Ainda que apresente quedas e pouca engenhosidade, descobrir mais sobre Edivina Ribeiro e procurar desvendar onde está a fantasia e a realidade na obra cativam e encantam o público.</p>
<p><strong>Diretor</strong>: Gustavo Vinagre</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Edivina Ribeiro, Juliane Elting</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iizBKmKfV-g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Confira nossas críticas de festivais <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/festival/"><em><strong>aqui</strong></em></a>!</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xvi-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-vil-ma/">XVI Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Vil, Má</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/xvi-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-vil-ma/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
