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	<title>Arquivos Guia - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Guia - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Guia Oscar 2014: Diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 21:03:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>David O. Russell – “Trapaça” O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “Trapaça”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “O Vencedor”, em 2010, e “O Lado Bom da Vida”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-375" alt="american-hustle-david-o-russel-christian-bale" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>David O. Russell</strong> – “<em>Trapaça</em>”</p>
<p>O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “<em>O Vencedor</em>”, em 2010, e “<em>O Lado Bom da Vida</em>”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com sucesso, rendendo à jovem sua primeira estatueta em tão pouco tempo de profissão. Ele também já trabalho três vezes com Mark Wahlberg, como no filme “<em>Três Reis</em>”, de 1999, “<em>Huckabees &#8211; A Vida é uma Comédia</em>”, de 2004, e “<em>O Vencedor</em>”, ao lado de Christian Bale, que levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Apesar do pouco tempo de produção e direção, o cineasta já mostrou para o que veio e está entrando no rol de melhores da sua geração. “Eu faço todo filme e cena como se fossem meus últimos”, pontuou certa feita. Seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”, no entanto, não é memorável e dificilmente levará a melhor no prêmio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-376" alt="gravity3" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alfonso Cuarón</strong> – “<em>Gravidade</em>”</p>
<p>O cineasta Alfonso Cuarón começou como um dos favoritos para ganhar o prêmio de Melhor Diretor no Oscar, mas recentemente perdeu espaço para Steve McQueen, com “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. O mexicano eclético pode ser visto na direção de filmes com orçamento independente, como “<em>Biutiful</em>” e “<em>O Labirinto do Fauno</em>”, e até em grandes produções cinematográficas, como “<em>007 – Quantum of Solace</em>” e “<em>Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban</em>”, provando que consegue fazer excelentes trabalhos sob qualquer circunstância. Em “<em>Gravidade</em>”, ele mostra uma produção bem diferente e propriamente sua, com um filme que consegue prender o espectador com apenas um personagem e basicamente o mesmo cenário o tempo todo. Vale ressaltar que ele já levou o Globo de Ouro por seu trabalho neste filme e ainda “disputa” para levar o Oscar. Nos resta aguardar para saber.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-377" alt="3944" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Steve McQueen</strong> – “<em>12 Anos de Escravidão</em>”</p>
<p>O diretor Steve McQueen é o atual favorito para o Oscar de Melhor Diretor por “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. Apesar de seu trabalho ter sido criticado em muitos momentos e divido opiniões de público e imprensa, o cineasta prova que a dedicação leva à perfeição. Com apenas três filmes no seu acervo cinematográfico, com “<em>Fome</em>”, de 2008, e “<em>Shame</em>”, de 2011, a qualidade do seu trabalho mostra que ele é grande merecedor da indicação. Em todos os casos, o britânico lidou com orçamentos apertados, com US$ 20 milhões em “<em>12 Anos de Escravidão</em>”, por exemplo, sendo que os filmes costumam ter mais de US$ 100 milhões para a produção. Ainda assim, ele mostra um filme emocionante e com conteúdo forte, trazendo à tona mais uma vez, porém com diferencial, o debatido tema da escravidão e relação com os negros nos Estados Unidos. Como ator favorito declarado, ele tem Michael Fassbender, que esteve presentes em todos os seus trabalhos nos principais papéis e concorre ao Oscar como Melhor Ator Coadjuvante.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-379" alt="????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alexander Payne</strong> – “<em>Nebraska</em>”</p>
<p>O diretor Alexander Payne ficou conhecido por seu trabalho em “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>” e “<em>Eleição</em>”. Nos dois filmes, o cineasta foi indicado a diversas premiações, como Melhor Roteiro Adaptado no Oscar, tanto para “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>”, quanto para “<em>Os Descendentes</em>”, com quem fechou parceria com George Clooney e também concorreu como Melhor Diretor. Nascido na cidade de Omaha, no estado de Nebraska, o diretor traz um filme com apelo pessoal e a sutileza do uso de preto e branco na tela, que reforça a narrativa do longa, que conta a história de um senhor que recebeu uma carta de promoção e acredita ter ganhado uma bolada em dinheiro. Apontado como um de seus melhores trabalhos, “<em>Nebraska</em>” concorre a seis indicações e conta com o apoio de críticos especializados, que ressaltam a delicadeza do filme e personagens envolventes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-380" alt="margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Martin Scorsese</strong> – “<em>O Lobo de Wall Street</em>”</p>
<p>Martin Scorsese retoma a muitíssimo bem sucedida parceria com Leonardo DiCaprio e apresenta “<em>O Lobo de Wall Street</em>”, um filme que passeia pela ironia e sátira de uma realidade bem americana. Apesar de ter sido indicado a premiações diversas vezes, entre Globo de Ouro, Oscar e BAFTA, o cineasta conquistou pela primeira vez o Oscar de Melhor Diretor apenas em 2007, com o filme “<em>Os Infiltrados</em>”. No seu acervo, grandes sucessos do cinema como “<em>A Invenção de Hugo Cabret</em>”, “<em>O Aviador</em>”, “<em>Gangues de Nova York</em>”, “<em>A Ilha do Medo</em>”, entre outros. A parceira com DiCaprio aconteceu pela primeira vez em “<em>Gangues de Nova York</em>”, em 2002, e já se repetiu por outros quatro filmes, substituindo seu antigo pupilo, que era o ator Robert De Niro. Com quase 3h de duração, “<em>O Lobo de Wall Street</em>” prova que quando o filme é excelente, o tempo torna-se irrelevante e traz para DiCaprio a tão sonhada possibilidade de ganhar seu primeiro Oscar de Melhor Ator.</p>
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		<title>Guia Oscar 2014: Atores Coadjuvantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 18:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Barkhad Abdi &#8211; Capitão Phillips Ator somali que estreou em grande estilo no cinema hollywoodiano. Ele nasceu na cidade de Mogadishu, na Somália, mas mudou-se com a família para os Estados Unidos quando tinha 14 anos. A história dele mostra superação. Assim que chegou ao país, ele trabalhou como motorista de limousine e DJ para ajudar nos estudos. Abdi chegou a ser preso e acusado por posse de drogas há pouco mais de um ano e foi condenado à prisão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/392f7b33-93ad-4205-8d2a-2e53cfaa5835_Barkhad_Abdi_Capitan_Phillips1.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-238 aligncenter" alt="" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/392f7b33-93ad-4205-8d2a-2e53cfaa5835_Barkhad_Abdi_Capitan_Phillips1.jpg" width="620" height="348" /></a><strong>Barkhad Abdi &#8211; </strong><em>Capitão Phillips</em></p>
<p style="text-align: left;"><em></em>Ator somali que estreou em grande estilo no cinema hollywoodiano. Ele nasceu na cidade de Mogadishu, na Somália, mas mudou-se com a família para os Estados Unidos quando tinha 14 anos. A história dele mostra superação. Assim que chegou ao país, ele trabalhou como motorista de limousine e DJ para ajudar nos estudos. Abdi chegou a ser preso e acusado por posse de drogas há pouco mais de um ano e foi condenado à prisão duas vezes. Ainda assim, ele deu a volta por cima e conseguiu o papel que mudaria sua vida. Ao tentar na seleção para o filme de Paul Greengrass (“A Supremacia Bourne”), ele ficou surpreso ao passar no teste. Apesar de ser seu primeiro filme, Barkhad dá um show de atuação em “Capitão Phillips”. Sua performance mostra que existem muitos talentos ocultos no mundo e que não é preciso cursos e escolas de teatro para tornar alguém um bom artista. Abdi foi muito elogiado pela crítica especializada e teve a honra de ser indicado em várias premiações como o BAFTA, SAG Awards, Globo de Ouro e o Oscar. Embora não seja o favorito para ganhar na categoria, sua indicação certamente foi o suficiente para mudar sua vida.</p>
<p><strong>Vitórias anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><strong>Indicações anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/bradley_cooper_beard_curls_richie_dimaso_american_hustle_film.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-241" alt="bradley_cooper_beard_curls_richie_dimaso_american_hustle_film" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/bradley_cooper_beard_curls_richie_dimaso_american_hustle_film.jpg" width="620" height="348" /></a><strong style="line-height: 1.5em;">Bradley Cooper &#8211; </strong><em>Trapaça</em></p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">O ator está provando que é muito mais do que um rostinho bonito. Apesar de ser bastante conhecido por sua performance em “Se Beber Não Case”, o artista tem mudado suas escolhas profissionais e guiado para um caminho onde ele pode mostrar muito melhor sua capacidade de atuação. Um exemplo disso é seu espetacular desempenho em “O Lado Bom da Vida”, que lhe rendeu indicações a diversas premiações do ano passado. Por coincidência ou não, ele repete a dobradinha com Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes – Em Chamas”) este ano. Apesar de não se cruzarem em “Trapaça”, os dois são excelentes e recebem novas indicações. Ainda assim, por melhor que ele esteja no filme, não acredito que seja digno de ganhar o Oscar. Ele tem uma questão importante com relação a brilho próprio. Cooper tende a deixar outros colegas roubarem seu momento, passando meio de plano de fundo em algumas cenas. Talvez sua indicação seja válida, mas ele certamente não está entre os favoritos. Vamos torcer e esperar pelo momento em que ele assuma o leme do navio e arrase com toda sua capacidade.</span></p>
<p><strong>Vitórias anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><strong>Indicações anteriores: </strong>Melhor Ator por<em> O Lado Bom da Vida</em> (2013)</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Jared_Leto_Dallas_Buyers_Club_a_l.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-242" alt="Jared_Leto_Dallas_Buyers_Club_a_l" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Jared_Leto_Dallas_Buyers_Club_a_l.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Jared Leto &#8211; </strong><em>Clube de Compras Dallas</em></p>
<p>Jared está simplesmente maravilhoso em “Clube de Compras Dallas”. Além de ser um ótimo cantor, com sua banda 30 Seconds to Mars, ele consegue equilibrar sua vida artística de forma a ser excelente em tudo que faz. A dedicação na sua carreira é impressionante. Assim como aconteceu no filme “Réquiem Para Um Sonho”, neste Leto perdeu muitos quilos para interpretar o travesti Rayon. A sua magreza impressiona, comove e incomoda durante todo o longa. Auxiliado por sua genética, que lhe concedeu traços finos, Jared não apenas se veste como mulher, como fica idêntico a uma e muito bonita. É incrível quando ele surge no filme e simplesmente rouba todos os holofotes para ele (o que pode ser um grande problema, inclusive, para Matthew McConaughey [“Como Perder Um Homem em 10 Dias”], que perde brilho durante o filme). A primeira cena em que aparece, seu prêmio no Globo de Ouro já é completamente justificado. E não acho que seja presunção ao dizer que tenho certeza que Leto levará o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. E será completamente merecido.</p>
<p><strong>Vitórias anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><strong>Indicações anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/21045914_20131002112033649.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-243" alt="21045914_20131002112033649" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/21045914_20131002112033649.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Michael Fassbender &#8211; </strong><em>12 Anos de Escravidão</em></p>
<p>O ator irlandês interpreta o impiedoso senhor de escravos em “12 Anos de Escravidão”, onde espanca e estupra sua escrava favorita, interpretada por Lupita Nyong’o. Não que sua performance não seja boa, mas ele apenas deu o azar de cair em um ano muito difícil. Em um ano onde Jared Leto (“Réquiem Para Um Sonho”) deixou poucas chances para os concorrentes. Ainda assim, Fassbender demonstra toda sua naturalidade e maestria ao entrar em cena. Ele consegue se impor, ter presença,o que casa perfeitamente com o personagem que interpreta. Ele é, de fato, um senhor de escravos e consegue transmitir todo seu desprezo com um único olhar. Essa é sua terceira parceria com o diretor Steve McQueen (“Shame”) e todas se mostraram acertadas, como o ninfomaníaco em “Shame” e o prisioneiro que inicia uma greve de fome em “Hunger”. Em todos esse trabalhos, Fassbender “mostra para o que veio” e consegue atrair os holofotes para si. O problema que pode realmente levá-lo a perder o Oscar é a presença espetacular de Jared Leto.</p>
<p><strong>Vitórias anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><strong>Indicações anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-jonah-hill.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-244" alt="???????????????????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-jonah-hill.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Jonah Hill &#8211; </strong><em>O Lobo de Wall Street</em></p>
<p>Hill está excelente em “O Lobo de Wall Street”. Para quem está acostumado a vê-lo em filmes de besteirol como “Zoolander” e “Superbad – É Hoje”, não acredita que ele realmente tenha um potencial além da comédia debochada. Ele está fantástico em muitas cenas do filme e a dentadura utilizada dá o tom perfeito no seu papel de superficialidade e preocupação com sustentar uma imagem que não existe. Principalmente as cenas em que ele aparece se drogando com Leonardo DiCaprio (“A Origem”), Hill mostra uma naturalidade impressionante e um potencial escondido. Ele continua sustentando uma posição de comédia, mas pode ser levado à sério ao mesmo tempo. Surpreende, realmente, a qualidade de sua participação no filme. O problema com relação ao tão sonhado Oscar, no entanto, é o brilho roubado por seu colega de trabalho. DiCaprio atrai todos os olhares o tempo todo e isso dificulta a percepção dos desempenhos dos demais integrantes do elenco, como o próprio Hill. Ainda assim, além da indicação, vale a descoberta de um talento verdadeiro.</p>
<p><strong>Vitórias anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><strong>Indicações anteriores: </strong>Melhor Ator Coadjuvante por <em>O Homem que Mudou o Jogo</em> (2011)</p>
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