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	<title>Arquivos Giulia Benite - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Giulia Benite - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Morando Com o Crush</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 19:34:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Leve, divertido e distraído, Morando Com o Crush é a nova comédia romântica adolescente brasileira, em cartaz nos cinemas. Dois elementos centrais fazem esta farofinha funcionar: a química dos casal principal e o talento da protagonista Giulia Benite (Turma da Mônica &#8211; Laços), que interpreta a Luana. Talvez, para os fãs saudosos do elenco do live action de Turma da Mônica, os primeiros minutos de projeção sejam empregados para uma fanfic mental, de como Giulia e Vitor Figueiredo (no papel de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: 400;">Leve, divertido e distraído, <em><strong>Morando Com o Crush</strong></em> é a nova comédia romântica adolescente brasileira, em cartaz nos cinemas. Dois elementos centrais fazem esta farofinha funcionar: a química dos casal principal e o talento da protagonista Giulia Benite (Turma da Mônica &#8211; Laços), que interpreta a Luana. Talvez, para os fãs saudosos do elenco do live action de Turma da Mônica, os primeiros minutos de projeção sejam empregados para uma fanfic mental, de como Giulia e Vitor Figueiredo (no papel de Hugo), seriam ótimos Mônica e Cebolinha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passado este instante imaginativo, vem uma provável conexão do público com a trama do filme. A premissa é um tanto criativa. Apesar de se encaixar no clichê das <em>romcoms</em> “situação atípica que une casal”, a ideia de colocar o ship em uma cidade pacata, dividindo a mesma casa, porque o pai de uma e a mãe do outro estão namorando e vão se mudar por conta trabalho, é inventiva. Além disso, a maneira como o enlace dos dois é construído faz sentido dentro de toda a confusão que eles se envolvem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente, neste tipo de história, situações pouco prováveis fazem com que o par se apaixone e vá entendendo isso lentamente. Aqui, a escolha de Luana e Hugo já se gostarem antes das peripécias e precisarem lidar com suas emoções, por conta destas aventuras, garante certo aprofundamento, não apenas no desenvolvimento do próprio romance deles, como das suas individualidades. Questões sobre luto, perdas e transformações da adolescência perpassam o roteiro, sem pesar o enredo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, somente o desfecho do longa-metragem poderia ser mais amarrado. Não é de todo mal, porém é um tanto apressado, fazendo com que haja uma aceleração abrupta na resolução dos conflitos. Para completar, apesar deste universo ser prazeroso de acompanhar, falta ao diretor Hsu Chien Hsin (<em>Desapega!</em>) e ao montador Marcio Papel (<em>Verona</em>) se arriscarem mais. <em><strong>Morando Com o Crush</strong></em> é voltado para um público jovem, que talvez se incomode com a ausência de mobilidade da câmera, dos planos mais longos e dos poucos cortes que são ofertados. </span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18185" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-8.png" alt="Morando Com o Crush" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-8.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-8-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-8-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falta imprimir na tela a leveza que o elenco coloca em cena e a do próprio roteiro, que possui uma linguagem jovial, despretensiosa, com uma dose de gírias, por exemplo, que não é exagerada, porém que é salpicada nas falas das personagens. Isto porque, ainda que o cinema seja para todes, cada produção tem o seu enfoque e, algumas vezes, uma plateia de nicho. A partir do que é posto pelo plot do longa, seria realizável o investimento no uso de recursos como outras angulações ou quadros mais curtos. Este incômodo só é suavizado durante a sessão por conta do trabalho da equipe de arte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cenografia, figurinos, objetos cênicos etc contam com cores e estilos solares e de tons mais abertos, que reduz a seriedade da decupagem e do trabalho feito na mesa de montagem. Por fim, uma outra questão que chama a atenção é a iluminação. Faltou ao fotógrafo Alexandre Berra (<em>Janeiro 27</em>) – e a Hsin também – um apuro de posicionamento de câmera e luminosidade. Em diversas sequências, há sombras nos rostos dos atores ou a luz está estourada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez, direcionando o quadro para outro sentido, mexendo nos refletores, usando uma borboleta ou algo semelhante, a exibição se tornaria mais agradável. Algumas imagens também ficam chapadas pela falta de contorno da luz e do jogo com ela. Desta maneira, este departamento poderia ter executado melhor seu processo de criação. Ainda assim, no contexto geral, <em><strong>Morando Com o Crush</strong></em> é uma boa pedida para a garotada, em um sábado à tarde – ou para pessoas românticas, de trinta e poucos, como essa que vos escreve. Entre pequenos erros amadores, é a empatia pelas personagens, a fofura e o carisma do ship central e a melosidade adolescente que fazem a projeção ser excelente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Hsu Chien Hsin</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Giulia Benite, Vitor Figueiredo, Marcos Pasquim</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/7urckkvMR60?si=pNpp644h6R0FSJ_C" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Turma da Mônica &#8211; Laços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 18:21:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômeno de vendas no Brasil, a Turma da Mônica de Maurício de Sousa finalmente ganha uma adaptação em live action para os cinemas com Turma da Mônica &#8211; Laços, cujo roteiro foi adaptado do quadrinho de mesmo título e de autoria de Vitor e Lu Cafaggi. O filme tem a direção de Daniel Rezende (o mesmo de Bingo: O Rei das Manhãs) e sua aventura tem início quando Floquinho, o cachorro do Cebolinha, misteriosamente desaparece da rua do Limoeiro. Imediatamente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fenômeno de vendas no Brasil, a Turma da Mônica de Maurício de Sousa finalmente ganha uma adaptação em live action para os cinemas com <strong><em>Turma da Mônica &#8211; Laços</em></strong>, cujo roteiro foi adaptado do quadrinho de mesmo título e de autoria de Vitor e Lu Cafaggi. O filme tem a direção de Daniel Rezende (o mesmo de <em>Bingo: O Rei das Manhãs</em>) e sua aventura tem início quando Floquinho, o cachorro do Cebolinha, misteriosamente desaparece da rua do Limoeiro. Imediatamente, Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali partem numa jornada de resgate do cãozinho.</p>
<p>O filme de Rezende capta com inteligência e sensibilidade a atmosfera de uma infância nostalgicamente inocente, bem apartada da malícia de uma vivência na era da hiperconexão. O universo de<strong><em> Turma da Mônica &#8211; Laços</em> </strong>estabelece um interessante equilíbrio entre a contemporaneidade e uma <em>old school</em> dos filmes infantis que o fazem parecer resgatado de um passado, capturando com muita propriedade o espírito dos quadrinhos e as características dos seus personagens com um elenco infantil que consegue dar conta do recado e em momento algum soa afetado.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-10792 size-medium" title="Turma da Mônica - Laços" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3453934.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Turma da Mônica - Laços" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3453934.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3453934.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3453934.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa conta com uma participação curiosa de Rodrigo Santoro como o Louco, aparecendo na história num momento oportuno para o Cebolinha. Além disso, há outros personagens do universo de Maurício de Sousa que são pontualmente sugeridos na história e que tornam palpável o sonho de ver todo a criação do artista na tela com gente de &#8220;carne e osso&#8221;.</p>
<p>Com <em><strong>Turma da Mônica &#8211; Laços</strong></em>, Rezende consegue fazer uma transposição satisfatória de um dos quadrinhos mais populares do Brasil e que segue intenso no imaginário de tantas crianças por tantos anos. O filme consegue se estabelecer no mesmo patamar de algumas ótimas incursões brasileiras no gênero, como <em>Menino Maluquinho: O Filme</em> de 1995 dirigido por Helvécio Ratton e promete ser o início de uma longeva parceria entre Maurício de Sousa e o cinema.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Daniel Rezende<br />
<strong>Elenco:</strong> Giulia Benite, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo, Gabriel Moreira, Rodrigo Santoro, Ravel Cabral, Fafá Rennó, Paulo Vilhena, Monica Iozzi</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Mjz_IqLtI58" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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