<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Flore Bonaventura - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/flore-bonaventura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/flore-bonaventura/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 17 Nov 2019 13:52:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Flore Bonaventura - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/flore-bonaventura/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Paradise Beach</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-paradise-beach/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-paradise-beach/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2019 14:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Flore Bonaventura]]></category>
		<category><![CDATA[Hubert Koundé]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Becker]]></category>
		<category><![CDATA[Kool Shen]]></category>
		<category><![CDATA[Mélanie Doutey]]></category>
		<category><![CDATA[Paradise Beach]]></category>
		<category><![CDATA[Sami Bouajila]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Gueko]]></category>
		<category><![CDATA[Tewfik Jallab]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Xavier Durringer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11848</guid>

					<description><![CDATA[<p>Falar de Paradise Beach, o novo lançamento da Netflix, exige cuidados. É impossível desvencilhar um filme de seu conteúdo e fazer uma crítica robótica, despersonalizada, isenta e sem alma. Dito isso, é necessário dizer que, a visão que o diretor francês Xavier Durringer (La conquête) possui sobre a premissa de sua obra é bastante indigesta. Para que os leitores entendam melhor, vamos para a sinopse. Após passar quinze anos na cadeia por um assalto milionário, Mehdi (Sami Bouajila, Nova York Sitiada), [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-paradise-beach/">Crítica: Paradise Beach</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de <em><strong>Paradise</strong> <strong>Beach</strong></em>, o novo lançamento da <em>Netflix</em>, exige cuidados. É impossível desvencilhar um filme de seu conteúdo e fazer uma crítica robótica, despersonalizada, isenta e sem alma. Dito isso, é necessário dizer que, a visão que o diretor francês Xavier Durringer (<em>La conquête</em>) possui sobre a premissa de sua obra é bastante indigesta. Para que os leitores entendam melhor, vamos para a sinopse.</p>
<p>Após passar quinze anos na cadeia por um assalto milionário, Mehdi (Sami Bouajila, <em>Nova York Sitiada</em>), francês de descendência árabe, vai para a Tailândia. Afinal, é lá que seu irmão e os outros participantes do roubo vivem uma rotina luxuosa como donos de bares e casas de prostituição, após terem escapado da polícia. Assim, os problemas começam a surgir quando o ex-presidiário começa a cobrar sua parte da grana e os ladrões afirmam que eles gastaram. Além dos problemas internos, uma guerra com uma gangue rival (de negros) está prestes a estourar.</p>
<p>Ainda que a intenção de Durringer tenha sido outra, torna-se bastante problemática a mensagem que <em><strong>Paradise</strong> <strong>Beach </strong></em>passa. Negros e descendentes de árabes — ou seja, os imigrantes — trouxeram o caos e o terror para uma imaculada Tailândia. Isso não é algo que está apenas no roteiro, mas também nas escolhas estéticas do diretor.</p>
<p>Quando filma as casas de prostituição comandadas pelo grupo, ele opta por um neon glamourizado e sujo que tenta emular o que Harmony Koryne fez em <em>Spring Breakers</em> (2013). Por outro lado, há esse intenso contraste com um paisagismo de praias limpas e claras da Tailândia. Em uma cena chave do longa, está acontecendo um festival de rua e as pessoas dançam e brincam com arminhas de água. Todavia, o dia alegre vira um massacre quando as duas gangues começam a se enfrentar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11849" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Paradise-Beach.jpg" alt="Paradise Beach" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Paradise-Beach.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Paradise-Beach-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Paradise-Beach-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Tudo isso leva a uma incompatibilidade entre roteiro e direção, que nunca parecem em sintonia. É um texto que constantemente leva a crer que está criticando os caminhos da violência, mas a maneira como ela é filmada, quase como um ritual e em câmera lenta, soa como um fetichismo.</p>
<p>Para além desta problemática,<strong style="font-style: italic"> Paradise Beach</strong> possui uma outra camada. Propositalmente confuso em seu final, até que existe uma louvável intenção de querer retratar o ordenamento caótico por trás da violência e da ganância. Por meio de sugestivos <em>plot twists</em>, a paranoia e a traição tomam conta dos personagens. O problema é que, ainda que a intenção não fosse deixar tudo claro para o espectador, a execução nunca consegue alcançar a experiência sensorial de perseguição que tenta passar.</p>
<p>Por fim, <em><strong>Paradise Beach </strong></em>também reduz toda a complexidade de um país como a Tailândia para transformá-la em um palco de violência. Não que o objetivo do filme seja explorar a cultura do país, mas todos os estereótipos estão presentes aqui. Desde as praias paradisíacas e as prostitutas até menções ao tsunami e uma polícia corrupta.</p>
<p><strong>Diretor: </strong>Xavier Durringer</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sami Bouajila, Tewfik Jallab, Mélanie Doutey, Hugo Becker, Kool Shen, Hubert Koundé, Seth Gueko, Flore Bonaventura</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=zv1TknopvBY&amp;w=750&amp;h=500]</p>
<p>Confira o longa <em><strong>Paradise Beach </strong></em>diretamente na <a href="https://www.netflix.com/title/81079723"><em>Netflix</em></a>!</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-paradise-beach/">Crítica: Paradise Beach</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-paradise-beach/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
