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	<title>Arquivos Festival Cine PE - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Festival Cine PE - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>29º Cine PE: Os enforcados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 12:02:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma mistura de premissas shakespeareanas, Fernando Coimbra (O Lobo atrás da Porta) utiliza suas referências para falar de amor, corrupção e traição. Em uma trama cheia de jogo de poder, a obra é corajosa ao abordar uma violência crua, principalmente em termos imagéticos. O sangue, a pancadaria, a agressão gráfica também fazem parte da narrativa e são utilizados como propulsores para a afirmação do argumento de que o ser humano é capaz de tudo pelo dinheiro. Ok, não há [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma mistura de premissas shakespeareanas, Fernando Coimbra (<em>O Lobo atrás da Porta</em>) utiliza suas referências para falar de amor, corrupção e traição. Em uma trama cheia de jogo de poder, a obra é corajosa ao abordar uma violência crua, principalmente em termos imagéticos.</p>
<p>O sangue, a pancadaria, a agressão gráfica também fazem parte da narrativa e são utilizados como propulsores para a afirmação do argumento de que o ser humano é capaz de tudo pelo dinheiro.</p>
<p>Ok, não há nada de muito novo nisso, mas aqui essa ganancia é bem explorada, pelo menos, na maior parte do tempo e de elementos. No entanto, alguns signos usados são tão óbvios, que a qualidade do roteiro se esvai um pouco na visualidade do longa.</p>
<p>A insistência do verde e do vermelho cria uma símbolo um tanto óbvio: o dinheiro e o sangue vão mover a trama. As tonalidades estão nos figurinos, nas paredes e nos objetos de cena. Isso é reiterar o que já está presente nas ações práticas do roteiro.</p>
<p>Talvez, se a utilização destes tons fosse mais sutil, a estratégia funcionasse melhor e as temperaturas fossem mais uma sugestão do que qualquer coisa. Neste sentido de obviedades, até a metade da projeção, a história é bastante previsível.</p>
<p>Bom, pelo menos para quem leu ou viu <em>Hamlet</em>, <em>Macbeth</em> ou qualquer uma das principais tragédia de Shakespeare. Está tudo ali, o irmão que mata o outro irmão, os assassinatos pelo poder, o banquete com os corpos dos filhos etc.</p>
<p>A única distinção do dramaturgo europeu para o roteirista brasileiro é que aqui se fala de corrupção no Brasil e os malandros da mafia do jogo do bicho. No entanto, o que faz a obra crescer e elevar sua qualidade é a segunda metade da exibição.</p>
<p>Com todos os elementos das relações entre as personagens estabelecidos — o casal central, a mãe da protagonista, o melhor amigo do antagonista etc. —, o espectador ganha as ferramentas para embarcar no estabelecimento de tensão.</p>
<p>Apesar do início ser óbvio, ele consegue criar uma imersão importante para que o restante da sessão funcione. Isto porque o enredo coloca quem assiste para acompanhar detalhes da vida íntima de Regina (Leandra Leal) e Valério (Irandhir Santos).</p>
<p>Assim, a proximidade e a cumplicidade com a dupla fica estabelecida e , até um dado momento da sessão, protegida por essa espécie de cumplicidade construída por Coimbra, entre consumidor e obra.</p>
<p>Mas, são as reviravoltas da história o ponto alto do longa, porque elas são impactantes e a encenação brinca com a elaboração de suspensão. Coimbra usa a movimentação do elenco e a câmera parada para aumentar a atmosfera de medo, tensão e violência.</p>
<p>Ao lado da mise-en-scène, o longa também possui um desenho de som que fomenta todas estas emoções. Um exemplo é a sequência do primeiro assassinato. Leal está enquadrada e se mexe pelo espaço.</p>
<p>O público segue a sua perspectiva e escuta apenas os ruídos do crime. Esse tipo de escolha da equipe de <em><strong>Os enforcados</strong></em> revela uma consciência de como o sonoro pode impactar muito mais do que mostrar graficamente algo, sobretudo quando combinado com a imagem correta.</p>
<p>Quando quem assiste observa a angustia de Regina (Leal),  a elaboração sobre o processo do ato de violência é imaginado por cada receptor, a partir de suas referências do que é o mais violento. Essa estratégia pode elevar a potencialidade do discurso de um produto audiovisual.</p>
<p>Dentro desta lógica de potencialidades bem exploradas, é preciso destacar o trabalho de Leandra Leal. Ainda que todo elenco esteja coeso e com construções que mostram a consciência de todos sobre contracena, é Leal que mais impressiona.</p>
<p>Através de um trabalho de corpo que mescla um relaxamento ativo com um rosto cheio de tensões, há uma complexidade grande em Regina. E estas camadas estão na interpretação de Leal e no roteiro também.</p>
<p>Regina é fútil, porém nem sempre. Regina é mau caráter, porém nem sempre. Não é inteligente o tempo inteiro, nem burra o tempo inteiro. Ela é uma rede de complexidades, na qual todos ao seu redor, que a subestimam, vão cair.</p>
<p>Desta forma, <strong><em>Os enforcados</em></strong> é, majoritariamente, um bom filme, mas com alguns elementos negativos, que reduzem um pouco de sua qualidade. No entanto, é uma obra que vale a pena de assistir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Direção</em></strong>: Fernando Coimbra</p>
<p><strong><em>Elenco</em></strong>: Leandra Leal, Irandhir Santos, Irene Ravache</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Os Enforcados | Trailer Oficial" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/0FAUiuDM6m8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>29º Cine PE: O Ano em que o frevo não foi pra rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 10:04:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os filmes mais difíceis de escrever sobre são aqueles que não provocam nenhuma sensação mais apaixonada, seja para o positivo ou o negativo. O ano em que o frevo não foi pra rua se encaixa exatamente nesta categoria. Não há aqui nenhum elemento odioso ou sensacional. Pelo contrário, o documentário, sobre o carnaval de Recife e Olinda (!!!), é morno. A estrutura do longa-metragem segue uma lógica padrão de docs de entrevistas. Diversos relatos de artistas pernambucanos importantes para os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os filmes mais difíceis de escrever sobre são aqueles que não provocam nenhuma sensação mais apaixonada, seja para o positivo ou o negativo. <strong><em>O ano em que o frevo não foi pra rua</em> </strong>se encaixa exatamente nesta categoria. Não há aqui nenhum elemento odioso ou sensacional.</p>
<p>Pelo contrário, o documentário, sobre o carnaval de Recife e Olinda (!!!), é morno. A estrutura do longa-metragem segue uma lógica padrão de docs de entrevistas. Diversos relatos de artistas pernambucanos importantes para os festejos são escutados.</p>
<p>Em alguns instantes pontuais, emulações dramatizadas de carnaval são feitas. No entanto, a maior parte da projeção é feita de entrevistas filmadas com câmera parada, em plano médio.</p>
<p>Essa estrutura, sem muita inventividade da direção, deixa a projeção —  de apenas 70 minutos!!!! — exaustiva. Além disso, algumas escolhas parecem ser aleatórias em termos estéticos, mas que pioram a impressão de desconexão do espectador com a narrativa.</p>
<p>O primeiro ponto que chama atenção é a seleção do p&amp;b, que não se justifica em termos de linguagem à serviço da narrativa. O longa mostra o impacto do cancelamento do carnaval de 2021, devido à pandemia do Covid-19.</p>
<p>A ideia do preto e branco pode vir desse estado de melancolia que Pernambuco viveu neste período. Todavia, quando a obra passa a mostrar os trechos gravados em 2022 e 2023 em cores, fica um questionamento rondando a mente de quem assiste.</p>
<p>E o questionamento é: por que patavinas 2022 é colorido se não teve carnaval? Por que as temperaturas e quadros são iguais em 2022 e 2023? A sensação que a equipe passa é a de que houve um despreparo e/ou uma falta de planejamento para conduzir a trama caso o carnaval de 2022 também fosse cancelado.</p>
<p>Nesta lógica, talvez fosse mais interessante selecionar o formato de curta-metragem, já que o filme não rende os seus 70 minutos, nem nas falas e nem na visualidade. Para fomentar essa impressão, os discursos dos entrevistados são bastante repetitivos.</p>
<p>Assim, fica uma impressão de que as perspectivas das fontes diferentes não foram pensadas. Ouvir mais autoridades pernambucanas, moradores da cidade, comerciantes etc.</p>
<p>Isto nem ao menos ocorreu em termos de uso de tipos distintos de materiais. De repente, investir em trazer para a diegese o que a equipe fez de pesquisa documental sobre o carnaval, já que a produção foi gravada na pandemia.</p>
<p>Recortes de jornais, trechos de outros documentários ou de programa de televisão poderiam ser algumas das opções. Mas, essa estratégia somente funcionaria se a montagem fosse feita por outra pessoa.</p>
<p>Caso contrário, a obra talvez ficasse ainda mais cansativa. Com diversos fades (<em>in</em> e <em>out</em>), durante todo o longa, a dinâmica de velocidades e tons fica abalada. Por ter esses cortes abruptos e intensos, além da conexão com as entrevistas serem cortadas, a impressão de finalização de assunto cria um sentido constante de desfecho da trama.</p>
<p>Existem diversas opções de recursos de montagem que deixariam a produção mais fluida, mas que não foram aplicadas. Desta maneira, <strong><em>O ano em que o frevo não foi pra rua</em> </strong>é ingênuo em acreditar que a potencialidade dos talentos pernambucanos dará conta de forma completa dentro de um longa-metragem.</p>
<p>Sem criar coesão entre suas passagens, apostando no mínimo — doc de “cabeças flutuantes” —, sem trazer para a tela composição de planos e de luz, cuidado com a banda sonora e roteiro conectado com todos os entrevistados, o filme é exaustivo de acompanhar.</p>
<p>Apesar de ser um registro de um momento histórico crucial do início do século XXI, é necessário se esforçar muito para se manter na cadeira durante um pouco mais de uma hora.</p>
<p>E para fechar com chave de ouro os incômodos com o longa, em pleno 2021 — que não se tinha nem vacina de Corona —, muitos indivíduos surgem sem usar máscara. Mesmo que seja em uma ou duas sequências, é angustiante observar este fato.</p>
<p>Por todos estes motivos que o documentário parece descuidado. Faltou um zelo da equipe e, talvez, até mesmo comprometimento com o potencial da ideia que tinham em mãos.</p>
<p>Direção: Mariana Soares; Bruno Mazzoco</p>
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		<title>28º Cine PE anuncia vencedores da Calunga de Prata em cerimônia de premiação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 19:41:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 11 de junho, o Cine PE anunciou os grandes ganhadores da edição de 2024. Dividido em grupos de júris, o festival contou com o Prêmio da Crítica, formado por Yasmine Evaristo, Arthur Gadelha e Tati Régis. Já o do Prêmio Canal Brasil foi composto por Vitor Búrigo, Yasmine Evaristo, Neusa Barbosa, Francisco Carbone e Raphael Camacho. O evento também convoca um Júri Oficial e abre os votos em seu site para a realização de um Júri Popular. Entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 11 de junho, o Cine PE anunciou os grandes ganhadores da edição de 2024. Dividido em grupos de júris, o festival contou com o Prêmio da Crítica, formado por Yasmine Evaristo, Arthur Gadelha e Tati Régis. Já o do Prêmio Canal Brasil foi composto por Vitor Búrigo, Yasmine Evaristo, Neusa Barbosa, Francisco Carbone e Raphael Camacho.</p>
<p>O evento também convoca um Júri Oficial e abre os votos em seu site para a realização de um Júri Popular. Entre os maiores vencedores da noite estão o curta-metragem Hoje eu só volto amanhã, de Diego Lacerda, e o longa Memórias de um esclerosado, de Thais Fernandes e Rafael Corrêa. Para conferir quem foram todos os  contemplados, veja a lista inteira abaixo:</p>
<h5><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">PRÊMIO CANAL BRASIL</strong></h5>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Curta-Metragem</strong> – “Hoje Eu Só Volto Amanhã” (PE), de Diego Lacerda, Luan Hilton, Chia Beloto, Marila Cantuária, Juliette Perrey, Marcelo Vaz, Yuri Shmakov, Raul Souza, Gio Guimarães, Gabriel de Moura e Rubens Caetano.</p>
<h5 style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">PRÊMIO DA CRÍTICA (ABRACCINE)</strong></h5>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Curta Nacional </strong>– “Zagêro” (RS), de Victor di Marco e Márcio Picoli;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Longa-Metragem</strong> – “Invisível” (RJ), deCarolina Vilela e Rodrigo Hinrichsen</p>
<h5 style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS</strong></h5>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Filme</strong> – “Das Águas”, de Adalberto Oliveira e Tiago Martins Rêgo;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Júri Popular</strong> – “Náufrago”, de Vitória Vasconcellos, com 37% dos votos;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Direção</strong> – Adalberto Oliveira e Tiago Martins Rêgo, por “Das Águas”;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Roteiro</strong> – Pedro Melo, por “Emocionado”;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Fotografia</strong> – Adalberto Oliveira, por “Das Águas”;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Montagem</strong> – Douglas Henrique, por “Emocionado”;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Edição de Som</strong> – Romero Coelho, por “Moagem”;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Direção de Arte</strong> – Letícia Rodrigues, por “Mãe”;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Trilha Sonora</strong> – Marolas Crew e todo o conjunto da obra, por “Das Águas”;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Ator –</strong> Guilherme Alves, por “Mãe”;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Atriz</strong> – Mariana Castelo, por “Emocionado”.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Filme</strong> &#8211; “Hoje Eu Só Volto Amanhã” (PE), de Diego Lacerda, Luan Hilton, Chia Beloto, Marila Cantuária, Juliette Perrey, Marcelo Vaz, Yuri Shmakov, Raul Souza, Gio Guimarães, Gabriel de Moura e Rubens Caetano;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Júri Popular</strong> – “Hoje Eu Só Volto Amanhã” (PE), de Diego Lacerda, Luan Hilton, Chia Beloto, Marila Cantuária, Juliette Perrey, Marcelo Vaz, Yuri Shmakov, Raul Souza, Gio Guimarães, Gabriel de Moura e Rubens Caetano, com 45,6% dos votos;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Direção</strong> – As crianças e adolescentes da Comunidade de Macambira, por “Flores da Macambira” (ES);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Roteiro</strong> – Diego Lacerda, por “Hoje Eu Só Volto Amanhã” (PE);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Fotografia</strong> – Ma Villa Real, por “Zagêro” (RS);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Montagem</strong> – Vinicius Lima e Rafael Souto, por “Resistência” (RO);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Edição de Som</strong> – Nicolau Domingues e Rafael Travassos, por “Hoje Eu Só Volto Amanhã” (PE);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Direção de Arte</strong> – Diego Lacerda, Luan Hilton, Chia Beloto, Marila Cantuária, Juliette Perrey, Marcelo Vaz, Yuri Shmakov, Raul Souza, Gio Guimarães, Gabriel de Moura, Bruno Luna e Rubens Caetano, por “Hoje Eu Só Volto Amanhã” (PE);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Trilha Sonora</strong> – Vovô Romário, por “Flores da Macambira” (ES);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Ator</strong> – Victor di Marco, por “Zagêro” (RS);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Atriz</strong> – Juliana Araújo, por “Jogo de Classe” (SP).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"> <strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Filme</strong> – “Memórias de um Esclerosado”, de Thais Fernandes e Rafael Corrêa (RS);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Júri Popular</strong> – “Memórias de um Esclerosado”, de Thais Fernandes e Rafael Corrêa (RS), com 67% dos votos;</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Direção</strong> – Carolina Vilela e Rodrigo Hinrichsen, por “Invisível” (RJ);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Roteiro</strong> – Thais Fernandes, Rafael Corrêa e Ma Villa Real, por “Memórias de um Esclerosado” (RS);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Fotografia</strong> – Luciana Baseggio e Mari Moraga, por “Geografia Afetiva” (SP);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Montagem</strong> – Rodrigo Séllos e Fernando Nicolletti, por “Invisível” (RJ);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Edição de Som</strong> – Rosana Stefanoni, por “Geografia Afetiva” (SP);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Direção de Arte</strong> – André Cortez, por “Cordel do Amor Sem Fim” (SP);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Trilha Sonora</strong> &#8211; André Paz, por “Memórias de um Esclerosado” (RS);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Ator</strong> – Alexandre Guimarães, por “No Caminho Encontrei o Vento” (PE);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Atriz</strong> – Marcia de Oliveira, por “Cordel do Amor Sem Fim” (SP);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Ator Coadjuvante</strong> – Rafael Corrêa, por “Memórias de um Esclerosado” (RS);</p>
<p style="font-weight: 400;" data-originalfontsize="11pt" data-originalcomputedfontsize="14.666667"><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">Melhor Atriz Coadjuvante</strong> – Helena Ranaldi e Patrícia Gasppar, por “Cordel do Amor Sem Fim” (SP).</p>
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		<title>Abertura do 28º Cine PE é palco de grandes homenagens no Teatro do Parque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 23:49:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Ver, ouvir, sentir”, com um lema que retrata literalmente o audiovisual, o 28º Cine PE homenageia a música no cinema brasileiro. Para dar espaço para esta festividade, o palco do Teatro do Parque, no dia 06 de junho, foi preenchido de canções famosas de artistas nacionais. Através da Orquestra Bravo, sob a regência do maestro Alexandre Lemos, a audiência teve a oportunidade de escutar canções populares, que fomentaram o apego à tantas produções importantes para o país. Em nota oficial, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Ver, ouvir, sentir”, com um lema que retrata literalmente o audiovisual, o 28º Cine PE homenageia a música no cinema brasileiro. Para dar espaço para esta festividade, o palco do Teatro do Parque, no dia 06 de junho, foi preenchido de canções famosas de artistas nacionais.</p>
<p>Através da Orquestra Bravo, sob a regência do maestro Alexandre Lemos, a audiência teve a oportunidade de escutar canções populares, que fomentaram o apego à tantas produções importantes para o país. Em nota oficial, Alfredo Bertini, um dos realizadores do festival, explicou um pouco sobre a ideia de focar nas sonoridades cinematográficas brasileiras: <span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">brasileiro.</span></p>
<p><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</span><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A música e o cinema têm uma relação muito íntima, enraizada por aspectos históricos, emocionais e narrativos. Neste ano, resolvemos fazer uma ode a essas duas formas de arte que se complementam</span><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">”, explica Alfredo. </span>Já durante a cerimônia de abertura, a apresentadora e atriz Ninive Caldas revelou emoção com a presença da Orquestra Bravo, que tocou canções como “Esperando na Janela”, de Gilberto Gil; “Você não me ensinou a te esquecer”, de Caetano Velozo; e “Mulher Rendeira”, de Lampião.</p>
<p>E o clima de festejo seguiu pela noite… Com muitas palmas, a homenageada do ano, Tania Alves, subiu ao palco. “Que linda visão tenho daqui. Desculpa, gente, estou muito emocionada. Eu choro e rio”, comentou Tânia. Como em uma retrospectiva, a atriz e cantora, criou uma narrativa, mesclando fatos importantes de sua carreira, com os devidos agradecimentos por cada conquista.</p>
<p>Ovacionada pelo público, Tania reforçou sua gratidão ao Cine PE e ao Estado de Pernambuco, pela acolhida. Nesta mesma atmosfera alegre e grata, a equipe do longa-metragem Grande Sertão apresentou um pouco sobre o trabalho que tiveram, durante e após as gravações desta obra dirigida por Guel Arraes (Lisbela e o prisioneiro).</p>
<p>Com o microfone em punhos, Guel trouxe para sua fala um pouco de sua concepção de direção e como criou um paralelo com o livro de Guimarães Rosa, com o contexto contemporâneo. “Que gênio é este autor, por escrever um livro que, ainda hoje, ilumina essa guerra urbana, mesmo depois de mais de 70 anos”, explana Guel.</p>
<p>O 28º Cine PE aconteceu entre os dias 06 e 11 de junho, em Recife, e contou com a exibição de longas e curtas-metragens, coletivas de imprensa e atividades formativas.</p>
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		<title>28º Festival Cine PE acontece este mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 19:18:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 06 a 11 de junho, a capital pernambucana recebe a 28ª edição do Cine PE Festival Audiovisual. Com recorde de inscrições, 982 produções foram curadas por um time de profissionais, que selecionou 38 filmes, sendo 15 deles inéditos no país. Formado por Sandra e Alfredo Bertini, Nayara Reynaud, Edu Fernandes e Clarissa Viera, o evento traz 9 longas-metragens e 29 curtas. A grande homenageada dJá a exibição, segue ocorrendo no Teatro do Parque, a partir das 19h [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 06 a 11 de junho, a capital pernambucana recebe a <strong>28ª edição do Cine PE Festival Audiovisual</strong>. Com recorde de inscrições, 982 produções foram curadas por um time de profissionais, que selecionou 38 filmes, sendo 15 deles inéditos no país. Formado por Sandra e Alfredo Bertini, Nayara Reynaud, Edu Fernandes e Clarissa Viera, o evento traz 9 longas-metragens e 29 curtas. A grande homenageada dJá a exibição, segue ocorrendo no Teatro do Parque, a partir das 19h e com entrada gratuita. Para conferir a programação inteira do festival, acesse: https://festivalcinepe.com.br.</p>
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		<title>Festival Cinepe 2023: Em noite de encerramento, são anunciados os vencedores das Calungas de Prata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 20:47:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já era noite no Teatro do Parque quando a atriz pernambucana Nínive Caldas iniciou a cerimônia de encerramento do 27º Cine PE &#8211; Festival do Audiovisual. Inicialmente, foram entregues as Calungas de Prata de 2022. Com uma questão de falha técnica no ano anterior, a premiação acabou acontecendo apenas de forma on-line, mas a organização do evento trouxe as equipes dos filmes para Recife novamente para receberem seus troféus, em 2023. Em seguida, chegou o momento do anúncio dos vencedores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já era noite no Teatro do Parque quando a atriz pernambucana Nínive Caldas iniciou a cerimônia de encerramento do <strong>27º Cine PE &#8211; Festival do Audiovisual.</strong> Inicialmente, foram entregues as Calungas de Prata de 2022. Com uma questão de falha técnica no ano anterior, a premiação acabou acontecendo apenas de forma on-line, mas a organização do evento trouxe as equipes dos filmes para Recife novamente para receberem seus troféus, em 2023.</p>
<p>Em seguida, chegou o momento do anúncio dos vencedores d0 27º Cine PE. Com três mostras competitivas, a lista de premiados foi extensa e uma plateia animada celebrava quando os nomes eram lidos em cima do palco. Algumas produções apareceram de forma mais expressiva. <em>Entrelinhas</em>, do paranaense Guto Pasko, recebeu 05 prêmios: Melhor Diretor, Melhor Montagem, Melhor Edição de Som, Melhor Direção de Arte e Melhor Atriz (Gabriela Freire).</p>
<p>Já <em>Agreste</em>, de Sérgio Roizenblit,  parece ter agradado ao júri oficial, pois venceu em quatro categorias: Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Ator Coadjuvante (Roberto Rezende) e Melhor Atriz Coadjuvante (Luci Pereira).  Nas categorias voltadas para os curtas, os grandes destaques foram <em>Eu Nunca Contei a Ninguém</em>, de Douglas Duan e <em>Quebra Panela</em>, de Rafael Anaroli. A animação de Duan, além de levar 4 Calungas para casa, foi agraciado com o Prêmio Canal Brasil de Curtas. A ficção de Anaroli, também obteve 04 Calungas.</p>
<p>Após todos os anúncios e discursos, Nínive encerrou a edição de 2023 chamando todos os ganhadores para uma foto coletiva, como uma forma de guardar a recordação daquele momento. A lista completa de produções agraciadas na festa do sábado está logo abaixo. Confira!</p>
<h4><strong>Lista Completa de Prêmios</strong></h4>
<p><strong>Prêmio da crítica (Abraccine)</strong> &#8211;  Longa-meragem: <em>Frevo Michiles</em>, de Helder Lopes. Curta-metragem: <em>Moventes</em>, de Jefferson Cabral.</p>
<p><strong>Prêmio Canal Brasil de Curtas</strong> &#8211; Eu Nunca Contei a Ninguém, de Douglas Duan</p>
<p><strong>Prêmio do Júri Popular</strong> &#8211;  Curta-metragem pernambucano:<em> Invasão ou Contatos Imediatos do Terceiro Mundo</em>; curta-metragem nacional: <em>Essa Terra É Meu Quilombo</em>, de Rayane Penha. Longa-metragem <em>Agreste</em>, de Sérgio Roizenblit.</p>
<p>Júri Oficial</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><em><strong>MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS</strong></em></h4>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FILME</strong> &#8211; “Quebra Panela”, de Rafael Anaroli;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIRETOR</strong> &#8211; Rafael Anaroli, por “Quebra Panela”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ROTEIRO</strong> &#8211; Virgínia Guimarães, por “Filhos Ausentes”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FOTOGRAFIA</strong> &#8211; Breno César, por “Coração da Mata”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR MONTAGEM</strong> &#8211; Priscilla Maria, Victória Drahomiro e André Hora, por “Coração da Mata”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR EDIÇÃO DE SOM</strong> &#8211; Matheus Mota e Jeff Mandú, por “Depois do Sonho”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIREÇÃO DE ARTE</strong> &#8211; Lia Letícia, por “Quebra Panela”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR TRILHA SONORA</strong> &#8211; Antônio Nogueira, por “Depois do Sonho”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATOR &#8211;</strong> Paulo César Freire, por “Invasão ou Contatos Imediatos do Terceiro Mundo”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATRIZ</strong> &#8211; Geraldine Maranhão, por “Alto do Céu”</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FILME</strong> &#8211; “Eu Nunca Contei a Ninguém” (PE), de Douglas Duan</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIRETOR</strong> &#8211; Douglas Duan, por “Eu Nunca Contei a Ninguém” (PE)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ROTEIRO</strong> &#8211; Paola Veiga, Roberta Rangel e Emanuel Lavor, por “Instante” (DF)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FOTOGRAFIA</strong> &#8211; Lucas Loureiro, por “Fossilização” (RJ)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR MONTAGEM</strong> &#8211; Arthur B. Senra, por “Virtual Genesis” (DF)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR EDIÇÃO DE SOM</strong> &#8211; João Milet Meirelles, por “Quintal” (BA)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIREÇÃO DE ARTE</strong> &#8211; Douglas Duan, por “Eu Nunca Contei a Ninguém” (PE)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR TRILHA SONORA</strong> &#8211; Douglas Duan, por “Eu Nunca Contei a Ninguém” (PE)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATOR</strong> &#8211; Edmilson Filho, por “Única Saída” (RJ)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATRIZ</strong> &#8211; Ju Colombo, por “Fossilização” (RJ)</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FILME</strong> &#8211; “Porto Príncipe”, de Maria Emília de Azevedo (SC/RJ)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIRETOR</strong> &#8211; Guto Pasko, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ROTEIRO</strong> &#8211; Newton Moreno e Marcus Aurelius Pimenta, por “Agreste” (SP)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FOTOGRAFIA</strong> &#8211; Humberto Bassanello, por “Agreste” (SP)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR MONTAGEM</strong> &#8211; Lucas Cesario Pereira, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR EDIÇÃO DE SOM</strong> &#8211; Kiko Ferraz, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR TRILHA SONORA</strong> &#8211; Jota Michiles, por “Frevo Michiles” (PE)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIRETOR DE ARTE</strong> &#8211; Isabelle Bittencourt, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATOR COADJUVANTE</strong> &#8211; Roberto Rezende, por “Agreste” (SP)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATRIZ COADJUVANTE</strong> &#8211; Luci Pereira, por “Agreste” (SP)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATOR</strong> &#8211; Diderot Senat, por “Porto Príncipe” (SC/RJ)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATRIZ</strong> &#8211; Gabriela Freire, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p><b>MENÇÃO HONROSA &#8211; </b>Ijó Dudu, Memórias da Dança Negra na Bahia” (BA), de José Carlos Arandiba,</p>
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