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	<title>Arquivos Fatih Akin - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Em Pedaços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2018 18:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Diane Kruger]]></category>
		<category><![CDATA[Em Pedaços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao sair de Hollywood, retornar para a Alemanha e protagonizar novamente um filme na sua língua de origem, Diane Kruger (Bastardos Inglórios) venceu o prêmio de melhor atriz na edição de 2017 do Festival de Cannes. O filme em questão é Em Pedaços, de Fatih Akin (Soul Kitchen), também vencedor do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro. O longa conta a história de uma mulher que perde o marido e o filho num atentado terrorista e busca por justiça e uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Ao sair de Hollywood, retornar para a Alemanha e protagonizar novamente um filme na sua língua de origem, Diane Kruger <em>(Bastardos</em> Inglórios) <em>venceu</em> o prêmio de melhor atriz na edição de 2017 do Festival de Cannes. O filme em questão é <i>Em Pedaços</i>, de Fatih Akin (<i>Soul Kitchen</i>), também vencedor do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro. O longa conta a história de uma mulher que perde o marido e o filho num atentado terrorista e busca por justiça e uma forma de aplacar a dor do luto que faz com que sua vida perca completamente o sentido.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O drama não exibe uma jornada fácil para sua protagonista, mas também não é uma experiência tranquila para o espectador. <i>Em Pedaços </i>incorpora o tom melancólico que arrebata a vida da sua personagem central e resulta num filme triste, nada solar. Dividido em três atos (a família, a justiça, o mar), o longa de Fatih Akin traz à tona um estudo do luto e das formas de aplacá-lo através da tortuosa trajetória da protagonista interpretada por Kruger. Ainda que nesse departamento soe reiterativo, girando em círculos no tratamento da dor de sua personagem, jamais saindo de uma superfície e de lugares que já não tenhamos percorrido em longas melhores, o esforço é válido sobretudo quando temos um dos melhores desempenhos da carreira de Kruger, intensa em todos os sentimentos e estágios do luto vivenciados por sua personagem.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8786" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Em-Pedaços.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Em Pedaços </i>também ronda outra temática, e talvez tenha muito mais êxito nesse departamento, ainda que também dedique um tratamento tímido à questão. O filme insere no seu quadro de preocupações o neonazismo e os atos terroristas decorrentes do mesmo na Europa. Nesse sentido, ao unir essa questão com a jornada da sua protagonista, o longa de Akin acaba oferecendo uma interessante perspectiva para um cenário preocupante de violência que contamina pessoas aparentemente não afeitas à mesma.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assim, mesmo não indo tão a fundo nos principais focos da sua história, <i>Em Pedaços </i>lança perspectivas interessantes sobre os seus temas e é sustentado pelo empenho da sua atriz principal. Certamente é um trabalho que poderia brilhar mais caso seu realizador investisse mais tempo  no aprofundamento e reverberações das suas questões, mas ainda assim válido na forma como é apresentado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_NG65j8Rrro" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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