<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Eu nunca contei a ninguém - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/eu-nunca-contei-a-ninguem/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/eu-nunca-contei-a-ninguem/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Sep 2023 20:47:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Eu nunca contei a ninguém - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/eu-nunca-contei-a-ninguem/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Festival Cinepe 2023: Em noite de encerramento, são anunciados os vencedores das Calungas de Prata</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-em-noite-de-encerramento-sao-anunciados-os-vencedores-das-calungas-de-prata/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-em-noite-de-encerramento-sao-anunciados-os-vencedores-das-calungas-de-prata/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 20:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[27º Cinepe]]></category>
		<category><![CDATA[Calunga de Prata]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinepe 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Entrelinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Eu nunca contei a ninguém]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Cine PE]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Cinepe]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Quebra Panela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17134</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já era noite no Teatro do Parque quando a atriz pernambucana Nínive Caldas iniciou a cerimônia de encerramento do 27º Cine PE &#8211; Festival do Audiovisual. Inicialmente, foram entregues as Calungas de Prata de 2022. Com uma questão de falha técnica no ano anterior, a premiação acabou acontecendo apenas de forma on-line, mas a organização do evento trouxe as equipes dos filmes para Recife novamente para receberem seus troféus, em 2023. Em seguida, chegou o momento do anúncio dos vencedores [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-em-noite-de-encerramento-sao-anunciados-os-vencedores-das-calungas-de-prata/">Festival Cinepe 2023: Em noite de encerramento, são anunciados os vencedores das Calungas de Prata</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já era noite no Teatro do Parque quando a atriz pernambucana Nínive Caldas iniciou a cerimônia de encerramento do <strong>27º Cine PE &#8211; Festival do Audiovisual.</strong> Inicialmente, foram entregues as Calungas de Prata de 2022. Com uma questão de falha técnica no ano anterior, a premiação acabou acontecendo apenas de forma on-line, mas a organização do evento trouxe as equipes dos filmes para Recife novamente para receberem seus troféus, em 2023.</p>
<p>Em seguida, chegou o momento do anúncio dos vencedores d0 27º Cine PE. Com três mostras competitivas, a lista de premiados foi extensa e uma plateia animada celebrava quando os nomes eram lidos em cima do palco. Algumas produções apareceram de forma mais expressiva. <em>Entrelinhas</em>, do paranaense Guto Pasko, recebeu 05 prêmios: Melhor Diretor, Melhor Montagem, Melhor Edição de Som, Melhor Direção de Arte e Melhor Atriz (Gabriela Freire).</p>
<p>Já <em>Agreste</em>, de Sérgio Roizenblit,  parece ter agradado ao júri oficial, pois venceu em quatro categorias: Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Ator Coadjuvante (Roberto Rezende) e Melhor Atriz Coadjuvante (Luci Pereira).  Nas categorias voltadas para os curtas, os grandes destaques foram <em>Eu Nunca Contei a Ninguém</em>, de Douglas Duan e <em>Quebra Panela</em>, de Rafael Anaroli. A animação de Duan, além de levar 4 Calungas para casa, foi agraciado com o Prêmio Canal Brasil de Curtas. A ficção de Anaroli, também obteve 04 Calungas.</p>
<p>Após todos os anúncios e discursos, Nínive encerrou a edição de 2023 chamando todos os ganhadores para uma foto coletiva, como uma forma de guardar a recordação daquele momento. A lista completa de produções agraciadas na festa do sábado está logo abaixo. Confira!</p>
<h4><strong>Lista Completa de Prêmios</strong></h4>
<p><strong>Prêmio da crítica (Abraccine)</strong> &#8211;  Longa-meragem: <em>Frevo Michiles</em>, de Helder Lopes. Curta-metragem: <em>Moventes</em>, de Jefferson Cabral.</p>
<p><strong>Prêmio Canal Brasil de Curtas</strong> &#8211; Eu Nunca Contei a Ninguém, de Douglas Duan</p>
<p><strong>Prêmio do Júri Popular</strong> &#8211;  Curta-metragem pernambucano:<em> Invasão ou Contatos Imediatos do Terceiro Mundo</em>; curta-metragem nacional: <em>Essa Terra É Meu Quilombo</em>, de Rayane Penha. Longa-metragem <em>Agreste</em>, de Sérgio Roizenblit.</p>
<p>Júri Oficial</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><em><strong>MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS</strong></em></h4>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FILME</strong> &#8211; “Quebra Panela”, de Rafael Anaroli;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIRETOR</strong> &#8211; Rafael Anaroli, por “Quebra Panela”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ROTEIRO</strong> &#8211; Virgínia Guimarães, por “Filhos Ausentes”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FOTOGRAFIA</strong> &#8211; Breno César, por “Coração da Mata”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR MONTAGEM</strong> &#8211; Priscilla Maria, Victória Drahomiro e André Hora, por “Coração da Mata”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR EDIÇÃO DE SOM</strong> &#8211; Matheus Mota e Jeff Mandú, por “Depois do Sonho”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIREÇÃO DE ARTE</strong> &#8211; Lia Letícia, por “Quebra Panela”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR TRILHA SONORA</strong> &#8211; Antônio Nogueira, por “Depois do Sonho”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATOR &#8211;</strong> Paulo César Freire, por “Invasão ou Contatos Imediatos do Terceiro Mundo”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATRIZ</strong> &#8211; Geraldine Maranhão, por “Alto do Céu”</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FILME</strong> &#8211; “Eu Nunca Contei a Ninguém” (PE), de Douglas Duan</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIRETOR</strong> &#8211; Douglas Duan, por “Eu Nunca Contei a Ninguém” (PE)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ROTEIRO</strong> &#8211; Paola Veiga, Roberta Rangel e Emanuel Lavor, por “Instante” (DF)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FOTOGRAFIA</strong> &#8211; Lucas Loureiro, por “Fossilização” (RJ)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR MONTAGEM</strong> &#8211; Arthur B. Senra, por “Virtual Genesis” (DF)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR EDIÇÃO DE SOM</strong> &#8211; João Milet Meirelles, por “Quintal” (BA)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIREÇÃO DE ARTE</strong> &#8211; Douglas Duan, por “Eu Nunca Contei a Ninguém” (PE)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR TRILHA SONORA</strong> &#8211; Douglas Duan, por “Eu Nunca Contei a Ninguém” (PE)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATOR</strong> &#8211; Edmilson Filho, por “Única Saída” (RJ)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATRIZ</strong> &#8211; Ju Colombo, por “Fossilização” (RJ)</p>
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FILME</strong> &#8211; “Porto Príncipe”, de Maria Emília de Azevedo (SC/RJ)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIRETOR</strong> &#8211; Guto Pasko, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ROTEIRO</strong> &#8211; Newton Moreno e Marcus Aurelius Pimenta, por “Agreste” (SP)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR FOTOGRAFIA</strong> &#8211; Humberto Bassanello, por “Agreste” (SP)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR MONTAGEM</strong> &#8211; Lucas Cesario Pereira, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR EDIÇÃO DE SOM</strong> &#8211; Kiko Ferraz, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR TRILHA SONORA</strong> &#8211; Jota Michiles, por “Frevo Michiles” (PE)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR DIRETOR DE ARTE</strong> &#8211; Isabelle Bittencourt, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATOR COADJUVANTE</strong> &#8211; Roberto Rezende, por “Agreste” (SP)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATRIZ COADJUVANTE</strong> &#8211; Luci Pereira, por “Agreste” (SP)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATOR</strong> &#8211; Diderot Senat, por “Porto Príncipe” (SC/RJ)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>MELHOR ATRIZ</strong> &#8211; Gabriela Freire, por “Entrelinhas” (PR)</p>
<p><b>MENÇÃO HONROSA &#8211; </b>Ijó Dudu, Memórias da Dança Negra na Bahia” (BA), de José Carlos Arandiba,</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-em-noite-de-encerramento-sao-anunciados-os-vencedores-das-calungas-de-prata/">Festival Cinepe 2023: Em noite de encerramento, são anunciados os vencedores das Calungas de Prata</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-em-noite-de-encerramento-sao-anunciados-os-vencedores-das-calungas-de-prata/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festival Cinepe 2023: Eu Nunca Contei a Ninguém</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-eu-nunca-contei-a-ninguem/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-eu-nunca-contei-a-ninguem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 19:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[27º Cinepe]]></category>
		<category><![CDATA[Apollo Angelo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Douglas Duan]]></category>
		<category><![CDATA[Eu nunca contei a ninguém]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Cinepe]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriela Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Kadydja Erlen]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17128</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com uma equipe super enxuta, formada pelo quarteto Douglas Duan, Kadydja Erlen, Apollo Angelo e Gabriela Melo, a animação Eu Nunca Contei a Ninguém surpreende por sua qualidade técnica, mesclada ao tom sensível que emociona. Narrando a experiência de Luca (Apollo) e seu primeiro contato com uma morte na família, o curta-metragem consegue convocar um equilíbrio único entre realismo, metáforas e o lúdico. Estes elementos todos se dão pela junção do universo do stop-motion &#8211; que foi todo feito com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-eu-nunca-contei-a-ninguem/">Festival Cinepe 2023: Eu Nunca Contei a Ninguém</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma equipe super enxuta, formada pelo quarteto Douglas Duan, Kadydja Erlen, Apollo Angelo e Gabriela Melo, a animação <strong><em>Eu Nunca Contei a Ninguém</em></strong> surpreende por sua qualidade técnica, mesclada ao tom sensível que emociona. Narrando a experiência de Luca (Apollo) e seu primeiro contato com uma morte na família, o curta-metragem consegue convocar um equilíbrio único entre realismo, metáforas e o lúdico.</p>
<p>Estes elementos todos se dão pela junção do universo do stop-motion &#8211; que foi todo feito com algodã0 -, que cria este mundo fantástico e imaginativo da criança, mas com interpretações na dublagem que carregam as tonalidades do realismo. Desta maneira, cria-se aqui uma atmosfera rica em sentido e enquanto o público investiga cada detalhe mostrado na tela, ele também passa a se emocionar com os pensamentos de Luca e sua visão sobre os adultos.</p>
<p>Este é o maior ganho do curta, o olhar cuidadoso e detalhista para cada elemento que está sendo posto em cena. A começar pelo roteiro, que convoca diálogos fluidos, sem exposição óbvia das circunstâncias, porém sem tentar esconder o que está acontecendo. Em poucas falas verbais, a plateia entende o protagonista e as pessoas que lhe cercam estão passando.</p>
<p>Há um tom adulto, que vem da escrita de Duan, mas com uma sensibilidade infantil &#8211; no melhor significado da palavra! -, carregando consigo uma espécie de pureza da infância. Este sentimento tão bonito, que se esvai com a dureza da vida adulta, continua com Douglas Duan de alguma forma.</p>
<p>Isto porque o artista capta esta imensidão, presente dentro da percepção que as crianças têm da vida, com propriedade, como na sequência na qual Luca está no carro e reflete sobre como os mais velhos mentem constantemente.</p>
<p>Outro fator tratado com zelo é a direção de arte e de fotografia, realizadas por Duan. Cenografia e figurinos estão em coesão com a iluminação, que trafegam pelas sensações da personagem principal, que vai da dúvida, passando pela empolgação, melancolia e mudança de estado (de tristeza para proteção).</p>
<p>O vermelho e seus tons próximos se fazem presentes durante toda projeção. Esta cor, que permeia a tela e toda mise-en-scène, mostra como esta é uma obra afetiva, que tem calor humano, saltando do ecrã. É uma produção sobre amor incondicional e cumplicidade. O rubro constante vem então fomentar esta emoção, que encontra com o azul claro persistente.</p>
<p>O azulado suave convoca o desalento da perda, juntamente com a serenidade de saber que somos eternos enquanto houver sentimento verdadeiro e possibilidade de reencontro. São notáveis também as atuações do elenco, formado por Douglas, Kadydja e Apollo, com destaque para o último citado, pois ele é um garoto de cinco anos, que demonstra em sua interpretação uma compreensão profunda sobre seu texto.</p>
<p>O artista mirim apresenta carisma, porém ele vai além disso. Apollo reúne a ingenuidade, que vem da sua própria fase de vida, com a firmeza de quem já tem certeza de tudo em tão tenra idade. Douglas e Kadydja ajudam nesta construção, mantendo a impressão de que desejam proteger e fortalecer os laços com este menino, que eles sabem que passa por um momento difícil.</p>
<p>São nas pausas e oscilações das vozes dos atores, que interpretam os adultos nesta trama, que a seriedade do que está ocorrendo é compreensível. Esta noção é colaborada pela montagem. O olhar do público é direcionado pelos cortes, que ampliam as definições do que está ocorrendo. Além disso, há um pequeno espaço criado entre um momento e outro, que pode ser ínfimo, mas que aumenta a criação narrativa, na cabeça de quem de assiste.</p>
<p>É como se existisse uma elaboração conjunta, na qual nem tudo é estampado no ecrã, porém é digerido e imaginado durante a sessão. E é por isso que <em><strong>Eu Nunca Contei a Ninguém</strong></em> contém maestria, entregando cinema de qualidade e arrancando algumas lágrimas dos mais sensíveis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Douglas Duan</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Apollo Angelo, Kadydja Erlen, Douglas Duan</p>
<p>Confira nossas críticas de Festivais <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/festival/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>clicando aqui</em></strong></a>!</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-eu-nunca-contei-a-ninguem/">Festival Cinepe 2023: Eu Nunca Contei a Ninguém</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/festival-cinepe-2023-eu-nunca-contei-a-ninguem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
