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	<title>Arquivos Djimon Hounsou - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Djimon Hounsou - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Shazam! Fúria dos Deuses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 23:15:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Shazam! Fúria dos Deuses finalmente chega aos cinemas e já vem trazendo uma boa proposta de discussão sobre o que é filme de super-herói. E por mais que eu não seja a maior entusiasta do gênero, te afirmo que isso, sim, é um filme de super-herói, que deixa os últimos longas da Marvel no chinelo. Afinal, quando a DC se dedica a um projeto, normalmente faz algo muito melhor do que a sua concorrente. (neste momento, os marvetes estão me [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Shazam! Fúria dos Deuses</strong></em> finalmente chega aos cinemas e já vem trazendo uma boa proposta de discussão sobre o que é filme de super-herói. E por mais que eu não seja a maior entusiasta do gênero, te afirmo que isso, sim, é um filme de super-herói, que deixa os últimos longas da Marvel no chinelo. Afinal, quando a DC se dedica a um projeto, normalmente faz algo muito melhor do que a sua concorrente. (neste momento, os marvetes estão me xingando kkkkk).</p>
<p>Shazam (Zachary Levi, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/"><em>Thor: Ragnarok</em></a>) lida com a má fama que ele e seus irmãos heróis estão adquirindo na cidade, por conta do rastro de destruição que deixam no caminho de seus resgates. Ele quer fazer a coisa certa, mas não sabe exatamente como e seus traumas do passado acabam tornando o caos ainda mais pesado e difícil de lidar. Afinal, ele ainda é um adolescente (Asher Angel)!</p>
<p>Em meio a esses dilemas juvenis, ele começa a receber mensagens do Mago (Djimon Hounsou, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/"><em>As Panteras</em></a>), que o tenta avisar que, ao quebrar o cajado de energia, ele abriu o portal dos mundos e agora as deusas, filhas do deus Atlas, estão buscando vingança pela perda de seu mundo. Sem saber para onde ir e o que fazer, ele se junta com os irmãos para tentar bolar um plano!</p>
<p>O filme vai nos inserido gradualmente naquela realidade que Billy vive no momento. Ele e os irmãos vivenciam as dúvidas que qualquer jovem tem naquela idade, como lidar com o bullying na escola, decidir o que fazer de faculdade, o primeiro amor, as descobertas dos próprios gostos. Tudo isso nos leva a ficar imersos na atmosfera da história, nos envolvendo novamente e rapidamente com os personagens, que trazem muito carisma na personalidade e nas atuações.</p>
<p>É preciso ter em mente que a proposta de longas do protagonista é ser algo mais leve, porque a própria história pede isso. <strong><em>Shazam! Fúria dos Deuses</em></strong> segue muito bem essa linha, duelando entre a leveza e a ação nata de super-heróis. Então intercalamos cenas de muita correria, disputa e voos bacanas com adolescentes entediados com a própria vida. O filme não tem pressa, mas ao mesmo tempo não perde tempo com inutilidades.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16526" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943.jpg" alt="Shazam! Fúria dos Deuses" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/3626943-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Aliás, acho que é justamente o maior mérito deste longa. Saber dosar os momentos e não se exceder em nada. Com muita facilidade ele envolve o espectador em uma trama gostosa de acompanhar e que nos faz ter interesse cena após cena. E a sutileza com que isso acontece é incrível.</p>
<p>Para lidar com os nossos heróis, temos vilãs de peso e que, de fato, infringem medo. Você sente o poder delas logo no começo, especialmente que existe ali uma hierarquia de perigo. Lucy Liu (<em>O Plano Imperfeito</em>), Helen Mirren (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-mentira/"><em>A Grande Mentira</em></a>) e Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) formam um trio improvável de antagonista que, surpreendentemente, funciona muito bem. Cada uma traz uma faceta diferente dos deuses e seus reais poderes.</p>
<p>Tudo isso é abarcando por ótimas escolhas da direção. David F. Sandberg (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-annabelle-2-a-criacao-do-mal/"><em>Annabelle 2 &#8211; A Criação do Mal</em></a>) traz uma linearidade simples e efetiva ao contar uma história como ela de fato é. Ele não duvida nem um pouco da esperteza do espectador, mas também não abusa da sua paciência, com milhares de plots que precisam se conectar do mais absoluto nada. Sendo assim, mesmo uma pessoa que não tenha assistido o primeiro filme de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><em>Shazam!</em></a> conseguirá se entreter e se interessar pela história. E isso é um grande mérito!</p>
<p>Sandberg consegue, inclusive, ir criando uma grande expectativa do surgimento de um personagem importante do universo DC, ao mesmo tempo em que deixa o espectador nessa dúvida. Sem dar spoilers, mas é muito legal quando este momento acontece. Um grande serviço aos fãs, especialmente depois das notícias do reebot que vai reiniciar quase todos os personagens, perdendo assim seus artistas já conhecidos.</p>
<p>Dito isso, <em><strong>Shazam! Fúria dos Deuses</strong></em> é um filme que definitivamente funciona demais! Ele entretém, mescla bem a fase adolescente com os heróis adultos, tem ótimas antagonistas, uma história redondinha e aquele clima pulsante de empolgação no ar. É definitivamente um acerto que acredito que todo mundo deveria ter o prazer de conferir nos cinemas!</p>
<p><strong>Direção:</strong> David F. Sandberg</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Zachary Levi, Asher Angel, Jack Dylan Grazer, Rachel Zegler, Adam Brody, Ross Butler, D.J. Cotrona, Grace Caroline Currey, Meagan Good, Lucy Liu, Djimon Hounsou, Helen Mirren</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YYY6Ln53XtI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial Catálogo: Gladiador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2019 15:06:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tradição dos filmes épicos teve seu início com a obra italiana Cabiria, de 1914. Desde sua estreia, o cinema épico viveu por muito tempo dos louros de produções monumentais desse subgênero como O Nascimento de Uma Nação (1915) – dirigido pelo controverso D. W. Griffith – e a obra francesa sobre um dos maiores conquistadores da história, Napoleão (1927). Apesar da decaída nas produções, a febre dos épicos ainda persistiu até meados do século XX, com trabalhos como o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tradição dos filmes épicos teve seu início com a obra italiana <em>Cabiria</em>, de 1914. Desde sua estreia, o cinema épico viveu por muito tempo dos louros de produções monumentais desse subgênero como <em>O Nascimento de Uma Nação</em> (1915) – dirigido pelo controverso D. W. Griffith – e a obra francesa sobre um dos maiores conquistadores da história, <em>Napoleão</em> (1927). Apesar da decaída nas produções, a febre dos épicos ainda persistiu até meados do século XX, com trabalhos como o premiado <em>Spartacus</em> (1960), de Stanley Kubrick. Contudo, o último ano antes do novo milênio foi contemplado com o filme <em><strong>Gladiador</strong></em>, que se tornaria um ponto de recomeço para que esse segmento cinematográfico se reinventasse.</p>
<p>A história ambientada na Roma Antiga tem como herói o general Maximus (Russell Crowe, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dois-caras-legais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Dois Caras Legais</em></a>) e para contrapô-lo, a figura do corrupto e incestuoso Commodus (Joaquin Phoenix, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Coringa</em></a>). O conflito entre essas personagens é estabelecido a partir da morte do Imperador Marcus Aurelius (Richard Harris, <em>Harry Potter e a Pedra Filosofal</em>), pai de Commodus.</p>
<p>Em segredo, o então falecido Imperador deixou para Maximus, como última missão, restabelecer o poder político total do Senado romano. Assim, a prosperidade voltaria a reinar no grande Império. Commodus, ao perceber que o general lhe seria uma ameaça, manda que seus guardas matem-no por trair os desejos do novo Imperador. Após fugir de sua sentença mortal,  Maximus transfigura-se no famoso e implacável gladiador de Proximus (Oliver Reed, <em>O Povo Contra Larry Flynt</em>). Sua notoriedade leva-o até o despótico Commodus e o reencontro dos dois promete revelações, tramas políticas e a ira de um tirano que luta para manter-se no poder.</p>
<p>Realizando o seu segundo épico da carreira, o diretor Ridley Scott (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alien-covenant/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Alien: Covenant</em></a>) emplaca um filme de sucesso. Com direito a uma bilheteria invejável e críticas bem positivas, o longa-metragem ainda teve 119 indicações &#8211; das quais foi vitorioso em 48 prêmios. Os pontos mais fortes na produção estão no conjunto técnico e artístico que rodeou Scott. Os roteiristas David Franzoni (<em>Amistad</em>, 1997), John Logan (<em>O Aviador</em>, 2004) e William Nicholson (<em>Os Miseráveis</em>, 2012), por exemplo, foram indicados ao Oscar de &#8220;Melhor Roteiro Original&#8221;.</p>
<p><strong><em>Gladiator</em></strong> (título original) é estruturado por uma narrativa que mescla figuras reais com uma criação totalmente livre em cima de um período histórico. Apesar de algumas questões dessa liberdade em cima da realidade, a profusão de acontecimentos marcantes e embates poderosos levanta o roteiro, o concedendo diversas indicações.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11954" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Gladiador" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como todo bom épico, <strong><em>Gladiador</em></strong> traz a velha oposição entre o povo e o poder tirânico. Dessa forma, o filme carrega uma crítica social que retrata situações atemporais como abuso de poder, corrupção e a famosa &#8220;política do pão e circo&#8221;. Além da originalidade existente no roteiro, a presença marcante do imponente Russell Crowe faz da simples personagem uma merecedora do <em>Academy Awards</em> de &#8220;Melhor Ator&#8221;. Somando a qualidade do protagonista, Joaquin Phoenix apresenta uma criatura digna de repulsa que conquista os piores sentimentos do espectador. O que acabou lhe proporcionando três indicações como &#8220;Melhor Ator Coadjuvante&#8221; no Oscar, Globo de Ouro e BAFTA.</p>
<p>O vencedor do <em>Academy Awards</em>, todavia, incomoda o público em alguns aspectos. As principais críticas são a quebra com a realidade histórica e a falta de liga sentimental no épico. Esperava-se que o filme apelasse para as emoções do espectador uma vez que o longa estabelece uma identificação com revoluções contra um dominador despótico. Entretanto, a linha fílmica de Ridley Scott não comporta sentimentalismos. Os filmes de Scott expressam um alto teor de razão tornando o fator emotivo algo mais do que secundário, o que se repete em <strong><em>Gladiador</em></strong>. A tentativa exagerada de tocar o público é atribuída ao excesso de artifícios sonoros – ato falho, mesmo com trilha sonora composta pelo excelente Hans Zimmer (<em>O Rei Leão</em>, 1995).</p>
<p>O triunfo de <strong><em>Gladiator</em></strong> está em sua tática interna de compensação. A infertilidade emocional característica de Scott é esquecida graças à montagem fílmica de alta qualidade feita pelo premiado Pedro Scalia (<em>JFK: A Pergunta Que Não Quer Calar</em>, de 1991). O descontentamento relacionado à infidelidade com os fatos reais é vencido pela fascinação do público com histórias de heróis. Tudo isso guiado pelas belas batalhas coreografadas por Nicholas Powell (<em>Coração Valente</em>, de 1995). Além desses, outros setores da produção são notáveis e foram indicados em inúmeras premiações &#8211; como a direção de arte, composição musical, montagem, efeitos especiais etc.</p>
<p>O conjunto cinematográfico do longa levou diversas pessoas a se encantarem com a fotografia, edição, roteiro e atuações magistrais que compõem a beleza do filme. Ademais, Ridley Scott merece louros por ter reapresentado ao público &#8211; já que esse não via nada com tamanha qualidade há décadas &#8211; um épico que honra os seus antecessores e o próprio subgênero.</p>
<p>Você pode conferir esse premiado marco do cinema no catálogo da <a href="https://www.netflix.com/watch/60000929?trackId=13752289&amp;tctx=0%2C0%2C6693b9eba1cd98cf69bec410b01a46edb212a2d6%3A2e4ec8a66f17c36c3507f58ee9d6175f07a1fd4c%2C%2C"><em><strong>Netflix</strong></em></a>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ridley Scott<br />
<strong>Elenco:</strong> Russell Crowe, Joaquin Phoenix, Connie Nielsen, Oliver Reed, Richard Harris, Derek Jacobi, David Hemmings, Djimon Hounsou</p>
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		<title>Crítica: SHAZAM!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 15:29:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A jornada de um herói pode ser contada de diversas maneiras. A própria expressão imagética dessa figura não tem normas pré estabelecidas e pode percorrer qualquer caminho. Da Grécia antiga até as mais recentes narrativas cinematográficas dos grandes estúdios, as possibilidades se tornaram infinitas de representar uma personagem heroica. A partir desses novos cenários, o Universo Estendido da DC (DCEU) reformulou o seu caminho e encontrou uma nova forma de construir suas histórias. Aquaman foi o primeiro a iniciar essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornada de um herói pode ser contada de diversas maneiras. A própria expressão imagética dessa figura não tem normas pré estabelecidas e pode percorrer qualquer caminho. Da Grécia antiga até as mais recentes narrativas cinematográficas dos grandes estúdios, as possibilidades se tornaram infinitas de representar uma personagem heroica. A partir desses novos cenários, o Universo Estendido da DC (DCEU) reformulou o seu caminho e encontrou uma nova forma de construir suas histórias.</p>
<p><em>Aquaman</em> foi o primeiro a iniciar essa nova linha de pensamento da DC Films. O longa-metragem sobre o rei de Atlântida abriu portas e deu pistas sobre o que os fãs poderiam esperar das próximas produções. Com a estreia de <em><strong>SHAZAM</strong></em>!, o público pode conferir a confirmação de suas expectativas. O DCEU parece, enfim, ter encontrado o seu caminho. A produção estreia nesta quinta-feira (4) e promete alavancar o futuro do universo.</p>
<p>Billy Batson (Asher Angel) vive mudando de lares adotivos. Logo após chegar na casa dos Vasquez, ele acaba entrando numa briga para defender um dos outros adotados. Fugindo dos valentões, Billy acaba encontrando um antigo mago (Djimon Hounsou) que o transformará num super-herói adulto todas as vezes que ele invocar o nome do ancião. Para entender o que aconteceu, Billy decide contar para Freddy (Jack Dylan Grazer), seu novo irmão adotivo que entende tudo de heróis, sobre o seu super e mágico alter ego chamado Shazam (Zachary Levi). Tudo parecia uma diversão para os dois garotos – os quais passavam os dias testando os poderes de Shazam – até o momento que seu adversário, o Dr. Thaddeus Silvana (Mark Strong), surge na tentativa de roubar os seus poderes. Agora o adolescente terá que enfrentar o poderoso vilão para salvar a cidade, a nova família e a si mesmo.</p>
<p>Apesar das evidentes mudanças mostradas em <em>Aquaman</em>, o tom do novo longa da DC Films é completamente diferente das outras produções do universo. <strong><em>SHAZAM</em></strong>! tem uma natureza cômica sem igual. O filme resgata um olhar mais leve sobre as histórias de super herói sem perder as características do universo e a profundidade dos assuntos abordados. A película retrata aspectos da infância, questões sobre o sentimento do que é uma família e trata, também, sobre o sentido de pertencimento. Tudo isso em meio a uma estrutura engraçada que, por si só, se destaca. O caminho escolhido para <strong><em>SHAZAM!</em> </strong>foi um dos melhores acertos da Warner Bros. desde que a produtora resolveu refazer as <em>hqs</em> dos componentes da Liga da Justiça.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10373" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1759136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="SHAZAM!" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1759136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1759136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1759136.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O roteiro é uma adaptação muito correta e funciona como uma narrativa inteligente. Henry Gayden escreveu uma enxuta e agradável história capaz de captar um público variado. Para aqueles que leram os quadrinhos do herói, <em><strong>SHAZAM!</strong></em> é um presente que leva o fã de volta as páginas das <em>hqs</em> – com algumas alterações que são compreensíveis e que conseguem desenhar o futuro da narrativa. Para o espectador que vai aos cinemas pelo simples fato de ser um filme de herói, esse terá uma sessão surpreendentemente divertida. O longa dirigido por David F. Sandberg (<em>Quando as Luzem se Apagam</em>, de 2016, e <em>Annabelle 2</em>, de 2017) é uma das jornadas de herói mais criativas e engraçadas já feitas.</p>
<p>O maior suporte dessa estrutura plenamente sutil, criativa e divertida é o elenco. O trio Zachary Levi, Asher Angel e Jack Dylan Grazer toma conta da narrativa com performances extraordinárias. A consonância entre as atuações de Levi e Angel é assombrosa. Quando eles trocam de lugar em cena – seja Billy virando o Shazam ou o contrário – os trejeitos, a fala e o olhar permanecem. A conexão entre os dois atores faz a narrativa crescer de maneira quantitativamente exponencial. Para agregar ainda mais as cenas deles, Grazer completa o trio trazendo a sua presença de cena. A personagem dele representa a comédia, a consciência heroica e, principalmente, é uma expressão do desejo de toda criança. Grazer entra em cena para personificar o sonho infantil de ser um herói.</p>
<p>A estreia de<strong><em> SHAZAM!</em> </strong>é um momento glorioso da DC. Como o segundo acerto dessa nova jornada, a bilheteria promete ser tão boa quanto a de <em>Aquaman</em> e <em>Mulher-Maravilha</em>. As críticas elogiaram incontestavelmente a produção – mais até do que o filme estrelado por Jason Momoa – e isso, somado aos acertos do filme, farão desse um dos expoentes da nova fase da DC. <em><strong>SHAZAM!</strong></em> funcionará como a ponte para fazer o espectador voltar a confiar nas produções do universo – o qual deve crescer e prosperar daqui para frente. A película estrelada por Zachary Levi inicia definitivamente a nova era da DCEU com a esperança de que o que está por vir sempre será melhor.</p>
<p><strong>Direção:</strong> David F. Sandberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Zachary Levi, Asher Angel, Mark Strong, Djimon Hounsou, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Ian Chen, Faithe Herman, Adam Brody, Ross Butler, Michelle Borth, Meagan Good, D.J. Cotrona</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/A60Q8S-ohNA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Calmaria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 15:56:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Anne Hathaway]]></category>
		<category><![CDATA[Calmaria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O roteirista Steven Kinight circula faz algum tempo em Hollywood e impressionou a crítica recentemente com seu segundo longa como diretor, <em>Locke</em>, que só tem o ator Tom Hardy em seu elenco e é centrado em suas ações dentro de um carro. Antes disso, Knight esteve por trás de roteiros dirigidos por gente como Stephen Frears (<em>Coisas Belas e Sujas</em>), pelo qual foi indicado ao Oscar, e David Cronenberg (<em>Senhores do Crime</em>). Estranhamente, alguém com tanta estrada e caminhos abertos na indústria é capaz de realizar um filme como <em><strong>Calmaria</strong></em>, cujo &#8220;calcanhar de Aquiles&#8221; é justamente o seu roteiro trôpego com direito a um absurdo twist que faria inveja a M. Night Shyamalan nos seus piores dias (algo do nível <em>Fim dos Tempos</em>).</p>
<p><em><strong>Calmaria</strong> </em>tem início quando somos apresentados a Baker Dill, personagem de Matthew McConaughey, e sua obsessão por um peixe. Dill tem um barco chamado &#8220;Calmaria&#8221; cujos clientes, a maioria turistas que estão de passagem pela região litorânea onde mora, parecem pretextos para o solitário marinheiro sair em busca do animal que batiza de &#8220;Justiça&#8221;. Quando Karen, personagem de Anne Hathaway, retorna na vida de Dill lhe oferecendo muito dinheiro em troca de um serviço sujo ele se vê tentado a aceitar a oferta concretizando sua obstinada procura pelo animal.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10060" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/1903197.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Calmaria" width="610" height="348" /></p>
<p>Claramente, Steven Knight faz de <strong><em>Calmaria</em> </strong>um filme <em>noir</em> ambientado no litoral americano. McConaughey e Hathaway interpretam figuras conhecidas do gênero, o anti-herói enlaçado por uma trama criminosa apresentada a ele pela<em> femme fatale</em> da atriz exibindo uma inédita (?) madeixa loira. A princípio, o realizador parece apostar no gênero e nessa variação alternativa oferecida por essa ambiência, instigando o espectador a perseverar na história a fim de descobrir o que existe por trás da obsessão do seu protagonista pelo tal peixe e o risco que a moça interpretada por Hathaway irá oferecer a sua vida.</p>
<p>Na medida que a trama avança, vem a grande decepção. Como uma &#8220;carta na manga&#8221;, o realizador traz uma história paralela que faz com que toda a realidade construída até então seja uma verdadeira farsa. No terceiro ato, Knight faz <strong><em>Calmaria</em> </strong>aparentar ser inteligente demais, como se tivesse extraído da &#8220;cartola&#8221; informações para impressionar o público mais desavisado, mas no fim das contas isso tudo só serve para a trama cair na descrença do espectador. <strong><em>Calmaria</em> </strong>acaba esquecendo-se de encerrar &#8220;nós&#8221; da sua história que no final das contas não fazem muito sentido. Fica com a honra de provavelmente ser o filme com o <em>twist</em> mais estapafúrdio do ano.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/brlixT-fPSQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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