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	<title>Arquivos Deuses do Egito - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Deuses do Egito - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Estreias da Semana: 25/02 a 02/03 &#8211; Como Ser Solteira, Deuses do Egito, Orgulho e Preconceito e Zumbis&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 15:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Amor em Sampa]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Como ser Solteira]]></category>
		<category><![CDATA[Deuses do Egito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos filmes de todos os gostos nas estreias desta semana. Para começar, a comédia romântica Como Ser Solteira, com Dakota Johnson, protagonista do filme Cinquenta Tons de Cinza. Tem ainda o suspense Presságios de Um Crime, que traz Anthony Hopkins e Colin Farrell como antagonistas na trama. O longa Orgulho e Preconceito e Zumbis faz uma releitura do clássico de Jane Austen com uma pegada mais sombria. Outro filme interessante que estreia esta semana é Deuses do Egito, que tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos filmes de todos os gostos nas estreias desta semana. Para começar, a comédia romântica <em><strong>Como Ser Solteira</strong></em>, com Dakota Johnson, protagonista do filme <em>Cinquenta Tons de Cinza</em>. Tem ainda o suspense <strong>Presságios de Um Crime</strong>, que traz Anthony Hopkins e Colin Farrell como antagonistas na trama. O longa <strong>Orgulho e Preconceito e Zumbis</strong> faz uma releitura do clássico de Jane Austen com uma pegada mais sombria. Outro filme interessante que estreia esta semana é <strong>Deuses do Egito</strong>, que tem recebido muitas críticas por aí. Para fechar, o título nacional <strong>Amor em Sampa</strong>. Confira as sinopses e os trailers abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4643" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/maxresdefault-2.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Deuses do Egito</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Alex Proyas<br />
<strong>Elenco:</strong> Nikolaj Coster-Waldau, Gerard Butler, Brenton Thwaites</p>
<p>Set, o impiedoso deus das trevas, conquistou o trono do Egito e mergulhou o até então pacífico e próspero império em caos e conflitos. Poucos ousam rebelar-se contra ele. Um jovem ladrão, cuja amada foi raptada por Set, busca destronar e derrotar o imperador – com a ajuda do poderoso deus Hórus. Confira nossa crítica <strong>clicando aqui</strong>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tcHMQVz8HdA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4644" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/maxresdefault-3.jpg" alt="maxresdefault (3)" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Orgulho e Preconceito e Zumbis</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Burr Steers<br />
<strong>Elenco:</strong> Lily James, Sam Riley, Matt Smith, Bella Heathcote</p>
<p>Um surto de zumbis se abateu sobre a Terra nesta releitura do conto clássico de Jane Austen que trata das relações e enlaces amorosos entre amantes de diferentes classes sociais na Inglaterra do século XIX. A resoluta heroína Elizabeth Bennet (Lily James) é mestre em armas e artes marciais; e o belo Mr. Darcy (Sam Riley) é um feroz assassino de zumbis e símbolo máximo do preconceito inerente às classes superiores. Mas à medida que o surto zumbi se intensifica, os dois devem deixar o orgulho de lado e unir forças no campo de batalha encharcado de sangue, a fim de acabar com o exército morto-vivo de uma vez por todas. Confira nossa crítica <strong><a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-orgulho-e-preconceito-e-zumbis/" target="_blank">clicando aqui</a></strong>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fGw6lXk8tew" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4645" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/solace-xlarge.jpg" alt="solace-xlarge" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Presságios de Um Crime</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Afonso Poyart<br />
<strong>Elenco:</strong> Anthony Hopkins, Jeffrey Dean Morgan, Abbie Cornish</p>
<p>Dois detetives do FBI, Joe Merriwether (Jeffrey Dean Morgan) e Katherine Cowles (Abbie Cornish) perseguem um serial killer conhecido por matar suas vítimas com um objeto perfurante na nuca, sem deixar vestígios na cena do crime. Diante da ausência de provas, Joe pede ajuda ao seu amigo pessoal, o Doutor John Clancy (Anthony Hopkins), um poderoso vidente que vive isolado desde a morte de sua filha. Aos poucos, este novo investigador ajuda os policiais a entender a mente do assassino (Colin Farrell), até fazer uma descoberta importante: o homem responsável pelas mortes também é um vidente, ainda mais esperto que John. Pior do que isso, ele está sempre um passo à frente nas investigações. Com informações do Adoro Cinema. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-pressagios-de-um-crime/" target="_blank">clicando aqui</a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tLkyvYDFT1w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4646" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/238256.jpg" alt="238256" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como Ser Solteira</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Christian Ditter<br />
<strong>Elenco:</strong> Dakota Johnson, Rebel Wilson, Leslie Mann</p>
<p>Existe um jeito certo e um jeito errado de ser solteiro, além disso&#8230; existe Alice. E Robin. Lucy. Meg. Tom. David. A cidade de Nova York está cheia de corações solitários que buscam o par ideal, seja ele uma conexão de amor, uma ficada, ou alguma coisa no meio disso. E em algum lugar entre essas mensagens provocantes e saídas de uma noite só, o que todos esses solitários têm em comum é a necessidade de aprender a ser solteiro em um mundo cheio de constantes evoluções sobre a definição do amor. Badalar na cidade que nunca dorme nunca foi tão divertido. Confira nossa crítica <strong><a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-como-ser-solteira/" target="_blank">clicando aqui</a></strong>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MxARqpiCMTc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4647" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/04jul2013-1373050414588_1920x1080.jpg" alt="04jul2013---1373050414588_1920x1080" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amor em Sampa</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Carlos Alberto Riccelli, Kim Riccelli<br />
<strong>Elenco:</strong> Carlos Alberto Riccelli, Bruna Lombardi, Eduardo Moscovis</p>
<p>Uma divertida comédia em que cada um busca seu sonho, o amor e a felicidade do seu jeito. A modelo Lara se enrosca com o taxista Cosmo, mas ela quer mesmo é um marido rico. O super fashion Raduan quer casar com o enrustido Ravid, mas antes exige que ele assuma a relação. Carol e Mabel, duas amigas aspirantes a atriz, disputam um papel na peça e na cama do diretor Matheus. O ambicioso Lucas tenta seduzir a rica empresária Aniz, mas ela prepara um contragolpe. O publicitário Mauro quer mostrar para Tutti que a paixão ainda é possível, e que com o amor, até uma cidade pode mudar.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ES-1xeKQOUs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Deuses do Egito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 10:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Proyas]]></category>
		<category><![CDATA[Brenton Thwaites]]></category>
		<category><![CDATA[Deuses do Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Geoffrey Rush]]></category>
		<category><![CDATA[Gerard Butler]]></category>
		<category><![CDATA[Nikolaj Coster-Waldau]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4609" aria-describedby="caption-attachment-4609" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4609 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/2EDCF1E700000578-3336938-_We_re_sorry_The_studio_and_director_behind_the_Gerard_Butler_mo-a-5_1448662441909-620x357.jpg" alt="2EDCF1E700000578-3336938-_We_re_sorry_The_studio_and_director_behind_the_Gerard_Butler_mo-a-5_1448662441909" width="620" height="357" /><figcaption id="caption-attachment-4609" class="wp-caption-text">Precisando de um novo agente: Gerard Butler se mete em mais uma enrascada ao aceitar protagonizar o longa</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde que os primeiros trailers de <i>Deuses do Egito </i>foram lançados na rede, o mais recente longa do diretor Alex Proyas, o mesmo de <i>O Corvo</i>, <i>Eu Robô </i>e <i>Presságio</i>, todos passatempos bem &#8220;bacaninhas&#8221;, as primeiras impressões do público não foram nada positivas. O longa parecia ser uma tentativa desastrada de fazer da mitologia egípcia um universo fértil para a realização de um épico de aventura feito praticamente em CGI, ou seja, mais um entre tantos da leva que sucedeu <i>300</i>, de Zack Snyder. Como julgar um filme pelo trailer é um pecado que qualquer apaixonado por cinema não pode cometer, teríamos que chegar aos cinemas com pelo menos um pouquinho de esperança de que o longa não fosse de todo ruim e que todos os efeitos especiais mal feitos e exagerados exibidos na peça publicitária da obra fossem superados por algum elemento extra-técnico. Infelizmente, não é isso que vivenciamos em <i>Deuses do Egito</i>, provavelmente um sério candidato a filme mais desastroso a ser batido em 2016.</p>
<figure id="attachment_4610" aria-describedby="caption-attachment-4610" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4610 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/190139_godsofegypt-mv-8-620x349.jpg" alt="190139_godsofegypt-mv-8" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4610" class="wp-caption-text">Exageros: Produção é marcada pela excessiva grandiloquência</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>No longa, Nikolaj Coster-Waldau (da série <i>Game of Thrones</i>) vive o deus Horus, cujo trono é usurpado pelo poderoso deus Set, papel de Gerard Butler (precisando de um novo agente para ontem, tamanha a quantidade de filmes ruins que anda fazendo), que transforma toda a sociedade egípcia em um verdadeiro caos. Nesse cenário, Bek, um jovem comum, junta suas forças com Horus para formar um grupo de resistência contra os mandos e desmandos de Set, pondo fim a essa era de escuridão no Egito.</p>
<p><i>Deuses do Egito </i>é um filme que esquece qualquer tipo de sutileza, ou seja, tudo no longa é marcado pelo exagero, pela opulência e, por isso mesmo, pela cafonice. Do figurino aos sets construídos praticamente por recursos digitais, passando pela trilha sonora composta em tom de grandiloquência por um Marco Beltrami irreconhecível (como pode o compositor responsável recentemente pelas trilhas irretocáveis de <i>Dívida de Honra </i>e <i>Expresso do Amanhã </i>cometer um trabalho tão ruim?), tudo em <i>Deuses do Egito </i>privilegia a megalomania. O longa de Proyas parece gritar no ouvido e nos olhos do espectador a todo momento a sua ambição de grande produção. Todo o exagero dos elementos que envolvem <i>Deuses do Egito </i>poderia se justificar caso o filme fizesse piada da sua própria existência, mas não é isso que vemos em cena, pelo menos, não na maioria das vezes. Em inúmeros momentos, Alex Proyas parece realmente acreditar estar conduzindo uma produção no naipe das melhores do seu gênero.</p>
<figure id="attachment_4611" aria-describedby="caption-attachment-4611" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4611 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/190139_godsofegypt-mv-9-620x334.jpg" alt="190139_godsofegypt-mv-9" width="620" height="334" /><figcaption id="caption-attachment-4611" class="wp-caption-text">Roteiro: Trama não tem estrutura e é recheado de chavões.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Operando os aspectos visuais e narrativos do seu espalhafatoso longa-metragem de ação com a discrição de um elefante, Alex Proyas faz seu filme assemelhar-se a um desfile de escolas de samba ruim, com direito a um enredo infeliz, alegorias e fantasias que gritam suas respectivas breguices e um samba que não faz sentido do início ao fim da sua passagem pela Sapucaí. O roteiro do longa escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, os mesmos do igualmente ruim <i>Drácula &#8211; A História Nunca Contada</i>, não tem estrutura ou coerência alguma e ainda carrega o quanto pode a trama de frases de efeito e momentos que beiram o risível.</p>
<p>Transformando suas figuras mitológicas em criaturas de armadura cromada que são apenas um dos sinais de mau gosto da sua trama, <i>Deuses do Egito </i>é um filme que confunde os seus excessos em todos os departamentos criativos com a oferta de um espetáculo cinematográfico empolgante para a sua plateia. No final das contas, o que o espectador tem é um filme que em todos os níveis não faz o menor sentido, sobretudo como entretenimento.</p>
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