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	<title>Arquivos Colossal - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Colossal - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Baywatch é o destaque nas estreias desta semana (15/06). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 17:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Baywatch]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Colossal]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo e Todas as Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Um Tio Quase Perfeito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mitch Buchannon (Dwayne Johnson) é um devoto salva-vidas, orgulhoso do seu trabalho. Enquanto está treinando o novo e exibido recruta Matt Brody (Zac Efron), os dois descobrem uma conspiração criminosa no local que pode ameaçar o futuro da baía. Com informações do Adoro Cinema. Confira a crítica clicando aqui! Tudo e Todas as Coisas Direção: Stella Meghie Elenco: Amandla Stenberg, Nick Robinson, Anika Noni Rose E se você não pudesse tocar absolutamente em nada do mundo? E se não pudesse [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/baywatch-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-1506-confira-o-que-entra-em-cartaz/">Baywatch é o destaque nas estreias desta semana (15/06). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mitch Buchannon (Dwayne Johnson) é um devoto salva-vidas, orgulhoso do seu trabalho. Enquanto está treinando o novo e exibido recruta Matt Brody (Zac Efron), os dois descobrem uma conspiração criminosa no local que pode ameaçar o futuro da baía. Com informações do Adoro Cinema. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/K8YQGq6wS-I" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7778" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/161209.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Tudo e Todas as Coisas</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Stella Meghie<br />
<strong>Elenco:</strong> Amandla Stenberg, Nick Robinson, Anika Noni Rose</p>
<p>E se você não pudesse tocar absolutamente em nada do mundo? E se não pudesse respirar ar fresco, sentir o sol quente em seu rosto… ou beijar seu vizinho? “Tudo e Todas as Coisas” narra a improvável história de amor de Maddy, uma garota de 18 anos, inteligente, curiosa e cheia de imaginação, vítima de uma doença raríssima que a impede de abandonar a proteção do ambiente hermeticamente fechado no qual vive dentro de sua casa, e Olly, o vizinho da casa ao lado que não está disposto a deixar que a condição de Maddy os afaste um do outro. Confira a crítica clicando aqui!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-sIlDGnhb1A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7777" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/coloss01.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Colossal</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Nacho Vigalondo<br />
<strong>Elenco:</strong> Anne Hathaway, Jason Sudeikis, Dan Stevens</p>
<p>Glória (Anne Hathaway) é uma mulher comum que depois de perder o emprego e terminar o seu relacionamento é forçada a deixar sua vida em Nova York e voltar para sua cidade natal. Quando surgem relatos noticiosos de que uma criatura gigante está destruindo Seul, na Coréia, Glória gradualmente percebe que possui uma ligação com esse fenômeno. Na medida em que os acontecimentos na Coréia saem do controle, Glória percebe a razão pela qual sua existência aparentemente insignificante tem um efeito colossal e impactará o destino do mundo. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-colossal/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MU6YXhgLEN4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7776" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/5923918_x720.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Um Tio Quase Perfeito</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Pedro Antonio<br />
<strong>Elenco:</strong> Marcus Majella, Ana Lucia Torre, Letícia Isnard</p>
<p>Tony é um adorável trambiqueiro que vive de bicos e de pequenos golpes, sempre com apoio da mãe, Cecilia. Quando são despejados do apartamento onde moram, ele procura a irmã, Angela, que está com uma viagem marcada e desesperada porque a babá sumiu. Contra vontade, ela aceita que Tony e a mãe fiquem uns dias cuidando dos 3 sobrinhos, que ele nem conhece. Assim começam as divertidas confusões tamanho família.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/c0pjoPseOWc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Colossal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2017 14:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Hathaway]]></category>
		<category><![CDATA[Colossal]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Stevens]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Sudeikis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Colossal provavelmente ficará com o título de filme com a premissa e o desenvolvimento mais absurdos de 2017. Ainda que o longa do diretor espanhol Nacho Vigalondo (de Perseguição Virtual) não seja isento de deslizes, não há como negar que estamos diante de uma obra que prima pela criatividade ao contar a história de uma jovem desempregada com sintomas de depressão e alcoolismo que se vê ligada ao ataque de um monstro gigante em Seul, capital da Coreia do Sul. Conceitualmente, Vigalondo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Colossal </i>provavelmente ficará com o título de filme com a premissa e o desenvolvimento mais absurdos de 2017. Ainda que o longa do diretor espanhol Nacho Vigalondo (de <i>Perseguição Virtual</i>) não seja isento de deslizes, não há como negar que estamos diante de uma obra que prima pela criatividade ao contar a história de uma jovem desempregada com sintomas de depressão e alcoolismo que se vê ligada ao ataque de um monstro gigante em Seul, capital da Coreia do Sul.</p>
<p>Conceitualmente, Vigalondo, também roteirista do filme, faz de <i>Colossal </i>um longa que se apropria do cinema oriental marcado pelas histórias de monstros gigantes que invadem cidades ou disputam esse espaço com outras criaturas, mas no fundo o realizador quer falar de questões íntimas da sua protagonista, vivida por uma inspirada Anne Hathaway. Usando tais referências como metáforas para os conflitos existenciais e de relacionamento da mesma, Vigalondo realiza um filme perspicaz, engraçado e sensível, ainda que arque com as consequências inevitáveis de ir ao extremo com o absurdo da sua história.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Colossal</i> Anne Hathaway vive Gloria, uma mulher que se desentende com seu namorado Tim (Dan Stevens, da série <i>Downton Abbey</i>) porque não consegue arrumar emprego e costuma varar a madrugada regada a álcool. Quando os dois se separam, Gloria pega suas coisas e retorna a cidadezinha em que fora criada, se reencontrando com Oscar, papel de Jason Sudeikis (de <i>Quero Matar Meu Chefe</i>), um amigo de infância. A personagem de Hathaway acaba conseguindo um emprego de garçonete no bar de Oscar e encontrando uma estranha conexão entre sua vida e o reiterado aparecimento de um monstro em Seul. Aos poucos o espectador percebe que o que o realizador está sinalizando com sua premissa, que posteriormente revela elementos ainda mais fantásticos, é que tudo é pretexto para construir uma narrativa de amadurecimento e evolução da própria protagonista da história lutando contra monstros internos (vícios, depressão, medos etc) e externos (relacionamentos com homens abusivos ou omissos) algo que cria paralelo com a clássica disputa entre <i>kaijus</i> (os monstros orientais do cinema &#8211; por vezes com robôs gigantes) pelo controle de uma metrópole. No final das contas, <i>Colossal </i>acaba sendo um filme que narra a tomada de rédeas da própria vida por Glória.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7768" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/07colossal-master768-v3.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como sinalizado no início, <i>Colossal </i>não é isento de deslizes. Seu roteiro por vezes se perde nas tentativas de construir uma certa logicidade a sucessão de seus acontecimentos fantásticos. Acontece que o longa possui méritos que superam em larga escala suas falhas. A maneira como Vigalondo estabelece o encontro entre a história de Gloria e as aparições do seu<i> kaiju</i> é curiosa e serve de fato para construir uma protagonista complexa, que está bem distante do protótipo da heroína romântica e que por apresentar falhas tem muito a evoluir até o desfecho do filme, ganhando gradualmente autonomia. Muitas vezes  por não se levar tão a sério e por trazer o verniz do fantástico, <i>Colossal </i>traz como risco a dificuldade de se vender para sua plateia, é &#8220;fora da casinha&#8221; demais para o público adolescente que lota os multiplexes, mas também pop demais para públicos que procuram um cinema mais refinado (ou que crê ser mais intelectualmente refinado que outros cinemas). <i>Colossal</i> pode ser satisfatório para ambos se for assistido sem resistências e com muita tolerância para os caminhos tortuosamente esquisitos de sua história.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Encontrando uma forma curiosa e singular de contar a trajetória da sua protagonista e extrair reflexões profundas sobre a psicologia e as relações sociais da mesma, mas também oferecendo ao público um outro modo de fazer o cinema <i>kaiju</i>, <i>Colossal </i>não será um filme que deixará o espectador em cima do muro ao final da sessão. Ame-o ou deixe-o, uma coisa é certa, Nacho Vigalondo não escolheu caminhos muito óbvios em um filme que mantém a gente curioso a respeito do lugar para onde irá nos levar depois de surpreender a gente com sua anarquia peculiar.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MU6YXhgLEN4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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