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	<title>Arquivos Cobie Smulders - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Cobie Smulders - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Homem-Aranha: Longe de Casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2019 01:29:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso respirar fundo na hora de escrever qualquer palavra sobre o novo filme do spider man, o Homem-Aranha: Longe de Casa. Com estreia para esta quinta-feira, 04, o longa, dirigido por Jon Watts (A Viatura), poderia ser divido em duas partes. Na primeira etapa de projeção, tem-se uma obra insossa, na qual a personalidade e os desafios do herói não avançam muito e a pergunta sobre a necessidade de uma continuação da história anterior paira na mente. Contudo, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É preciso respirar fundo na hora de escrever qualquer palavra sobre o novo filme do <i>spider man</i>, o <em><strong>Homem-Aranha: Longe de Casa</strong></em>. Com estreia para esta quinta-feira, 04, o longa, dirigido por Jon Watts (<em>A Viatura</em>), poderia ser divido em duas partes. Na primeira etapa de projeção, tem-se uma obra insossa, na qual a personalidade e os desafios do herói não avançam muito e a pergunta sobre a necessidade de uma continuação da história anterior paira na mente.</p>
<p>Contudo, a partir da parte 2 da exibição, alguns minutos depois do <em>plot twist</em> &#8211; que não será contado aqui para não revelar <em>spoilers</em> -, a narrativa ganha novos rumos e um possível respiro. Deste momento em diante, os problemas que o Homem-Aranha (Tom Holland) precisa enfrentar recebem uma nova dimensão e as decisões do roteiro deixam de parecer preguiçosas e começam a possuir um efeito surpreendente. Isto porque as necessidades que o protagonista passa a ter, como e se ele conseguirá realizar o intento que deseja engrandecem o clima de ação e aventura.</p>
<p>O maior destaque aqui vai para o carismático e consciente Jake Gyllenhal (<em>O Segredo de Brokeback Mountain</em>), que interpreta o Quentin, nova figura paterna para o Peter Parker. A sua construção parece atenta no que tange demonstrar os sentimentos intencionalmente ternos para com o Aranha. Além disso, a sua movimentação em cena revelam as ações e gestos de um super-herói de velha guarda, já acostumado a enfrentar grandes batalhas. Por fim, Gyllenhall, mede bem a dose de acidez em momentos precisos do texto, criando empatia e distanciamento ao mesmo tempo.</p>
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<p>Outro ponto importante de mencionar é a dinâmica entre os intérpretes Holland, Zendaya (MJ) e Jacob Batalon (Ned). Ainda que o ritmo de todo o início de <em><strong>Homem-Aranha: Longe de Casa</strong></em> seja precário e os diálogos apelativos, com piadas exageradas, em locais indevidos – como a cena na qual Nick Furry (Samuel L. Jackson) explica o problema que Parker precisa enfrentar – , os três seguram as características criadas na obra anterior e aumentam a conexão entre cada um deles, com olhares, silêncios e frases ditas de forma mais cortadas, com um desconcerto adolescente, tímido; mas, com a entrega do início e/ou da consolidação de suas relações.</p>
<p>Apesar da guinada vinda da reviravolta na trama, o espectador pode passar um tempo considerável desestimulado na cadeira, até que a surpresa aconteça. A produção acaba pecando por não tentar “enganar” o público de forma mais divertida, ainda que a utilização da quebra da expectativa repentina seja inteligente, ele acaba ficando quase num equilíbrio que pende mais para a mediocridade se a pauta for a duração do tédio. Contudo, há a entrega de uma das cenas de batalha mais instigantes entre mocinho e vilão do MCU (Universo Cinematográfico Marvel) até agora.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jon Watts<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Holland, Jake Gyllenhaal, Zendaya, Samuel L. Jackson, Jon Favreau, Marisa Tomei, Cobie Smulders, Jacob Batalon</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MqQdHaBtvGs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jack Reacher &#8211; Sem Retorno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 20:12:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em mais um filme de ação, Tom Cruise retorna no papel de Jack Reacher, um ex-militar que retorna à base onde serviu com o único intuito de convidar uma major para sair, uma vez que passaram um bom tempo em contato apenas por telefone. No entanto, ao chegar lá ele descobre que ela foi presa por espionagem e resolve investigar o caso por conta própria. A história vai se desenvolvendo de forma gradual e bem elaborada. Diferente da maioria dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais um filme de ação, Tom Cruise retorna no papel de Jack Reacher, um ex-militar que retorna à base onde serviu com o único intuito de convidar uma major para sair, uma vez que passaram um bom tempo em contato apenas por telefone. No entanto, ao chegar lá ele descobre que ela foi presa por espionagem e resolve investigar o caso por conta própria.</p>
<p>A história vai se desenvolvendo de forma gradual e bem elaborada. Diferente da maioria dos filmes de ação, este não tem como intuito principal confundir o espectador por possuir um roteiro raso. O enredo faz sentido, tem nexo, portanto a atenção do espectador é mais do que bem-vinda. E o diretor consegue fixar muito bem este olhar.</p>
<p>Com relação às cenas de ação, eles realmente são muito boas e a dinâmica do casal principal, protagonizado por Tom Cruise e Cobie Smulders, com os vilões é particularmente interessante. A escolha de elenco é equilibrada, embora Cruise roube a cena com seu carisma e jovialidade. Aliás, por mais incrível que pareça, ele está mais jovem a cada filme que passa. Tem algo errado nesta conta.</p>
<p>O filme peca, no entanto, no quesito inovação. É mais do mesmo, tudo é muito previsível. Desde as falas até as reações dos personagens, desfechos das ações, conclusões das lutas, etc. Nada inovador, nada diferente, e isso cansa o espectador, que consegue antecipar tudo que vai acontecer. Um tanto frustrante, devo confessar.</p>
<p>Ainda assim, não deixa de ser um bom entretenimento, um filme coerente e razoável para conferir no fim de semana, principalmente para aqueles, como eu, que gostam da categoria de longas com um toque de mentiras inocentes.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vQ4FYe9B7Qg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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