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	<title>Arquivos Claire Foy - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Claire Foy - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Millennium &#8211; A Garota na Teia de Aranha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 19:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Claire Foy]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Millennium - A Garota na Teia de Aranha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Millennium &#8211; A Garota na Teia de Aranha traz mais uma história do universo criado pelos livros suecos do jornalista Stieg Larsson. Esta trama é, na verdade, de um livro escrito para além da trilogia original, pelo autor David Lagercrantz. O objetivo aqui é explorar o passado da protagonista Lisbeth Salander, mostrando o surgimento de seus traumas e o tipo de vida que a levou a ser como é atualmente. Com tal pressuposto, é possível esperar um aprofundamento da personagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Millennium &#8211; A Garota na Teia de Aranha</strong></em> traz mais uma história do universo criado pelos livros suecos do jornalista Stieg Larsson. Esta trama é, na verdade, de um livro escrito para além da trilogia original, pelo autor David Lagercrantz. O objetivo aqui é explorar o passado da protagonista Lisbeth Salander, mostrando o surgimento de seus traumas e o tipo de vida que a levou a ser como é atualmente. Com tal pressuposto, é possível esperar um aprofundamento da personagem e suas nuances.</p>
<p>Lisbeth ficou conhecida como uma espécie de anti-heroína por defender mulheres em situação de abuso. O filme explica pouco os motivos que levam ela a não ser exatamente perseguida pela polícia por suas ações. Paralelo a esse papel, ela trabalha como hacker e é contratada por um homem que alega que seu software, que dá controle de ações cibernéticas no mundo todo, foi parar nas mãos erradas. A partir daí, a história começa a se desenrolar.</p>
<p>De pronto, o que incomoda no filme é a pouca ligação inicial entre as duas vertentes do roteiro: o passado de Lisbeth, que nos é apresentado logo no começo, e o trabalho que lhe foi oferecido na atualidade. Mesmo que a história insista em conectar as emoções dos dois atos, isso não acontece de maneira proveitosa e deixa a desejar no quesito construção de enredo.</p>
<p>Cheguei a pensar que poderia ter algo a ver com a escolha de elenco. Pode ser cisma minha, mas não me parece que Claire Foy foi a melhor decisão para a protagonista. Salander tem um perfil mais esquisito, revoltado, raivoso. Enquanto Claire, mesmo com toda a sua boa atuação e cuidado da maquiagem, não é assim. Ela deu classe demais à Salander e isso é péssimo para a construção da personagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-9524 size-full" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/2369445.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="crítica millennium a garota na teia de aranha" width="610" height="348" /></p>
<p>Com o desenrolar da história, vemos outros problemas surgindo e agravando a situação. A inserção de outros personagens fracos e até diálogos excessivamente clichês que colocam a protagonista em uma posição forçada de salvadora da pátria.</p>
<p>Esteticamente, o filme também apresenta problemas, como a escolha de cores da irmã de Lisbeth e a de outros personagens. A filmagem no estilo mais escuro, quase sem cores, é uma excelente decisão para manter o clima pesado da história. No entanto, o contraponto é que foi mal dosado e se excedeu.</p>
<p>Pelo lado da ação, <strong><em>Millennium &#8211; A Garota na Teia de Aranha</em> </strong>entretém. Tem boas cenas de luta e perseguição e um cuidado com a veracidade do material. Tudo isso tendendo para um lado mais obscuro e odioso. No entanto, não é suficiente para fazer do longa algo que valha a pena.</p>
<p>A película é excessivamente cansativa e entediante. A história foi mal aproveitada e não investe nas camadas emocionais da personagem, que é tão rica em material. O roteiro simplesmente decide ficar na superfície e fazer deste apenas mais um filme de ação como tantos outros. Falta consistência e aprofundamento.</p>
<p>Não que <strong><em>Millennium &#8211; A Garota na Teia de Aranha</em></strong> seja um filme ruim que vai frustrar o público. A boa maioria, acredito, irá gostar porque ele funciona como entretenimento. No entanto, do posto de vista do produto como uma produção cinematográfica, ele deixa muito a desejar e não convence. Uma pena!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XadO4HoUNqs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Uma Razão para Viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 00:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Garfield]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Claire Foy]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Razão Para Viver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estreando na direção de um longa-metragem com um típico drama real da temporada de prêmios hollywoodiana, Andy Serkis (das trilogias O Senhor dos Anéis e Planeta dos Macacos) chega no circuito com Uma Razão para Viver. O filme narra a vida de Robin Cavendish, vivido por Andrew Garfield (indicado ao Oscar recentemente por Até o último homem), um homem que nos anos de 1950 sofre uma paralisia em virtude da poliomelite e se torna pioneiro no tratamento da deficiência física ao sair da cama do hospital [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Estreando na direção de um longa-metragem com um típico drama real da temporada de prêmios hollywoodiana, Andy Serkis (das trilogias <i>O Senhor dos Anéis </i>e <i>Planeta dos Macacos</i>) chega no circuito com <i>Uma Razão para Viver. </i>O filme narra a vida de Robin Cavendish, vivido por Andrew Garfield (indicado ao Oscar recentemente por <i>Até o último homem</i>), um homem que nos anos de 1950 sofre uma paralisia em virtude da poliomelite e se torna pioneiro no tratamento da deficiência física ao sair da cama do hospital e ter uma vida &#8220;normal&#8221; em seu próprio lar, adaptado, claro, às novas circunstâncias das suas condições de saúde. Robin teve seus movimentos reduzidos ao extremo, respirando por aparelhos, mas, graças a ajuda de amigos conseguiu mecanismos que viabilizaram uma vida comum com sua esposa e filho em sua casa.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Produzido pelo filho do biografado, Jonathan Cavendish, <i>Uma Razão para Viver </i>é roteirizado por William Nicholson, de <i>Os Miseráveis </i>e <i>Gladiador</i>. A vida de Cavendish tem todas as peças que estão à serviço da narrativa clássica: a vida de Robin é contada como uma trajetória repleta de feitos admiráveis, com pouquíssima mácula ao seu caráter. Ao mesmo tempo, o protagonista conta com a ajuda de uma esposa dedicada interpretada por Claire Foy (premiada por seu trabalho na série <i>The Crown</i>). Contudo, apesar de contar com toda uma estrutura narrativa mais do que &#8220;manjada&#8221;, o filme de Andy Serkis é honesto com seu público e seus personagens, emocionando a plateia sem apelar para o dramalhão, seja explorando em demasia seja realçando em tons exagerados os dramas evidentes das suas vidas.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8431" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Breathe-696x464.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;">O filme é um relato positivo sobre o seu biografado, evitando qualquer tom pessimista ou sombrio sobre sua condição.</span><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;"> Portanto, não esperem um retrato realista ou melancólico. </span><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;">Serkis encontra o equilíbrio ao usar sua história como inspiração, dar destaque às emoções e não ser intrusivo ou manipulador nos efeitos que sua história causa. Situação exemplar disso é a maneira como encerra o seu longa, um momento inegavelmente dramático na história dos seus personagens, mas tratado com elegância e minimalismo pelo cineasta através de composições singelas de planos e direção certeira do seu elenco. Em momento algum as performances de Andrew Garfield e Claire Foy soam fora da medida como um </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: center;">overacting</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;">. Nas circunstâncias em que os atores têm que subir um pouco o tom das suas emoções, eles, junto com o seu diretor, conseguem encontrar um meio termo entre a explosão de sentimentos e a consciência de que suas performances não devem se sobrepor à própria história narrada.</span></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;">É certo que o filme derrapa no terceiro ato, quando prolonga em demasia o estágio final da vida de Cavendish, mas ainda assim, fica na memória do espectador os acertos do filme, sobretudo no tom que Serkis encontra para uma história que tinha tudo para cair no dramalhão fácil. Em <i>Uma Razão para Viver</i>, Andy Serkis não tem uma estreia que evidencie o nascimento de um revigorante autor cinematográfico, nada aqui é surpresa. No entanto, fica a boa impressão de um diretor que soube compreender as demandas da sua história e da chave de sua comunicação com o público sem apelar para qualquer sensacionalismo. </span></p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JxHAQBUNvrs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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