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	<title>Arquivos Cidades de Papel - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Cidades de Papel - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Estreias da semana: 09 a 15 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2015 02:59:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[As Aventuras dos 7 Anões]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades de Papel]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Neruda]]></category>
		<category><![CDATA[Samba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além da estreia de Cidades de Papel, o circuito brasileiro trará o lançamento do drama francês Samba, protagonizado por Omar Sy, Charlotte Gainsbourg e Tahar Rahim. Outras duas estreias dessa semana serão a animação alemã As Aventuras dos 7 Anões e a cinebiografia Neruda. Confira abaixo os trailers dos lançamentos da semana nos cinemas: Cidades de Papel Dir.: Jake Schreier Elenco: Nat Wolff, Cara Delevigne, Halston Sage Um adolescente é surpreendido a noite por uma visita da sua antiga amiga de infância na janela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Além da estreia de <strong><em>Cidades de Papel</em></strong>, o circuito brasileiro trará o lançamento do drama francês <strong><em>Samba</em></strong>, protagonizado por Omar Sy, Charlotte Gainsbourg e Tahar Rahim. Outras duas estreias dessa semana serão a animação alemã <strong><em>As Aventuras dos 7 Anões</em></strong> e a cinebiografia<strong> <em>Neruda</em></strong>. Confira abaixo os trailers dos lançamentos da semana nos cinemas:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/21b46467_nat.xxxlarge.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3115" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/21b46467_nat.xxxlarge-600x400.jpg" alt="21b46467_nat.xxxlarge" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Cidades de Papel</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Jake Schreier</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Nat Wolff, Cara Delevigne, Halston Sage</p>
<p>Um adolescente é surpreendido a noite por uma visita da sua antiga amiga de infância na janela do seu quarto. Ela lhe propõe ajudá-la na sua vingança contra alguns &#8220;amigos&#8221; que a magoaram. Depois dessa reaproximação deles, ela simplesmente desaparece e ele passa a seguir algumas pistas que podem levá-lo a resolver o mistério do sumiço dela. Leia a crítica do filme clicando <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-cidades-de-papel/">aqui</a>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jt8MLORgkL0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/samba8.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3116" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/samba8-600x400.jpg" alt="samba8" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Samba</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Eric Toledano e Olivier Nakache</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Omar Sy, Charlotte Gainsbourg, Tahar Rahim</p>
<p>No filme, Omar Sy (Os Intocáveis) interpreta um senegalês chamado Samba que está há 10 anos na França. Ele sobrevive no pais há tanto tempo graças a alguns &#8220;bicos&#8221; que faz. O longa também nos apresenta a uma executiva que sofre de estafa, vivida por Charlotte Gainsbourg. Os dois acabam se encontrando, mas os rumos diferentes das suas vidas podem representar um empecilho para esta relação.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DxAaEgqxqSo" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/sete-anoes.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3117" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/sete-anoes-620x330.jpg" alt="sete-anoes" width="620" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>As Aventuras dos 7 Anões</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Boris Aljinovic e Harald Sieperman</p>
<p>Animação alemã conta a história de uma princesa amaldiçoada por uma bruxa com um feitiço que faz todo o castelo cair em sono profundo. Sete anões ficam sabendo do ocorrido e partem em busca do amor da princesa.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QmtawwDF8Ic" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/15189406.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3118" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/15189406-600x400.jpeg" alt="15189406" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Neruda</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dir.:</strong> Manuel Basoalto</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> José Secall, Paulina Harrington, Max Corvalán</p>
<p style="text-align: left;">O filme conta os episódios que seguiram o discurso do poeta Pablo Neruda, então senador, contra o presidente Gabriel Gonzalez Videla. Neruda teve que fugir e se esconder para não sofrer represálias do governo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yFCm2-Mfm1k" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Crítica: Cidades de Papel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 22:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cara Delevigne]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades de Papel]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Jake Schreier]]></category>
		<category><![CDATA[John Green]]></category>
		<category><![CDATA[Nat Wolff]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; John Green tornou-se uma espécie de porta-voz da juventude. Com livros como A Culpa é das Estrelas, Quem é você, Alasca?, O Teorema de Katherine e outros já traduzidos para o Brasil, inclusive, o diretor conseguiu cativar a preferência dos jovens de toda parte do mundo com histórias humanas sobre o amadurecimento. Quando A Culpa é das Estrelas recebeu sua versão para os cinemas, no entanto, muita gente se dividiu. E não era para menos. O filme sobre dois adolescentes diagnosticados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3109" aria-describedby="caption-attachment-3109" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/635622005445030472-PaperTown1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3109 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/635622005445030472-PaperTown1-620x352.jpg" alt="635622005445030472-PaperTown1" width="620" height="352" /></a><figcaption id="caption-attachment-3109" class="wp-caption-text">Margo e Quentin: Conexão imediata e milagrosa, afirma o protagonista vivido por Nat Wolff</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>John Green tornou-se uma espécie de porta-voz da juventude. Com livros como <i>A Culpa é das Estrelas, Quem é você, Alasca?, O Teorema de Katherine </i>e outros já traduzidos para o Brasil, inclusive, o diretor conseguiu cativar a preferência dos jovens de toda parte do mundo com histórias humanas sobre o amadurecimento. Quando <i>A Culpa é das Estrelas </i>recebeu sua versão para os cinemas, no entanto, muita gente se dividiu. E não era para menos. O filme sobre dois adolescentes diagnosticados com câncer era um drama que, forçadamente, tentava arrancar litros e mais litros de lágrimas do espectador. Pouca coisa ali era espontânea, ainda que a história tivesse os seus méritos ao tratar um tema delicado como o câncer de maneira respeitosa e pontualmente inteligente. A boa notícia é que aqueles que não gostaram de <i>A Culpa é das Estrelas </i>e os fãs incondicionais de John Green podem enfim se conciliar em <i>Cidades de Papel</i>, que não só é superior ao longa protagonizado por Shailene Woodley como também evidencia e sintetiza para os não iniciados na obra do autor as razões do seu sucesso. <i>Cidades de Papel </i>é um belo filme que dimensiona para o público que está fora dessa bolha de idolatria em torno de John Green o motivo dele cativar tantos leitores a cada livro que lança.</p>
<div>
<p><i>Cidades de Papel</i> conta a história de Quentin (Nat Wolff), um adolescente reservado que nutre uma paixão mal resolvida pela impetuosa Margo (Cara Delevingne). Quentin e Margo eram &#8220;unha e carne&#8221; na infância, mas na adolescência ela se afastou dele e quando conhecemos os dois no filme eles mal trocam olhares nos corredores do colégio. Uma noite, quando Quentin prepara-se para ir dormir, Margo entra pela janela do seu carro e o convida para pôr em prática um plano de vingança contra todos aqueles que a trairam. Os dois se reaproximam naquela noite, mas no dia seguinte Margo desaparece. Quentin resolve então desvendar o mistério em torno do desaparecimento da amiga.</p>
</div>
<figure id="attachment_3111" aria-describedby="caption-attachment-3111" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Untitled201563947705.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3111 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Untitled201563947705-620x372.jpg" alt="Untitled201563947705" width="620" height="372" /></a><figcaption id="caption-attachment-3111" class="wp-caption-text">Trio: Quentin e seus amigos são responsáveis por alguns dos momentos mais bacanas do filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há um grande motivo que faz <i>Cidades de Papel </i>ser mais bem resolvido como experiência cinematográfica que <i>A Culpa é das Estrelas </i>(me perdoem, mas as comparações são inevitáveis)<i>. Cidades de Papel </i>produz emoções espontâneas no espectador, como já antecipamos, é um filme que não precisa da &#8220;muleta&#8221; do &#8220;drama sobre o câncer&#8221; acompanhada daqueles diálogos constrangedoramente lacrimosos para comover o seu público pois trata de questões cotidianas que naturalmente mobilizam o seu espectador, fazendo com que ele se identifique com toda a trajetória do seu protagonista, torça por ele e, portanto, tenha sentimentos autônomos. Em <i>Cidades de Papel </i>dá para entender porque tantos jovens gostam de John Green porque vemos uma história sobre a trajetória de cada um de nós. Sem apelações ou artifícios melodramáticos, vemos a vida projetada na tela através de situações rotineiras dos ritos de passagem para a idade adulta: os medos e as dúvidas sobre o futuro, o desejo de viver cada segundo do presente, as amizades e frustrações, a maturidade do amor etc.</p>
<div>
<p>Jake Schreier, do <i>indie  Frank e o Robô</i>, dirige <i>Cidades de Papel </i>e transforma-o em um típico exemplar dos cultuados filmes sobre a adolescência que tomaram conta dos estúdios hollywoodianos na década de 80 (cito principalmente os filmes de John Hughes, como <i>Curtindo a vida adoidado</i> e <i>Clube dos Cinco, </i>além de <i>Conta Comigo</i>, de Rob Reiner) que, provavelmente, devem ter uma ponta de inspiração na literatura do próprio Green. O olhar do filme para essa fase da vida não é tolo, tampouco é hipersofisticado, o que se vê na tela é o retrato de uma época muito divertida, mas também cheia de introspecção, melancolia e aprendizado, enfim, a vida de um ser humano comum. O longa conta com o expressivo Nat Wolff na pele do seu protagonista e uma magnética Cara Delevigne cujos poucos minutos em cena são o suficiente para torná-la presente em toda a história. Há coadjuvantes bem interessantes e que não só servem de alívio cômico para a história como têm a sua própria função no desenrolar da trama principal, como Halston Sage, Justice Smith e, claro, Austin Abrams, que tem potencial para fazer uma geração se lembrar de um clássico musical da década de 90 de uma forma um tanto quanto original.</p>
</div>
<figure id="attachment_3097" aria-describedby="caption-attachment-3097" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/gallery_nrm_1432729219-pt-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3097 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/gallery_nrm_1432729219-pt-1-620x325.jpg" alt="gallery_nrm_1432729219-pt-1" width="620" height="325" /></a><figcaption id="caption-attachment-3097" class="wp-caption-text">Maturidade: Personagem se transforma através das relações que desenvolve ou fortalece ao longo do filme</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme pode ser o retrato da adolescência como uma jornada inesquecível se os seus dramas forem superados através da amizade. O título <i>Cidades de Papel</i>, como o filme explica,<i> </i>vem de um termo usado por cartógrafos para identificar em mapas localidades que não existem mas estão lá só para garantir que seus nomes posteriormente não venham a ser usados por outros. Em um momento do filme Margo usa esse termo para definir a forma como todos levam suas vidas no presente: &#8220;Todas aquelas pessoas de papel, vivendo suas vidas em casas de papel, queimando o futuro para se manterem aquecidas&#8221;. O filme portanto fala sobre necessidade de viver o presente de maneira concreta e intensa e não fingir que estamos vivendo um agora forjando-o sob a forma de conjecturas sobre o futuro. Nossa vida não pode se resumir ao medo ou ao planejamento do que está por vir. Por ter a grandeza de sempre oferecer um afago para as novas gerações, e esse é o seu segredo no diálogo com elas, o John Green que conhecemos em <i>Cidades de Papel </i>merece o nosso respeito e agradecimento.</p>
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		<title>Cidades de Papel consegue ser ainda melhor que o livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 14:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Cara Delevingne]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades de Papel]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[John Green]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Cidades de Papel é o segundo inspirado em um livro homônimo do autor John Green. Ele ficou famoso, inicialmente, com A Culpa É Das Estrelas, que ganhou as telonas no ano passado, conquistando fãs pelo mundo interior. Menos dramático, esse filme traz uma reflexão interessante sobre a importância de nossas ações para a construção de um futuro. Neste filme, o jovem Quentin Jacobsen é apaixonada desde sempre por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman. Depois de muitos anos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3107" aria-describedby="caption-attachment-3107" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/cidades-3.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3107" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/cidades-3.jpg" alt="Cara Delevingne e Nat Wolff fazem os protagonistas" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3107" class="wp-caption-text">Cara Delevingne e Nat Wolff fazem os protagonistas</figcaption></figure>
<p>O longa <em>Cidades de Papel</em> é o segundo inspirado em um livro homônimo do autor John Green. Ele ficou famoso, inicialmente, com <em>A Culpa É Das Estrelas</em>, que ganhou as telonas no ano passado, conquistando fãs pelo mundo interior. Menos dramático, esse filme traz uma reflexão interessante sobre a importância de nossas ações para a construção de um futuro.</p>
<p>Neste filme, o jovem Quentin Jacobsen é apaixonada desde sempre por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman. Depois de muitos anos de paixão platônica, ela entra de repente em seu quarto pedindo ajuda para colocar em prática um plano engenhoso para se vingar do namorado, que a trai. Depois da noite incrível que eles passam, Margo desaparece sem deixar rastros, iniciando um grande mistério.</p>
<p>É importante começar ressaltando que não se trata de um filme clichê. Pelo menos é o que as críticas vêm afirmando. Nosso colega Wanderley Teixeira, que já conferiu o longa, fez questão de dizer que ele agrada gregos e troianos, até mesmo aqueles que não gostaram do primeiro título do autor. Aliás, é plausível se esperar que John Green se torne uma espécie de Nicholas Sparks dos adolescentes. Em menos de 10 anos e com apenas 37 de vida, ele já publicou seis livros, garantindo a adaptação cinematográfica de quatro deles. O próximo que deve chegar aos cinemas é <em>Quem é Você, Alaska?</em>, que deve começar a ser filmado no ano que vem.</p>
<p>O legal, no entanto, é que ele sabe falar a língua dos adolescentes. Suas narrativas são suaves, honestas, corretas, encantadoras e conseguem envolver o jovem, sem precisar apresentar um universo inimaginável ou cenas exaustivas de sexo e paixões avassaladores. Ele fala do cotidiano da juventude, das relações possíveis.</p>
<p>Se <em>A Culpa é das Estrelas</em> trouxe um alvoroço por ter Shailene Woodley como protagonista, que já vinha fazendo sucesso com <em>Divergente</em>, <em>Cidades de Papel</em> não é diferente. No papel principal, Cara Delevingne, modelo de sucesso que teve sua estreia no cinema em 2012, com <em>Anna Karenina</em>. Já o rapaz, Nat Wolff, fazia o amigo do ator principal de <em>A Culpa é das Estrelas</em>. Tudo em casa, no final das contas.</p>
<p>As críticas estão muito favoráveis. Primeiro afirmam que a fidelidade ao livro é muito bem trabalhada, tornando-se tão bom quanto ele. O próprio autor disse, em entrevista, que as mudanças de enredo que ocorreram na adaptação apenas torna o filme ainda melhor que o livro.</p>
<p><em>Cidades de Papel</em> mostra que é possível fazer um filme adolescente que, ainda assim, encanta os adultos e traz lições de vida importantes, sem ser apelativo. É uma experiência válida, que promete satisfazer completamente os espectadores que forem conferir no cinema.</p>
<p><strong>Confira o trailer legendado!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jt8MLORgkL0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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