<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Chloe Grace Moretz - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/chloe-grace-moretz/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/chloe-grace-moretz/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Jan 2026 18:19:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Chloe Grace Moretz - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/chloe-grace-moretz/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Um. Natal. Surreal. (Prime Video)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/um-natal-surreal-prime-video/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/um-natal-surreal-prime-video/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 11:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Chloe Grace Moretz]]></category>
		<category><![CDATA[Felicity Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Showalter]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Pfeiffer]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Oh. What. Fun.]]></category>
		<category><![CDATA[Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[Um. Natal. Surreal.]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=20275</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma comédia de Natal não precisa de muita coisa. Este tipo de produção é feita para rir e relaxar durante os festejos natalinos. O que se espera, tão somente, são personagens carismáticas e alguma profundidade de personagem. Estes elementos são cruciais para a conexão do produto midiático com a plateia. E é justamente nesse quesito básico que Um. Natal. Surreal. falha. Falta aqui trabalhar as personagens e a própria narrativa. O enredo acaba por ser uma junção de ações atrapalhadas, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/um-natal-surreal-prime-video/">Um. Natal. Surreal. (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma comédia de Natal não precisa de muita coisa. Este tipo de produção é feita para rir e relaxar durante os festejos natalinos. O que se espera, tão somente, são personagens carismáticas e alguma profundidade de personagem.</p>
<p>Estes elementos são cruciais para a conexão do produto midiático com a plateia. E é justamente nesse quesito básico que <i>Um. Natal. Surreal</i>. falha. Falta aqui trabalhar as personagens e a própria narrativa.</p>
<p>O enredo acaba por ser uma junção de ações atrapalhadas, sem remendo e camadas. Um exemplo é o conflito entre Claire (Pffeifer) e Channing (Jones). O confronto mãe e filha é um clássico.</p>
<p>No entanto, não existe aqui uma questão de fato entre as duas que justifique o destaque que a tensão ganha na narrativa. Até mesmo o gatilho para a reviravolta da trama parece um exagero.</p>
<p>A família esquece de levar Claire ao show que toda família foi junya. Mas, ela está em casa e de carro. Por que ela não iria ao show? Ok, ok, existe o lado sentimental de tudo isso. Claire comprou os ingressos e foi deixada para trás.</p>
<p>Todavia, seria necessário um estabelecimento de suspensão maior entre os parentes e um conhecimento mais intenso sobre a própria figura central da história para que esse esquecimento fosse motivador do plot twist.</p>
<p>Quem é Claire? Qual seu passado e suas emoções? A produção defende que é necessário que se existam mais filmes natalinos sobre mães.</p>
<p>Contudo, do que adianta realizar um longa com esse foco com um roteiro raso, que não revela as características de sua protagonista?</p>
<p>Desta maneira, <i>Um. Natal. Surreal.</i> deseja trazer para tela uma história que discuta o espaço das mães nas famílias e faça uma homenagem à elas. No entanto, esse intento não é realizado.</p>
<p>Seja porque a figura central do enredo não é explorada ou a sua própria trajetória é demasiadamente simplificada, falta algo que conecte a plateia com o filme.</p>
<p>Além disso, os coadjuvantes também não ganham camadas, tampouco são arquétipos. Por isso, a projeção fica desinteressante e é desafiador chegar ao final da projeção.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Michael Showalter</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Michelle Pfeiffer, Chloë Grace Moretz, Felicity Jones</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="UM NATAL SURREAL - Trailer Dublado (Oh What Fun) Amazon Prime Vídeo Filme, Chloë Grace Moretz " width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/P42vC-9yXZ0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/um-natal-surreal-prime-video/">Um. Natal. Surreal. (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/um-natal-surreal-prime-video/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Obsessão</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-obsessao/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-obsessao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 01:40:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Chloe Grace Moretz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Isabelle Huppert]]></category>
		<category><![CDATA[Maika Monroe]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10684</guid>

					<description><![CDATA[<p>O diretor Neil Jordan é um homem de notáveis feitos no seu currículo. Com filmes como Traídos pelo Desejo, Entrevista com o Vampiro, Fim de Caso e Café da Manhã em Plutão, a filmografia do realizador é marcada por uma diversidade que atinge bons resultados na maioria das vezes. Assim, é difícil compreender como um filme como Obsessão (internacionalmente, Greta) tenha sido não só dirigido como roteirizado pelo cineasta. Assumidamente campy, Obsessão conta a história de uma solitária mulher chamada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-obsessao/">Crítica: Obsessão</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor Neil Jordan é um homem de notáveis feitos no seu currículo. Com filmes como <em>Traídos pelo Desejo</em>, <em>Entrevista com o Vampiro</em>, <em>Fim de Caso</em> e <em>Café da Manhã em Plutão</em>, a filmografia do realizador é marcada por uma diversidade que atinge bons resultados na maioria das vezes. Assim, é difícil compreender como um filme como <em><strong>Obsessão</strong> </em>(internacionalmente, Greta) tenha sido não só dirigido como roteirizado pelo cineasta.</p>
<p>Assumidamente <em>campy</em>, <em><strong>Obsessão</strong> </em>conta a história de uma solitária mulher chamada Greta (primeiro papel aceito por Isabelle Huppert em língua inglesa após o sucesso de Elle na temporada de premiações) que estabelece uma relação de amizade com uma inocente jovem recém chegada a Nova York. Desde o princípio, o espectador suspeita que há algo de estranho com a personagem e logo elas se confirmam e o filme apresenta o lado sádico e violento dessa protagonista.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10686" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/03_Obsessao-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/03_Obsessao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/03_Obsessao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/03_Obsessao-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>Obsessão</strong> </em>até que tem um início promissor. Neil Jordan consegue a princípio manter a atenção do espectador no desenrolar dessa trama central, compreendendo bem o teor absurdo e divertido da história. É uma pena que conforme a história se desenrole e Greta apresente a sua verdadeira natureza, Jordan acabe perdendo o fôlego estenda sua narrativa de maneira desnecessária, perdendo a atenção e o interesse do espectador pelo jogo imposto pela personagem de Huppert à jovem interpretada por Chloe Grace Moretz.</p>
<p>Se Jordan consegue algum resquício de dignidade em <em><strong>Obsessão</strong> </em>se deve a Isabelle Huppert que se diverte com uma personagem completamente &#8220;fora da casinha&#8221;, aproveitando cada cena para explorar em tons propositalmente exagerado a vilania e loucura da sua protagonista. É uma pena que o filme pareça desistir de si próprio conforme seu desfecho se aproxima, se entregando a soluções preguiçosas, arrastando situações que poderiam ser sintetizadas e perdendo um pouco do seu humor. Prometia ser um interessante exercício de gêneros.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Neil Jordan<br />
<strong>Elenco:</strong> Isabelle Huppert, Chloë Grace Moretz, Maika Monroe</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/X5jvZP-Hots" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-obsessao/">Crítica: Obsessão</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-obsessao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Mau Exemplo de Cameron Post</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-mau-exemplo-de-cameron-post/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-mau-exemplo-de-cameron-post/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 15:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Chloe Grace Moretz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desiree Akhavan]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Forrest Goodluck]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Ehle]]></category>
		<category><![CDATA[John Gallagher Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[O Mau Exemplo de Cameron Post]]></category>
		<category><![CDATA[Sasha Lane]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10425</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os centros de conversão da homossexualidade vinculados a igreja evangélica estão em voga na ficção cinematográfica com Boy Erased: Uma Verdade Anulada e também com O Mau Exemplo de Cameron Post, sensação do Festival de Sundance que chega para o público brasileiro aos cinemas, um destino bem diferente do filme de Joel Edgerton. O longa de Desiree Akhavan tem um sensível tom de denúncia sobre sua causa e não merece a alcunha de &#8220;polêmico&#8221; por abordar a política desses lugares [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-mau-exemplo-de-cameron-post/">Crítica: O Mau Exemplo de Cameron Post</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os centros de conversão da homossexualidade vinculados a igreja evangélica estão em voga na ficção cinematográfica com <em>Boy Erased: Uma Verdade Anulada</em> e também com <strong><em>O Mau Exemplo de Cameron Post</em></strong>, sensação do Festival de Sundance que chega para o público brasileiro aos cinemas, um destino bem diferente do filme de Joel Edgerton. O longa de Desiree Akhavan tem um sensível tom de denúncia sobre sua causa e não merece a alcunha de &#8220;polêmico&#8221; por abordar a política desses lugares preparados para a &#8220;cura gay&#8221;, mas sim de alerta sobre uma prática criminosa desconhecida da maior parte da sociedade e que causa danos severos a suas vítimas.</p>
<p>Baseado no livro homônimo de Emily M. Danforth,<strong><em> O Mau Exemplo de Cameron Post</em></strong> conta a história de uma adolescente mandada para esse lugar após ser descoberta aos beijos com uma colega de escola por sua avó. No centro, Cameron entra em contato com um grupo de jovens que como ela sofrem o conflito pela recriminação da homossexualidade no seio da igreja, instituição que exerce forte influência sobre suas respectivas famílias. É então que Cameron conhece Jane Fonda e Adam, jovens que se tornam seus amigos e a ajudam a sobreviver no local.</p>
<p>O filme de Desiree Akhavan é conciso, tocando de maneira direta, mas não sucinta a ponto de deixar de explorar a complexidade do tema. Akhavan também não envolve sua produção de intervenções na câmera ou exibicionismos estéticos, deixando claro desde o primeiro instante que sua jornada é psicológica, centrando suas atenções na trajetória da sua protagonista, que, ao longo do filme amadurece e fortalece sua compreensão de si.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10428" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1982755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="O Mau Exemplo de Cameron Post" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1982755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1982755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/1982755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A diretora e co-roteirista do filme conta com um excelente elenco a começar por Chloë Grace Moretz, que, sem dúvida, tem o melhor desempenho da sua carreira. Moretz constrói Cameron Post como uma adolescente segura da sua condição, alguém que tem inseguranças mas que se fortalece através da sua passagem pelo centro, onde se depara com inúmeras histórias parecidas com as suas e com diferentes formas de lidar com a sexualidade, da repressão, negação e punição à completa aceitação e naturalidade com a questão. O desempenho de Moretz funciona pela chave da observação, fazendo a personagem se formar com a costura da sua própria experiência mas também através da percepção que tem dos demais personagens. Há outras interpretações que cabem destaque como Jennifer Ehle, que dá vida à coordenadora do centro, e a jovem Emily Skeggs, intérprete da colega de quarto de Post.</p>
<p>Reforçando gradualmente seu caráter de denúncia sem soar imaturo ou artificial como militância, <strong><em>O Mau Exemplo de Cameron Post </em></strong>é um retrato preciso sobre o preconceito, que, na maior parte das vezes, não incorpora ares diabólicos de personagem de desenho animado ou telenovela mexicana, mas sim de uma cultura que injeta gradualmente na sociedade uma rejeição ao &#8220;diferente&#8221;. Assim, sem maniqueísmos, o longa de Akhavan trata da homofobia externa e interna como questões complexas que escapam da superficialidade com a qual costumam ser tratadas, tomando-as, por esse motivo, como questões difíceis de serem expelidas. Daí a importância de filmes como esse, que, além de tudo, é muito bem concebido como narrativa e relato íntimo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Desiree Akhavan<br />
<strong>Elenco:</strong> Chloë Grace Moretz, Sasha Lane, Forrest Goodluck, John Gallagher Jr., Jennifer Ehle</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LYE-ExJRHBQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-mau-exemplo-de-cameron-post/">Crítica: O Mau Exemplo de Cameron Post</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-mau-exemplo-de-cameron-post/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Lugares Escuros</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-lugares-escuros/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-lugares-escuros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 22:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Chloe Grace Moretz]]></category>
		<category><![CDATA[Christina Hendricks]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Gilles Paquet-Brenner]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares Escuros]]></category>
		<category><![CDATA[Nicholas Hoult]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3007</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estrelado e co-produzido por Charlize Theron, Lugares Escuros é mais um suspense baseado em um romance da escritora Gillian Flynn, que ano passado roteirizou Garota Exemplar, um livro de sua autoria levado para os cinemas pelo diretor David Fincher. Lugares Escuros, por sua vez, é conduzido para as telonas pelo francês Gilles Paquet-Brenner, de filmes como A Chave de Sarah e A Prisioneira, que, por sinal, também assina o roteiro do longa sozinho, ou seja, sem a participação de Flynn. O resultado pode não ser tão vibrante quanto aquele visto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lugares-escuros/">Crítica: Lugares Escuros</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3008" aria-describedby="caption-attachment-3008" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Lugares-Escuros.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3008 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Lugares-Escuros-620x387.jpg" alt="Lugares-Escuros" width="620" height="387" /></a><figcaption id="caption-attachment-3008" class="wp-caption-text">A força da atriz: Pela segunda vez consecutiva, a vencedora do Oscar Charlize Theron consegue uma grande interpretação em 2015, desta vez por Lugares Estranhos.</figcaption></figure>
<p class="separator" style="color: #000000;">Estrelado e co-produzido por Charlize Theron, <i>Lugares Escuros </i>é mais um suspense baseado em um romance da escritora Gillian Flynn, que ano passado roteirizou <i>Garota Exemplar, </i>um livro de sua autoria levado para os cinemas pelo diretor David Fincher. <i>Lugares Escuros</i>, por sua vez, é conduzido para as telonas pelo francês Gilles Paquet-Brenner, de filmes como <i>A Chave de Sarah </i>e <i>A Prisioneira</i>, que, por sinal, também assina o roteiro do longa sozinho, ou seja, sem a participação de Flynn. O resultado pode não ser tão vibrante quanto aquele visto no filme de David Fincher em parceria com a autora, mas, ao menos, apresenta-se ao espectador como um suspense na maior parte do tempo instigante e maduro na construção dos seus personagens e na abordagem das suas principais  temáticas, entre elas o trauma e a sua superação.</p>
<figure id="attachment_3010" aria-describedby="caption-attachment-3010" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/charlize-theron-dark-places-movie-gillian-flynn-chloe-grace-moretz-release-date-trailer-serving-cinema-joey-nolfi.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3010 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/charlize-theron-dark-places-movie-gillian-flynn-chloe-grace-moretz-release-date-trailer-serving-cinema-joey-nolfi-620x339.jpg" alt="charlize-theron-dark-places-movie-gillian-flynn-chloe-grace-moretz-release-date-trailer-serving-cinema-joey-nolfi" width="620" height="339" /></a><figcaption id="caption-attachment-3010" class="wp-caption-text">Relação delicada: Protagonista vivida por Charlize Theron convive com o trauma de ter seu irmão acusado de matar sua mãe e suas irmãs.</figcaption></figure>
<p class="separator" style="color: #000000;">No longa, Charlize Theron, interpreta Libby Day, uma mulher que convive com o fantasma da violenta morte de sua família, testemunhada por ela quando criança. A culpa do crime recaiu sobre o seu irmão mais velho, Ben Day (Corey Stoll), que na época havia se relacionado com grupos de adoração a satã (algo que nos lembra a &#8220;família Manson&#8221;) e que, junto com Libby, foi o único sobrevivente do massacre. Procurada por uma sociedade que se reúnem para desvendar crimes complicados, Libby Day receberá uma considerável quantia em dinheiro para retornar o passado e confirmar ou não a culpa do irmão naquela noite traumática.</p>
<p class="separator" style="color: #000000;">A condução de Gilles Paquet-Brenner não tem nenhum atrativo em especial, contudo o diretor não compromete <i>Lugares Escuros </i>com firulas estéticas. Paquet-Brenner é direto, objetivo e consegue um equilíbrio entre a carga dramática pesada e tensa da sua história com momentos introspectivos, nos quais voltamos nossas atenções para a personagem de Charlize Theron, principal atrativo da história. Theron, por sinal, é um dos pontos fortes do longa, conseguindo trazer, com muito segurança e sensibilidade, para a personalidade de Libby Day os efeitos do seu trauma. Nas mãos de Charlize, Libby é uma mulher desacreditada na humanidade, mas não chega a ser dura ou sisuda, a atriz consegue criar brechas que torna a superação do trauma crível e gradual. O filme também conta com Nicholas Hoult, que esteve ao lado de Charlize em <i>Mad Max- Estrada da Fúria</i>, mas que aqui tem muito pouco a fazer na pele do líder da sociedade que procura a protagonista, e Chloe Grace Moretz, uma escolha um tanto quanto óbvia na pele de uma garota-problema envolvida amorosamente com o irmão de Libby. Há também a ótima Christina Hendricks, intérprete da matriarca da família. Hendricks, por sinal, merece o título de co-protagonista do filme, já que a montagem do longa intercala os acontecimentos do passado e do presente da família Day, e a atriz ganha a empatia do espectador ao viver com doçura e dignidade Patty Day.</p>
<figure id="attachment_3009" aria-describedby="caption-attachment-3009" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/dark-places-trailer-do-filme-adaptado-do-livro-de-gillian-flynn-autora-de-garota-exemplar_5.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3009 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/dark-places-trailer-do-filme-adaptado-do-livro-de-gillian-flynn-autora-de-garota-exemplar_5-620x366.jpg" alt="dark-places-trailer-do-filme-adaptado-do-livro-de-gillian-flynn-autora-de-garota-exemplar_5" width="620" height="366" /></a><figcaption id="caption-attachment-3009" class="wp-caption-text">Garota-problema: Chloe Grace Moretz repete um personagem que já viveu em outros trabalhos.</figcaption></figure>
<p class="separator" style="color: #000000;">O maior problema de <i>Lugares Escuros</i> é que ele nos mantém durante boa parte da projeção interessados no desfecho da sua história &#8211; e o realizador é muito hábil ao contar paralelamente os acontecimentos que sucederam o crime e a investigação sobre ele empreendida no presente &#8211; , contudo, quando o longa chega ao fim, o seu encerramento do caso soa insatisfatório e até mesmo óbvio. Não chega a ser frustrante ou decepcionante, mas menos interessante do que o caminho que a sucessão de descobertas sobre o crime empreendidas por Libby Day traça para o espectador.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lugares-escuros/">Crítica: Lugares Escuros</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-lugares-escuros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Acima das Nuvens</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-acima-das-nuvens/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-acima-das-nuvens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 22:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Acima das Nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[Chloe Grace Moretz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Juliette Binoche]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Olivier Assayas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2559</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Acima das Nuvens, novo filme de Olivier Assayas, é um longa que possui no seu elenco Juliette Binoche, atriz francesa que circula pelas cinematografias de diversos países, alternando entre o drama autoral de um diretor iraniano (Cópia Fiel) ao romance épico vencedor do Oscar de melhor filme (O Paciente Inglês), e Kristen Stewart, jovem estrela de Hollywood que alcançou o ponto mais alto da sua carreira na saga Crepúsculo, mas que também viveu o ônus dessa confusão que comumente é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-acima-das-nuvens/">Crítica: Acima das Nuvens</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2560" aria-describedby="caption-attachment-2560" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/SIls-Maria.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2560 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/SIls-Maria-620x338.jpg" alt="SIls-Maria" width="620" height="338" /></a><figcaption id="caption-attachment-2560" class="wp-caption-text">Retiro: Atriz interpretada por Juliette Binoche isola-se com sua assistente, vivida por Kristen Stewart, antes de encarnar a sua nova personagem.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Acima das Nuvens</em>, novo filme de Olivier Assayas, é um longa que possui no seu elenco Juliette Binoche, atriz francesa que circula pelas cinematografias de diversos países, alternando entre o drama autoral de um diretor iraniano (<em>Cópia Fiel</em>) ao romance épico vencedor do Oscar de melhor filme (<em>O Paciente Inglês</em>), e Kristen Stewart, jovem estrela de Hollywood que alcançou o ponto mais alto da sua carreira na saga <em>Crepúsculo,</em> mas que também viveu o ônus dessa confusão que comumente é feita entre o mundo das artes e da espetacularização da vida alheia ao ter sua vida devassada pelos tablóides. De uma certa, a trajetória das protagonistas fora das telas dialoga com a de suas personagens no filme de Assayas, que, por sua vez, possuem conexões com as personagens que eventualmente interpretam na peça fictícia &#8220;Maloja Snake&#8221;. Dessa forma, <em>Acima das Nuvens </em>parece aquelas <em>matrioshkas </em>(bonecas russas que quando abertas escondem réplicas ainda menores de si mesmas), revelando ao espectador o intercâmbio de papeis que se instaura sempre que diferentes gerações se relacionam.</p>
<p>No filme, Juliette Binoche vive Maria Enders, uma atriz francesa prestigiada internacionalmente  surpreendida com a morte do escritor responsável pelo seu grande sucesso no teatro e, posteriormente, no cinema, o texto &#8220;Maloja Snake&#8221;, um drama sobre a conturbada relação entre uma atriz de meia idade e sua jovem e bela assistente. Ainda abalada com a notícia, Enders aceita protagonizar uma nova montagem teatral do texto, só que dessa vez interpretando Helena, a atriz veterana. Durante a preparação para a peça, Maria isola-se com sua assistente Valentine, personagem de Kristen Stewart, na casa do escritor de &#8220;Maloja Snake&#8221; e, entre um ensaio e outro, a atriz começa a refletir sobre a passagem do tempo.</p>
<figure id="attachment_2561" aria-describedby="caption-attachment-2561" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Clouds-of-Sils-Maria-still-3.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-2561 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Clouds-of-Sils-Maria-still-3-620x338.jpeg" alt="Clouds-of-Sils-Maria-still-3" width="620" height="338" /></a><figcaption id="caption-attachment-2561" class="wp-caption-text">A passagem do tempo: Longa trata da maneira como vemos as mesmas coisas em diferentes momentos das nossas vidas.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em linhas gerais, <em>Acima das Nuvens </em>trata do fascínio e da repulsa que temos a tudo o que é novo ou a tudo o que é velho e como podemos assumir diferentes perspectivas sobre um mesmo assunto quando estamos na maturidade. Dividindo a história em três atos, Assayas dirige de maneira elegante o seu filme e consegue lidar com as múltiplas camadas e interconexões que ele inevitavelmente acaba proporcionando, afinal, além da relação com a própria trajetória das atrizes em questão fora das telas, as personagens de Binoche e Stewart representam na ficção as mesmas funções de Helena e Sigrid, protagonistas da peça em questão. Há quedas de ritmo consideráveis na transição do segundo para o terceiro ato, contudo, o diretor consegue manter sua narrativa desafiadora aos olhos e mentes do espectador, o que é sempre um ponto positivo.</p>
<p>Juliette Binoche e Kristen Stewart se complementam em cena, ponto fundamental para a execução acertada das intenções do roteiro. Binoche consegue construir, como de praxe, todos os conflitos da sua personagem, tudo muito delicado e sem as habituais afetações hollywoodianas que algumas atrizes de sua geração (e mais novas) costumam cair. Já Kristen Stewart surpreende os mais céticos ao rivalizar sem maiores problemas e impor o seu ritmo e as argumentações da sua personagem a uma atriz do porte de Binoche. Também participa do filme Chloe Grace Moretz, que interpreta a jovem atriz contratada para viver Sigrid na nova montagem. Moretz também tem seus momentos na pele da típica jovem estrela de cinema &#8220;subversiva&#8221;, algumas cenas bem divertidas, por sinal.</p>
<figure id="attachment_2562" aria-describedby="caption-attachment-2562" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/chloe-grace-moretz.png"><img decoding="async" class="wp-image-2562 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/chloe-grace-moretz.png" alt="chloe-grace-moretz" width="600" height="337" /></a><figcaption id="caption-attachment-2562" class="wp-caption-text">Garota-problema: Chloe Grace Moretz vive conturbada estrela teen às voltas com o lado ruim da fama.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lidando sem cortes muito abruptos com esse diálogo entre o que é da própria trama e o que é externo a ela, Olivier Assayas consegue fazer de <em>Acima das Nuvens </em>um filme que, se não é o mais memorável da sua carreira, ao menos mantém o padrão das suas melhores produções. Contudo, é inegável que o filme é um curioso canal para uma parceria improvável e muito bem sucedida, a de Juliette Binoche e Kristen Stewart.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-acima-das-nuvens/">Crítica: Acima das Nuvens</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-acima-das-nuvens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
