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	<title>Arquivos Cara Delevingne - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Cara Delevingne - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Valerian e a Cidade dos Mil Planetas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 21:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cara Delevingne]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo longa do diretor Luc Benson chegou com a promessa audaciosa de que seria um novo Quinto Elemento, um filme de 1997 que foi o maior sucesso e eu, particularmente, adoro. No entanto, não é bem assim que a banda toca. Diferente deste último filme, Valerian e a Cidade dos Mil Planetas não consegue manter o ritmo de entreter o espectador e entedia o mesmo em muitos momentos. O longa se passa no século XXVIII, onde a variedade de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo longa do diretor Luc Benson chegou com a promessa audaciosa de que seria um novo <em>Quinto Elemento</em>, um filme de 1997 que foi o maior sucesso e eu, particularmente, adoro. No entanto, não é bem assim que a banda toca. Diferente deste último filme, <em>Valerian e a Cidade dos Mil Planetas</em> não consegue manter o ritmo de entreter o espectador e entedia o mesmo em muitos momentos.</p>
<p>O longa se passa no século XXVIII, onde a variedade de etnias no universo é imensa e as sociedades procuram coexistir na melhor paz possível. Valerian e Laureline são agentes do tempo que lutam pela defesa da Terra e os planetas aliados. Com o apocalipse do planeta Mül, a dupla tem que seguir para ajudar no resgate da população quase dizimada.</p>
<p>À parte da direção de fotografia formidável, que realmente caprichou nos cenários e visuais, a história que acompanha toda essa beleza não é tão interessante assim. Protagonistas sem força e nem empatia, um roteiro sem grande novidade. Falta objetivo, finalização e ritmo. É como se Benson se esforçasse para se encaixar num novo estilo de narrativa que vem sendo utilizado atualmente, mas não consegue.</p>
<p>Outro problema notável é a escolha da dupla principal. Por mais que Cara Delevingne se esforce, a sua falta de expressão é cansativa e previsível. As mesmas caras de sempre e um olhar insosso que não acrescenta em nada à personagem. Combinando com ela, temos Dane DeHaan. O ator não é lá muito conhecido, mas até que é mais expressivo que a Cara. O problema é o estilo de personagem que resolveram encaixar ele. Valerian é um cara mulherengo, sedutor e pegador, o completo oposto deste ator, que não exala nenhuma sensualidade. Ou seja, toda a sedução fica apenas no discurso de ambos.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8053" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/048369.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Aliás, o elenco conta ainda com Ethan Hawke e Clive Owen, ambos incoerentes e mal aproveitados na narrativa. O destaque mesmo vai, ao meu ver, para a cantora Rihanna, que conseguiu criar uma personagem forte e expressiva, no meio de uma narrativa fraca. Ela se destaca no papel e, embora apareça brevemente, deixa a sua marca no filme.</p>
<p>Apesar de tais pontos negativos, o filme tem seus pontos altos. A trilha sonora é coerente e muito bem escolhida, com David Bowie na playlist. O compositor Alexandre Desplat, muito bom no seu ofício, consegue criar um clima de agitação ainda melhor do que efetivamente o roteiro do filme propõe. As cenas de ação são bem orquestradas e o cenário do espaço é muito bem aproveitado, especialmente no formato 3D.</p>
<p>Embora o filme seja visualmente muito atraente, a falha de roteiro não passa despercebida. Em dado momento, o espectador fica entediado e a sensação que temos é que as quase 2h20 de filme poderiam ser reduzidas sem prejuízo. No entanto, é uma experiência que vale a pena. Apesar dos erros, os acertos devem ser relevados e não deixa de ser uma experiência interessante.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BtSjVcAN8Qo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Peter Pan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 22:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Seyfried]]></category>
		<category><![CDATA[Cara Delevingne]]></category>
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		<category><![CDATA[Joe Wright]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Pan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Peter Pan, no original somente Pan, nasceu como um projeto que traria para o público as origens dos personagens criados por J.M. Barrie em seu homônimo. Como Peter foi parar na Terra do Nunca? Como ele se tornou o líder dos Garotos Perdidos? E, ainda, como Peter conheceu aquele que mais tarde viria a ser o seu maior inimigo, o capitão Gancho? O filme, portanto, se apresenta como uma variação de uma tendência recente em Hollywood de adaptações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3747" aria-describedby="caption-attachment-3747" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/panandhook_780x430.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3747 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/panandhook_780x430.jpg" alt="panandhook_780x430" width="600" height="331" /></a><figcaption id="caption-attachment-3747" class="wp-caption-text">A origem: A amizade entre Peter Pan e Gancho é o mote de Peter Pan</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Peter Pan</i>, no original somente <i>Pan</i>, nasceu como um projeto que traria para o público as origens dos personagens criados por J.M. Barrie em seu homônimo. Como Peter foi parar na Terra do Nunca? Como ele se tornou o líder dos Garotos Perdidos? E, ainda, como Peter conheceu aquele que mais tarde viria a ser o seu maior inimigo, o capitão Gancho? O filme, portanto, se apresenta como uma variação de uma tendência recente em Hollywood de adaptações de contos de fadas em <i>live action</i>. Em <i>Peter Pan</i>, ao invés de preservar a história tal qual a conhecemos, o diretor Joe Wright e os produtores responsáveis resolveram buscar nas origens do personagem a verdadeira razão de ser do filme em meio a tantas leituras do mesmo universo. As intenções são muito bem-vindas e até certo ponto Wright consegue imprimir uma certa originalidade na sua versão de <i>Peter Pan</i>, o problema é que depois de meia hora de projeção a história desanda e o que o público acompanha é um exemplar genérico e completamente supérfluo do gênero fantasia que não cumpre nem a metade da sua proposta inicial.</p>
</div>
<div>
<p>Como já adiantamos, <i>Peter Pan </i>traz a história da origem do personagem icônico das histórias infantis. O diretor Joe Wright e o roteirista Jason Fuchs iniciam a sua trama com Peter sendo deixado pela sua mãe em um orfanato administrado por freiras. Peter cresce em meio às injustiças e maus tratos do lugar até que durante uma madrugada é capturado por piratas a mando do perverso capitão Barba Negra, para quem passa a trabalhar nas minas da Terra do Nunca. Lá, Peter conhece um jovem chamado James Gancho e descobre que está predestinado a liderar o povo da Terra do Nunca contra as maldades de homens como Barba Negra.</p>
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<figure id="attachment_3748" aria-describedby="caption-attachment-3748" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/PanBar640.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3748 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/PanBar640-620x351.jpg" alt="IMG_1779.DNG" width="620" height="351" /></a><figcaption id="caption-attachment-3748" class="wp-caption-text">Vilão: Hugh Jackman encarna o perverso Capitão Barba Negra</figcaption></figure>
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<p>&nbsp;</p>
<p>À primeira vista, Joe Wright parece ser o diretor ideal para conduzir a releitura de qualquer clássico. O realizador fez maravilhas com sua &#8220;trilogia&#8221; protagonizada por Keira Knightley, tornando possível não apenas a adaptação para as telonas de textos de autores tão diversos e difíceis como Jane Austen (<i>Orgulho e Preconceito</i>), Ian McEwan (<i>Desejo e Reparação</i>) e Leo Tolstoy (<i>Anna Karenina</i>) como também pertinente o seu olhar cinematográfico particular para a proposta desses escritores em seus respectivos livros. Em <i>Peter Pan</i>, o Joe Wright inquieto e inventivo parece estar presente apenas em meia hora de projeção para logo ceder lugar a um diretor que está apenas cumprindo a sua função de empregado de um estúdio interessado em fornecer ao espectador um <i>blockbuster </i>genérico.</p>
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<div>
<p>O início de <i>Peter Pan </i>é relativamente interessante. A dinâmica de Peter e os garotos no orfanato, o sequestro do protagonista pelo grupo do Barba Negra e a apresentação do vilão de Hugh Jackman ao som de &#8220;Smells like teen spirit&#8221; do Nirvana são os pontos altos do filme. Logo em seguida <i>Peter Pan </i>se transforma em um remedo de tramas e ações que não capturam a atenção do espectador, que fica indiferente ao destino do seu protagonista até o desfecho do filme.</p>
</div>
<figure id="attachment_3749" aria-describedby="caption-attachment-3749" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/panmovie2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3749 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/panmovie2.jpg" alt="panmovie2" width="600" height="315" /></a><figcaption id="caption-attachment-3749" class="wp-caption-text">Tropeços: Filme falha por não levar a sério a sua proposta inaugural de narrar a origem da fábula de maneira inventiva</figcaption></figure>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Há uma série de referências ao clássico de J. M. Barrie, entre eles a origem dos nomes Gancho, Sininho e Garotos Perdidos, mas tudo é tão evidente que nenhum desses momentos chega a ser fruto do brilhantismo dos seus realizadores, por exemplo, O que fica mais evidente, no entanto, é a maior lacuna em <i>Peter Pan: </i>o longa não entrega as razões para a transformação do Gancho no vilão que conhecemos. Acreditando pretensiosa e gananciosamente que o filme terá uma continuação direta (o que hoje não é uma garantia), os envolvidos resolvem postergar o momento, fazendo com que <i>Peter Pan </i>perca o seu principal mote e aquele que poderia ser um clímax dramático que tiraria a narrativa da completa pasmaceira.</p>
</div>
<div>
<p>Com atores do porte de Hugh Jackman, Garrett Hedlund e Rooney Mara sem ter muito o que fazer em cena e com Levi Miller como um jovem protagonista que não compromete o longa, mas também não consegue cativar a plateia, <i>Peter Pan </i>mostra-se como um filme completamente banal, algo inédito na carreira de Wright, que mesmo em filmes considerados medianos e de pouca repercussão como <i>O Solista </i>ou <i>Hanna </i>fazia questão de deixar sua forte personalidade prevalecer na história. O que vemos em <i>Peter Pan </i>é um filme que não consegue cumprir o que prometera ao seu público. O longa parece preferir perder o seu tempo com sequências de ação redundantes, romances que não dizem a que veio e referências ao original jogadas de qualquer jeito na tela ao invés de gerar qualquer empatia espontânea na sua plateia.</p>
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		<title>Cidades de Papel consegue ser ainda melhor que o livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 14:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Cara Delevingne]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades de Papel]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Cidades de Papel é o segundo inspirado em um livro homônimo do autor John Green. Ele ficou famoso, inicialmente, com A Culpa É Das Estrelas, que ganhou as telonas no ano passado, conquistando fãs pelo mundo interior. Menos dramático, esse filme traz uma reflexão interessante sobre a importância de nossas ações para a construção de um futuro. Neste filme, o jovem Quentin Jacobsen é apaixonada desde sempre por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman. Depois de muitos anos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3107" aria-describedby="caption-attachment-3107" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/cidades-3.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3107" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/cidades-3.jpg" alt="Cara Delevingne e Nat Wolff fazem os protagonistas" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3107" class="wp-caption-text">Cara Delevingne e Nat Wolff fazem os protagonistas</figcaption></figure>
<p>O longa <em>Cidades de Papel</em> é o segundo inspirado em um livro homônimo do autor John Green. Ele ficou famoso, inicialmente, com <em>A Culpa É Das Estrelas</em>, que ganhou as telonas no ano passado, conquistando fãs pelo mundo interior. Menos dramático, esse filme traz uma reflexão interessante sobre a importância de nossas ações para a construção de um futuro.</p>
<p>Neste filme, o jovem Quentin Jacobsen é apaixonada desde sempre por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman. Depois de muitos anos de paixão platônica, ela entra de repente em seu quarto pedindo ajuda para colocar em prática um plano engenhoso para se vingar do namorado, que a trai. Depois da noite incrível que eles passam, Margo desaparece sem deixar rastros, iniciando um grande mistério.</p>
<p>É importante começar ressaltando que não se trata de um filme clichê. Pelo menos é o que as críticas vêm afirmando. Nosso colega Wanderley Teixeira, que já conferiu o longa, fez questão de dizer que ele agrada gregos e troianos, até mesmo aqueles que não gostaram do primeiro título do autor. Aliás, é plausível se esperar que John Green se torne uma espécie de Nicholas Sparks dos adolescentes. Em menos de 10 anos e com apenas 37 de vida, ele já publicou seis livros, garantindo a adaptação cinematográfica de quatro deles. O próximo que deve chegar aos cinemas é <em>Quem é Você, Alaska?</em>, que deve começar a ser filmado no ano que vem.</p>
<p>O legal, no entanto, é que ele sabe falar a língua dos adolescentes. Suas narrativas são suaves, honestas, corretas, encantadoras e conseguem envolver o jovem, sem precisar apresentar um universo inimaginável ou cenas exaustivas de sexo e paixões avassaladores. Ele fala do cotidiano da juventude, das relações possíveis.</p>
<p>Se <em>A Culpa é das Estrelas</em> trouxe um alvoroço por ter Shailene Woodley como protagonista, que já vinha fazendo sucesso com <em>Divergente</em>, <em>Cidades de Papel</em> não é diferente. No papel principal, Cara Delevingne, modelo de sucesso que teve sua estreia no cinema em 2012, com <em>Anna Karenina</em>. Já o rapaz, Nat Wolff, fazia o amigo do ator principal de <em>A Culpa é das Estrelas</em>. Tudo em casa, no final das contas.</p>
<p>As críticas estão muito favoráveis. Primeiro afirmam que a fidelidade ao livro é muito bem trabalhada, tornando-se tão bom quanto ele. O próprio autor disse, em entrevista, que as mudanças de enredo que ocorreram na adaptação apenas torna o filme ainda melhor que o livro.</p>
<p><em>Cidades de Papel</em> mostra que é possível fazer um filme adolescente que, ainda assim, encanta os adultos e traz lições de vida importantes, sem ser apelativo. É uma experiência válida, que promete satisfazer completamente os espectadores que forem conferir no cinema.</p>
<p><strong>Confira o trailer legendado!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jt8MLORgkL0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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