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	<title>Arquivos Callum Turner - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Callum Turner - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 23:57:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um longa do universo Harry Potter chega aos cinemas se fiando especialmente na base fervorosa de fãs que vai lotar as salas de exibição pelo simples fato de que faz parte da história dos bruxos que amamos. Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore é um filme cujo roteiro é tão questionável quanto o seu antecessor, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald. No entanto, aqui já temos uma exaustão por parte do espectador que a cada filme que passa se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um longa do universo Harry Potter chega aos cinemas se fiando especialmente na base fervorosa de fãs que vai lotar as salas de exibição pelo simples fato de que faz parte da história dos bruxos que amamos. <strong><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></strong> é um filme cujo roteiro é tão questionável quanto o seu antecessor, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-crimes-de-grindelwald/"><em>Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald</em></a>. No entanto, aqui já temos uma exaustão por parte do espectador que a cada filme que passa se contenta menos com o que o universo bruxo está oferecendo. E quem está falando aqui é uma crítica de cinema que tem uma tatuagem de Harry Potter no braço. Só para vocês entenderem o meu nível de fã.</p>
<p>Não há o que minuciar muito aqui sobre a sinopse pois além de confusa, pode dar spoilers. Mas já toco aqui no ponto principal de problema do filme: ele é tão confuso quanto o anterior. O roteiro parece ter dificuldade de definir qual o seu foco principal, qual arco narrativo será levado em conta e até mesmo em definir o protagonista. Sim, o título carrega o nome de Dumbledore (Jude Law, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capita-marvel/"><em>Capitã Marvel</em></a>), mas ele divide o protagonismo com Newt Scamander (Eddie Redmayne, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-7-de-chicago-netflix/"><em>Os 7 de Chicago</em></a>). Essa enxurrada de informações em cima do espectador faz com que ele não se apegue a nenhuma causa que é apresentada, deixando o envolvimento com a trama apenas a cargo do cenário e universo onde a história está inserida. O que é até meio desrespeitoso com os fãs, para falar a verdade.</p>
<p>O romance entre Alvo e Grindelwald é algo muito mais martelado neste longa, mas sem justificar o vínculo para o espectador. Fala-se muito sobre o amor dos dois, mas sem mostrar nenhuma cena do passado que justifique. O que fica então são apenas palavras que não envolvem quem assiste, o que faz parecer que o envolvimento homossexual foi, de fato, apenas uma jogada de marketing de J.K Rowling para abarcar este público.</p>
<p>Para além disso, é decepcionante ver o que fizeram com Credence (Ezra Miller, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Liga da Justiça</em></a>). A grande promessa de que ele seria um vilão obscuro e temido, como surgiu ainda no primeiro filme, simplesmente é deixada de lado para mostrar um personagem apático, sem forças e sem representatividade. Ele não serve para quase nada na trama. Assim como ele, temos Teseus (Callum Turner, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-emma-now/"><em>Emma</em></a>), irmão de Newt, que também tem um arco narrativo tão inútil que poderia ser cortado do roteiro sem que dessem a menor falta.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15392" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore " width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O personagem que tem um destaque melhor nessa salada de frutas é Jacob Kowalski (Dan Fogler, A Discussão), cuja história é melhor desenvolvida e tem um carisma único. É uma delícia acompanhar seus momentos e dar risada com suas trapalhadas. Carisma que falta, por exemplo, ao tido protagonista Eddie Redmayne. Tenho minhas restrições porque, apesar de considerá-lo um bom ator, acho que seu maior traço de personalidade é ser estranho. E não acho que isso seja suficiente para sustentar esta demanda.</p>
<p>Mas me entendam. Não é que <em><strong>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore </strong></em>seja ruim. Tem lá seu entretenimento, bons momentos. As atuações são muito boas, o elenco é integrado, os efeitos especiais excelentes e a trilha sonora nos faz memorar Harry Potter, especialmente ao entrar novamente em Hogwarts. No entanto, nem tudo isso é capaz de nos fazer esquecer um roteiro ruim. Dado que o livro original no qual essa franquia é baseada é bem pequeno e sem grandes histórias, tudo vem sendo criado por J.K Rowling durante a produção. Isso me leva a crer que ela tem perdido completamente a mão na necessidade de &#8220;encher linguiça&#8221;.</p>
<p>A medida que chegamos ao final do longa, aí é que os arcos narrativos pobres são revelados de fato. Várias ações que sustentam as quase 2h30 de filme são invalidadas com decisões aleatórias. A prisão do irmão de Newt é completamente sem sentido, assim como a acusação de que Jacob era assassino. Queenie vai e volta do fascismo com a mesma facilidade que andamos na rua. Até o pacto de sangue entre Grindelwald e Dumbledore, o roteiro encontra um jeito de ignorar.</p>
<p>O que me deixa triste com <em><strong>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</strong></em> é ver um ótimo potencial perdido. São grandes atores com um universo pronto e que já possui uma legião fiel de fãs. Não precisava tanto esforço para entregar um material de qualidade e que agradasse a todos. No entanto, a opção de querer encher o roteiro de fios que nunca são conectados transformaram o filme em uma produção confusão, sem grande impacto e um tanto decepcionante.</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Yates</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Eddie Redmayne, Jude Law, Mads Mikkelsen, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, William Nadylam, Callum Turner</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5SjYFF2g35c" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Última Carta de Amor (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 14:18:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois do sucesso de Como Eu Era Antes de Você, a escritora britânica Jojo Moyes retorna às telas com A Última Carta de Amor, longa lançado na Netflix e que conta com Shailene Woodley (série Big Little Lies) e Felicity Jones (Rogue One: Uma História Star Wars) nos papéis principais. Se no primeiro precisamos lidar com a frustração de um amor interrompido para sempre, neste conseguimos vislumbrar os percalços que um casal pode passar ao longo dos anos e como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do sucesso de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-como-eu-era-antes-de-voce/"><em>Como Eu Era Antes de Você</em></a>, a escritora britânica Jojo Moyes retorna às telas com <strong><em>A Última Carta de Amor</em></strong>, longa lançado na Netflix e que conta com Shailene Woodley (série <em>Big Little Lies</em>) e Felicity Jones (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rogue-one-uma-historia-star-wars/"><em>Rogue One: Uma História Star Wars</em></a>) nos papéis principais. Se no primeiro precisamos lidar com a frustração de um amor interrompido para sempre, neste conseguimos vislumbrar os percalços que um casal pode passar ao longo dos anos e como isso interfere no tipo de vida que eles acabam tendo.</p>
<p>Em duas histórias paralelas que se conectam, temos a jovem Jennifer Stirling, que acorda sem memória de um acidente de carro nos anos 1960 e o roteiro começa a contar o que aconteceu para que a levasse até ali: um romance proibido fora do casamento de fachada. Já nos tempos atuais, temos a jornalista Ellie Haworth, que casualmente encontra as cartas deste amor do passado e decide investigar sobre a vida dos envolvidos, juntamente com um colega de trabalho. Enquanto isso, lida com questões pessoais de relacionamentos amorosos.</p>
<p>Diferente do sucesso de 2016, esse filme tem um pouco de dificuldade de envolver o público justamente pela dividida de atenções. É como se as relações se privassem de grandes aprofundamentos o tempo todo em função do roteiro principal de envolver dois caminhos diferentes. E não é como se a história em si não fosse aprofundada. Conseguimos conhecer muito do que acontece nos tempos atuais e nos anos 1960 (mais neste último, que acaba sendo o foco).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14362" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/A-ultima-carta-de-amor-netflix.jpeg" alt="A Última Carta de Amor" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/A-ultima-carta-de-amor-netflix.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/A-ultima-carta-de-amor-netflix-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/A-ultima-carta-de-amor-netflix-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/A-ultima-carta-de-amor-netflix-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No entanto, a relação dos dois casais fica um pouco prejudicada em termos de amor verdadeiro, já que resta pouco tempo para cenas de close nos rostos apaixonados. Para além disso, o uso excessivo de clichês frustra o espectador, que pode ter vindo com grande expectativa depois de <em>Como Eu Era Antes de Você</em>.</p>
<p>O ritmo do filme consegue um bom trabalho em termos de equilíbrio nas duas histórias, sabendo exatamente em que momentos elas devem se contrapor. O diretor Augustine Frizzell foi assertivo neste sentido, mesmo não contanto com o roteiro original da própria Jojo Moyes, como foi o caso do primeiro longa dela. Ainda assim, falta entusiasmo, emoção, paixão.</p>
<p>Este tipo de romance proposto tem que arrancar suspiros do público, sorrisos encantados, mas não é o que acontece. Seguimos numa maré quase monótona de emoções esperando um pulo no peito que nunca vem. <strong><em>A Última Carta de Amor</em></strong> é um filme ruim? Longe disso. É um longa interessante mas com perda de potencial, que atribuo muito mais ao roteiro do que à obra original em si. Deixa um sentimento de frustração do que poderia ser.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Augustine Frizzell</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Shailene Woodley, Felicity Jones, Joe Alwyn, Callum Turner, Ben Cross, Ann Ogbomo, Nabhaan Rizwan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/AfwAAH0sQEQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Emma (Now)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 00:27:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A carreira inteira da escritora Jane Austen já rendeu diversas adaptações cinematográficas. Emma, por exemplo, já teve um filme de 1996 com Gwyneth Paltrow (Vingadores: Ultimato) e Ewan McGregor (Doutor Sono), uma leitura para os dias atuais com As Patricinhas de Beverly Hills, uma minissérie para a BBC e, mais recentemente, no Brasil rendeu uma inserção em uma telenovela da Rede Globo que também trazia outras personagens da autora na trama. Mais uma versão desse clássico da literatura chega para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A carreira inteira da escritora Jane Austen já rendeu diversas adaptações cinematográficas. <strong><em>Emma</em></strong>, por exemplo, já teve um filme de 1996 com Gwyneth Paltrow (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>) e Ewan McGregor (<em>Doutor Sono</em>), uma leitura para os dias atuais com <em>As Patricinhas de Beverly Hills</em>, uma minissérie para a BBC e, mais recentemente, no Brasil rendeu uma inserção em uma telenovela da Rede Globo que também trazia outras personagens da autora na trama. Mais uma versão desse clássico da literatura chega para as telas e poderíamos olhar para esse material com uma certa ressaca de quem supõe que nada de novo pode ser acrescentado a essa história. Ledo engano. O filme de Autumn de Wilde é um revigorante olhar para o universo de Austen ao mesmo tempo em que é extremamente fiel a sua obra quando reconta a história da sua adorável jovem casamenteira.</p>
<p>A adaptação de <em><strong>Emma</strong> </em>de 2020 é um ambicioso projeto estético, não economizando nas cores do seu figurino, na opulência dos seus cenários e nos milimetricamente calculados detalhes dos seus planos. Todos os recursos cinematográficos da história, sobretudo os visuais, querem se fazer presentes aos olhos do espectador e fazem isso de uma maneira que enche os olhos com sua criatividade e exuberância. O casamento desses recursos narrativos traz um grande frescor para a adaptação.</p>
<p>Esta versão de <strong><em>Emma</em> </strong>é dotada de um certo artificialismo que faz bem à experiência de assisti-lo. Tudo em Emma chama a atenção para sua encenação e para os mecanismos narrativos da sua obra, é um longa extremamente autoconsciente da sua própria engrenagem. <em><strong>Emma</strong> </em>tem consciência de quando é melodramático, malicioso, ácido e romântico e mesmo nesses momentos em que olha para todo o maquinário que faz a engrenagem dessa história se movimentar, ele não é sarcástico ou faz chacota do seu material original, mas, com toda sua metalinguagem, consegue ser bastante fiel ao espírito do romance que lhe é fonte de adaptação.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12814" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1290232.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Emma " width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1290232.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1290232.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1290232.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como se não bastasse, <strong><em>Emma</em> </strong>possui um elenco muito bem escalado. Anya Taylor-Joy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bruxa/"><em>A Bruxa</em></a>) faz um retrato carismático e cheio de nuances da heroína e encontra em Johnny Flynn (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-acima-das-nuvens/"><em>Acima das Nuvens</em></a>) um par que consegue se aproximar dos apelos comuns aos interesses amorosos das protagonistas de Austen. Mia Goth (<em>Suspíria &#8211; A Dança do Medo</em>) rouba a cena em inúmeros momentos como a ingenua Harriet Smith, amiga de Emma. Há ainda Miranda Hart (<em>O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos</em>) que, na pele da Sra. Bates, uma mulher simples que idolatra Emma, acaba &#8220;carregando nas costas&#8221; uma das cenas mais reveladoras e comoventes do longa.</p>
<p>Todos os componentes das histórias de Austen estão nessa leitura de <em><strong>Emma</strong> </em>feita por Autumn de Wilde, mas aquilo que o filme tem de faísca é a maneira como ele oscila entre o melodrama, a comédia de costumes e uma metalinguagem na forma como aborda a sociedade e as relações inter-pessoais da época através da sua <em>mise-en-scène</em> e seus recursos plásticos. É o tipo de leitura que agrada aqueles que já conhecem o material e apresenta de maneira apaixonante sua protagonista para uma nova geração sem precisar transportá-la para um outro contexto, apenas deixando Emma ser Emma, o que muda aqui, e é muito bem-vindo, é o invólucro que o cineasta traz para sua heroína e sua jornada, algo que só contribui para a apreciação do material original e singulariza essa experiência como algo novo em alguma instância da memória do público.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Autumn de Wilde<br />
<strong>Elenco:</strong> Anya Taylor-Joy, Johnny Flynn, Mia Goth, Bill Nighy, Miranda Hart, Callum Turner, Gemma Whelan, Josh O&#8217;Connor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZVImlMG8WqI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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