<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Billy Crudup - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/billy-crudup/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/billy-crudup/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Mar 2020 13:59:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Billy Crudup - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/billy-crudup/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Dica do Dia: Mulheres do Século 20 (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-mulheres-do-seculo-20-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-mulheres-do-seculo-20-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2020 13:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Annette Bening]]></category>
		<category><![CDATA[Billy Crudup]]></category>
		<category><![CDATA[Elle Fanning]]></category>
		<category><![CDATA[Greta Gerwig]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Jade Zumann]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Mills]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres do Século 20]]></category>
		<category><![CDATA[Thea Gill]]></category>
		<category><![CDATA[Waleed Zuaiter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12576</guid>

					<description><![CDATA[<p>A partir de suas memórias, o diretor e roteirista Mike Mills (o mesmo de Toda Forma de Amor, longa que rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante a Christopher Plummer em 2012) concebeu Mulheres do Século 20, longa que narra a jornada de um adolescente californiano criado por uma mãe solteira na década de 1970 e que ainda é influenciado por duas outras mulheres na sua caminhada para a vida adulta, uma fotógrafa mergulhada na cultura punk e uma jovem da sua idade que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-mulheres-do-seculo-20-netflix/">Dica do Dia: Mulheres do Século 20 (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de suas memórias, o diretor e roteirista Mike Mills (o mesmo de <em>Toda Forma de Amor</em>, longa que rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante a Christopher Plummer em 2012) concebeu <em><strong>Mulheres do Século 20</strong>, </em>longa que narra a jornada de um adolescente californiano criado por uma mãe solteira na década de 1970 e que ainda é influenciado por duas outras mulheres na sua caminhada para a vida adulta, uma fotógrafa mergulhada na cultura<em> punk </em>e uma jovem da sua idade que escapa esporadicamente da família opressora para conversar com o menino escondida em um dos quartos da sua casa. O longa que recebeu uma indicação ao Oscar de 2017 como melhor roteiro original (e deveria ter recebido mais indicações!) já está disponível no catálogo da Netflix desde o início do ano.</p>
<p>Dorothea, a mãe do adolescente em questão de <strong><em>Mulheres do Século 20</em></strong>, é interpretada por Annette Bening em mais uma interpretação memorável da sua carreira, esquecida na seleção de atrizes da época do Oscar que consagrou Emma Stone pelo seu desempenho em <em>La La Land</em>. Ao narrar a influência dessas três mulheres pertencentes a três distintas gerações na vida do protagonista em uma época de revolução de costumes, os anos de 1970, Mills nos traz um contexto histórico de transformações e afirmação do feminismo, mas também uma outra percepção que se configurava na sociedade a respeito da criação dos homens.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12580" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/566867.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Mulheres do Século 20" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/566867.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/566867.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/566867.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme é pontual ao colocar essas questões permeando a dinâmica entre os personagens e os conflitos do seu protagonista com sua mãe Dorothea, uma mulher com ideias ainda cristalizadas do passado, com um certo conservadorismo a respeito do feminino, mas que inconscientemente acaba semeando a revolução que as outras duas personagens femininas da história empreendem, as igualmente impecáveis Greta Gerwig (a fotógrafa Abbie) e Elle Fanning (a adolescente Julie, <em>crush </em>do rapaz).</p>
<p>Ao longo de <em><strong>Mulheres do Século 20</strong> </em>alguns pontos de tensão são abordados como o desprendimento gradual na discussão franca sobre temas que até então era tabus para o feminino. O filme acaba dimensionando esse ponto de virada na década de 1970 que trouxe como consequência o gradual amadurecimento do feminismo nos anos seguintes e também uma outra percepção sobre o masculino com a geração de rapazes filhos de mães solteiras que viria nas décadas seguintes quebrar estigmas associados ao homem como a resistência a qualquer demonstração pública de afeto e a alienação a respeito da sexualidade feminina. Mills faz tudo isso com muita leveza arrancando dos seus atores boas interpretações em um roteiro inteligente e sensível.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Mike Mills</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Annette Bening, Greta Gerwig, Elle Fanning, Lucas Jade Zumann, Billy Crudup, Thea Gill, Waleed Zuaiter</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EVL3AYkDqQg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-mulheres-do-seculo-20-netflix/">Dica do Dia: Mulheres do Século 20 (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-mulheres-do-seculo-20-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Depois do Casamento</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-depois-do-casamento/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-depois-do-casamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 18:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Abby Quinn]]></category>
		<category><![CDATA[Bart Freundlich]]></category>
		<category><![CDATA[Billy Crudup]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Depois do Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Julianne Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Williams]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11313</guid>

					<description><![CDATA[<p>Será que podemos ou devemos ser eternamente punidos por decisões não tão inteligentes ou erradas que tomamos no passado? Com esse questionamento em mente, o roteiro de Depois do Casamento começa a se desdobrar com a história de Isabel (Michelle Williams, Manchester à Beira-Mar) a diretora de um orfanato na Índia que precisa viajar para Nova York e conhecer um potencial investidor que doará uma grande quantia de dinheiro para sua caridade. Um pouco a contragosto de sair daquele ambiente [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-depois-do-casamento/">Crítica: Depois do Casamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Será que podemos ou devemos ser eternamente punidos por decisões não tão inteligentes ou erradas que tomamos no passado? Com esse questionamento em mente, o roteiro de <em><strong>Depois do Casamento</strong> </em>começa a se desdobrar com a história de Isabel (Michelle Williams, <em>Manchester à Beira-Mar</em>) a diretora de um orfanato na Índia que precisa viajar para Nova York e conhecer um potencial investidor que doará uma grande quantia de dinheiro para sua caridade. Um pouco a contragosto de sair daquele ambiente que considera lar, ela vai até a Big Apple e se encontra com Theresa (Julianne Moore, <em>Para Sempre Alice</em>), uma mulher agitada e focada em dinheiro, completamente o oposto de sua personalidade.</p>
<p>O filme causa certa ansiedade no começo, quando o espectador começa a sentir uma tensão no ar com a chegada de Isabel em Nova York e o repentino convite feito por Theresa para que ela participe do casamento de sua filha mais velha. Mas isso não se propaga pelo restante do longa. Anida que tenha uma narrativa interessante, o ritmo é o maior problema de <em><strong>Depois do Casamento</strong></em>. A história vai e vem no sentido de ápice, sem permitir que o espectador &#8220;curta&#8221; plenamente as emoções que são propostas em cena.</p>
<p>A ideia da dualidade de mulheres com personalidades completamente opostas se vinculando por um bem comum me soa muito previsível, do ponto de vista de arco narrativo. Isabel é calma, focada em energias, caridosa e desapegada dos bens materiais. Já Theresa é consumista, agitada, poderosa, mandona e muito rica. Tem uma forte relação com dinheiro. que é exaustivamente exposta no longa. Falta, talvez, sutileza nas tentativas de criar um drama mais pesado, especialmente com a analogia do ninho.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11317" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5660703.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5660703.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5660703.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5660703.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O pico do filme, como se poderia esperar, são as atuações. Não há um momento em que Julianne e Michelle apareçam em que não estejam maravilhosamente bem. Elas encarnam as personagens como ninguém e nos envolvem em cada tomada de cena. Não há como não se vincular à personagem de Moore chorando desesperadamente no chão. Enquanto isso, Williams é uma completa confusão controlada de emoções. Para além delas, o ótimo Billy Crudup (<em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</em>) no papel do marido de Theresa e elo inicial que vincula as duas protagonista e a a novata Abby Quinn (série <em>Black Mirror</em>) que personificou um jovem adulta afetuosa e desesperada com a enxurrada de informações que vai adquirindo com a chegada de uma estranha.</p>
<p>O <em>plot twist</em> da trama, se é que podemos chamar desta forma, é deveras previsível. Sentimos desde o começo que há um objetivo por trás das ações dos personagens e soa desencorajador quando descobrimos a real motivação. Além disso, alguns fios vão ficando soltos ao longo da história. O que não leva a prejudicar 100% a narrativa, mas mostram a perda de potencial do projeto. O diretor Bart Freundlich (série <em>Californication</em>), que é marido de Julianne Moore, tem até uma boa intenção e um elenco fantástico na mão, mas a execução final deixa um pouco a desejar.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Bart Freundlich<br />
<strong>Elenco:</strong> Michelle Williams, Julianne Moore, Billy Crudup, Abby Quinn</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PzAGq0AB97A" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-depois-do-casamento/">Crítica: Depois do Casamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-depois-do-casamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
