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	<title>Arquivos Arnold Schwarzenegger - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Arnold Schwarzenegger - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Sly</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 22:38:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Disponível na Netflix, o documentário Sly é uma produção original do serviço de streaming e narra parte da trajetória de Sylvester Stallone na indústria do entretenimento. A produção é uma forma de Stallone celebrar os 50 anos da sua carreira como ator, roteirista, diretor e produtor cinematográfico. Assim, Sly assume durante boa parte da sua narrativa o tom celebratório em torno do legado de Stallone, utilizando a própria narração do astro como fio condutor. Meses atrás, a própria Netflix estreou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Disponível na Netflix, o documentário <em><strong>Sly</strong> </em>é uma produção original do serviço de streaming e narra parte da trajetória de Sylvester Stallone na indústria do entretenimento. A produção é uma forma de Stallone celebrar os 50 anos da sua carreira como ator, roteirista, diretor e produtor cinematográfico. Assim, <em>Sly</em> assume durante boa parte da sua narrativa o tom celebratório em torno do legado de Stallone, utilizando a própria narração do astro como fio condutor.</p>
<p>Meses atrás, a própria Netflix estreou em seu catálogo um projeto semelhante com o rival de Stallone, Arnold Schwarzenegger. Em muitos pontos, Arnold se beneficia do formato escolhido pelo documentário de Schwarzenegger, uma série documentário. Assim, a narrativa se dividiu em três episódios com temáticas bem delineadas que obedeceram a ordem cronológica dos eventos na trajetória do biografado: sua juventude e o início da carreira como fisiculturista, a ascensão em Hollywood e a trajetória de Arnold na política.</p>
<p><em><strong>Sly</strong></em>, por sua vez, vai por um outro caminho. O documentário condensa toda a narrativa em um filme com cerca de uma hora e quarenta minutos de duração, tentando dar conta de um personagem que está na indústria desde a década de 1970. Claro que parte da vida de Stallone fica de fora, então os realizadores tentam fazer aqui uma síntese daquilo que talvez seja mais significativo e o que ganha relevância é a tão alardeada semelhança entre as trajetórias de Rocky Balboa, personagem que Stallone criou nas telas a partir de 1976, vencendo dois Oscars (filme e roteiro original), e a trajetória do próprio artista. Dessa forma, a vida de Rocky e Sly se embaralham no documentário e o primeiro serve para dimensionarmos a personalidade obstinada do segundo, um personagem da vida real.</p>
<p>Com Rocky como &#8220;farol&#8221;, <em><strong>Sly </strong></em>constrói Stallone como esse sujeito que em diversas fases da sua carreira foi desacreditado por Hollywood, conseguindo sobreviver em uma indústria cruel ao mostrar que era melhor do que muitos pensavam. O mais curioso é a forma como cada capítulo da história de Rocky Balboa preenche um momento de renascimento de Stallone na indústria, ou seja, como a franquia proporcionou ao artista um processo de avaliação constante da sua própria trajetória e exposição dos seus medos, expectativas, frustrações e desejos para a plateia por diversas gerações que acompanharam as histórias do mais famoso boxeador do cinema.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17466" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653.jpg" alt="Sly" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>Sly</strong> </em>é um filme celebratório do legado de Sylvester Stallone e a presença constante do ator na tela refletindo sobre erros e acertos desde o episódio em que narra como os problemas de saúde legados pelos exagerados esforços físicos em Os Mercenários evidenciou sua dificuldade em lidar com o tempo ou seu arrependimento pela ausência na criação dos filhos revela um personagem disposto a dimensionar sua psicologia da maneira mais honesta possível para o público. <em>Sly</em> é um exercício de auto-celebração do ator, mas está longe de ser uma narrativa puramente narcisista.</p>
<p>Os depoimentos de Stallone quando são intercalados por falas de críticos, do rival de tela Arnold Schwarzenegger e até do diretor Quentin Tarantino revelam também um filme disposto a tratar a trajetória do ator como objeto de pesquisa e reflexão crítica. Nesse sentido, o documentário vai além do óbvio, frisar a importância do astro no cinema de ação dos anos 1980.</p>
<p>Com tais esforços, mesmo que omisso em determinados capítulos da vida do biografado, <em><strong>Sly</strong> </em>busca dimensionar a figura do seu protagonista como autor cinematográfico. Antes de ser um astro, Stallone é um roteirista, produtor, diretor e ator com uma assinatura própria em seu legado criativo. Com Rocky, por exemplo, &#8211; e <em>Sly</em> é muito bom ao frisar isso &#8211; Stallone conseguiu dar vazão a inquietações pessoais, aproximou o público das suas ideias e construiu de forma coerente a trajetória de um personagem tão emblemático em uma série cinematográfica tematicamente coesa, tornando-se um espelho pelo qual muitos conseguiram se inspirar.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Thom Zimny</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Quentin Tarantino</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_FMulgkArnw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 01:27:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio chegar às telas, O Exterminador do Futuro: A Salvação, de 2009, e O Exterminador do Futuro: Gênesis, de 2015, tentaram de diferentes formas revitalizar a franquia inaugurada por James Cameron em 1984. A Salvação tentava imaginar a resistência de John Connor no futuro. Já Gênesis pretendia um reboot da série que se camuflava de continuação. As duas tentativas foram verdadeiros fiascos, mas como Hollywood está sempre se retroalimentando não seriam esses fracassos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de <strong><em>O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio</em></strong> chegar às telas, O<em> Exterminador do Futuro: A Salvação, </em>de 2009, e <em>O Exterminador do Futuro: Gênesis, </em>de 2015, tentaram de diferentes formas revitalizar a franquia inaugurada por James Cameron em 1984. <em>A Salvação</em> tentava imaginar a resistência de John Connor no futuro. Já <em>Gênesis</em> pretendia um <em>reboot</em> da série que se camuflava de continuação. As duas tentativas foram verdadeiros fiascos, mas como Hollywood está sempre se retroalimentando não seriam esses fracassos que pararia a máquina O Exterminador do Futuro de continuar sendo rentável para seus produtores.</p>
<p>Comparado aos longas de 2009 e 2015, <strong><em>Destino Sombrio</em></strong> é um filme mais consistente, mas nem precisaria muito esforço para conseguir isso. No entanto, ainda que apresente pontualmente esforços de revitalizar a franquia e oferecer novas perspectivas para a história, <strong><em>O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio</em></strong> é uma continuação tardia, sofrendo o impacto que a redundância de tramas, temas e personagens trouxeram para a saga com tantas tentativas de permanecer relevante no imaginário e bolso dos fãs.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11716" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/5152117.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/5152117.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/5152117.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/5152117.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme conta como aditivo a volta de Linda Hamilton ao papel de Sarah Connor mantendo um vigor impressionante como heroína de ação. Hamilton divide cena com outras duas personagens femininas interpretadas com semelhante competência por Mackenzie Davis e Natalia Reyes. Ao longo da trama, algumas ideias de continuidade do universo surgem como faíscas interessantes de originalidade, mas que jamais são exploradas com muita perspicácia pelo roteiro, que apela para cacoetes como <em>flashbacks</em> trazendo para a trama uma certa dispersão. As cenas de ação conduzidas pelo diretor Tim Miller também não são muito marcantes, parecendo genéricas em meio ao amontoado de super-produções que chegam todos os anos aos cinemas.</p>
<p>Caso surgisse como sequência de <em>O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final</em> de 1991,<strong><em> O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio </em></strong>talvez fosse mais bem apreciando. Chegando em 2019 nas telas e depois de tantas abordagens para esse universo, o filme soa redundante, demonstrando a cada avanço da história sua necessidade de maior polimento. A sensação é que, atualmente, para um filme da franquia<em> O Exterminador do Futuro</em> tirar do público a má vontade com os filmes da saga será de suma importância oferecer uma obra que coloque de ponta-cabeça os lugares comuns desses personagens e das tramas do universo que integra.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tim Miller<br />
<strong>Elenco:</strong> Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Arnold Schwarzenegger, Diego Boneta, Tristán Ulloa, Ferran Fernández, Tom Hooper</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hknPGJqz7aA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 11:55:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis chega aos cinemas com a insustentável obrigação de superar o seu legado. Quanto a isso, não tem como ele escapar. Aliás, nenhuma continuação, reboot ou remake consegue sair dessa esfera de julgamento, as comparações do público e da crítica são praticamente automáticas. No caso desta franquia específica, as comparações chegam a ser injustas quando os filmes anteriores, sobretudo o primeiro e o segundo, ambos dirigidos por James Cameron, revolucionaram a própria indústria do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3059" aria-describedby="caption-attachment-3059" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CxcTO7w.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3059 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CxcTO7w-620x367.jpg" alt="CxcTO7w" width="620" height="367" /></a><figcaption id="caption-attachment-3059" class="wp-caption-text">He&#8217;s back: Schwarzenegger retorna para viver o icônico exterminador em Gênesis</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis </i>chega aos cinemas com a insustentável obrigação de superar o seu legado. Quanto a isso, não tem como ele escapar. Aliás, nenhuma continuação, <i>reboot </i>ou <i>remake </i>consegue sair dessa esfera de julgamento, as comparações do público e da crítica são praticamente automáticas. No caso desta franquia específica, as comparações chegam a ser injustas quando os filmes anteriores, sobretudo o primeiro e o segundo, ambos dirigidos por James Cameron, revolucionaram a própria indústria do cinema. Infelizmente, a repercussão deste quinto capítulo da franquia, <i>O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis</i>,<i> </i>não tem sido boa, na verdade, decepcionante. As cotações do filme nos sites estão baixas e o boca-a-boca confirma as comparações que mencionamos a pouco, <i>Gênesis </i>está anos luz dos seus predecessores, dizem os especialistas. Está sim, mas apesar dos seus equívocos e derrapadas, o filme consegue ser bem divertido, satisfatório até. O seu grande &#8220;porém&#8221; talvez seria o visível desgaste da série, evidenciado por um final que demonstra pouco fôlego para as futuras continuações.</p>
<figure id="attachment_3060" aria-describedby="caption-attachment-3060" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/la-et-hc-imax-with-hero-complex-terminator-genisys-screening-20150623.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3060 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/la-et-hc-imax-with-hero-complex-terminator-genisys-screening-20150623-620x349.jpg" alt="la-et-hc-imax-with-hero-complex-terminator-genisys-screening-20150623" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3060" class="wp-caption-text">Viagem no tempo, novamente: Connor, o exterminador e Reese têm um plano para retornar ao futuro (ou passado, a depender do ponto de vista) e alterar o curso da história</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <i>O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis </i>vemos os episódios que deram início ao primeiro filme. Em 2029, a resistência humana às máquinas, liderada por John Connor, envia para o ano de 1984 um protetor para a sua mãe, Sarah Connor, o sargento Kyle Reese. Reese terá que salvá-la de um exterminador que pretende matá-la a fim de evitar que, no futuro, Connor represente algum risco a dominação dos homens pelas máquinas. No entanto, em função das mudanças de rumo promovidas por esta mesma ação no início da franquia, o ano de 1984 agora não será o mesmo do primeiro filme da série, ou seja,  Sarah Connor não é mais aquela garçonete desprotegida e conta com a ajuda  de um exterminador que foi enviado para protegê-la quando ainda era pequena.</p>
</div>
<div>
<p>É verdade que <i>Gênesis </i>se aproveita de todo o legado deixado pelos filmes anteriores da série, tornando-se uma espécie de híbrido anabolizado do primeiro e do segundo longa. O diretor Alan Taylor, de <i>Game of Thrones </i>e <i>Thor &#8211; Mundo Sombrio </i>consegue reconstituir sequências semelhantes aos filmes anteriores. O filme então funciona basicamente como uma reverência ao passado, como o recente <i>Jurassic World</i>. No entanto, ao contrário de <i>Jurassic World, O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis </i>não consegue promover nenhuma espécie de expansão de um universo já conhecido, soa repetitivo e até mesmo esgota qualquer tipo de possibilidade de ampliação. Sempre que <i>Gênesis </i>tenta promover algum movimento que surpreenda nosso horizonte de expectativas, e ele tem muito potencial para isso já que um dos elementos da franquia é a viagem no tempo e já vimos do que ele é capaz recentemente em <i>Star Trek </i>e <i>X-Men</i>, o filme parece ser engolido por uma megalomania de efeitos especiais que arruina qualquer possibilidade de expansão e está a serviço de mostrar apenas algumas passagens que não foram mostradas no passado por falta de orçamento ou avanços tecnológicos.</p>
</div>
<figure id="attachment_3061" aria-describedby="caption-attachment-3061" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/terminator-genisys.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3061 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/terminator-genisys-620x310.jpg" alt="terminator genisys" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-3061" class="wp-caption-text">John Connor e Kyle Reese: Filme começa exatamente no ponto de partida do primeiro longa da franquia, mas as coisas não são exatamente as mesmas</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme é beneficiado por um elenco interessante, que inclui a icônica figura de Arnold Schwarzenegger, sempre a vontade como o exterminador, e os novos rostos de Sarah Connor (Emilia Clarke), Kyle Reese (Jai Courtney) e John Connor (Jason Clarke), todos muito eficientes em suas respectivas funções (a exceção de um J. K. Simmons recém-saido de um Oscar e que aparece completamente avulso em cena). No mais, o longa fica em uma zona cinzenta à procura de uma razão para a sua própria existência ao mesmo tempo em que se justifica por ser funcional aos anseios contemporâneos &#8211; e momentâneos &#8211;  de uma indústria que sempre que pode tenta retornar ao passado no intuito de perpetuar o que já é conhecido e está na zona de conforto do espectador &#8211; e esse ano isso parece mais forte do que nunca. <i>O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis</i> entretém e satisfaz o espectador em momentos isolados, mas não chega a surpreender ou revelar uma nova faceta sobre uma história que já conhecemos.</p>
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