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	<title>Arquivos Annabelle 2: A Criação do Mal - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Annabelle 2: A Criação do Mal - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Freira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 22:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Freira]]></category>
		<category><![CDATA[Annabelle 2: A Criação do Mal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tendo Annabelle como seu momento mais fraco, de uma maneira geral, a leva de filmes derivados da franquia Invocação do Mal inaugurada por James Wan tem conseguido se manter criativamente relevante no cenário das produções comerciais de terror. Como nos longas da boneca amaldiçoada, A Freira utiliza outro elemento importante dos filmes do casal Warren, interpretados por Vera Farmiga e Patrick Wilson: a religiosa representada  no quadro que assompra a paranormal Lorraine. O resultado do projeto não é tão interessante quanto Annabelle 2, mas também foge por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tendo <i>Annabelle </i>como seu momento mais fraco, de uma maneira geral, a leva de filmes derivados da franquia <i>Invocação do Mal </i>inaugurada por James Wan tem conseguido se manter criativamente relevante no cenário das produções comerciais de terror. Como nos longas da boneca amaldiçoada,<b> <i>A Freira </i></b>utiliza outro elemento importante dos filmes do casal Warren, interpretados por Vera Farmiga e Patrick Wilson: a religiosa representada  no quadro que assompra a paranormal Lorraine. O resultado do projeto não é tão interessante quanto <i>Annabelle 2</i>, mas também foge por completo do resultado de <i>Annabelle</i>, se revelando um capítulo morno na história desses filmes, ainda que tenha seus acertos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme se passa na Romênia, logo depois da Segunda Guerra Mundial, onde num convento localizado na proximidade de uma pequena cidade uma freira comete suicídio. O Vaticano acaba encaminhando para o local um padre experiente e uma noviça para que eles possam investigar os mistérios macabros que marcam a história do lugar. Chegando no local os dois acabam vivenciando uma série de eventos paranormais que se revelam como manifestações da presença de Valak, um poderoso demônio agora libertado que se materializa na aparência de uma freira.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9328" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/A-Freira_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><i>A Freira </i>é dirigido por Corin Hardy (<i>A Maldição da Floresta</i>) com uma burocracia decepcionante para um projeto que possui elementos tão ricos como seu cenário (a lendária Romênia, terra do Conde Drácula) e seu contexto histórico. Ainda assim, a condução não é marcada por nenhuma derrapada a ponto de ser convertida num filme execrável.</p>
<p>Do ponto de vista da construção da sua história, o longa consegue se localizar na série de filmes lançada por Wan, com inserções que nos remetem a <i>Invocação do Mal </i>no início e no desfecho. No entanto, <i>A Freira</i> perde inúmeras oportunidades para oferecer uma trama mais robusta, se apoiando basicamente nas manifestações sobrenaturais que aparecem para suas personagens e no tradicional cacoete dos sustos, que, nesse caso, produzem muito pouco efeito. Corin Hardy conta com atores interessantes no elenco, como Taissa Farmiga (irmã da Vera de <i>Invocação do Mal</i>) e Demián Bichir, mas o filme não traz nenhum momento particular que os faça brilhar.</p>
<p>No final das contas, <i>A Freira </i>se apoia numa história sem grande inventividade, oferecendo menos para a mitologia da criatura que os filmes anteriores desse universo. O resultado é uma grande promessa que não se cumpre, mas ainda assim proporciona uma sessão minimamente relevante se vivenciada como a experiência coletiva no cinema que produções desse gênero acabam se tornando.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4V44ew-laC4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Annabelle 2 &#8211; A Criação do Mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 23:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Annabelle]]></category>
		<category><![CDATA[Annabelle 2: A Criação do Mal]]></category>
		<category><![CDATA[David F. Sandberg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A princípio quando a Warner anunciou o nome de David F. Sandberg como diretor de Annabelle 2: A Criação do Mal, segundo filme sobre a boneca amaldiçoada que é parte do universo de horror derivado de Invocação do Mal, confesso que não fui tomado por muita animação com o projeto. O diretor tinha no seu histórico o longa Quando as Luzes se Apagam, que a despeito do ótimo curta que o originou é um filme do gênero que não fez muito a minha cabeça [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">A princípio quando a Warner anunciou o nome de David F. Sandberg como diretor de <i>Annabelle 2: A Criação do Mal</i>,<i> </i>segundo filme sobre a boneca amaldiçoada que é parte do universo de horror derivado de <i>Invocação do Mal</i>, confesso que não fui tomado por muita animação com o projeto. O diretor tinha no seu histórico o longa <i>Quando as Luzes se Apagam</i>, que a despeito do ótimo curta que o originou é um filme do gênero que não fez muito a minha cabeça (<a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-quando-as-luzes-se-apagam/" data-blogger-escaped-target="_blank">leia aqui</a>, e o primeiro longa da boneca lançado em 2014, <i>Annabelle</i>, é bem decepcionante. As preocupações foram vãs, <i>Annabelle 2: A Criação do Mal </i>é um filme de terror e tanto e vale principalmente pelo excelente trabalho do seu diretor.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No longa, acompanhamos eventos que antecederam <i>Annabelle</i> quando um artesão de bonecas e sua esposa são surpreendidos pela morte brutal da sua única filha. Doze anos depois dos eventos, o casal recebe em sua casa uma freira e um grupo de órfãs desabrigadas. Aos poucos, estranhos eventos começam a ocorrer no local quando o quarto da filha do casal é violado por uma das garotas. Mais que isso prometo não adiantar para não estragar a experiência do leitor com o filme.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Um dos pontos positivos de <i>Annabelle 2: A Criação do Mal </i>é a maneira como David F. Sandberg lida com os eventos demoníacos que tomam conta da propriedade rural que serve de cenário para o filme. O longa literalmente não dá trégua ao espectador após a sua meia hora inicial, importante para a apresentação das suas personagens e entrega de vários elementos que mais tarde serão reunidos de forma que façam a trama ganhar sentido e lugar no universo de horror compartilhado de <i>Invocação do Mal</i>. Assim como os filmes de James Wan, <i>Invocação do Mal </i>e <i>Invocação do Mal 2</i>, <i>Annabelle 2: A Criação do Mal </i>apresenta um cuidado exímio na maneira como exibe e esconde elementos que acionam a sensação de horror no espectador, criando sequência atrás de sequência marcada pela tensão das suas personagens no encontro com manifestações que não são desse mundo.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8104" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Annabelle-2-7-culturageek.com_.ar_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que o ritmo do filme e o manejo que ele tem dos seus momentos de tensão demonstram um fôlego imenso do longa com sua sucessão de eventos, não é algo frenético e propenso aos famigerados sustos gratuito, são cenas cuja reação das suas personagens ao sobrenatural e sua descoberta gradual aderem à trama e também à construção delas como protagonistas desse conto macabro. Um dos acertos é concentrar seus eventos nas crianças da história, algo que sempre rende ótimos exemplares do gênero que exploram o medo infantil em espaços aparentemente inofensivos durante a noite.  Há em <i>Annabelle 2 </i>ainda um uso inteligente de elementos como a luz e sua ausência, bem como signos religiosos presentes em todo o seu cenário, cujos objetos e cômodos trazem detalhes de cruzes, algo que dialoga com a presença do catolicismo em toda a sua história já que o casal vivido por Anthony LaPaglia e Miranda Otto são religiosos e o grupo de órfãs vem de uma casa dirigida por freiras.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Apagando de vez a péssima impressão do frustrante <i>Annabelle</i>, <i>Annabelle 2: A Criação do Mal </i>é um ótimo exemplo de como uma continuação pode corrigir os péssimos rumos e a impressão ruim do seu antecessor. O filme ganha com a direção de David F. Sandberg que demonstra habilidade para construir uma atmosfera assustadora e ter fôlego para manter o espectador grudado na sucessão ininterrupta de eventos macabros que tomam conta da vida das suas personagens. Se for para ser como <i>Annabelle 2</i>, que James Wan e cia. expandam o universo de horror de <i>Invocação do Mal </i>para a direção que quiserem. Por esse caminho está ótimo e os fãs do gênero agradecem.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><b>Assista ao trailer do filme: </b></p>
<p style="text-align: center;" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EWjq_8ijmvo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-annabelle-2-a-criacao-do-mal/">Crítica: Annabelle 2 &#8211; A Criação do Mal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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