<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Andrucha Waddington - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/andrucha-waddington/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/andrucha-waddington/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 03 Apr 2025 00:34:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Andrucha Waddington - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/andrucha-waddington/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Vitória</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vitoria/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vitoria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 16:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Andrucha Waddington]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jeniffer Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Guindane]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=19269</guid>

					<description><![CDATA[<p>Inspirado no caso real de uma idosa que denunciou um grupo criminoso atuante na comunidade em frente a sua casa no Rio de Janeiro, Vitória tem a seu favor a escalação de Fernanda Montenegro para viver esta personagem. O drama dirigido por Andrucha Waddington tem muitas faltas, especialmente no roteiro, mas a presença de Montenegro como a personagem-título muitas vezes supre ou camufla as falhas do projeto. O longa é inspirado na história de Joana Zeferino da Paz, uma idosa de 80 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vitoria/">Crítica: Vitória</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inspirado no caso real de uma idosa que denunciou um grupo criminoso atuante na comunidade em frente a sua casa no Rio de Janeiro, <em><strong>Vitória </strong></em>tem a seu favor a escalação de Fernanda Montenegro para viver esta personagem. O drama dirigido por Andrucha Waddington tem muitas faltas, especialmente no roteiro, mas a presença de Montenegro como a personagem-título muitas vezes supre ou camufla as falhas do projeto.</p>
<p>O longa é inspirado na história de Joana Zeferino da Paz, uma idosa de 80 anos que em 2005, da janela de sua casa, registrou com uma câmera o cotidiano de um grupo criminoso que agia violentamente na sua vizinhança. Joana tentou denunciar o caso para a polícia, mas só viu a queixa gerar algum tipo de comoção nas autoridades quando contou com a ajuda da imprensa. Tendo sido posteriormente protegida pelo Programa de Apoio à Testemunha, Joana teve sua identidade mantida em sigilo, só vindo à tona no ano de seu falecimento, 2023, quando as filmagens de <em><strong>Vitória </strong></em>já haviam terminado.</p>
<p>A princípio, <em><strong>Vitória </strong></em>era um projeto do diretor e roteirista Brenno Silveira, mas o longa acabou nas mãos de Andrucha Waddington (Eu Tu Eles e Casa de Areia) após o falecimento do cineasta às vésperas das filmagens. A troca não prejudicou o resultado de <em><strong>Vitória</strong></em>, que tem um diretor se esforçando ao máximo para suprir carências do roteiro, dando sutileza, sensibilidade e buscando até mesmo alguma profundidade na construção psicológica das personagens.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-19303" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-2-1.png" alt="Vitória" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-2-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-2-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/03/image-2-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Waddington acerta sobretudo ao valorizar os momentos nos quais o público acompanha apenas Fernanda Montenegro em cena. Existem longas sequências em que <em><strong>Vitória </strong></em>se resume ao cotidiano de Nina, nome criado para a protagonista do filme, em seu apartamento, vivendo o seu cotidiano. Quando <em><strong>Vitória </strong></em>é centrado em Fernanda Montenegro, o filme tem os seus melhores momentos porque a atriz valoriza cada gesto da personagem em cena, traz riqueza para os sentimentos e a personalidade daquela mulher.</p>
<p>O desempenho de Montenegro supre algumas lacunas deixadas pelo roteiro de <em><strong>Vitória</strong></em>. Há reticências no passado da protagonista e detalhes como as motivações profundas daquela mulher que poderiam ser melhor esmiuçadas pelo roteiro a fim de valorizar o clímax dramático daquela história. Nina é só uma mulher querendo fazer o bem e ter paz e isso é o suficiente para <em>Vitória</em>, mas não para o espectador, que poderia ter uma relação mais engajante com o longa caso o filme mergulhasse de fato no passado dessa protagonista. A resolução do conflito entre Nina e a ameaça violenta da sua vizinhança também é pouco elaborada passando a impressão de apressar a ação a fim de que o filme tenha enfim o seu desfecho.</p>
<p><em><strong>Vitória</strong></em> é o tipo de experiência que só é minimamente satisfatória porque Fernanda Montenegro consegue trazer a densidade e a urgência necessárias para engajar o espectador na trajetória da sua protagonista. Entendemos <em><strong>Vitória </strong></em>como um evento cinematográfico porque Fernanda Montenegro está nele e aproveita cada oportunidade para confirmar seu nome como um dos maiores das nossas artes dramáticas. De outra forma, o teor fugidio e superficial do roteiro deste drama ficaria mais evidente e tornaria mais emperrada a experiência de assistir o longa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andrucha Waddington</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Fernanda Montenegro, Silvio Guindane, Jeniffer Dias</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/3Zr6YJ02r5g?si=sVQfxS_pwShsTxb_" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vitoria/">Crítica: Vitória</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vitoria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Juízo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 13:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Andrucha Waddington]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Criolo]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Camargo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Eiras]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Torres Waddington]]></category>
		<category><![CDATA[Kênia Bárbara]]></category>
		<category><![CDATA[Lima Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[O Juízo]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12015</guid>

					<description><![CDATA[<p>Temos vivido um momento do gênero horror marcado por uma alta produtividade ou, pelo menos, de um destaque maior dos seus títulos. O Brasil não escapa desse momento com títulos importantes nos últimos anos, como As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, A Sombra do Pai, de Gabriela Amaral Almeida, e Morto não fala, de Dennison Ramalho. Andrucha Waddington (Sob Pressão) e Fernanda Torres (A Mulher Invisível) embarcaram na primeira empreitada pelo gênero com O Juízo, ele na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/">Crítica: O Juízo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos vivido um momento do gênero horror marcado por uma alta produtividade ou, pelo menos, de um destaque maior dos seus títulos. O Brasil não escapa desse momento com títulos importantes nos últimos anos, como <em>As Boas Maneiras</em>, de Juliana Rojas e Marco Dutra, <em>A Sombra do Pai</em>, de Gabriela Amaral Almeida, e <em>Morto não fala</em>, de Dennison Ramalho.</p>
<p>Andrucha Waddington (<em>Sob Pressão</em>) e Fernanda Torres (<em>A Mulher Invisível</em>) embarcaram na primeira empreitada pelo gênero com <em><strong>O Juízo</strong></em>, ele na direção e ela no roteiro. Surpreendentemente, o resultado do filme é marcado por algumas irregularidades que prejudicam de maneira severa a obra, pelo ponto de vista da construção da sua trama.</p>
<p>O longa conta a história de um homem (Felipe Camargo, <em>O Rastro</em>) que muda-se com sua esposa (Carol Castro, <em>Um Suburbano Sortudo</em>) e filho (Joaquim Torres Waddington) para uma propriedade rural herdada. Lá ele se depara com o &#8220;passado maldito&#8221; dos seus antepassados, que volta para lhe atormentar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12016" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0991797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Juízo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0991797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0991797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0991797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Felipe Camargo protagoniza a história ao lado de Carol Castro, mas há coadjuvantes de luxo no longa, como Fernanda Montenegro (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-vida-invisivel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A Vida Invisível</em></a>) e Lima Duarte (<em>Colegas</em>). Todo o elenco está muito bem no filme e faz aquilo que seus personagens demandam, conferindo autenticidade aos sentimentos das suas personagens e ao desenvolvimento deles ao longo da história. Vale destacar a participação de Criolo (<em>Jonas</em>) no projeto, com uma interpretação muito marcante e objetiva. O problema do título, definitivamente, não está nesse departamento.</p>
<p>Waddington consegue conferir uma atmosfera soturna em <strong><em>O Juízo</em></strong>, que encontra eco no isolamento social desses personagens. Tudo nessa ambiência rural mitológica brasileira representada por esse casarão de passado escravocrata. Ele manifesta-se de maneira sobrenatural para cobrar a dívida dos seus personagens brancos. O problema é que o roteiro escrito por Torres anda em círculos, &#8220;cozinhando&#8221; o espectador até oferecer aquilo que de fato interessa a história. Ao mesmo tempo, Waddington não consegue resolver esse impasse do script com soluções visuais que poderiam tornar a narrativa, ao menos, visualmente simbólica, avançando algum tipo de acréscimo imagético ao filme.</p>
<p>Assim, <em><strong>O Juízo</strong></em> acaba resultando em um capítulo frágil na carreira dos seus responsáveis com credenciais acima da média. Falta ao longa, o vigor cinematográfico marcante em alguns filmes da carreira de Waddington, em especial, <em>Eu Tu Eles</em> e <em>Casa de Areia</em>. Além disso, o projeto também carece da cadência narrativa que Torres usualmente confere em seus textos.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andrucha Waddington<br />
<strong>Elenco:</strong> Felipe Camargo, Carol Castro, Joaquim Torres Waddington, Criolo, Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Fernando Eiras, Kênia Bárbara</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AseYLSef7f8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AseYLSef7f8">.</a></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/">Crítica: O Juízo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juizo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Chacrinha &#8211; O Velho Guerreiro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-chacrinha-o-velho-guerreiro/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-chacrinha-o-velho-guerreiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2018 23:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andrucha Waddington]]></category>
		<category><![CDATA[Chacrinha: O Velho Guerreiro]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Sterblitch]]></category>
		<category><![CDATA[Stepan Nercessian]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9515</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em parceria com a Conspiração Filmes, a Globo assina mais uma cinebiografia que em breve deve chegar ao público no formato de minissérie, Chacrinha: O Velho Guerreiro, longa que narra a história de vida de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, comunicador brasileiro que se tornou um fenômeno de massa com seu programa de auditório. Chacrinha se destacou na maneira como apresentava sua atração, inserindo um tom de humor e irreverência ao trazer para o palco artistas em ascensão no cenário nacional, intérpretes [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-chacrinha-o-velho-guerreiro/">Crítica: Chacrinha &#8211; O Velho Guerreiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em parceria com a Conspiração Filmes, a Globo assina mais uma cinebiografia que em breve deve chegar ao público no formato de minissérie, <i><b>Chacrinha: O Velho Guerreiro</b></i>, longa que narra a história de vida de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, comunicador brasileiro que se tornou um fenômeno de massa com seu programa de auditório. Chacrinha se destacou na maneira como apresentava sua atração, inserindo um tom de humor e irreverência ao trazer para o palco artistas em ascensão no cenário nacional, intérpretes amadores e concursos de talentos inusitados. Assim, o filme narra desde os primeiros anos do artista nas rádios até chegar à televisão e falecer vítima de um infarto.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Na direção do projeto está Andrucha Waddington, diretor que dispensa apresentações tendo no currículo títulos importantes da filmografia brasileira como <i>Eu Tu Eles </i>e <i>Casa de Areia</i>. Como o protagonista, o longa conta com Stepan Nercessian, que conhece o biografado como ninguém pois já interpretou Chacrinha no teatro e em especiais de TV, e Eduardo Sterblitch, que o interpreta em sua juventude. Ambos estão muito bem na pele do protagonista, mas inegavelmente Nercessian possui uma vantagem pelo tempo de presença em cena e por já ter domínio completo do personagem.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9517" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/ChacrinhaOVelhoGuerreiro.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O trabalho de Nercessian é o que sustenta parte de <i>Chacrinha: O Velho Guerreiro</i>, um filme burocrático em seus passos. Nercessian é preciso no mimetismo da sua performance, mas também na maneira como consegue dimensionar a personalidade, humores e emoções de Chacrinha diante de algumas adversidades da vida. Num dos melhores momentos do filme, após maturar a notícia da morte da sua mãe, Chacrinha retorna ao seu auditório, saindo da introspecção e melancolia dos bastidores para assumir com a propriedade de sempre o personagem que encarava na frente das câmeras. A cena é apenas um dos indícios do excelente trabalho de Nercessian no filme.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O longa adota uma estrutura convencional com sua cronologia ordenada e até tem suas derrapadas ao apresentar uma repetição de eventos para retomar o primeiro ato na lembrança do espectador. Há também uma sensação de que <i>Chacrinha </i>exibe de maneira apressada alguns eventos da vida do protagonista (afinal, são muitos anos e uma biografia extensa), até mesmo descartando subitamente alguns personagens importantes. No entanto, dos trabalhos pertencentes a esse filão comercial brasileiro das cinebiografias, <i>Chacrinha: O Velho Guerreiro </i>é dos melhores exemplares por ter um ator experiente comandando a ação (experiente não só por seus anos de carreira, mas na pele do próprio personagem) e por algumas iniciativas de Andrucha Waddington na direção (a cena de reverencial ao ídolo da TV que encerra o filme é das mais lindas).</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7JJHgogOR2o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-chacrinha-o-velho-guerreiro/">Crítica: Chacrinha &#8211; O Velho Guerreiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-chacrinha-o-velho-guerreiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
