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	<title>Arquivos Alexander Payne - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Alexander Payne - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Pequena Grande Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2018 18:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Payne]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Pequena Grande Vida traz uma proposta de reflexão sobre as necessidades do ser humano e as mudanças que podem e devem ser feitas em prol de uma convivência mais harmoniosa com o meio ambiente e as pessoas ao nosso redor. No entanto, o resultado final não é lá essas coisas e deixa muito a desejar. Cientistas descobrem a possibilidade de reduzir o tamanho dos humanos, sem prejudicar sua saúde ou trazer efeitos colaterais. Com isso, vários problemas como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Pequena Grande Vida</em> traz uma proposta de reflexão sobre as necessidades do ser humano e as mudanças que podem e devem ser feitas em prol de uma convivência mais harmoniosa com o meio ambiente e as pessoas ao nosso redor. No entanto, o resultado final não é lá essas coisas e deixa muito a desejar.</p>
<p>Cientistas descobrem a possibilidade de reduzir o tamanho dos humanos, sem prejudicar sua saúde ou trazer efeitos colaterais. Com isso, vários problemas como a emissão de gases no ambiente, produção de lixo e dinheiro são solucionados, já que as dimensões dão conta de tudo isso. Passam alguns anos e nosso protagonista opta pela redução, para resolver sua vida sempre meeira e sem graça, onde ele batalha para sobreviver entre dívidas.</p>
<p>A ideia leva um pouco de inspiração no filme <em>A Vida Secreta de Walter Mitty</em>, pelo menos ao meu ver. Existe uma busca pelo conhecimento interno, mudanças de personalidade, auto-aceitação. Tudo isso em uma viagem transformadora do protagonista, que foi largado pela mulher que desistiu da diminuição de tamanho depois que ele já tinha passado pelo processo irreversível.</p>
<p>A proposta é boa, porém não é executada da melhor forma. Existem muitos pontos que não são explanados direito e o protagonista é pouco carismático, dando ao espectador um pouco de dificuldade em criar empatia. Apesar de um elenco interessante, composto por atores como Matt Damon, Christoph Waltz e Kristen Wiig, temos a sensação de que eles são subaproveitados e sofrem com um roteiro fraco.</p>
<p>Para compensar esta falha narrativa, o roteiro fica muito emotivo e forçado em diversos momentos, fugindo à proposta original apresentada no trailer e na primeira parte do filme. Se essa mudança fosse feita para algo maior e melhor, seria excelente. Mas não é, efetivamente, o que acontece. Vemos personagens perdidos, histórias sem nexo e uma temática bem pouco atrativa. Fica tudo meio decepcionante. Uma pena!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JA43Nd0kcVU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Guia Oscar 2014: Diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 21:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[12 Anos de Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Payne]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>David O. Russell – “Trapaça” O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “Trapaça”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “O Vencedor”, em 2010, e “O Lado Bom da Vida”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-375" alt="american-hustle-david-o-russel-christian-bale" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>David O. Russell</strong> – “<em>Trapaça</em>”</p>
<p>O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “<em>O Vencedor</em>”, em 2010, e “<em>O Lado Bom da Vida</em>”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com sucesso, rendendo à jovem sua primeira estatueta em tão pouco tempo de profissão. Ele também já trabalho três vezes com Mark Wahlberg, como no filme “<em>Três Reis</em>”, de 1999, “<em>Huckabees &#8211; A Vida é uma Comédia</em>”, de 2004, e “<em>O Vencedor</em>”, ao lado de Christian Bale, que levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Apesar do pouco tempo de produção e direção, o cineasta já mostrou para o que veio e está entrando no rol de melhores da sua geração. “Eu faço todo filme e cena como se fossem meus últimos”, pontuou certa feita. Seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”, no entanto, não é memorável e dificilmente levará a melhor no prêmio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-376" alt="gravity3" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alfonso Cuarón</strong> – “<em>Gravidade</em>”</p>
<p>O cineasta Alfonso Cuarón começou como um dos favoritos para ganhar o prêmio de Melhor Diretor no Oscar, mas recentemente perdeu espaço para Steve McQueen, com “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. O mexicano eclético pode ser visto na direção de filmes com orçamento independente, como “<em>Biutiful</em>” e “<em>O Labirinto do Fauno</em>”, e até em grandes produções cinematográficas, como “<em>007 – Quantum of Solace</em>” e “<em>Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban</em>”, provando que consegue fazer excelentes trabalhos sob qualquer circunstância. Em “<em>Gravidade</em>”, ele mostra uma produção bem diferente e propriamente sua, com um filme que consegue prender o espectador com apenas um personagem e basicamente o mesmo cenário o tempo todo. Vale ressaltar que ele já levou o Globo de Ouro por seu trabalho neste filme e ainda “disputa” para levar o Oscar. Nos resta aguardar para saber.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-377" alt="3944" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Steve McQueen</strong> – “<em>12 Anos de Escravidão</em>”</p>
<p>O diretor Steve McQueen é o atual favorito para o Oscar de Melhor Diretor por “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. Apesar de seu trabalho ter sido criticado em muitos momentos e divido opiniões de público e imprensa, o cineasta prova que a dedicação leva à perfeição. Com apenas três filmes no seu acervo cinematográfico, com “<em>Fome</em>”, de 2008, e “<em>Shame</em>”, de 2011, a qualidade do seu trabalho mostra que ele é grande merecedor da indicação. Em todos os casos, o britânico lidou com orçamentos apertados, com US$ 20 milhões em “<em>12 Anos de Escravidão</em>”, por exemplo, sendo que os filmes costumam ter mais de US$ 100 milhões para a produção. Ainda assim, ele mostra um filme emocionante e com conteúdo forte, trazendo à tona mais uma vez, porém com diferencial, o debatido tema da escravidão e relação com os negros nos Estados Unidos. Como ator favorito declarado, ele tem Michael Fassbender, que esteve presentes em todos os seus trabalhos nos principais papéis e concorre ao Oscar como Melhor Ator Coadjuvante.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-379" alt="????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alexander Payne</strong> – “<em>Nebraska</em>”</p>
<p>O diretor Alexander Payne ficou conhecido por seu trabalho em “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>” e “<em>Eleição</em>”. Nos dois filmes, o cineasta foi indicado a diversas premiações, como Melhor Roteiro Adaptado no Oscar, tanto para “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>”, quanto para “<em>Os Descendentes</em>”, com quem fechou parceria com George Clooney e também concorreu como Melhor Diretor. Nascido na cidade de Omaha, no estado de Nebraska, o diretor traz um filme com apelo pessoal e a sutileza do uso de preto e branco na tela, que reforça a narrativa do longa, que conta a história de um senhor que recebeu uma carta de promoção e acredita ter ganhado uma bolada em dinheiro. Apontado como um de seus melhores trabalhos, “<em>Nebraska</em>” concorre a seis indicações e conta com o apoio de críticos especializados, que ressaltam a delicadeza do filme e personagens envolventes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-380" alt="margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Martin Scorsese</strong> – “<em>O Lobo de Wall Street</em>”</p>
<p>Martin Scorsese retoma a muitíssimo bem sucedida parceria com Leonardo DiCaprio e apresenta “<em>O Lobo de Wall Street</em>”, um filme que passeia pela ironia e sátira de uma realidade bem americana. Apesar de ter sido indicado a premiações diversas vezes, entre Globo de Ouro, Oscar e BAFTA, o cineasta conquistou pela primeira vez o Oscar de Melhor Diretor apenas em 2007, com o filme “<em>Os Infiltrados</em>”. No seu acervo, grandes sucessos do cinema como “<em>A Invenção de Hugo Cabret</em>”, “<em>O Aviador</em>”, “<em>Gangues de Nova York</em>”, “<em>A Ilha do Medo</em>”, entre outros. A parceira com DiCaprio aconteceu pela primeira vez em “<em>Gangues de Nova York</em>”, em 2002, e já se repetiu por outros quatro filmes, substituindo seu antigo pupilo, que era o ator Robert De Niro. Com quase 3h de duração, “<em>O Lobo de Wall Street</em>” prova que quando o filme é excelente, o tempo torna-se irrelevante e traz para DiCaprio a tão sonhada possibilidade de ganhar seu primeiro Oscar de Melhor Ator.</p>
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