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	<title>Arquivos Alec Baldwin - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Alec Baldwin - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2018 19:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alec Baldwin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas mais um capítulo da franquia Missão: Impossível que promete não decepcionar os espectadores. Em Efeito Fallout, Ethan Hunt tem que resolver os problemas causados por uma missão que não saiu como planejado e acabou colocando uma poderosa arma na mão dos inimigos. Ele vai contar com a ajuda de seu time parceiro e ainda receberá apoio do novato Walker, interpretado por Henry Cavill. Tudo isso dirigido por Christopher McQuarrie, responsável também por Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-efeito-fallout/">Crítica: Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas mais um capítulo da franquia <em>Missão: Impossível</em> que promete não decepcionar os espectadores. Em<em> Efeito Fallout</em>, Ethan Hunt tem que resolver os problemas causados por uma missão que não saiu como planejado e acabou colocando uma poderosa arma na mão dos inimigos. Ele vai contar com a ajuda de seu time parceiro e ainda receberá apoio do novato Walker, interpretado por Henry Cavill. Tudo isso dirigido por Christopher McQuarrie, responsável também por <em>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta</em>, o longa anterior.</p>
<p>A construção da trama se dá de maneira evolutiva e acertada, justificando as mais de 2h de duração do filme. Desde o começo o roteiro vai encaixando as peças que vão culminar no ápice, explicando todos os motivos que levam aquilo a acontecer. Efetivamente, isso já atrai o espectador, uma vez que ultimamente os filmes de ação estão deixando a desejar em construção de narrativa. Indo contra a maré e mantendo a sua tradição de bons roteiro, <em>Efeito Fallout</em> consegue mesclar muito bem as cenas mentirosas de ação com uma história coerente.</p>
<p>Aliás, tais cenas mentirosas de ação merecem destaque. Diferente de filmes como <em>Duro de Matar</em> e o mais recente <em>Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</em>, <em>Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</em> realmente oferece uma ótima combinação de cenas de luta, tiros e explosões que são fora da realidade, mas que mantém um perfil tão crível que convence até o espectador mais desconfiado. Algo como se a forma como as cenas fossem feitas tornasse aquela mentira possível. E claro que isso confere ainda mais emoção ao roteiro, uma vez que envolve o espectador, que passa a torcer pelos personagens com muito mais veemência.</p>
<p>Mesmo trazendo importantes informações dos filmes anteriores e mantendo uma continuidade, esse longa consegue se manter independentemente da franquia, o que mostra o seu potencial. Claro que o espectador que só chegou aqui neste sexto episódio vai ficar um pouco perdido com as referências, mas nada que comprometa a percepção como um todo. Acredito que isso é fundamental para esse tipo de franquia que, assim como <em>Velozes e Furiosos</em>, já possui muitas películas e não pretende parar tão cedo.</p>
<p>O diretor Christopher McQuarrie demonstra que está muito à vontade com a franquia e traz uma evolução importante desde o último filme, que já foi bom. Manter o fôlego não é exatamente fácil, mas ele faz isso com qualidade, apresentando um produto que efetivamente vale a pena, trazendo arcos narrativos interessantes e vilões intrigantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9180" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/07/0170504.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>A presença do ator Henry Cavill trouxe ainda mais força ao filme. Nosso Super-Homem aparece no papel de parceiro de Hunt, protagonizando a maior parte das cenas de ação ao lado de Tom Cruise. Claro que esse último tem lá seu complexo e não deixa o primeiro brilhar tanto quanto poderia. Mas, afinal, o filme é dele, então vamos respeitar isso aí. É engraçado ver, no entanto, o complexo de altura de Cruise nas cenas em que Cavill está ao lado dele e o jogo de câmeras claramente favorece o primeiro (a diferença de ambos é de 15 cm, mas em tela parece bem menor).</p>
<p>Trazendo o restante do elenco como um todo, a unidade é bem visível e favorece o resultado final. A química de atuações é equilibrada e acaba envolvendo o espectador. Assim como no filme anterior, temos a presença de personagens femininas fortes, encarnadas na pele de Rebecca Ferguson, Angela Bassett, Michelle Monaghan e Vanessa Kirby. De alguma forma, todas elas acabam ajudando ou salvando Hunt em determinados momentos, conferindo ao papel feminino ainda mais importância.</p>
<p>Na pele de Hunt, Tom Cruise precisa lidar com a dualidade de seu caráter e aquilo que seu trabalho impõe. A todo momento ele é questionado a repensar a sua bondade e o fato de colocar as pessoas ao seu redor em primeiro lugar. Numa busca desenfreada de salvar o mundo de uma falha que ele mesmo cometeu, nos questionamos se realmente é preciso essa dissociação tão enfática que a maioria dos filmes de ação faz de protagonistas que não conseguem manter vida pessoal e profissional. No entanto, a própria trama se encarrega de responder esses questionamentos.</p>
<p>O fato do próprio Cruise realizar as cenas de ação e não usar dublês também traz um tempero a mais no filme. Claro que, com o passar dos anos, os estúdios foram usando cada vez mais essa cartada. Mas o fato é que o público gosta de ver esse tipo de coisa e é impossível negar que isso torna a história ainda mais atraente, reforçando o argumento anterior de cenas mentirosas críveis.</p>
<p>Com uma boa mistura de intriga, desconfiança, agentes engraçadinhos, vilões misteriosos, armações, o filme caminha sem dificuldade alguma. As decisões finais são empolgantes e eletrizantes, na melhor escolha de termos. Como dito anteriormente, o roteiro caminha para esse ápice gradativamente e quando chega nele, não decepciona. Cenas de ação muito bem dirigidas e orquestradas, trazendo não apenas empolgação como qualidade de cena.</p>
<p><em>Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</em> prova, mais uma vez, que filmes de ação podem e devem trazer mais do que apenas tiro e explosão, além de reafirmar que franquias longas também conseguem manter o fôlego, se bem trabalhadas. Um ótimo resultado que merece ser visto no cinema (apesar do 3D extremamente dispensável).</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FTjuC70Q5Zs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 21:37:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Alec Baldwin]]></category>
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		<category><![CDATA[Jeremy Renner]]></category>
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		<category><![CDATA[Simon Pegg]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Cruise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Missão: Impossível &#8211; Protocolo Fantasma mudou um pouco o destino e a trajetória da franquia Missão: Impossível nos cinemas. É certo que Missão: Impossível 3 de J.J. Abrams já trazia transformações importantes na série após a bagunça cometida por John Woo no problemático segundo filme protagonizado pelo agente Ethan Hunt, mas Protocolo Fantasma trouxe um formato, uma base na qual os diretores das possíveis sequência poderiam trabalhar de maneira concisa. Isto se confirma neste quinto filme da série cinematográfica Missão: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3324" aria-describedby="caption-attachment-3324" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/mission-impossible-rogue-nation-05.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3324 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/mission-impossible-rogue-nation-05.jpg" alt="mission-impossible-rogue-nation-05" width="612" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-3324" class="wp-caption-text">Mão na massa: Tom Cruise continua dispensando dublês em cenas cruciais de Missão: Impossível</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Missão: Impossível &#8211; Protocolo Fantasma </i>mudou um pouco o destino e a trajetória da franquia <i>Missão: Impossível </i>nos cinemas. É certo que <i>Missão: Impossível 3 </i>de J.J. Abrams já trazia transformações importantes na série após a bagunça cometida por John Woo no problemático segundo filme protagonizado pelo agente Ethan Hunt, mas <i>Protocolo Fantasma </i>trouxe um formato, uma base na qual os diretores das possíveis sequência poderiam trabalhar de maneira concisa. Isto se confirma neste quinto filme da série cinematográfica <i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta</i>. Antes de <i>Protocolo Fantasma</i> o que a gente tinha eram três filmes com frequências completamente diferentes em universos praticamente opostos, conectados apenas pelo fato comum de que eram protagonizados por Tom Cruise na pele de um personagem que modificava sua natureza conforma a música.  A impressão que tivemos em <i>Protocolo Fantasma </i>era que uma linguagem própria estava sendo traçada.</p>
</div>
<div>
<p><i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta </i>traz Tom Cruise novamente como o agente do Ethan Hunt. No longa ele descobre um grupo que está tentando destruir o IMF. O desafio do personagem neste quinto filme da franquia é encontrar uma forma de destruir esta poderosa organização que está tão equipada e tem habilidades tão especiais quanto as dele e de seus colegas. A missão de Ethan e daqueles que restaram da IMF é acabar com esta organização antes que todos sejam exterminados.</p>
</div>
<figure id="attachment_3326" aria-describedby="caption-attachment-3326" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3326 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault-2-620x349.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3326" class="wp-caption-text">Mocinha ou vilã: Rebecca Fergusson é o novo elemento da franquia com uma personagem misteriosa.</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta </i>não é o melhor filme da série &#8211; nesse posto, ainda prefiro <i>Protocolo Fantasma </i>-, mas o filme mantém o espetáculo em alto nível oferecido pelo longa anterior. É claro que a ausência de Brad Bird na direção é sentida, já que <i>Protocolo Fantasma </i>tinha sacadas muito interessantes e originais, sobretudo para as cenas de ação. Christopher McQuarrie, que dirigiu <i>Jack Reacher </i>e tem sido a &#8220;menina dos olhos&#8221; de Cruise desde então já que o ator o chama para qualquer função em seus recentes filmes, não tem a mesma capacidade de tirar o fôlego do público e raros são os momentos em que vemos algo verdadeiramente revigorante para o gênero neste filme (a cena na ópera em Viena talvez). Ainda assim, McQuarrie é coerente com o que foi estabelecido no filme anterior da franquia e isso é muito bom para a longevidade da série cinematográfica e para a fidelidade e interesse do público nela.</p>
</div>
<div>
<p>Como sempre, Tom Cruise continua eficiente nesse tipo de personagem e Ethan Hunt é a origem de toda esta vocação do ator para o cinema de ação, portanto ele está em casa. Cruise continua com a interessante parceria com o ator britânico Simon Pegg, que na pele de Benji garante mais leveza e humor ao filme. A adição de Rebecca Ferguson como a misteriosa Ilsa Faust é muito bem-vinda, ainda que indique um certo machismo do cinema de ação em descartar com muita facilidade as personagens femininas de uma grande franquia, cadê Paula Patton que é tão fundamental para o grupo quanto Pegg, Ving Rhames e Jeremy Renner? Por sinal, Renner continua absolutamente descartável e nulo para a engrenagem de <i>Missão: Impossível</i>, ainda que aqui tenha lá a sua função. Como os vilões, Sean Harris e Simon McBurney, por sua vez, não deixam a desejar.</p>
</div>
<figure id="attachment_3334" aria-describedby="caption-attachment-3334" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3334 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault2-620x349.jpg" alt="maxresdefault2" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3334" class="wp-caption-text">Direção &#8220;certinha&#8221;: Christopher McQuarrie não demonstra o brilho de Brad Bird (Protocolo Fantasma) mas entrega um filme correto.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não tão eletrizante quanto <i>Missão: Impossível &#8211; Protocolo Fantasma, </i>mas coerente com os termos estabelecidos por este, <i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta </i>é um filme eficiente que serve bem aos seus propósitos sem desmerecer ou renegar o próprio gênero com um pretenso realismo ou seriedade que têm predominado no cinema de ação/espionagem nos últimos anos. Mesmo que McQuarrie seja um diretor que ainda não conseguiu dar fôlego ou vigor aos filmes que dirige, <i>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta </i>entrega o que propõe e o faz muito bem.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-nacao-secreta/">Crítica: Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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