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	<title>Arquivos Aisling Franciosi - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Aisling Franciosi - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Não Fale o Mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 02:25:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Filmes que fazem a gente ter a certeza de que as coisas vão dar errado são um clássico do suspense. E é justamente por essa linha que Não Fale o Mal caminha. O longa é a versão americana do dinamarquês homônimo lançado em 2022 e conta a história de uma família que viajava pela Itália e acaba conhecendo um outro casal e se tornando amigos. Posteriormente eles resolvem passar um fim de semana na fazenda dos novos amigos, mas as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Filmes que fazem a gente ter a certeza de que as coisas vão dar errado são um clássico do suspense. E é justamente por essa linha que <em><strong>Não Fale o Mal</strong></em> caminha. O longa é a versão americana do dinamarquês homônimo lançado em 2022 e conta a história de uma família que viajava pela Itália e acaba conhecendo um outro casal e se tornando amigos. Posteriormente eles resolvem passar um fim de semana na fazenda dos novos amigos, mas as coisas acabam ficando bem estranhas.</p>
<p>Quem assiste ao trailer já acaba recebendo muita informação do que vai acontecer, o que pode ser algo ruim ou bom em <strong><em>Não Fale o Mal</em></strong>. Isso porque a tensão se cria desde o primeiro momento, já que sabemos que as coisas vão sair bem erradas ali na frente. Mas em que momento e sob qual circunstância? Esse é que é o grande mistério. Mackenzie Davis (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-avisa/"><em>Alguém Avisa?</em></a>) e Scoot McNairy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blonde/"><em>Blonde</em></a>) protagonizam um casal bem comum e sem sex appel que está com a filha passando férias. Eles são claramente triviais e sem grandes novidades.</p>
<p>No meio do caminho eles se deparam com James McAvoy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fragmentado/"><em>Fragmentado</em></a>) e Aisling Franciosi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-imperdoavel-netflix/"><em>Imperdoável</em></a>), cheio de energia sexual, bonitos, amantes e eufóricos. Ainda que eles estejam com um filho, eles claramente estão cheio de empolgação e paixão latente. Algo que, claro, desperta curiosidade da outra parte. Quando se tornam amigos, parte da relação vai pela inveja e admiração que eles acabam desenvolvendo.</p>
<p>Essa vibe atraente, no entanto, não deixa Louise (Mackenzie) 100% confortável, ficando sempre com uma pulga atrás da orelha. Ela é a primeira a não querer ir para a fazenda quando o convite acontece, mas o marido insiste o suficiente para que ela acabe cedendo. As circunstâncias parecem muito normais naquele ponto, então não há muito espaço para desconfianças. Somente aquele ar de estranheza que paira no ar, mas até aí pode ser apenas antipatia por parte da protagonista.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18696" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1.png" alt="Não Fale o Mal" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>As coisas começam a ficar estranhas quando o casal chega na fazenda com a filha e é recepcionada pelo outro trio. O comportamento deles muda aos poucos, os hábitos são bem estranhos e eles se sentem pouco à vontade. A personalidade vai ficando mais aflorada, já que é mais difícil esconder quem você realmente é quando está enfurnado numa casa um fim de semana. Enquanto isso, o garotinho deles não fala porque tem uma deficiência de nascença que fez com que a sua língua não crescesse.</p>
<p>Tudo muito normal e estranho ao mesmo tempo? O que sustenta a energia de suspense de <em><strong>Não Fale o Mal</strong> </em>é justamente essa promessa de que algo errado está na cara, ainda que escondido. A qualquer momento algo de macabro vai acontecer, só não sabemos o quê. E não dá para dizer que James McAvoy não tem uma aparência sinistra quando precisa. Ele consegue fazer o perfeito papel do psicopata e já tivemos isso comprovado em <em>Fragmentado</em>. Aqui é apenas mais uma versão disso.</p>
<p>O espectador fica fissurado do começo ao fim do filme, mas o longa peca um pouco no timing. Isso porque o mistério se sustenta por muito tempo e a ação acaba ficando compactada demais. Acredito que o tempo poderia ser melhor trabalhado neste sentido, para garantir um desenvolvimento melhor da loucura dos dois antagonistas. Ainda assim, <strong><em>Não Fale o Mal</em> </strong>consegue cumprir muito bem a promessa de um bom suspense com toque de loucura, que nos faz refletir sobre o quanto ignoramos o nosso sexto sentido o tempo inteiro.</p>
<p><strong>Direção:</strong> James Watkins</p>
<p><strong>Elenco:</strong> James McAvoy, Mackenzie Davis, Aisling Franciosi, Alix West Lefler, Dan Hough, Scoot McNairy, Kris Hitchen</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Qm-R75RQfoc?si=NamfdphPotA8GvCK" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Imperdoável (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 21:27:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos lançamentos centrais da Netflix neste mês de dezembro, Imperdoável é um drama protagonizado por Sandra Bullock baseado em uma minissérie inglesa de relativo sucesso lançada em 2009. A versão cinematográfica desenvolve sua história e sua protagonista de maneira muito satisfatória, mas sofre do mal das resoluções mal dadas pelo roteiro e é completamente sabotada por um terceiro ato que praticamente anula tudo o que a atriz e a diretora Nora Fingscheidt construíram em quase uma hora e meia de produção. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">
<p>Um dos lançamentos centrais da Netflix neste mês de dezembro, <strong><i>Imperdoável </i></strong>é um drama protagonizado por Sandra Bullock baseado em uma minissérie inglesa de relativo sucesso lançada em 2009. A versão cinematográfica desenvolve sua história e sua protagonista de maneira muito satisfatória, mas sofre do mal das resoluções mal dadas pelo roteiro e é completamente sabotada por um terceiro ato que praticamente anula tudo o que a atriz e a diretora Nora Fingscheidt construíram em quase uma hora e meia de produção.</p>
<p><strong><i>Imperdoável </i></strong>conta a história de Ruth Slater, personagem de Bullock. No momento em que o filme começa, acompanhamos a saída de Ruth da prisão onde cumpriu pena por ter assassinado à sangue frio um chefe de polícia. Enquanto retorna ao convívio em sociedade, Ruth enfrenta a hostilidade das pessoas e a dificuldade de reconstruir sua vida. Tudo fica difícil para Ruth nesse &#8220;renascimento&#8221;, desde conseguir um emprego até estabelecer um novo relacionamento. Uma das questões centrais para a personagem na sua vida depois da prisão, porém, é retomar seu relacionamento com a irmã mais nova adotada por uma outra família.</p>
<p>Com sua premissa, o longa equilibra de maneira interessante uma crescente de complicadores para a protagonista. Três núcleos dramáticos são desenvolvidos paralelamente: a própria Ruth tentando dar algum tipo de normalidade na sua rotina enquanto ainda tem vínculos difíceis de desamarrar com o passado; a nova família da irmã mais nova da protagonista; os filhos do policial assassinado pela personagem de Bullock; e a família do advogado que é procurado pela ex-detenta. Durante boa parte de <strong><i>Imperdoável</i></strong>, a diretora Nora <span data-keep-original-tag="false" data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">Fingscheidt constrói os dilemas desses núcleos em torno do retorno da personagem de Bullock com uma tensão crescente, ficando evidente que em algum momento seus interesses vão colidir.</span></p>
<p><strong><i>Imperdoável </i></strong>também é um ótima oportunidade para Sandra Bullock brilhar como atriz. Na pele da protagonista desse drama, a vencedora do Oscar por <i>Um Sonho Possível</i> sustenta uma personagem densa, sempre com semblante carregado de quem está fadada a conviver com os fantasmas do seu passado para o resto da vida. Bullock constrói de maneira sensível a natureza desconfiada dessa personagem. Em cena, a atriz surge sempre alerta para qualquer possível hostilidade. É uma presença &#8220;carregada&#8221; em cena, Ruth não encontra mais espaço para a leveza na vida. Sendo uma figura conhecida pelo seu bom humor por papéis que desempenhou em outros filmes e pela sua <i>persona </i>em Hollywood, Bullock pega o espectador desprevenido com sua composição. Ela está simplesmente brilhante em <strong><i>Imperdoável</i></strong>.</p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14915" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel.jpg" alt="Imperdoável " width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Por conta de todos os fatores apontados até aqui que é frustrante perceber como o filme se sabota por completo pelas decisões trôpegas do seu roteiro. Durante parte da história, <strong><i>Imperdoável </i></strong>mantém um certo suspense sobre as circunstâncias em que ocorreram o crime cometido pela protagonista. Quando tudo é revelado, a história praticamente descarta todo o bom investimento da sua diretora e da sua atriz principal.</p>
<p><b>A SEGUIR, SPOILERS DA TRAMA! NÃO LEIA SE NÃO QUISEREM SABER SEU DESFECHO.</b></p>
<p>Quando <strong><i>Imperdoável </i></strong>tira das costas da protagonista a responsabilidade pela autoria do crime, torna toda a construção da personagem menos interessante. Apelando para um gesto de altruísmo ou heroísmo de Ruth Slater, <strong><i>Imperdoável </i></strong>tira de Sandra Bullock aspectos da personagem que só a transformariam numa protagonista menos óbvia, mais densa psicologicamente por ser contraditória (alguém que cometeu um crime e que testa o tempo inteiro a própria empatia do público por sua jornada). No lugar disso, o roteiro do longa opta pelo mais fácil, por transformar Ruth Slater em uma típica heroína hollywoodiana que abdica da própria liberdade para dar a sua irmã mais nova, a verdadeira autora do crime, o direito a uma vida normal. Por mais tocante que a decisão dos roteiristas possa soar, no fim das contas, é uma decisão dramática apelativa que foge por completo do interessante jogo de perspectivas e de julgamentos sobre a protagonista que o filme construía tão bem até os seus últimos trinta minutos.</p>
<p>A solução frouxa que <strong><i>Imperdoável </i></strong>encontra para sua história e para a construção da sua personagem faz do longa uma obra estranha. O final da história não condiz com boa parte do trabalho dos seus envolvidos. É claro que ao longo do seu desenvolvimento, o filme toma outras decisões ruins, como desperdiçar por completo a presença de Viola Davis no elenco (afinal, o que uma atriz do porte de Viola Davis faz nesse filme?)  ou abordar de maneira pouco delicada a adoção ao trazer os novos pais da irmã da personagem de Bullock como um obstáculo para a protagonista, mas nada é mais grotesco que o incompreensível recuo do roteiro do longa para um enlace tão aquém dos esforços dos seus envolvidos quanto o que esse drama apresenta.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Nora Fingscheidt</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sandra Bullock, Vincent D&#8217;Onofrio, Jon Bernthal, Richard Thomas, Linda Emond, Aisling Franciosi, Rob Morgan, Emma Nelson, Viola Davis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/P0RO1pF4L1o" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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