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	<title>Arquivos A Série Divergente - Convergente - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos A Série Divergente - Convergente - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>5 franquias do cinema e suas continuações vergonhosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2016 15:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Série Divergente - Convergente]]></category>
		<category><![CDATA[Crepúsculo]]></category>
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		<category><![CDATA[Independence Day]]></category>
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		<category><![CDATA[Velocidade Máxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Independence Day: O Ressurgimento estreou essa semana e fica no ar uma pergunta que não quer calar: Para quê fazer uma continuação deste filme? O primeiro longa (1996) não tem nada de excepcional, mas era uma boa Sessão da Tarde. Já a sua sequência é simplesmente inútil. Típico filme de ação estadunidense&#8230; Não tem clima de ação e todo mundo já imagina o seu desfecho. Para piorar, existe uma tentativa patética da equipe em trazer uma representatividade para a história. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Independence Day: O Ressurgimento</em> estreou essa semana e fica no ar uma pergunta que não quer calar: Para quê fazer uma continuação deste filme? O primeiro longa (1996) não tem nada de excepcional, mas era uma boa Sessão da Tarde. Já a sua sequência é simplesmente inútil.</p>
<p>Típico filme de ação estadunidense&#8230; Não tem clima de ação e todo mundo já imagina o seu desfecho. Para piorar, existe uma tentativa patética da equipe em trazer uma representatividade para a história. O diretor Roland Emmerich e os roteiristas trazem uma mulher na presidência, um líder da resistência contra os aliens afrodescendente e um casal de cientistas gay, mas, sem dar muito <em>spoiler</em>, nada disso é mostrado corretamente. Além de ter uma visão muito errada das minorias sociais, os salvadores da pátria e do mundo são os de sempre: brancos, heterossexuais, nascidos nos Estados Unidos.</p>
<p>Além destes detalhes, a principal questão que gera desagrado na existência de uma continuação para o longa vem do fato de que não existe nada no primeiro <em>Independence</em> que motive uma nova projeção, o segundo é mais do mesmo e Emmerich poderia ter seguido sua carreira sem mais uma vergonha dessas. (Leia mais em nossa crítica para o filme publicada no site, <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-independence-day-o-ressurgimento/">clicando aqui</a>).</p>
<p>Pensando nele e em outros absurdos que Hollywood quer que o público engula como continuações dos seus filmes de sucesso, o Coisa de Cinéfilo traz uma lista das cinco franquias que tiveram as piores sequências da história do cinema.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6323" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont2.jpg" alt="cont2" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 05. Exterminador do futuro</strong></p>
<p>Antes de qualquer coisa, calma fãs da franquia. Ela tinha tudo para ser uma das melhores de todos os tempos. Os dois primeiros filmes do querido ciborgue vivido por Arnold Schwarzenegger e dirigido por James Cameron são sensacionais, mas os outros três longas são uma vergonha para a história da franquia e poderiam ter sido eliminados da memória do público.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6324" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont3.jpg" alt="cont3" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 04. Velocidade Máxima</strong></p>
<p>Na década de 1990, Velocidade Máxima virou febre mundial. Com uma bilheteria de 350 milhões de dólares, o estúdio resolveu realizar a sua sequência e, em 1997, foi lançada a continuação. A película é tão ruim que nem Keanu Reeves  topou embarcar no projeto. A trama é basicamente a mesma, a única mudança é que agora o veículo descontrolado é um barco.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6325" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont4.jpg" alt="cont4" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 03. Maze Runner: Correr ou Morrer</strong></p>
<p>O primeiro filme, dirigido pelo jovem Wes Ball, que até agora só tem no currículo os longas dessa franquia, tem até alguma dignidade, mas ele deveria ter parado por ali. Numa mistura de película de zumbi e algo que lembra provas de atletismo, <em>Mazer Runner: Prova de fogo (2014)</em> não segura nem as mínimas qualidades da obra anterior. O elenco tem uma dinâmica fraca e as atuações pioraram, as cenas de ação dão tédio e o roteiro é fraco.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6326" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont5.jpg" alt="cont5" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 02. Crepúsculo</strong></p>
<p>Tudo bem que o primeiro filme não é nenhum belezura, mas o erro de colocar a adaptação do livro de Stephenie Meyer nas telonas poderia ter parado com o primeiro longa. Mas não, claro que não! Foram criados mais quatro obras, sendo que os dois últimos são baseados em um mesmo livro, dividido em duas partes!!!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6327" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont6.jpg" alt="cont6" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 01. Divergente</strong></p>
<p>Detergente, Loucamente, Demente, qualquer coisa terminada em “ente” pode ser o nome de uma continuação dessa saga que consegue ser uma das piores de todos os tempos. Além de reunir todos os possíveis clichês de longas de aventura adolescente, a trama não tem capacidade para se sustentar por tanto tempo. A protagonista não tem carisma, esse mundo apocalíptico não toca o espectador (sim, a maioria das novas sequências de ação juvenis se passam em mundos apocalípticos), os efeitos são razoáveis e o romance da narrativa não é o dos mais shippáveis. A primeira parte da narrativa ainda tem um pouco de ação e aventura, mas o restante do enredo divido em três no total, é decepção atrás de decepção.</p>
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		<title>Crítica: A Série Divergente &#8211; Convergente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 00:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Série Divergente - Convergente]]></category>
		<category><![CDATA[Ansel Elgort]]></category>
		<category><![CDATA[Divergente]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Daniels]]></category>
		<category><![CDATA[Miles Teller]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Watts]]></category>
		<category><![CDATA[Octavia Spencer]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Schwentke]]></category>
		<category><![CDATA[Shailene Woodley]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Mesmo que alguns fãs da série de livros não gostem da comparação, é fato incontestável. Como obra cinematográfica, a franquia Divergente surgiu a rebote do sucesso financeiro de Jogos Vorazes quando o longa protagonizado por Jennifer Lawrence foi lançado nos cinemas em 2012. O filme era o primeiro a representar um filão que hoje já se instalou na indústria cinematográfica: a distopia adolescente. Em seu terceiro capítulo, intitulado A Série Divergente &#8211; Convergente, no entanto, a &#8220;saga&#8221; evidencia os sinais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo que alguns fãs da série de livros não gostem da comparação, é fato incontestável. Como obra cinematográfica, a franquia <i>Divergente </i>surgiu a rebote do sucesso financeiro de <i>Jogos Vorazes </i>quando o longa protagonizado por Jennifer Lawrence foi lançado nos cinemas em 2012. O filme era o primeiro a representar um filão que hoje já se instalou na indústria cinematográfica: a distopia adolescente. Em seu terceiro capítulo, intitulado <i>A Série Divergente &#8211; Convergente</i>, no entanto, a &#8220;saga&#8221; evidencia os sinais de seu desgaste e até mesmo da fragilidade de alguns conceitos apresentados sobre esse universo lá no primeiro filme. A sensação é que <i>Divergente </i>perdeu o fôlego da sua própria trama ou nunca teve o potencial para a longevidade que supostamente apresentava no primeiro capítulo da franquia. O que fica como herança em <i>Convergente</i>, um terreno que começara a ser pavimentado no segundo longa, é uma trama frouxa, que se estendeu ao máximo que sua capacidade permitia.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A trama de <i>Convergente </i>basicamente acompanha a sua protagonista Tris, uma Shailene Woodley ainda batalhando por um material que faça jus ao seu potencial como atriz, em sua jornada fora das cercas que aprisionam todos em Chicago. Ela parte nessa descoberta com Quatro (o galã canastrão Theo James), seu irmão Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zöe Kravitz) e Tori (Maggie Q) e encontra um homem misterioso dedicado a entender o que existe por trás das divisões dos grupos apresentadas desde o primeiro filme da franquia.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_5101" aria-describedby="caption-attachment-5101" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5101 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/convergent-620x333.jpg" alt="convergent" width="620" height="333" /><figcaption id="caption-attachment-5101" class="wp-caption-text">Exageros: Tecnicamente, franquia alcançou ambições maiores que já não nos fazem lembrar do primeiro longa da saga.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>A sensação de que a trama de <i>Divergente </i>anda em círculos se concretiza nesse terceiro capítulo da série. Assim como acontecia em <i>Insurgente</i>, <i>Convergente </i>sofre do mal do grande orçamento. Com o sucesso financeiro do primeiro longa, o caixa disponibilizado para a equipe aumentou e isso foi convertido em uma produção megalomaníaca em seus efeitos especiais (todos ruins, diga-se de passagem) e cenários, tornando os filmes da série cada vez mais distantes do seu longa de origem, que se tinha lá os seus defeitos, ao menos conseguia reconhecer-se como uma produção de ambições moderadas, ciente das suas limitações etc. O que <i>Jogos Vorazes </i>conseguiu em economia de ação e aquisição de tensão dramática e política nas duas partes de <i>A Esperança</i>, a franquia <i>Divergente </i>conseguiu de barulho e pretensão em cima da sua própria história, narrativa e visualmente, tanto em <i>Insurgente </i>quanto nesse terceiro longa, <i>Convergente</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O que o longa acaba conseguindo é perder-se em suas próprias ambições como <i>blockbuster</i>, não conseguindo sustentar-se como uma peça de puro entretenimento, tampouco resgatar determinadas preocupações e discursos que estão no cerne da sua trama original. Desse mal, os fãs de <i>Jogos Vorazes</i>, por exemplo, não tem do que reclamar. Com uma trama que já não tem mais o que explorar e passa sempre a sensação de uma longa e desnecessária espera para o seu derradeiro capítulo no quarto filme da franquia, <i>Convergente </i>ainda desperdiça o seu ótimo elenco, que oscila entre as presenças completamente descartáveis de atores do calibre de Naomi Watts, Octavia Spencer e Jeff Daniels, todos tirando &#8220;leite de pedra&#8221; ao interpretarem personagens rasos, e o subaproveitamento de jovens talentos como Shailene Woodley, cuja heroína aborrecida já não apresenta mais conflitos tão interessantes quanto aqueles esboçados no primeiro longa, Ansel Elgort e Miles Teller, absurdamente <i>over </i>como o dúbio Peter.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_5102" aria-describedby="caption-attachment-5102" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5102 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/7781896822_ap1-d51-23595-r-620x307.jpg" alt="7781896822_ap1-d51-23595-r" width="620" height="307" /><figcaption id="caption-attachment-5102" class="wp-caption-text">Desperdício: Atores como Naomi Watts e Miles Teller são desperdiçados no filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dirigido por Robert Schwentke, que esteve por trás de filmes como <i>Plano de Voo</i>, <i>RED &#8211; Aposentados e Perigosos</i> e do próprio <i>Insurgente</i>, <i>Convergente </i>é um filme cansativo que só faz sublinhar o desgaste da sua franquia. Para quem acompanha e é fã da série cinematográfica desde o início, esse retorno sobre o filme pode não fazer muita diferença, mas para quem acompanhava a &#8220;saga&#8221; fora dessa esfera dos <i>fandons </i>e aguardava uma recuperação de fôlego após o irregular segundo filme, o que ficará é a decepção.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-serie-divergente-convergente/">Crítica: A Série Divergente &#8211; Convergente</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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