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	<title>Arquivos XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: D de Eficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 17:14:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem diversas maneiras de se contar uma história. Independentemente se um enredo é pautado diretamente em fatos da sociedade ou da criação da mente de algum artista, a narrativa precisa de recursos técnicos para ser desenvolvida e repassada. No cinema de documentário, encontramos diversos caminhos utilizados para entregar informações para a plateia. Existe o chamado doc “cabeça flutuante”, é bem verdade, mas também é possível se encontrar docs mais criativos e inventivos. Muitos realizadores se valem, por exemplo, de recursos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Existem diversas maneiras de se contar uma história. Independentemente se um enredo é pautado diretamente em fatos da sociedade ou da criação da mente de algum artista, a narrativa precisa de recursos técnicos para ser desenvolvida e repassada.</p>
<p style="font-weight: 400;">No cinema de documentário, encontramos diversos caminhos utilizados para entregar informações para a plateia. Existe o chamado doc “cabeça flutuante”, é bem verdade, mas também é possível se encontrar docs mais criativos e inventivos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Muitos realizadores se valem, por exemplo, de recursos da animação e da ficção. Todavia, não há problema algum em se pauta pela lógica máxima de que é melhor optar pelo simples bem feito. Diversas vezes, o básico é subestimado.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ao assistir <strong><em>D de Eficiência</em></strong> é possível notar como o basilar pode ser um desafio para cineastas inexperientes. O curta-metragem de Tambla de Almeida é um exercício cansativo de paciência. Mesmo que tenha nas mãos um enredo importante, no qual a trajetória de alunes cegos da Ilha de S. Vicente, no Cabo Verde, é mostrada, o caos domina a sessão.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O amadorismo é palpável. É nítida a ausência de um roteiro, que revele o mínimo de fio condutor. A sensação é a de que a equipe do filme foi, intuitivamente, gravando o que ia encontrando de interessante dentro do ambiente de uma escola com estudantes cegos.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">As sequências soam com arbitrárias e sem amarração. Além disso, nem mesmo a captura das cenas aleatórias é bem feita. </span><span style="font-weight: 400;">A câmera vacila demasiadamente. Os estudantes não são microfonados ou estão pessimamente microfonados.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Há ruído no fundo que interfere na compreensão do que está dito. Por isso, falta entendimento do que é captura de imagem e de som, revelando esse amadorismo, que transborda da tela. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Para completar essa impressão de inexperiência, algumas sequências de transição possuem músicas que reiteram o sentido da imagem, diminuindo ainda mais a qualidade da obra. Por isso que, apesar de <strong><em>D de Eficiência</em></strong> contar com personagens que parecem interessantes, não existe forma da plateia se conectar com o curta.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Entre impossibilidade de escuta integral dos depoimentos, quadros tremidos e falta de roteiro condutor, o resultado da produção é lamentável. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Tambla Almeida</span></p>
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		<title>XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Ulime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 00:57:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O marrom da terra cobre o ecrã, que mistura poeira, dor e ventania, em um curta-metragem, que mescla símbolos e silêncios para a construção de seus sentidos. Dirigido por Tambla Almeida (Sonho do Professor), Ulime, o filme do Cabo Verde, revela conflitos de um protagonista imerso em uma solidão e uma imobilidade profunda, impressa sob forma de imagem. A junção do vento, que bate nas poucas vegetações que preenchem a tela, e os planos estáticos, fomentam essas emoções de Blimunde, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O marrom da terra cobre o ecrã, que mistura poeira, dor e ventania, em um curta-metragem, que mescla símbolos e silêncios para a construção de seus sentidos. Dirigido por Tambla Almeida (S<em>onho do Professor</em>), <em><strong>Ulime</strong></em>, o filme do Cabo Verde, revela conflitos de um protagonista imerso em uma solidão e uma imobilidade profunda, impressa sob forma de imagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A junção do vento, que bate nas poucas vegetações que preenchem a tela, e os planos estáticos, fomentam essas emoções de Blimunde, esta figura boi-gente, que está preso tanto em círculos metafóricos quanto em um círculo literal. Dentro desta lógica narrativa, é possível notar certas inspirações de Tambla com o cinema de Glauber Rocha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seja pela movimentação de câmera ou pelos planos bem fechados, que extrapolam os limites da visão do rosto do protagonista, a única questão com a utilização destes recursos é que, de maneira geral, eles parecem ser usados mais por uma questão estética do que pela narrativa em si. De fato, o público se depara aqui com uma produção experimental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, falta ao diretor e roteirista amarrarem mais profunda e racionalmente a criatividade ao que os mesmos desejam contar. Porque, por mais que as metáforas elaboradas na trama sejam efetivas para a compreensão dos sentimentos da personagem central, a vontade de criar imagens um tanto disruptivas deixam o enredo repetitivo e um tanto cansativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez pela empolgação de ter criado algo visualmente estimulante, com esta figura boi-gente, cercado pela natureza e a amplitude da terra batida, tenha tirado o enfoque do principal: a investigação de Blimunde. Mais do que a sua ausência de fuga ou a quebra com este estado imóvel, há este ser e o mundo que o cerca, que precisa de respostas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, a análise ou a compreensão de Blimunde não precisava ser explícita, até porque retiraria toda a qualidade etérea e plural da interpretação da narrativa de <strong><em>Ulime</em></strong>. Contudo, a simples criação de progressão já poderia ajudar a fomentar a amarração do roteiro de Tambla. Ainda assim, o realizador consegue imprimir imagens criativas, que demonstram um apuro técnico em processo de maturação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esta lógica de experimentar o visual e o sensorial, <strong><em>Ulime</em> </strong>tem mais peso qualitativo positivo. Ainda que pudesse ter um entendimento maior sobre recursos narrativos, a plateia se sente magnetizada diante de Blimunde e seu universo terroso e sufocante, em uma contradição extremamente curiosa. O vento e o espaço amplamente aberto se tornam uma prisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que pode deixar uma questão final, para possíveis reflexões de como o aprisionamento mental é mais forte do que a realidade e a solidão imobilizante jamais se finda até que os círculos serem quebrados. Só por estes pensamentos que ecoam por muito tempo após a sessão, Tambla Almeida já revela a possível força de seu cinema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Tambla Almeida</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Herlandson Duarte</span></p>
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		<title>XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Barravento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 00:45:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre o não dito e o esgarçado em longos monólogos, Barravento convoca um jogo de investigação humana, em um tensionamento entre questões individuais e coletivas. Primeiro longa-metragem de Glauber Rocha, a produção traz justamente os embates internos de suas personagens, em relação ao todo que os cerca. Em uma aldeia de pescadores, o trabalho é posto em voga, seja ele o formal ou o religioso.  As crenças, seja no sistema (não há muito tempo escravagista) ou nos próprios atos religiosos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Entre o não dito e o esgarçado em longos monólogos, <strong><em>Barravento</em> </strong>convoca um jogo de investigação humana, em um tensionamento entre questões individuais e coletivas. Primeiro longa-metragem de Glauber Rocha, a produção traz justamente os embates internos de suas personagens, em relação ao todo que os cerca. Em uma aldeia de pescadores, o trabalho é posto em voga, seja ele o formal ou o religioso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As crenças, seja no sistema (não há muito tempo escravagista) ou nos próprios atos religiosos, aparecem trazidos pela figura de Firmino (Antonio Pitanga), antigo morador da região. O divino e a moral estão sempre em cena. Quando o público escuta as reivindicações de Firmino ou as problemáticas dos aldeãos, surgem sequências dos ritos do candomblé, como em uma dinâmica de purificação e questionamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As sonoridades e a fé conectam aqueles cidadãos, mas os divide também. É uma rede complexa de situações, que coloca em xeque o tempo inteiro as decisões das personagens. Neste sentido, o que é colocado na luz e na sombra por Glauber é uma pista do caráter, da sensibilidade e do grau dos problemas de cada morador da região. Firmino age quase sempre na noite, por exemplo, e o sombreado que fica ao seu redor revela as suas intenções e a sua aura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, Firmino também carrega fragilidades que são notadas nas escolhas da equipe de arte do longa. A caracterização do protagonista deixa nítido como a sua revolta crescente vai corroendo a sua alma. Inicialmente, ele veste muitas roupas e é apresentado com uma elegância sarcástica, daqueles que saíram de uma condição de maior pobreza e obtiveram certa ascensão. Todavia, as inseguranças de Firmino permanecem dentro dele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inveja que ele carrega consigo, bem como a raiva contra seus conterrâneos, destroem suas vestes e Firmino vai se despindo de suas máscaras sociais, expondo todas as suas emoções desnudadas e evidenciadas pelo esvaziamento de todo o seu equilíbrio. A única força que colabora com as suas intenções está materializada na presença de Cota (Luiza Maranhão), que não é vista por Firmino com sua maior fortaleza, mas uma peça dentro de seus esquemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, Cota é uma espécie de respiro dentro do enredo. Mesmo que a exploração de suas camadas deixe a desejar, a ausência de maniqueísmo na sua construção pode ajudar quem assiste a criar tanto empatia para com ela e outras personagens, como entender que os limites de bem e mal não são traçados em uma linha reta. Cota é uma pessoa, uma figura complexa, repleta de sensações que mesclam os pensamentos tanto de Firmino quanto de outros moradores da aldeia.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17849" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7.png" alt="Barravento" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela não é uma coisa só, é várias, em meio às suas vontades e também na maneira que é vista por aqueles que a rodeiam, devido à sua beleza e personalidade forte. Nesta lógica de todas as relações impressas em cena, o discurso político/social é forte na obra. </span><span style="font-weight: 400;">O questionamento central é a imobilidade diante da opressão, a lacuna da insurreição perante as injustiças sociais e o pacto com uma suposta comodidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, o filme de 1962 ganha outro tom quando o olhamos com as vistas de 2024. A busca pela rebelião contra os paradigmas reguladores da sociedade, que sufocaram e reprimiram a população não privilegiada, seja por raça e/ou classe, pode ser encarada atualmente, talvez, de uma maneira distinta. </span><span style="font-weight: 400;">É difícil de demarcar essa fruição como algo totalitário, pois não o é, de fato. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que ocorre é que, para alguns, a aldeia pulsa coragem e libertação, pois há uma confiança em suas crenças individuais, na força da coletividade e do trabalho de subsistência. Os habitantes daquela praia são a resistência, a voz que nunca se calou e que perdurou por décadas e mais décadas. </span><span style="font-weight: 400;">Dito isso, o incômodo central de <strong><em>Barravento</em> </strong>pode ser, justamente, essa visão distanciada das mazelas da sociedade e o que é posto como alienação e luta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Visto que o longa é de 1962, não seria justo julgá-lo incisivamente, mas o olhar crítico para a interpretação da intelectualidade branca do anos 1960 não pode deixar de existir. O Cinema Novo foi um movimento inegavelmente importante para o cinema e para a cultura nacional, porém o olhar em <strong><em>Barravento</em> </strong>não deixa de ser esse olhar de superioridade para uma realidade longínqua para Rocha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta característica não é exatamente um demérito. De certo, a incerteza da câmera e a decupagem que esquece de valorizar as emoções de algumas personagens, incomoda mais na fruição. Além disso, as inconstâncias de personalidade do antagonista de Firmino também diminuem a qualidade do filme. O maior ponto qualitativo aqui é a edição de Nelson Pereira dos Santos, que fomenta a elaboração de sensações na plateia, aumentando a suspensão e a emoção das cenas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, <strong><em>Barravento</em> </strong>é um clássico da filmografia brasileira e deve ser conferido, tanto por sua tentativa de colocar em destaque discussões políticas do período de forma direta e intensa, como pela sua historicidade, que mostra um pouco sobre as praias, a cultura e as crenças baianas. Poderia ser mais amarrado em seu roteiro e consciente em sua direção? Sim, porém não deixa de ser um título poderoso e imponente, que vale a pena de parar tudo para assistir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Glauber Rocha</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Antonio Pitanga, Luiza Maranhão, Lucy de Carvalho</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="TRAILER: BARRAVENTO [Glauber Rocha, 1962]" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/EhHThNyck1s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>“Um refúgio da saudade”: XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema acontece em março</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 00:08:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a coletiva de imprensa, realizada para a divulgação dos selecionados para as mostras competitivas do Panorama Internacional Coisa de Cinema 2024, a curadora do evento Ceci Alves discursou sobre o ofício da escolha de obras para um evento como o Panorama e entre uma lista de frases belas, Ceci brindou o mundo com a sentença que encabeça esta matéria. E, de acordo com a equipe do evento, a beleza, a poesia e a arte também estão presentes nesta nova [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Durante a coletiva de imprensa, realizada para a divulgação dos selecionados para as mostras competitivas do Panorama Internacional Coisa de Cinema 2024, a curadora do evento Ceci Alves discursou sobre o ofício da escolha de obras para um evento como o Panorama e entre uma lista de frases belas, Ceci brindou o mundo com a sentença que encabeça esta matéria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, de acordo com a equipe do evento, a beleza, a poesia e a arte também estão presentes nesta nova edição do festival de cinema vigente mais importante para Salvador. Assim, e</span>ntre os dias 14 a 20 de março, a população soteropolitana pode escolher entre as projeções no Espaço Glauber Rocha, com ingressos de R$12 a inteira, R$6 meia ou 10 ingressos por R$55 (passaporte) e também na Sala Walter da Silveira, gratuitamente.</p>
<p>Com este cenário, neste mês, o centro da cidade ferve com sessões de cinema e diversas outras atividades. No total, o Panorama exibe 138 longas e curtas-metragens, com horários à tarde e à noite. Os números parecem grandes, mas<span style="font-weight: 400;"> foram recebidos 1355 envios de inscrições. Deste valor foram escolhidas 73 produções, integrantes das competitivas baiana, nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A curadoria foi formada por Marília Hughes, Claudio Marques, Génesis Nascimento, Ceci Alves, Rafael Saraiva, Rafael Carvalho, Adolfo Gomes e João Paulo Barreto. </span><span style="font-weight: 400;">As habilidades e trabalhos de cada um deles pode ser conferida no link disponibilizado no </span><a href="https://panorama.coisadecinema.com.br/o-festival/curadoria/"><span style="font-weight: 400;">site </span></a><span style="font-weight: 400;">do projeto. </span>Além da programação dentro das salas de cinema, são ofertados dois laboratórios, chamados <em>Pan Lab</em>, sendo um destinado para roteiro e outro para montagem, com os facilitadores Aleksei Abib, Ceci Alves e Iana Cossoy Paro; em uma e Cristina Amaral, na outra, respectivamente.</p>
<p>Além disso, mais uma vez, acontece a Oficina da crítica de cinema, com o jornalista e pesquisador Rafael Carvalho. <span style="font-weight: 400;">Os participantes, além de contar com o ensino teórico e prático do ofício, podem ter a oportunidade de integrar o Júri Jovem tanto na competitiva baiana quanto na nacional. Para completar esta listagem de atrações da sua </span><span style="font-weight: 400;"> 19ª edição, o Panorama homenageia os artistas Glauber Rocha e Castro Alves. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ambos eram românticos, eloquentes e trágicos. Castro e Glauber eram carismáticos e magnéticos, os dois gritavam as grandes causas e falavam com o coração.  Dois artistas singulares, que romperam o tempo-espaço”, comenta Cláudio Marques, idealizador e coordenador do Panorama. </span><span style="font-weight: 400;">Indo além das homenagens aos que já foram, Cláudio, celebra todes que acompanham o evento há tanto tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Para ele, há uma beleza em observar diversas gerações que vão surgindo e fazendo parte do Panorama Internacional Coisa de Cinema. Além disso, o realizador salienta a importância do novo apoio do município para com a iniciativa, o que lhe foi uma grata surpresa. </span>Através do SalCine, foram investidos mais de R$30 milhões dentro do setor na capital da Bahia.</p>
<p>“De fato, a prefeitura começou a se importar com o audiovisual na cidade. Isso é uma das novidades mais interessantes. O trabalho que está sendo feito mostra que há um interesse genuíno em apoiar a área e acredito que novas coisas virão por aí”, comenta.  A afirmação de Cláudio é confirmada por Felipe Dias Rêgo, gestor de audiovisual da Secretaria de Cultura e Turismo.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após os elogios e as palmas da plateia, Felipe declarou que a lógica sobre o desejo da prefeitura de ampliar os financiamentos para a área do cinema está correta. De acordo com o gestor, o intuito com a criação do SalCine é fortalecer a cena cinematográfica soteropolitana, contribuindo justamente para essa cadeia produtiva da cidade. </span><span style="font-weight: 400;">Felipe também relata a sua alegria em poder patrocinar o Panorama, através de uma política pública.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Mas, ainda na lógica de agradecimento aos apoios financeiros, durante a coletiva a equipe do festival salientou a relevância do patrocínio do Instituto Flávia Abubakir, que desde a sua inauguração, há três anos, contribui para a manutenção do Espaço Glauber Rocha, incluindo o Panorama. De acordo com Marília Hughes, uma das criadoras, organizadoras e curadoras do evento, dentro deste movimento de abrir a fala para agradecer investidores, o registro maior dado pela iniciativa é o da importância de se investir em cultura, sobretudo no audiovisual. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O festival acontece em cinemas de rua, isso faz parte da nossa luta, da nossa resistência. E somos convidados a mergulhar nessa jornada, da riqueza de sair de um filme baiano e entrar em um filme de Camarões e a gente também tem uma produção nacional riquíssima”, explica Marília. Neste sentido, ela destaca o quão intensa está a programação que, em sete dias, possui mais de 130 filmes sendo projetados no Glauber e na Walter da Silveira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há também, de acordo com Marília, uma boa relação com os cineastas que inscrevem as suas produções e participam intensamente das atividades ofertadas pelo Panorama. </span><span style="font-weight: 400;">Lara Carvalho é um destes exemplos. A diretora e pesquisadora, que estava presente durante a coletiva, narra como sua história com o festival é antiga, iniciando em 2010. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começando como público cativo e participando da oficina de crítica de cinema, que era facilita pelo jornalista João Carlos Sampaio, Lara conta que também trabalhou na produção do evento, seja na parte de receptivo, logística e até mesmo das ações educativas. Depois de quase dez anos na área de produção, a cineasta e comunicóloga decidiu seguir outros rumos e focar na realização de obras cinematográficas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com este foco maior na sua carreira autoral, outros processos complexos vieram, que a encaminharam a trabalhar diretamente com dores e questões pessoais. “Passei por um aborto espontâneo, que é o tema de </span><i><span style="font-weight: 400;">56 Dias</span></i><span style="font-weight: 400;">. Eu senti que precisava elaborar tudo aquilo que eu senti de alguma forma, e a escrita e o cinema são as formas que eu conheço. Um texto virou um roteiro que virou um projeto que virou um filme. E agora esse filme vai estrear num festival que é muito querido pra mim, que faz parte da minha trajetória enquanto cineasta também”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de <em>56 dias</em>, outros longas e curtas são exibidos pelo festival, para conferir todos os selecionados dentro das competitivas, leia a lista logo abaixo da matéria. Já para acessar a programação completa do Panorama, acesse: </span><a href="https://panorama.coisadecinema.com.br/programacao/"><span style="font-weight: 400;">https://panorama.coisadecinema.com.br/programacao/</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h5><b>Competitiva Baiana</b></h5>
<p><strong>Longas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Matriarca &#8211; Lula Oliveira</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Café, Pépi e Limão &#8211; Adler Kibe Paz e Pedro Léo</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cosmovisões &#8211; Marcilia Cavalcante</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Diário da Primavera &#8211; Fabíola Aquino e Juliano de Paula Santos</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dois Sertões &#8211; Caio Resende e Fabiana Leite</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sysyphus &#8211; George Neri</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No Rastro do Pé de Bode &#8211; Marcelo Rabelo</span></li>
</ul>
<p><strong>Curtas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">56 dias &#8211; Lara Carvalho</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Faísca &#8211; Gabriela Monteiro</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Além da Cancela &#8211; Margarete Jesus</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Benção &#8211; Mamirawá e Tainã Pacheco</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Caluim &#8211; Marcos Alexandre</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Camaleoa &#8211; Eduardo Tosta</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cobaias Habitam meu Sonho &#8211; Ramon Coutinho</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Curacanga &#8211; Mateus Di Mambro</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Desamarras &#8211; Ianca Oliveira </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">É d’Oxum: A Força que Mora N’água &#8211; Dayane Sena</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Felipa &#8211; Ana Clara Pereira</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Kiriri 11/11 &#8211; Kian Shaikhzadeh</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lamento às Águas &#8211; Vilma Carla Martins</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Movimentos Migratórios &#8211; Rogério Cathalá</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mulher Vestida de Sol &#8211; Patrícia Moreira</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O Homem que Virou Castanha &#8211; Natan Fox</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O Tempo das Coisas &#8211; Lara Beck</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O Tratado do Vão Combate ou A Pequena História de uma Bixinha Qualquer &#8211; Márcio Januário e Henrique Drebes </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por que Não Ensinaram Bixas Pretas a Amar? &#8211; Juan Rodrigues</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sagrado Compor &#8211; Henrique Dantas e Marcelo Abreu</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Solange Não Veio Hoje &#8211; Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sucata Esperança &#8211; Rogério Luiz Oliveira e Filipe Gama</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">TAMBA: Sinfonia do Invisível &#8211; Genilson Nery</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Todos os Olhos &#8211; Wayner Tristão</span></li>
</ul>
<h5><b>Competitiva Internacional </b></h5>
<p><strong>Longas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Audiência / L’Audience (Canadá) &#8211; Émilie B. Guérette e Peggy Nkunga Ndona</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acromático / Achrome (Rússia/Alemanha/Israel) &#8211;  Maria Ignatenko</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Astracã 79 / Astrakan 79 (Portugal) &#8211; Catarina Mourão</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Júlia Não se Case / Julia no te cases (Argentina) &#8211; Pablo Levy</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mátria / Matria (Espanha) &#8211; Álvaro Gago</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O Espectro do Boko Haram / Le Spectre de Boko Haram (Camarões/França) &#8211; Cyrielle Raingou</span></li>
</ul>
<p><strong>Curtas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">48 Horas / 48 Hours (Irã) &#8211; Azadeh Moussavi</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Árvore Frutífera / The Fruit Tree (Bélgica) &#8211; Isabelle Tollenaere</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Passagem / The Passing (EUA) &#8211; Ivete Lucas e Patrick Bresnan</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aqueronte (Espanha) &#8211; Manuel Muñoz Rivas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Criando Praias Luminosas / Hacer Orillas Luminosas (Paraguai/Argentina) &#8211; Maira Ayala</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">De Volta / Back (Países Baixos) &#8211; Yazan Rabee</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dildotectônica / Dildotectónica (Portugal) &#8211; Tomás Paula Marques]</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Nada Disso / Nada de Todo Esto (Argentina/Espanha/EUA) &#8211; Patricio Martínez e Francisco Cantón</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os Nadadores / Los Nadadores (Costa Rica) &#8211; Charlie López</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Swan no Centro / Swan dans le Centre (França) &#8211; Iris Chassaigne</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tria (Itália) &#8211; Giulia Grandinetti</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Yaa (Gana/França) &#8211; Amartei Armar</span></li>
</ul>
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		<title>Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema lança cartaz da 19ª edição e data para divulgação da programação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 22:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival]]></category>
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		<category><![CDATA[XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salvador, Praça Castro Alves e muito cinema. Para os amantes soteropolitanos do audiovisual &#8211; e quem mais estiver estiver na cidade -, o Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema é o carnaval do cinéfilo. Com o evento para acontecer entre os dias 14 e 20 de março, no Cine Glauber Rocha e na Sala Walter da Silveira, a partir de 27 de fevereiro, a programação completa é anunciada para imprensa e toda a comunidade interessada. Neste ano, a abertura acontece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salvador, Praça Castro Alves e muito cinema. Para os amantes soteropolitanos do audiovisual &#8211; e quem mais estiver estiver na cidade -, o <strong>Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema</strong> é o carnaval do cinéfilo. Com o evento para acontecer entre os<strong> dias 14 e 20 de març</strong>o, no Cine Glauber Rocha e na Sala Walter da Silveira, a partir de 27 de fevereiro, a programação completa é anunciada para imprensa e toda a comunidade interessada. Neste ano, a abertura acontece em um momento de comemoração dupla, pois é o aniversário do poeta Castro Alves e do cineasta Glauber Rocha, grandes homenageados desta edição. Entre exibições competitivas e não-competitivas, as mostras Baiana, Nacional e Internacional permanecem no Panorama, entre outras sessões, que também serão divulgadas ao final deste mês. Em breve, cada filme projetado e detalhes de serviço serão postos nas páginas oficiais do projeto. Até lá, o público cativo pode matar a curiosidade sobre a identidade visual utilizada em 2024, através do cartaz de divulgação.</p>
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