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	<title>Arquivos Volver - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Volver - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Dia das Mães: Seis filmes sobre mães e filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2019 17:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação de mães e filhos é constantemente retratada nos cinemas, seja para mostrar o quão lutadoras e dedicadas elas são, para falar das mais atrapalhadas ou até mesmo sobre a ausência delas. De um jeito ou de outro, a construção de relação maternal é muito comum e rende excelentes produções cinematográficas. O Coisa de Cinéfilo reuniu seis filmes muito bons que falam sobre o cuidado de mães e filhos para comemorar o Dia das Mães! Que tal aproveitar e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A relação de mães e filhos é constantemente retratada nos cinemas, seja para mostrar o quão lutadoras e dedicadas elas são, para falar das mais atrapalhadas ou até mesmo sobre a ausência delas. De um jeito ou de outro, a construção de relação maternal é muito comum e rende excelentes produções cinematográficas.</p>
<p>O <em><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></em> reuniu seis filmes muito bons que falam sobre o cuidado de mães e filhos para comemorar o Dia das Mães! Que tal aproveitar e assistir com a família amanhã?</p>
<p><em><strong>Confira a <a href="https://coisadecinefilo.com.br/category/especiais/lista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">lista</a> do nosso Especial Dia das Mães!</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10515" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Julia-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Julia.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Julia-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Julia-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Erin Brockovich &#8211; Uma Mulher de Talento (2000)</strong></p>
<p>Erin é mãe de três filhos que trabalha num pequeno escritório de advocacia. Ela é constantemente subjugada pelas roupas que usa ou pela criação que dá aos filhos. Passa por cima do machismo estrutural, quando sofre preconceito em uma batida de carro, e vai em busca de sua defesa no caso. Enquanto tenta lutar pelo que é justo, ela se desdobra no cuidado com os filhos, já que é mãe solo e não tem dinheiro sobrando para contratar ajuda. A história de uma guerreira que foi baseada em fatos reais e rendeu à Julia Roberts o Oscar de Melhor Atriz naquele ano.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10516" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/109922.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/109922.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/109922.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/109922.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mamma Mia! (2008)</strong></p>
<p>E o que falar de Donna no longa <em>Mamma Mia!</em>? Ela, literalmente, dedica sua vida à felicidade da filha, por quem batalhou e defendeu com unhas e dentes desde pequena. Mais um exemplo de mãe solo que cuida da cria sem o suporte dos pais. A personagem é bem humana e com todos os seus defeitos. Mesmo com discussões no meio do caminho, Sophie entende que sua mãe fez tudo o que fez, como omitir a paternidade do pai, por amor. A cena em que Donna cuida dos cabelos de Sophie no dia do casamento é uma das mais bonitas do filme!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10517" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/maxresdefault-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/maxresdefault.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/maxresdefault-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/maxresdefault-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Valente (2012)</strong></p>
<p>Na animação <em>Valente</em>, mais uma relação forte de laços entre mãe e filha. A jovem princesa Merida foi criada para ser uma rainha quando crescesse e assumir o trono. Quando é forçada, por sua mãe, a participar de uma competição para escolha de seu futuro marido, a menina se revolta e recorre à uma bruxa, pedindo para que sua mãe mude. No entanto, isso acaba transformando Elinor em uma ursa. O que se sucede é uma busca interminável de Merida pela reversão do feitiço que foi aplicado em sua mãe e tê-la de volta.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10518" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/secondmother_site_screenings-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/secondmother_site_screenings.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/secondmother_site_screenings-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/secondmother_site_screenings-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que Horas Ela Volta? (2015)</strong></p>
<p>O foco do filme não é totalmente no relacionamento de mãe e filha. É muito mais sobre as relações sociais no entorno. No entanto, em <em>Que Horas Ela Volta?</em> nós assistimos o poder de abdicação pelo amor ao próximo. Val deixou a filha Jéssica em outro estado e foi para São Paulo para trabalhar e ganhar dinheiro. Ela perdeu o contato próximo com a filha para que pudesse dar a melhor vida que pudesse a ela, pagar bons estudos. A alegria com o retorno da garota, assim como o êxtase quando a mesma passa no vestibular, mostra o sentimento puro de amor e dedicação de Val para com Jéssica. Temos ainda a relação paralela de Val com Fabinho, filho de sua patroa, por quem nutre um amor maternal e cuida como se fosse seu próprio filho. A mensagem que fica é que &#8220;abdicar também é um gesto de amor&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10519" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Quarto-de-Jack-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Quarto-de-Jack.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Quarto-de-Jack-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Quarto-de-Jack-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Quarto de Jack (2016)</strong></p>
<p>O que uma mãe pode fazer pelo seu filho? Para minimizar a dor dele? Para evitar que ele sofra? <em>O Quarto de Jack</em> mostra que o limite é infinito quando se trata do amor de mãe e filho. Joy é uma vítima de sequestro que vive há anos em um cárcere privado. Fruto dos abusos, ela acaba tendo Jack, um garotinho que nunca viu a luz do dia, nem teve contato com outras pessoas, além da mãe e do Velho Nick. Joy então cria um mundo paralelo para que o menino não perceba a situação a que está inserido, contando histórias e inventando personagens. Ela faz o possível para tornar aquele ambiente suportável, e ainda assim, luta para sair daquele lugar e ficar livre com o filho, que é sua força de vida.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10520" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/54-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/54.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/54-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/54-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Volver (2006)</strong></p>
<p>Fechando a nossa lista, o filme <em>Volver</em>, que apresenta a história de Raimunda, que presencia um crime cometido pela própria filha em legítima defesa, quando o padrasto tentava assediá-la. Ela então luta para livrar a filha da situação, enquanto recebe “visitas fantasmas” da já falecida mãe, que a aconselha das maneiras mais curiosas possíveis. Mesmo sendo uma temática mais pesada, Pedro Almodóvar consegue tornar o filme divertido, mostrando a imagem da mãe guerreira e lutadora.</p>
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		<title>5 mulheres dos filmes de Almodóvar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 17:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Fale com ela]]></category>
		<category><![CDATA[Julieta]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres à beira de um ataque de nervos]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Almodóvar]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo sobre minha mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil o novo filme do diretor Pedro Almodóvar. Julieta é um melodrama que conta a história de uma mulher marcada por culpas vindas de erros do passado e que busca superar um abandono cruel. Com uma atmosfera de pequenas tensões criadas pela personagem principal, o longa não sai da zona mediana. A protagonista parece mais um zumbi perambulando pela narrativa. Qualquer acontecimento simples tem um peso maior do que o necessário. Apesar do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil o novo filme do diretor Pedro Almodóvar. <strong><em>Julieta</em> </strong>é um melodrama que conta a história de uma mulher marcada por culpas vindas de erros do passado e que busca superar um abandono cruel. Com uma atmosfera de pequenas tensões criadas pela personagem principal, o longa não sai da zona mediana.</p>
<p>A protagonista parece mais um zumbi perambulando pela narrativa. Qualquer acontecimento simples tem um peso maior do que o necessário. Apesar do exagero aparecer em diversas obras do cineasta, aqui há um sentimento de vazio, de falta de complexidade dos personagens, de gratuidade de eventos que esforçam para impactar e emocionar, mas que só conseguem um “ok” da plateia. Deixo claro que isso é um ponto de vista particular, outra percepção sobre o filme pode ser lida em nossa crítica (clique<a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-julieta/"> aqui</a>).</p>
<p>Todavia, ainda que não seja o caso de <em>Julieta</em>, as películas de Almodóvar são lembradas por terem figuras femininas de personalidade intensa e vibrante. O Coisa de Cinéfilo resolveu trazer uma lista com as 5 melhores personagens femininas nos filmes do diretor espanhol:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6408" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/marisa.jpg" alt="marisa" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 05. Huma Rojo</strong> (Marisa Paredes, <em>Tudo sobre minha mãe</em>, 1999)</p>
<p>A personagem é uma atriz enigmática, de cabelos vermelhos, olhar marcante e presença firme. Huma é uma daquelas personagens fascinantes, cheia de complexidade, na qual os defeitos e qualidades não são o fator mais relevante, mas os rumos que ela toma na trama. Na história, um fã da atriz acaba sendo atropelado depois de lhe pedir um autógrafo. Um tempo depois, a mãe do rapaz se transforma na sua assistente. Assim, na medida que sua participação aumenta na história, aquela figura que intriga o público no início vai ganhando um novo olhar durante a projeção.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6409" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/rosario-torera-almodovar.jpg" alt="rosario-torera-almodovar" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 04. Lydia Gonzáles</strong> (Rosario Flores, <em>Fale com ela</em>, 2002)</p>
<p>Lydia é uma toureira, forte, empoderada e que exala segurança. Apesar de todas essas características, a moça sofre um acidente no trabalho e entra em coma. Em <em>flashbacks</em> vemos sua figura forte do passado. Ainda que a personagem esteja debilitada, a sua força antes da tragédia é muito clara e isso a torna uma das grandes mulheres criadas por Almodóvar.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6410" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/004-women-on-the-verge-of-a-nervous-breakdown-theredlist.jpg" alt="004-women-on-the-verge-of-a-nervous-breakdown-theredlist" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 03. Pepa</strong> (Carmen Maura, <em>Mulheres à beira de um ataque de nervos</em>, 1988)</p>
<p>Pepa é uma atriz que começa a ficar muito nervosa e angustiada pois descobre que está grávida no momento em que seu companheiro a abandona. Em meio a tudo isso, ela começa a receber visitas e é a partir daí que a confusa se inicia na história. A personagem ocupa a terceira posição por seu carisma, senso de humor e uma pitada de rebeldia. Esta é uma típica <em>persona</em> de um filme de Almodóvar, no bom sentido da coisa. Cheia de complexidades, sem maniqueísmo e que se arrisca quando acredita que está correta. Maura é incrível e ainda rende boas risadas como a personagem.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6411" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/penelope.jpg" alt="penelope" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 02. Raimunda</strong> (Penélope Cruz, <em>Volver</em>, 2006)</p>
<p>Quando uma situação extrema ocorre e Raimunda precisa tomar uma decisão importante, ela toma as rédeas da situação e encara tudo da forma mais forte possível. A personagem de Cruz é uma mãe protetora, cuidadosa e que faz o que for necessário para proteger sua filha. Com olhares marcantes, palavras firmes e pouca titubeação, esta figura está no segundo lugar pois ela demonstra a força das mulheres e como juntas elas podem se proteger.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6412" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ceciliaroth.jpg" alt="ceciliaroth" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 01. Manuela</strong> (Cecília Roth, <em>Tudo sobre minha mãe</em>, 1999)</p>
<p>A personagem faz parte de um dos melhores longas de Pedro Almodóvar (talvez, seu feito cinematográfico mais bacana até agora). Na história, Manuela dá um presente para o filho, ver a nova montagem de <em>Um bonde chamado desejo</em>, interpretado por sua atriz preferida, Huma. Numa tentativa de pegar um autógrafo da artista, o rapaz acaba sendo atropelado e morre. A partir daí, a mãe dele resolve dar a notícia para o pai do garoto que nem sabia que tinha um filho. O enredo é maravilhoso e Cecília Roth junta diversas das melhores características das personagens de Almodóvar. A mulher tem carisma, força, gera simpatia. Durante a projeção, suas ideias vão se esclarecendo e ela vai se tornando uma pessoa cada vez mais resiliente.</p>
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		<title>TOP 5: Filmes com Mulheres Fortes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 16:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[As Horas]]></category>
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		<category><![CDATA[Mad Max - Estrada da Fúria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comemoração ao Dia da Mulher, selecionamos alguns filmes que trazem protagonistas fortes e independentes, representando com muita dignidade o nosso gênero. Claro que são apenas alguns filmes, dentre tantos que temos por aí. Fiquem à vontade para dar outra dicas nos comentários. E Feliz Dia da Mulher! ;) Frozen – Uma Aventura Congelante Sim, é um desenho animado. Mas o que dizer de Elsa e sua irmã Anna que são as protagonistas guerreiras deste filme e salvam a pátria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração ao Dia da Mulher, selecionamos alguns filmes que trazem protagonistas fortes e independentes, representando com muita dignidade o nosso gênero. Claro que são apenas alguns filmes, dentre tantos que temos por aí. Fiquem à vontade para dar outra dicas nos comentários. E Feliz Dia da Mulher! ;)</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-4750" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/e213534406f5e673030b12a49a117407_XL-400x400.jpg" alt="e213534406f5e673030b12a49a117407_XL" width="400" height="400" /></p>
<p><strong>Frozen – Uma Aventura Congelante</strong><br />
Sim, é um desenho animado. Mas o que dizer de Elsa e sua irmã Anna que são as protagonistas guerreiras deste filme e salvam a pátria sem precisar de nenhum homem? Acho que um dos momentos mais históricos deste filme, principalmente levando em conta todo o background que a Disney tem de princesas indefesas que precisam que os príncipes as salvem, é quando Anna conhece Hans e logo já quer casar com ele. Ultrajada, Elsa solta a seguinte frase: “Mas você acabou de conhecê-lo e já quer casar?”. Este momento traduz toda a mudança de cenário que a Disney se adaptou, trazendo ainda a primeira mulher a dirigir um longa-metragem de animação produzido pela Walt Disney Pictures, Jennifer Lee.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4752" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/erin-brockovich-di.jpg" alt="erin-brockovich-di" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Erin Brockovich &#8211; Uma Mulher de Talento</strong><br />
Outro filme que mostra muito da força feminina e seu potencial de mudança. Erin é uma mãe de três filhos batalhadora, que se envolve em um acidente de trânsito. Ela processa o médico que a feriu no caso, mas perde a causa por conta de seu comportamento no tribunal. Entre outras circunstâncias, ela pede ao seu advogado que lhe consiga um emprego, já que ele tinha dito que tudo ia dar certo quanto ao processo. Então, ela começa a trabalhar no escritório de advocacia dele. Logo, Erin se depara com um caso em que uma empresa de energia possivelmente está poluindo as águas subterrâneas da região. Enfrentando todos e o preconceito, principalmente por conta de suas roupas, Erin consegue expor um caso surpreendente de contaminação. Tudo isso baseado em uma história real e que rendeu a Julia Roberts o Oscar de Melhor Atriz.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4751" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/maxresdefault.jpg" alt="maxresdefault" width="613" height="348" /></p>
<p><strong>As Horas</strong><br />
O filme se passa em três momentos diferentes, mostrando três mulheres vivenciando situações de forte emoção em que precisam ser fortes e lidar com os contratempos. Elas estão ligadas ao livro Mrs. Dalloway, da escritora Virginia Woolf. Unindo um elenco nada menos que espetacular, com Julianne Moore, Meryl Streep e Nicole Kidman, o que nos deparamos é com três protagonistas especiais e cheias de força, que envolvem o espectador em cenas incríveis e mostram o poderio feminino. Não à toa que o longa foi aclamado pela crítica e reconhecido pelas premiações de cinema no mundo inteiro, como o Oscar, Festival de Berlim, BAFTA, César, etc.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4753" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/MazMax_Furiosa.jpeg" alt="MazMax_Furiosa" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Mad Max – Estrada da Fúria</strong><br />
Não estamos aqui para falar de Max, uma vez que ele, embora protagonista, perde o brilho no filme para uma “coadjuvante” em particular. A Imperatriz Furiosa, interpretada por Charlize Theron, é uma das personagens mais icônicas dos últimos anos. Ela representa não apenas a força feminina, como foge do estereótipo de que somos frágeis e precisamos ser resgatadas. Por mais que ela conte com o suporte de Max, ela conduz toda a trama. As cenas em que aparece, a personagem é, sem dúvida, a protagonista. Ela é forte, independente e simplesmente sensacional. Ainda lamentamos a sua não indicação ao Oscar e dá aquela sensação de injustiça e machismo da academia, talvez (?). O fato é que agradecemos a George Miller por nos presentear com essa personagem tão marcante e significativa.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4754" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/volver.jpg" alt="volver" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Volver</strong><br />
Neste longa de Pedro Almodóvar, a protagonista é ninguém menos que Penélope Cruz. Ela representa Raimunda, uma jovem que é mãe de uma adolescente e tem um marido desempregado que ainda é violento. Tendo que acumular vários empregos para sustentar a família, Raimunda um dia se depara com o marido morto na cozinha. Sua filha confessou que matou o pai depois que ele, bêbado, tentou abusar sexualmente dela. Raimunda então luta para encontrar uma forma de proteger a filha. A protagonista é fortíssima e cheia de personalidade, contando ainda com o suporte da irmã, Sole, que também tem o perfil independente.</p>
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