<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Vince Vaughn - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/vince-vaughn/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/vince-vaughn/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Sep 2020 23:04:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Vince Vaughn - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/vince-vaughn/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Seberg Contra Todos (Looke)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-seberg-contra-todos-looke/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-seberg-contra-todos-looke/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 23:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Mackie]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Andrews]]></category>
		<category><![CDATA[Colm Meaney]]></category>
		<category><![CDATA[Jack O'Connell]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Margaret Qualley]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Root]]></category>
		<category><![CDATA[Vince Vaughn]]></category>
		<category><![CDATA[Yvan Attal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13162</guid>

					<description><![CDATA[<p>A trama de Seberg contra Todos é, ao mesmo tempo, uma história da atriz americana Jean Seberg, imortalizada na nouvelle vague por Acossado, de Jean-Luc Godard, e uma história de outros, o movimento pelos direitos civis nos EUA. O longa de Benedict Andrews (o mesmo de Una, com Rooney Mara) é uma biografia que conta parte da vida da atriz. Particularmente, a obra se concentra no período em que ela volta para os EUA para fazer um filme, conhece as [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-seberg-contra-todos-looke/">Crítica: Seberg Contra Todos (Looke)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A trama de <em><strong>Seberg contra Todos</strong></em> é, ao mesmo tempo, uma história da atriz americana Jean Seberg, imortalizada na <em>nouvelle</em> vague por <em>Acossado</em>, de Jean-Luc Godard, e uma história de outros, o movimento pelos direitos civis nos EUA. O longa de Benedict Andrews (o mesmo de <em>Una</em>, com Rooney Mara) é uma biografia que conta parte da vida da atriz. Particularmente, a obra se concentra no período em que ela volta para os EUA para fazer um filme, conhece as ações do Partido dos Pantera Negra, apoia financeiramente algumas obras sociais do grupo, se envolve afetivamente com um dos seus líderes e passa a ser alvo de toda uma campanha de difamação do FBI de J. Edgar Hoover.</p>
<p><em><strong>Seberg contra Todos</strong></em> quer mostrar os danos que as ações persecutórias do FBI legaram a Seberg, contribuindo com sua morte precoce aos 40 anos. Em virtude da sua passagem pelos EUA, Seberg adquiriu uma série de problemas de ordem psicológica que a levaram ao aborto e a ter graves crises pessoais. A atriz, como retrata o próprio longa, foi uma vítima desse sistema, claro, mas há um grupo cuja história é incomodamente abafada em prol desse fascínio do longa pela celebridade biografada e sua trágica trajetória.</p>
<p><em><strong>Seberg contra Todos</strong> </em>mostra como o envolvimento de Jean com os Pantera Negra foi, inicialmente, uma espécie de capricho e não deixa de frisar a todo instante que a atriz apoia uma causa por um capricho que instintiva e ingenuamente põe em prática por rebeldia. Seberg tinha traumas de Hollywood, a considerava frívola e nunca se sentiu muito bem no papel de estrela de cinema no qual insistentemente tentavam enquadrá-la, mesmo depois das suas escolhas profissionais, todas na contramão do ideal hollywoodiano. Nesse sentido, Seberg assume como sua uma causa que não lhe é própria e acaba sendo alvo do FBI. Hoover e companhia a usam para atingir o movimento dos Pantera Negra, mas no fim das contas a vítima do filme acaba sendo única e exclusivamente a atriz.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13164" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3188095.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Seberg Contra Todos, Coisa de Cinéfilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3188095.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3188095.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3188095.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mesmo que frise o tempo inteiro que as ações do FBI têm consequências para além da esfera pessoal da estrela de cinema biografada no drama, no fim das contas <em><strong>Seberg contra Todos</strong></em> se esquece de um contexto macro e absorve as lógicas dos tabloides que durante boa parte da trama critica. Ao fim, os Pantera Negra são deixados de lado e o trágico conto de Seberg assume o protagonismo com toda sorte de trivia desse tipo de material que acaba impressionando o público dada a singularidade da história da atriz. Até um agente do FBI cheio de remorso está presente na história para frisar o drama de Seberg.</p>
<p>As intenções da obra são boas, mas há um efeito colateral incomodo pelo apagamento de outros personagens, que ficam à sombra da protagonista. O desempenho de Kristen Stewart é bom, não tão bom quanto trabalhos como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-acima-das-nuvens/"><em>Acima das Nuvens</em></a> ou <em>Na Estrada</em>, a atriz se empenha nas nuances da personagem ainda que o roteiro a sabote inúmeras vezes com construções vagas e romantizadas sobre Jean Seberg, algo que não contribui em momento algum para destacar as contradições de suas ações. É um longa cheio de ruídos no tratamento da sua história, do seu contexto e dos personagens de uma maneira geral.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Benedict Andrews<br />
<strong>Elenco:</strong> Kristen Stewart, Jack O&#8217;Connell, Anthony Mackie, Yvan Attal, Vince Vaughn, Margaret Qualley, Colm Meaney, Stephen Root</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/mUUsDIwu3hU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-seberg-contra-todos-looke/">Crítica: Seberg Contra Todos (Looke)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-seberg-contra-todos-looke/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Até o Último Homem</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2017 11:44:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Garfield]]></category>
		<category><![CDATA[Até o Último Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mel Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Worthington]]></category>
		<category><![CDATA[Vince Vaughn]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7284</guid>

					<description><![CDATA[<p>Até o Último Homem nos traz a história de um soldado relutante. Ao servir o seu país durante a Segunda Guerra Mundial, o norte-americano Desmond Doss (Andrew Garfield), apesar do apelo do exército, não quer ir ao front de batalha com uma arma em punho, deseja salvar vidas prestando serviço como médico. Esse contraponto entre um cenário de extrema violência gráfica e um olhar pacifista para o conflito é o que o filme de Mel Gibson tem de singular, mas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/">Crítica: Até o Último Homem</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Até o Último Homem </i>nos traz a história de um soldado relutante. Ao servir o seu país durante a Segunda Guerra Mundial, o norte-americano Desmond Doss (Andrew Garfield), apesar do apelo do exército, não quer ir ao <i>front </i>de batalha com uma arma em punho, deseja salvar vidas prestando serviço como médico. Esse contraponto entre um cenário de extrema violência gráfica e um olhar pacifista para o conflito é o que o filme de Mel Gibson tem de singular, mas também de mais contraditório.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Contado como uma odisseia heróica por seu realizador, <i>Até o Último Homem </i>trará a tradicional jornada do seu protagonista com o objetivo de enaltecer os seus feitos. No caso do filme, Desmond Doss, recusando-se a matar pessoas durante a batalha de Okinawa, conseguiu driblar a ameaça do exército japonês sozinho, resgatando os seus companheiros um a um. A maneira como Gibson se aproxima desse feito é protocolar, o espectador verá um certo apagamento da humanidade dos japoneses, que sequer possuem falas (eles simplesmente estão lá para atacar o grupo de americanos), algo que podemos relevar tendo em vista aquilo que é prioridade para seu diretor na história, o ponto de vista de Doss.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A sequência da batalha em Hacksaw Ridge, que dá título ao filme e representa o cume de um monte rochoso onde os americanos encontram seus adversários japoneses e do qual Doss envia os combatentes feridos através de cordas para baixo, onde está localizada uma base dos EUA, é muito bem orquestrada por Gibson. O diretor consegue modelar sua ação de modo que o espectador tenha clareza a respeito de tudo que está acontecendo. Nesse departamento do seu filme, Gibson, contudo, opta por um dúbio realismo. A sequência, que dura cerca de uma hora, é tão brutal que abre brechas para questionarmos o olhar do realizador para tudo aquilo, já que, em certos momentos, no lugar da mera exposição de uma realidade o diretor parece contemplar com um certo prazer o mar de sangue dos seus corpos mutilados utilizando à exaustão recursos como o <i>slow motion</i>. Esse olhar, inclusive, proporciona ao filme um choque com o discurso pacifista do seu próprio protagonista. Claro que em um contexto de guerra, não dá para aliviar as coisas, mas dá para mostrar o conflito sem apreciá-lo enquanto estética e Gibson é relativamente dúbio sobre seu posicionamento a respeito disso.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7286" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/01/hacksaw0008.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Há um grande e inegável mérito em <i>Até o Último Homem </i>e ele reside no trabalho do seu ator principal Andrew Garfield. Resgatado daquele <i>reboot </i>sem futuro do <i>Homem-Aranha</i>, Garfield confere credibilidade e humanidade a Desmond, uma integridade que consegue driblar até mesmo o caráter dúbio do próprio filme de Gibson. O ator nos apresenta a uma figura humana e passível de admiração sem escorregar na caricatura do &#8220;bom moço&#8221;, armadilha fácil para um profissional menos atento que ele. Ao longo do filme, há também ótimos desempenhos do elenco de coadjuvantes, Hugo Weaving, Vince Vaughn e Sam Worthington.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Longe de ser tão bem realizado quanto exemplares anteriores da carreira de Gibson como diretor, <i>Até o Último Homem </i>nos apresenta a história de um personagem que desperta interesse no público pelo posicionamento que tem frente a guerra. Talvez, inconscientemente, o seu diretor não compartilhe do mesmo ponto de vista que ele, mas ao menos temos a mediação da impecável atuação de Andrew Garfield para atenuar as eventuais contradições do longa, conferindo humanidade e sensibilidade a um ambiente dominado pela brutalidade. Em recente entrevista (a mesa redonda da <i>Variety </i>para diretores na temporada de prêmios), Gibson creditou o êxito do filme a performance de Grafield, um achado na percepção do realizador. Ao final de <i>Até o Último Homem </i>não há exagero nenhum em dizer que tal qual Desmond Doss naquele contexto de conflito armado, Garfield atuou como o resquício de humanidade e sensibilidade que o olhar habitualmente problemático do seu diretor para a violência sempre precisa.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/R4cmOy0V8UA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/">Crítica: Até o Último Homem</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
