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	<title>Arquivos Vanessa Hudgens - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Vanessa Hudgens - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Tick, Tick&#8230; Boom! (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 19:25:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dramaturgo e compositor Jonathan Larson ficou conhecido por revolucionar os musicais da Broadway com Rent, espetáculo que, na contramão de tendências do gênero, abordava temas graves com um grupo de amigos da Nova York dos anos 80: o desemprego, o consumo de drogas e, sobretudo, o crescimento da AIDS. Larson conseguiu seu sucesso aos trinta e poucos anos, batalhou muito por isso e teve diversas crises pessoais e profissionais, mas não conseguiu &#8220;saborear&#8221; esse momento pois faleceu pouco tempo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dramaturgo e compositor Jonathan Larson ficou conhecido por revolucionar os musicais da Broadway com Rent, espetáculo que, na contramão de tendências do gênero, abordava temas graves com um grupo de amigos da Nova York dos anos 80: o desemprego, o consumo de drogas e, sobretudo, o crescimento da AIDS. Larson conseguiu seu sucesso aos trinta e poucos anos, batalhou muito por isso e teve diversas crises pessoais e profissionais, mas não conseguiu &#8220;saborear&#8221; esse momento pois faleceu pouco tempo de um tipo raro de aneurisma.</p>
<p>A história de Larson é contada em <strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong>, musical autobiográfico de autoria do próprio compositor. Nele, Larson conta o período em que criava um musical chamado Superbia para um workshop em Nova York e chamou a atenção de figurões da área, como o recém-falecido Stephen Sondheim (de <em>West Side Story </em>e <em>Sweeney Todd</em>). Esta produção off-Broadway de Larson narra os anseios de jovens adultos que vivem as ansiedades e cobranças de não cumprirem a utopia da ascensão profissional antes dos 30 anos. Larson começa a ser tentado pela ideia de abandonar os seus sonhos para encontrar alguma atividade que lhe dê retorno financeiro mais imediato. Ao mesmo tempo, o compositor vê diversos dos seus amigos morrerem por complicações decorrentes da AIDS.</p>
<p><strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom! </em></strong>é o primeiro filme dirigido por Lin-Manuel Miranda, que a esta altura já deixou de ser uma figura conhecida apenas no seu nicho, já que tem assinado os créditos como compositor de uma série de recentes produções do gênero no cinema, de <em>Em um Bairro de Nova York</em>, passando ainda pelas animações <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-encanto/"><em>Encanto</em></a>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-moana-um-mar-de-aventuras/"><em>Moana</em> </a>e <em>Vivo: Um Amigo Show</em>. O mais célebre trabalho de Miranda é, sem dúvida, Hamilton, cuja versão filmada em 2020 para o Disney + foi um sucesso e que assim como Rent de Larson também é tido por muitos especialistas como um musical revolucionário pelo teor das suas composições.</p>
<p>A adaptação de <strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong> tem como mérito captar o dilema de jovens profissionais das artes. São personagens que exercem algo que contraria o imaginário sobre o sucesso profissional meteórico. Ao longo do musical temos exemplos de jovens adultos que desistem dos seus sonhos, como é o caso do melhor amigo do protagonista, outros que os adaptam, o exemplo da namorada de Larson, e nosso personagem central que persiste na sua vocação, mas vê suas convicções pontualmente fragilizadas diante dos &#8220;nãos&#8221; recebidos e por testemunhar todos ao seu redor encontrando meios e alternativas de sobreviver diferente das suas, algumas bem mais exitosas, por sinal. Às vésperas de completar 30 anos e não estar no lugar que se esperava estar nesse momento da sua vida, Larson é consumido pela sensação de correr contra um tempo que o atropela.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14868" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1.jpg" alt="Tick, Tick... Boom!" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong> é o tipo de experiência que talvez somente profissionais de áreas não tão prestigiadas socialmente conseguem dimensionar, mas que tem lá a sua universalidade. <strong><em>Tick Tick&#8230; Boom!</em></strong> fala da forma violenta como somos absorvidos por essas narrativas ilusórias de sucesso meteórico e como nossa visão romantizada sobre nossas respectivas trajetórias podem ser frustradas pela realidade em si. Ao mesmo tempo, é um material que celebra a resposta a uma vocação e como isso enche de sentido nossa própria existência e jornada.</p>
<p>Apesar der ser muito tocante na condução da sua temática, <strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong> exibe um Lin-Manuel Miranda inseguro sobre as possibilidades narrativas do seu musical. A ideia de transformar os números em apresentações off-Broadway do próprio Larson, vivido lindamente por Andrew Garfield, é um dos pontos altos das decisões de Miranda e que nos remete a própria gênese de <strong><em>Tick Tick&#8230; Boom!</em></strong>(originalmente, ele foi montado desta forma). Ao mesmo tempo, o longa é tomado por números que extrapolam esse recurso e tomam o cotidiano dos personagens ou ainda por insights criativos supérfluos, como o clipe da MTV que surge em dado momento.</p>
<p>Há também um fator que faz o filme ter muitos altos e baixos, as canções de <strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong> são mais inspiradoras do que o longa como encenação em si. Quando deixa de lado as apresentações de Larson para sua plateia, o musical fica um pouco desinteressante e até mesmo tem dificuldade para amarrar os eventos da biografia do compositor, funcionando melhor como divagações cantadas sobre a vida do protagonista do que como um encadeamento de eventos bem correlacionados. Há relações e personagens que atravessam a vida de Jonathan Larson que ou tornam-se dispensáveis dadas as proporções que ganham, como o romance com Susan, personagem de Alexandra Shipp, ou que mereciam mais espaço de tela, como é o caso do melhor amigo de Larson, Michael, interpretado pelo ótimo Robin de Jesus.</p>
<p><strong><em>Tick Tick&#8230; Boom!</em></strong> é um longa que deixa o espectador em conflito o tempo todo. Ao mesmo tempo que apresenta de forma tocante o dilema central do seu personagem principal e o faz com composições belíssimas, é um filme que pelas características do próprio musical (uma série de divagações de Jonathan Larson sobre a vida) tem dificuldade para se mostrar interessante como narrativa. Há ótimos momentos e outros que carecem de uma melhor evolução na história tendo em vista que aqui os acontecimentos extrapolam a lógica da apresentação intimista no palco.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Lin-Manuel Miranda</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Andrew Garfield, Vanessa Hudgens, Bradley Whitford, Alexandra Shipp, Judith Light, Joshua Henry, Noah Robbins</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gOSGZGdp0lI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Princesa e a Plebeia &#8211; Nova Aventura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 13:35:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há dois anos, o público conheceu a história de duas meninas idênticas fisicamente, Lady Margaret e Stacey, que trocam de lugar por dois dias. Em 2020, a dupla volta a se encontrar, pois o pai de Margaret falece. A partir deste fato, ela precisa iniciar os preparativos para ser coroada rainha. Ao mesmo tempo, Stacey decide reaproximar seu amigo, Kevin (Nick Sagar), da sua sósia. Assim, esta é a premissa de A Princesa e a Plebeia &#8211; Nova Aventura, produzido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há dois anos, o público conheceu a história de duas meninas idênticas fisicamente, Lady Margaret e Stacey, que trocam de lugar por dois dias. Em 2020, a dupla volta a se encontrar, pois o pai de Margaret falece. A partir deste fato, ela precisa iniciar os preparativos para ser coroada rainha. Ao mesmo tempo, Stacey decide reaproximar seu amigo, Kevin (Nick Sagar), da sua sósia. Assim, esta é a premissa de <em><strong>A Princesa e a Plebeia &#8211; Nova Aventura</strong></em>, produzido pela Netflix e dirigido por Mike Rohl (<em>Verão dos Sonhos</em>).</p>
<p>Não há muito o que se dizer sobre produções como esta. Ela é, minimamente, o que se espera: uma comédia romântica natalina, com todos os seus clichês e o desfecho óbvio. Assim, pensando no que ela procura ser, existem alguns pontos que podem ser considerados aqui. A primeira questão é a confusão de <em>plots</em>. Além do conflito entre Margaret e Kevin, há uma tentativa de causar surpresa e mais peripécias para trama inserindo uma nova personagem que se parece com as protagonistas. Fiona (Vanessa Hudgens, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bad-boys-para-sempre/"><em>Bad Boys Para Sempre</em></a>) é a prima fútil e grosseira de Margaret.</p>
<p>Ao invés de investir e desenvolver as personagens que já existem e trabalhar no próprio nó central do longa, os roteiristas Megan Metzger (<em>Pinguim: O Musical</em>) e Robin Bernheim (C<em>asamento Real</em>) se embolam com a inserção de Fiona no enredo. O ritmo não consegue se estabelecer, porque ocorrem quebras na dinâmica do prosseguimento das duas narrativas criadas. Além disso, Stacey fica jogada de lado. Desta maneira, ela se torna bastante plana, aparecendo apenas como uma figura de suporte para Margaret. O seu problema é fraco e suas motivações quase não justificam uma troca outra vez.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13526" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/5091544.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Princesa e a Plebeia - Nova Aventura" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/5091544.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/5091544.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/5091544.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/5091544.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Neste contexto, Hudgens consegue até segurar as suas criações vistas na produção anterior. Contudo, a sua Fiona é um desastre completo. Ainda que a atriz não consiga criar nada além da forma em Stacey e Margaret, imprimindo mais representações do que seria uma jovem dos Estados Unidos versus uma monarca, o seu novo papel desaponta porque, além de ser uma interpretação ingênua, ela não sustenta a sua construção até o final. A sensação que fica é a de que ela escolheu três ou quatro partituras corporais e as repetiu durante todas as sequências em que faz Fiona.</p>
<p>Assim, é possível perceber que o grande erro de <em><strong>A Princesa e a Plebeia &#8211; Nova Aventura</strong></em> é a entrada desta prima trambiqueira e fútil. Na tentativa de aumentar as tensões da trama, justamente o oposto foi alcançado. Ao invés de trazer um romance natalino médio, mas divertido &#8211; como seu antecessor -, o espectador recebe mais de uma hora e meia de projeção ralentada e perdida. No entanto, vale ressaltar que há um bom desdobramento na trajetória do casal Margaret e Kevin. As cenas da dupla são as mais divertidas e bem conduzidas, pois há progressão e um verdadeiro conflito a ser mostrado.</p>
<p><strong>Diretor</strong>: Mike Rohl</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Vanessa Hudgens, Nick Sagar, Sam Palladio, Suanne Braun</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/OapLzMjkM0g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Bad Boys Para Sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 14:46:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bad Boys Para Sempre chega aos cinemas nesta quinta-feira, 30 de janeiro, com a continuação dos dois primeiros filmes protagonizados por Will Smith (Aladdin) e Martin Lawrence (Vovó&#8230; Zona). Neste, a dupla de policiais está discutido se deve continuar ou não na corporação, já que a possibilidade de aposentadoria é real. Enquanto Mike Lowrey (Smith) está super animado para continuar nas ruas, Marcus Burnett (Lawrence) está mais preocupado em curtir a família e o neto que acabou de nascer. Sinceramente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Bad Boys Para Sempre</strong></em> chega aos cinemas nesta quinta-feira, 30 de janeiro, com a continuação dos dois primeiros filmes protagonizados por Will Smith (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Aladdin</em></a>) e Martin Lawrence (<em>Vovó&#8230; Zona</em>). Neste, a dupla de policiais está discutido se deve continuar ou não na corporação, já que a possibilidade de aposentadoria é real. Enquanto Mike Lowrey (Smith) está super animado para continuar nas ruas, Marcus Burnett (Lawrence) está mais preocupado em curtir a família e o neto que acabou de nascer.</p>
<p>Sinceramente, é cansativo o esforço de certas franquias em tentar dar continuidade a algo que não tem mais para onde ir. Pior ainda quando a falta de inovação e criatividade reina no roteiro, deixando a experiência do espectador completamente prejudicada. É justamente isso que acontece com <em><strong>Bad Boys Para Sempre</strong></em>. Como uma colcha de retalhos, o filme vai se desenvolvendo da pior forma possível, se levando a sério demais. Seria muito mais simples e acertado assumir sua veia besteirol.</p>
<p>Enquanto a dupla principal se esforça para fazer graça em momentos de drama, uma violência desnecessária é salpicada na tela. Sim, para um filme que tem uma proposta engraçada e divertida, este longa tem muitas cenas sangrentas e expositivas. O espectador é constantemente impactado com muito sangue e mortes trágicas, quando deveria estar dando gargalhadas. Gargalhadas essas que não vêm, a maior parte do tempo, porque o filme ainda quer inserir um drama desalocado para criar empatia pelos personagens.</p>
<p>Caminhando de maneira cansativa, fazendo o público ter a sensação que estar num filme de 3h de duração, <em><strong>Bad Boys Para Sempre</strong></em> anda em círculos até definir qual o destino de seus personagens. Temos ainda um <em>plot twist</em> aleatório e apelativo, que só nos faz ter certeza de que o roteiro foi pensado apenas para criar mais um longa de ação que renda boa bilheteria.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12325" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/3797534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Bad Boys Para Sempre" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/3797534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/3797534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/3797534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O elenco tem até carisma e entrosamento. Vanessa Hudgens (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-passado-de-presente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Um Passado de Presente</em></a>) surge meio que do nada em um papel bem coadjuvante, mas interessante e diferente do que ela costuma se propor. Paola Núñez também está bem como a tensão amorosa de Lowrey e chefia do esquadrão. Nada disso consegue salvar, no entanto, a queda do penhasco do roteiro.</p>
<p>O pior, no entanto, é a vilã. Completamente estereotipada como uma mulher sensual, mexicana, que mexe com bruxaria (sim, ela é chamada de La Bruja), velas acesas e vários santos no altar. É completamente ridículo o surgimento dela, assim como a relação com o restante da estética do longa. Um preconceito escancarado, não apenas com os latinos, como com a mulher em si. Em dado momento, nos perguntamos se estamos assistindo a uma novela mexicana da época de Maria do Bairro.</p>
<p>Para além disso, é como se<em><strong> Bad Boys Para Sempre</strong></em> mirasse em <em>Velozes e Furiosos</em> e acertasse num filme de baixa qualidade criado por um estúdio sem orçamento. Ao invés de se dedicar a arte das cenas mentirosas, comédia clara e objetiva, ele tenta fazer do filme algo épico, que simplesmente não acontece. É uma experiência angustiante que deve ser evitada.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Adil El Arbi, Bilall Fallah<br />
<strong>Elenco:</strong> Will Smith, Martin Lawrence, Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Paola Núñez, Kate Del Castillo, Nicky Jam</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddzymN0IW5c" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Um Passado de Presente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2019 18:42:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega essa época do ano e começa a chuva de filmes fofinhos com temática de Natal. E isso não é um problema, já que existe um público fiel que consome e aguarda ansiosamente a temporada. No entanto, não é porque o espectador já existe, que o estúdio não precisa se preocupar com roteiro. Infelizmente, a Netflix mais uma vez ignora qualquer razão em Um Passado de Presente. O filme conta a história de Brooke (Vanessa Hudgens, Uma Nova Chance), uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega essa época do ano e começa a chuva de filmes fofinhos com temática de Natal. E isso não é um problema, já que existe um público fiel que consome e aguarda ansiosamente a temporada. No entanto, não é porque o espectador já existe, que o estúdio não precisa se preocupar com roteiro. Infelizmente, a Netflix mais uma vez ignora qualquer razão em <strong><em>Um Passado de Presente</em></strong>.</p>
<p>O filme conta a história de Brooke (Vanessa Hudgens, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-nova-chance/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Uma Nova Chance</em></a>), uma jovem professora que passou recentemente por uma desilusão amorosa e ainda perdeu os pais. Morando sozinha, ela conta com o apoio da irmã, que tem uma filhinha. A vida de Brooke muda completamente depois que um homem, Sir Cole (Josh Whitehouse, <em>Nossa História de Amor e Música</em>), surge absolutamente do nada, trajando roupas de cavalheiro. Ele, na verdade, é do século 14 e foi parar em 2019 por conta de uma feiticeira.</p>
<p>Na contra o fantástico ocupar o espaço em uma comédia romântica, ainda mais quando temos o tema Natal envolvido. O problema é quando isso é feito de maneira aleatória e sem propósito. A ideia de Cole ser de outra era serve apenas para criar um problema no futuro, que é o seu retorno para o século em que nasceu. Tirando isso, os percalços que poderiam ser interessantes e divertidos, como a falta de conhecimento dele com as novidades atuais, são, na maior parte, ignoradas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11994" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5513031.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Um Passado de Presente" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5513031.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5513031.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5513031.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para se ter uma ideia, ele consegue entrar em um carro e dirigir, mas estranha uma decoração de Natal na porta da casa de Brooke. Outro detalhe que depõe negativamente é a narrativa em si. Além de excessivamente previsível, ela não oferece ao espectador elementos de atração. Os personagens são pouco interessantes, as histórias paralelas inexistem e não há um vilão para causar alguma inquietação. A falta de antagonismo é um dos problemas mais graves de <strong><em>Um Passado de Presente</em></strong>.</p>
<p>Além disso, as atuações deixam muito a desejar. Hudgens tem pouca variação de emoções, surgindo sempre sorrindo exaustivamente, em qualquer cena. Ela também tem um olhar complacente e piedoso que não cabe. Atribuo parte deste problema à direção da novata Monika Mitchell, já que Vanessa não é uma atriz tão ruim assim. Já Whitehouse é monotemático e não consegue convencer nos sentimentos que o filme quer passar.</p>
<p><em><strong>Um Passado de Presente</strong></em> só não é ainda mais decepcionante porque é curto e tem a temática natalina, que já é uma bela contribuição para qualquer roteiro. Deixando isso de lado, o que sobra é um longa criado com o único objetivo de alcançar cliques com um poster bem feito e história de amor bem vendida. Lamentável.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Monika Mitchell<br />
<strong>Elenco:</strong> Vanessa Hudgens, Josh Whitehouse, Emmanuelle Chriqui, Ella Kenion</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/syizIsGQCLU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Você pode conferir este filme diretamente na <a href="https://www.netflix.com/watch/81026188?trackId=13752289&amp;tctx=0%2C0%2Cbc265b2eb75180af823d3bf4f880ddcb05f764c4%3A766e23947cfe390409528814e720600bc89ad4af%2C%2C"><em><strong>Netflix</strong></em></a>.</p>
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		<title>Crítica: Uma Nova Chance</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2019 21:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lopez]]></category>
		<category><![CDATA[Leah Remini]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comédia romântica é um gênero que está meio esquecido nos últimos anos. Depois do boom que teve nos anos 1990 e 2000, os filmes fofinhos que aquecem o coração e nos fazem acreditar no amor foram cada vez mais reduzindo nas produções, dando espaço para super-heróis, adaptações de livros, grandes franquias e thrillers assustadores. Isso se deve principalmente ao fato de que a originalidade foi sendo perdida ao longo do tempo e o espectador começou a assistir cada vez mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Comédia romântica é um gênero que está meio esquecido nos últimos anos. Depois do <em>boom</em> que teve nos anos 1990 e 2000, os filmes fofinhos que aquecem o coração e nos fazem acreditar no amor foram cada vez mais reduzindo nas produções, dando espaço para super-heróis, adaptações de livros, grandes franquias e <em>thrillers</em> assustadores. Isso se deve principalmente ao fato de que a originalidade foi sendo perdida ao longo do tempo e o espectador começou a assistir cada vez mais longas parecidos que não acrescentavam em nada.</p>
<p>Em pleno 2019, <strong><em>Uma Nova Chance</em> </strong>cai neste problema. Maya é uma vendedora de loja que tem a oportunidade de reinventar seu estilo de vida, ao se tornar, por acidente, uma alta executiva. Em meio a novos desafios, ela vai provar que o que se aprende nas ruas vale tanto quanto um diploma universitário. Enquanto isso, enfrenta questões pessoais que moldaram a sua vida ao longos dos anos.</p>
<p>Jennifer Lopez invade as telonas mais uma vez como uma mulher de garra, trabalhadora, esforçada e que faz de tudo para conseguir as coisas na vida. Este é um padrão em vários filmes seus, como <em>Encontro de Amor</em>, por exemplo. Dando uma nova roupagem, ela agora assume o papel de mais madura, com outras questões que vão além de encontrar o amor de sua vida. Mesmo com um romance de fundo, o foco do filme é nas relações familiares e na questão profissional da protagonista.</p>
<p>Com um excesso de clichês, o filme vai construindo a trama de maneira muito objetiva e um tanto óbvia. Para superar o preconceito que sofre do mercado por não ter um diploma universitário, Maya acaba entrando na cilada de mentir no currículo. Logo ela consegue um excelente emprego e cargo de confiança, que a deixa tão empolgada quanto insegura. Todo seu potencial como líder de vendas vai se mostrando aos poucos e sendo colocado à prova.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9873" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/0656944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Uma Nova Chance" width="610" height="348" /></p>
<p>O filme, no entanto, vai mudando este enfoque aos poucos, trazendo muito cedo um ápice que poderia ter esperado mais. A descoberta da filha da protagonista acontece sem tanta emoção, porque não houve tempo hábil para criar afinidade com as personagens. Por isso, o roteiro acaba sendo ainda mais previsível, já que depois deste evento, sabemos exatamente o que acontecerá nas próximas cenas.</p>
<p>Com um elenco muito bom e com ótima química, vemos alguns potenciais desperdiçados. Milo Ventimiglia aparece muito pouco e serve apenas de apoio afetivo, enquanto a própria Vanessa Hudgens, que acaba se tornando uma coadjuvante importante, não tem espaço para mostrar seus artifícios. No lugar de aproveitar a equipe, vemos apenas J-Lo. Ela está ótima, é bem verdade. Mas um filme deveria ir muito além de sua protagonista.</p>
<p>Com várias vertentes importantes, como a relação do diploma com a capacidade profissional da pessoa, a entrega voluntária de filhos para adoção, dificuldades que uma mulher de 40 anos enfrenta pela sua posição, o filme faz a rasa opção de seguir um manual antiquado e enfadonho de comédia romântica. É difícil pensar que o diretor Peter Segal foi responsável por <em>Como Se Fosse a Primeira Vez</em>, que marcou uma época quando foi lançado, em 2004.</p>
<p><em><strong>Uma Nova Chance</strong></em> é genérico demais para ficar na memória, mas não chega a irritar o espectador. O que se revela um problema, se pensarmos que ele acaba sendo tão superficial que até para despertar sentimentos ruins se torna inábil. Excessivamente clichê, com um elenco mal aproveitado e ganchos de histórias não aprofundados, este é um longa que passará despercebido.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gNZtDZbhPh0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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