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	<title>Arquivos Um Limite entre Nós - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Um Limite entre Nós - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Logan é o destaque nas estreias desta semana (02/03). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2017 13:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Logan]]></category>
		<category><![CDATA[Um Limite entre Nós]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Logan: Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida do doente Professor Xavier em um esconderijo na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado são interrompidas com a chegada de uma jovem mutante, perseguida por forças sombrias. Confira a crítica clicando aqui! Um Limite entre Nós Direção: Denzel Washington Elenco: Denzel Washington, Viola Davis, Stephen Henderson Anos 1950. Troy Maxson (Denzel Washington) tem 53 anos e mora com a esposa, Rose [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Logan</em></strong>: Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida do doente Professor Xavier em um esconderijo na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado são interrompidas com a chegada de uma jovem mutante, perseguida por forças sombrias. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-logan/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RWSuAC9CYxo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7451" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/567969.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Um Limite entre Nós</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Denzel Washington<br />
<strong>Elenco:</strong> Denzel Washington, Viola Davis, Stephen Henderson</p>
<p>Anos 1950. Troy Maxson (Denzel Washington) tem 53 anos e mora com a esposa, Rose (Viola Davis), e o filho mais novo, Cory (Jovan Adepo). Ele trabalha recolhendo lixo das ruas e batalha na empresa para que consiga migrar para o posto de motorista do caminhão de lixo. Troy sente um profundo rancor por não ter conseguido se tornar jogador profissional de baseball, devido à cor de sua pele, e por causa disto não quer que o filho siga como esportista. Isto faz com que o jovem bata de frente com o pai, já que um recrutador está prestes a ser enviado para observá-lo em jogos de futebol americano. Com informações do Adoro Cinema. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-um-limite-entre-nos/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IVBBJw5oFbU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Noite marcada por reviravolta consagra Moonlight como o melhor filme do Oscar 2017</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2017 20:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[La La Land - Cantando Estações]]></category>
		<category><![CDATA[Manchester à Beira Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Moonlight: Sob a Luz do Luar]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Um Limite entre Nós]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o princípio, a edição de 2017 do Oscar deu indícios de que não seria uma típica entrega dos prêmios da Academia. A escolha dos vencedores em si, pode não ter, de maneira geral, guardado grandes surpresas para os espectadores, mas tivemos uma abertura de Justin Timberlake com &#8220;Can&#8217;t Stop the Feeling&#8221;, música tema de Trolls, que pareceu uma reedição de &#8220;Happy&#8221; do Pharrell Williams em 2014, tirando um pouco da reputação sisuda do Oscar, um excelente host em Jimmy [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o princípio, a edição de 2017 do Oscar deu indícios de que não seria uma típica entrega dos prêmios da Academia. A escolha dos vencedores em si, pode não ter, de maneira geral, guardado grandes surpresas para os espectadores, mas tivemos uma abertura de Justin Timberlake com &#8220;Can&#8217;t Stop the Feeling&#8221;, música tema de <i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">Trolls</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">,</span><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"> que pareceu uma reedição de &#8220;Happy&#8221; do Pharrell Williams em 2014, tirando um pouco da reputação sisuda do Oscar, um excelente </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">host </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">em Jimmy Kimmel (texplorando o quanto pôde sua &#8220;rixa&#8221; com o ator Matt Damon, com a presença do próprio na plateia e com direito a piadas envolvendo </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">A Grande Muralha </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">e </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">Compramos um Zoológico, </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">e fazendo um </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">tour </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">com turistas reais na plateia da cerimônia</span><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">), mas nada vai superar o derradeiro anúncio do vencedor na categoria melhor filme. </span></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Apresentada pela dupla Warren Beatty e Faye Dunaway (<i>Bonnie e Clyde) </i>a estatueta de melhor filme saiu da anunciada vitória de <i>La La Land: Cantando Estações </i>para as mãos dos produtores de <i>Moonlight: Sob A Luz do Luar</i>. Os organizadores do evento entregaram o envelope errado aos apresentadores da categoria (o envelope de melhor atriz, que foi Emma Stone de <i>La La Land</i>) e após os produtores do musical de Damian Chazelle agradecerem emocionados o prêmio, foram interrompidos pelo apresentador Jimmy Kimmel e pelo ator Warren Beatty que juntos com o produtor de <i>La La Land</i> esclareceram a uma plateia surpresa pela gafe: o vencedor do Oscar de melhor filme foi <i>Moonlight</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Moonlight</i>: <i>Sob a Luz do Luar </i>recebeu 3 estatuetas, melhor filme, roteiro adaptado e ator coadjuvante para Mahershala Ali. Já <i>La La Land: Cantando Estações</i>, venceu 6 Oscars, direção, fotografia, trilha sonora, canção original (&#8220;City of Stars&#8221;), direção de arte e atriz para Emma Stone. Ainda entre os atores, Casey Affleck conseguiu driblar o apelo pela vitória de Denzel Washington das últimas semanas e venceu o Oscar de melhor ator por <i>Manchester á Beira-Mar</i>, que também recebeu a estatueta de melhor roteiro original, e Viola Davis confirmou seu favoritismo como melhor atriz coadjuvante por seu desempenho em <i>Um Limite entre Nós</i>.</p>
</div>
<p>Confira a lista completa de vencedores abaixo:</p>
<p><b>Melhor Filme: </b><i>Moonlight: Sob a Luz do Luar</i></p>
<p><b>Melhor Direção</b>: Damian Chazelle, <i>La La Land: Cantando Estaçõe</i>s</p>
<p><b>Melhor Roteiro Original</b>: Kenneth Lonergan, <i>Manchester à Beira-Mar</i></p>
<p><b>Melhor Roteiro Adaptado</b>: Barry Jenkins, <i>Moonlight: Sob a Luz do Luar</i></p>
<p><b>Melhor Atriz</b>: Emma Stone, <i>La La Land: Cantando Estações</i></p>
<p><b>Melhor Ator</b>: Casey Affleck, <i>Manchester à Beira-Mar</i></p>
<p><b>Melhor Atriz Coadjuvante:</b> Viola Davis, <i>Um Limite entre Nós</i></p>
<p><b>Melhor Ator Coadjuvante</b>: Mahershala Ali,<i> Moonlight: Sob a Luz do Luar</i></p>
<p><b>Melhor Montagem</b>: <i>Até o Último Homem</i></p>
<p><b>Melhor Fotografia</b>:<i> La La Land: Cantando Estações</i></p>
<p><b>Melhor Direção de Arte</b>: <i>La La Land: Cantando Estações</i></p>
<p><b>Melhor Mixagem de Som</b>: <i>Até o Último Homem</i></p>
<p><b>Melhor Edição de Som</b>: <i>A Chegada</i></p>
<p><b>Melhor Figurino:</b> <i>Animais Fantásticos e Onde Habitam</i></p>
<p><b>Melhor Trilha Sonora Original:</b><i> La La Land: Cantando Estações</i></p>
<p><b>Melhor Canção Original</b>: &#8220;City of Stars&#8221;, <i>La La Land: Cantando Estações</i></p>
<p><b>Melhor Longa Estrangeiro: </b><i>O Apartamento</i>, Irã</p>
<p><b>Melhor Longa Documentário</b>: <i>O.J. Made in America</i></p>
<p><b>Melhor Longa de Animação</b>: <i>Zootopia</i></p>
<p><b>Melhores Efeitos Visuais</b>: <i>Mogli, O Menino Lobo</i></p>
<p><b>Melhor Maquiagem e Cabelos</b>: <i>Esquadrão Suicida</i></p>
<p><b>Melhos Curta em Live Action</b>: <i>Sing</i></p>
<p><b>Melhor Curta Documentário: </b><i>The White Helmets</i></p>
<p><b>Melhor Curta Animação</b>: <i>Piper</i></p>
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		<title>Crítica: Um Limite entre Nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2017 23:47:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[August Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Denzel Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Fences]]></category>
		<category><![CDATA[Um Limite entre Nós]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Davis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O saudoso diretor Mike Nichols conseguiu como poucos adaptar um texto do teatro para o cinema estabelecendo um equilíbrio interessante. Em Closer: Perto Demais, Nichols preservou a natureza verborrágica do teatro, mas, ainda que todo o filme girasse em torno do duelo verbal entre seus atores, o diretor entendia as demandas específicas do cinema, realizando as devidas traduções em imagens do seu texto-fonte. Em Um Limite entre Nós falta esta sensibilidade a Denzel Washington, que assumiu não apenas o posto de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O saudoso diretor Mike Nichols conseguiu como poucos adaptar um texto do teatro para o cinema estabelecendo um equilíbrio interessante. Em <i>Closer: Perto Demais</i>, Nichols preservou a natureza verborrágica do teatro, mas, ainda que todo o filme girasse em torno do duelo verbal entre seus atores, o diretor entendia as demandas específicas do cinema, realizando as devidas traduções em imagens do seu texto-fonte. Em <i>Um Limite entre Nós </i>falta esta sensibilidade a Denzel Washington, que assumiu não apenas o posto de protagonista da história que interpretou no teatro como comanda o seu elenco na função de diretor. Quando não traz para si a responsabilidade de pensar audiovisualmente determinadas passagens do texto de <i>Um Limite entre Nós</i>, Washington pode até reverenciar o autor do texto original, o dramaturgo August Wilson, também autor do seu roteiro, e sublinhar o excelente trabalho do seu elenco, boa parte vindo dos palcos, mas esquece de poupar o seu público do exercício de resistência que é assistir ao seu filme, tornando-o uma obra difícil de se acompanhar, ainda que recompensadora em momentos isolados.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa, Denzel Washington interpreta Troy Maxson, um catador de lixo que vive em uma casa simples rodeado por sua família formada pela esposa Rose, papel de Viola Davis, pelos filhos Cory e Lyons e pelo irmão Gabriel. Troy lida com a frustração de não ter conseguido fazer carreira como jogador de beisebol e, enquanto constroi uma cerca no quintal da sua propriedade, lida com alguns conflitos domésticos com Rose e seus filhos. A cerca construída por Troy é uma metáfora que perambula toda a história transformando-a em um drama sobre como é natural ao homem criar demarcações para proteger ou expelir da sua vida aqueles que ama.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7418" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Fences-1.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Um Limite entre Nós</i>, Denzel Washington opta por privilegiar na primeira metade do filme uma câmera plana, ao nível dos olhos do espectador, explorando poucos recursos da linguagem cinematográfica. Quando tenta sair desses termos, iniciando seus planos em objetos como quadros ou enquadramentos aéreos, Washington parece não ter um propósito traçado que fundamente tais escolhas. É verdade que na segunda metade do longa, esse problema se ajusta e Washington subitamente parece compreender que a dinâmica de <i>Um Limite entre Nós </i>não pode se restringir ao quintal dos Maxson, variando os cenários, seus enquadramentos e suas movimentações de câmera e explorando um pouco mais o que os recursos audioimagéticos têm a oferecer no estudo dos seus personagens. A questão é que para alguns espectadores tal tomada de consciência do diretor pode ser tarde demais já que o filme é excessivamente moroso quando o assunto é ir no ponto central da sua história.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O formato &#8220;teatral&#8221;, contudo, tem como mérito destacar o trabalho dos seus atores, que não deixam desperdiçar cada palavra do roteiro de August Wilson. Assim, se há um mérito na direção de <i>Um Limite entre Nós </i>reside no ótimo trabalho que Washington faz com seu elenco, a começar pelo seu próprio desempenho como o protagonista do drama Troy Maxson. Denzel explora todas as nuances desse homem contraditório que assume a centralidade e o controle da sua dinâmica familiar, adotando um código moral próprio que defende com muita segurança em cada situação na qual é confrontado por seus filhos. Ao lado de Washington está essa força da natureza chamada Viola Davis, que oscila entre a fibra e a doçura de Rose Maxson, matriarca da família, uma presença tão importante e inspiradora em cena quanto o intérprete de Troy. Entre os coadjuvantes, os fortes desempenhos de Stephen Henderson, que vive o melhor amigo de Troy, Jovan Adepo, filho do casal, e Mykelti Williamson, intérprete do irmão deficiente mental do personagem de Denzel.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>E como costuma acontecer com frequência no cinema, um elenco afiado faz a gente esquecer eventuais falhas do filme. <i>Um Limite entre Nós </i>acaba se impondo pela força com que Denzel, Viola e companhia tomam as rédeas dos seus personagens. É uma pena que no esforço de privilegiar esse aspecto do filme Washington tenha entendido que era necessário sacrificar seu desempenho como cineasta, quando a história do cinema está aí para provar que a arte dramática pode perfeitamente caminhar junta com a linguagem audiovisual. Não estou cobrando esforços herméticos de um cineasta que quer ser gênio e descamba na figura do realizador pretensioso, mas o mínimo de trabalho de adaptação, afinal é isso que <i>Um Limite entre Nós </i>pretende ser, uma adaptação cinematográfica de uma peça de teatro. O impacto das performances do elenco seguirá intacto, mas o filme não exigia do seu diretor uma anulação tão severa do caráter cinematográfico da obra.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IVBBJw5oFbU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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