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	<title>Arquivos Tyrese Gibson - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Tyrese Gibson - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos 10</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 20:05:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Velozes e Furiosos 10 é aquele tipo de filme que a gente sabe que é desnecessário mas que vai assistir mesmo assim porque já estamos há muito tempo acompanhando a saga de Dominic Toretto (Vin Diesel, Guardiões da Galáxia Vol. 3). No entanto, ele consegue se provar completamente necessário a medida que a história vai se desenvolvendo. Sei que sou uma grande fã de Velozes e Furiosos (sim, não faz sentido), mas posso provar o que estou falando aqui. Dominic [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em> é aquele tipo de filme que a gente sabe que é desnecessário mas que vai assistir mesmo assim porque já estamos há muito tempo acompanhando a saga de Dominic Toretto (Vin Diesel, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-guardioes-da-galaxia-vol-3/"><em>Guardiões da Galáxia Vol. 3</em></a>). No entanto, ele consegue se provar completamente necessário a medida que a história vai se desenvolvendo. Sei que sou uma grande fã de <em>Velozes e Furiosos</em> (sim, não faz sentido), mas posso provar o que estou falando aqui.</p>
<p>Dominic está curtindo a &#8220;aposentadoria&#8221; e sua família, algo que ele dá o maior valor e lutou tanto para ter e manter. Sua paz é perturbada quando um desafeto do passado retorna para vingar a morte do pai. Dante (Jason Momoa, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>) é filho de Hernan Reyes (Joaquim de Almeida, <em>Dupla Explosiva</em>) morto há mais de uma década, lá em <em>Velozes &amp; Furiosos 5: Operação Rio</em>. E é bom salientar que este é o primeiro filme, de dois, da finalização épica dessa franquia de sucesso.</p>
<p>É preciso compreender que com <em>Velozes e Furiosos</em> nós devemos sempre partir do pressuposto de que não há muito compromisso com a lógica e realidade, mas que tudo bem ser assim. Ninguém vai (ou deveria ir) assistir um longa desses esperando uma indicação ao Oscar. Mas o que diferencia esta franquia é que ela vem procurando ter algum nível de profundidade nos personagens, algo que fica muito claro aqui.</p>
<p>Todas as dores que afligem Toretto fazem dele viver no constante medo de perder aquilo que lhe é mais caro: sua família. Ainda que ele tente curtir ao máximo os momentos com o filho Brianzinho e com Letty (Michelle Rodriguez, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-viuvas/"><em>As Viúvas</em></a>), a sombra do perigo sempre paira. E é sobre isso que o filme trata. Se Dominic não exterminar de vez qualquer ameaça que ele tenha, não vai conseguir efetivamente relaxar e viver em paz.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16729" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423.jpg" alt="Velozes e Furiosos 10" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com cenas de ação muito bem construídas e orquestradas, <em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em> evolui com uma trama bem interessante que conecta vários fios soltos. São personagens entrelaçados e &#8220;ressuscitados&#8221; que são mais aprofundados, gerando conexão com o espectador. Há essa altura do campeonato, se tivéssemos aqui uma equipe de baixa qualidade, a franquia não se sustentaria da forma como se mantém. Aliás, vale pontuar que o que manter esta saga até hoje é a sua bilheteria ao redor do mundo, especialmente na América Latina, já que os EUA em si não é muito fã e costuma não prestigiar. E eles deixam isso bem claro quando botam o vilão para se criar aqui no Brasil.</p>
<p>Falando em vilão, Momoa deu seu sangue por esse personagem, que é a personificação de um psicopata. Ele está louco, perverso, sem critérios. Uma inspiração em o Coringa de Joaquim Phoenix misturado com o antagonista de <em>007 &#8211; Operação Skyfall</em>, vivido por Javier Bardem. Muito bacana de ver!</p>
<p>Como um grande fim, o roteiro se esforça em dar motivo e consequências aos personagens. Todos têm seu momento de sucesso ali e sua importância destacada. Por sinal, podem esperar todo e qualquer ator que já apareceu nestas tramas &#8211; inclusive, na cena pós-crédito. Algumas não fazem muito sentido? Sim, mas a gente ignora isso pela grandiosidade da história.</p>
<p>Uma trilha sonora bacana, personagens carismáticos, cenas de ação mescladas com drama acertado, <em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em>, no meu ponto de vista, não tem como dar errado. É aquela explosão de mentiras que nós amamos, afinal, não se pode esperar que uma franquia dessa tenha qualquer compromisso com a realidade. É para isso que estamos ali. É um filme desnecessário, sim. Excelente também.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Louis Leterrier</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jason Momoa, Tyrese Gibson, Ludacris, John Cena, Nathalie Emmanuel, Jordana Brewster, Brie Larson, Charlize Theron, Helen Mirren, Scott Eastwood, Sung Kang</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/a1w9x5U88jU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Morbius</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 19:21:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não se pode dizer que algo nos surpreendeu, quando os indícios estavam por toda parte. Para um filme que mesmo no trailer já revelava que seria uma grande salada de frutas sem sentido, de fato, não posso dizer que Morbius foi uma decepção, já que ele entregou justamente o que prometeu. Mas é que fica a sensação de que não tinha necessidade de ser tão ruim assim, sabe?! A Sony, em associação com a Marvel, surge mais uma vez para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não se pode dizer que algo nos surpreendeu, quando os indícios estavam por toda parte. Para um filme que mesmo no trailer já revelava que seria uma grande salada de frutas sem sentido, de fato, não posso dizer que <em><strong>Morbius</strong> </em>foi uma decepção, já que ele entregou justamente o que prometeu. Mas é que fica a sensação de que não tinha necessidade de ser tão ruim assim, sabe?!</p>
<p>A Sony, em associação com a Marvel, surge mais uma vez para trazer novos elementos e personagens a uma trama que já anda bem complicada e exaurida. Michael Morbius (Jared Leto, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casa-gucci/"><em>Casa Gucci</em></a>) é um jovem que sofre de uma doença sanguínea que o impossibilita de levar uma vida normal, vivendo em clínicas de recuperação. Ele cresce, então, com o foco de ser um grande médico e cientista, que vai descobrir a cura de sua doença e de seu grande amigo, Milo (Matt Smith, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-noite-passada-em-soho/"><em>Noite Passada em Soho</em></a>). Após um Nobel pela criação de um sangue artificial, ele acaba engrenando num projeto duvidoso que mistura DNA de humanos e morcegos, o que poderia levar à sua cura. O tiro sai pela culatra e ele acaba se tornando uma espécie de monstro vampiro.</p>
<p>O lançamento em tela deste novo vilão que vai contracenar com o Homem-Aranha deveria ser um grande momento, ainda mais contando com um ator que possui Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Ledo engano. Este é mais um projeto incompreensível de Jared Leto, que a cada dia que passa se torna mais um Nicolas Cage, que é ótimo artista mas toma decisões bem questionáveis na carreira. Gosto dos dois, mas tem coisas que realmente não tem como defender.</p>
<p>Existe um excesso absurdo de soluções fáceis que meio que duvidam da capacidade intelectual do espectador em compreender mais camadas do que são expostas. Clichês baratos e porcos que nos deixam incrédulos para um filme com tamanho orçamento e o espaço que ocupa por ser da Marvel. O roteiro ainda faz relações desnecessárias com outras tramas, como quando chama Milo de &#8220;alteza&#8221;, nos fazendo lembrar do papel que Matt Smith interpretou de Príncipe Phillipe na série <em>The Crown</em> ou como quando Martine corta o dedo e o sangue faz Morbius ficar agitado, tal qual Bella Swan em <em>A Saga Crepúsculo &#8211; Lua Nova</em>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15380" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842.jpg" alt="Morbius" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Essa soluções, unidas ao fato de que o roteiro em si perde o contexto (não que ele comece brilhantemente, mas tinha algum potencial ali), fazem com que as 1h45 de duração se tornem muito mais longas para o espectador, que cansa da história. Recentemente assistimos <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/"><em>Batman</em> </a>com suas 3h que nos deixaram entretidos a todo minuto. <em><strong>Morbius</strong> </em>acaba se tornando uma afronta ao nosso tempo escasso e paciência finita.</p>
<p>A medida que a trama evolui, vemos outra decisão simplória de tentar colocar um pseudo vilão para ser antagonista de Morbius, ao invés de simplesmente mostrar o caminho dele até se tornar um assassino inveterado. Milo mudando o comportamento de repente, enquanto um romance aleatório surge em cena, somente para criar motivação para as decisões ruins que o protagonista toma. Diálogos pobres ainda preenchem todos esses momentos.</p>
<p>Mas será que nada salva? Podemos dizer que os efeitos visuais são de qualidade e melhores que <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-venom/"><em>Venom</em></a>, por exemplo. Mas não chegam a ser excelentes ou de chamar a atenção, afinal, para um filme deste estilo, eles não fizeram mais que a obrigação.</p>
<p><em><strong>Morbius</strong> </em>é um filme que prometeu pouco e não entregou nada, fazendo o espectador se questionar até onde vale a necessidade da Marvel de ficar inserindo todos os personagens que funcionam bem nos quadrinhos em tramas de cinema. Curiosa mesmo eu fiquei para entender como será a junção desta história com Homem-Aranha e Venom, porque a gente sempre acha que não dá pra ficar pior. Mas sempre dá.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Daniel Espinosa</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jared Leto , Matt Smith, Adria Arjona, Jared Harris, Al Madrigal, Tyrese Gibson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/S55qvOKW5T0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Velozes &#038; Furiosos 9</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-furiosos-9/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 13:07:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Velozes &#38; Furiosos 9 é mais um episódio desta franquia de sucesso que traz Vin Diesel no papel do famoso Dominic Toretto. É de se pensar que ao chegar no nono episódio, as histórias já estariam cansadas e mal trabalhadas. Por um lado, isso é bem verdade. Essa saga começou de um jeito completamente diferente da que está agora e definitivamente poderia ter parado lá no começo. No entanto, se o espectador abstrair alguns elementos, esta continua sendo uma ótima [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Velozes &amp; Furiosos 9</em></strong> é mais um episódio desta franquia de sucesso que traz Vin Diesel no papel do famoso Dominic Toretto. É de se pensar que ao chegar no nono episódio, as histórias já estariam cansadas e mal trabalhadas. Por um lado, isso é bem verdade. Essa saga começou de um jeito completamente diferente da que está agora e definitivamente poderia ter parado lá no começo. No entanto, se o espectador abstrair alguns elementos, esta continua sendo uma ótima experiência.</p>
<p>Não vou focar muito aqui no roteiro, pois ele não oferece nada diferente do que estamos acostumados nos últimos longas. Um vilão que força os mocinhos a sair do lugar de conforto para travar uma batalha certamente impossível e que envolve muito tiro, carros caros e músculos sobressalentes. Dito isso, esse é mais um filme com uma cascata de mentiras absurdas e sequenciais. <em><strong>Velozes &amp; Furiosos 9</strong></em> não tem praticamente cena algum que revele algum compromisso com a veracidade da vida real. São muitos tiros que não atingem os mocinhos, explosões que não ferem ninguém e finalizações de embates completamente aleatórias.</p>
<p>Mas seria isso um problema? Acredito que não. Este filme (talvez a franquia como um todo) foca unicamente em entreter o espectador com ótimas cenas de ação e pancadaria. Com protagonistas carismáticos que facilmente geram empatia, isso não se torna uma tarefa tão difícil, mesmo que exista aqui uma preguiça por parte do roteiro em tentar amarrar mais a história. Não acredito que alguém vá assistir ao longa esperando uma grande experiência cinematográfica e, sim, diversão sem pretensão.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14205" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200.jpg" alt="Velozes &amp; Furiosos 9" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>Velozes &amp; Furiosos 9</strong></em> nos traz o absurdo (ou seria mesmo?) de colocar o espaço sideral na jogada e com um carro! Sim, essa cena é completamente péssima e sensacional. São tantas mentiras escrachadas que o espectador começa a deixar de se preocupar com isso e focar nos duelos. Toretto continua completamente absoluto em qualquer cena, não sendo páreo para ninguém. Neste longa, temos mais de sua história, a relação com o pai que morreu e com o irmão com quem não fala há anos.</p>
<p>Ainda temos elementos dos últimos filmes, como as vilãs interpretadas por Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/"><em>Casal Improvável</em></a>) e Helen Miren (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-mentira/"><em>A Grande Mentira</em></a>), pontuando rápidas e eficientes participações. Personagens do passado também são ressuscitados e a dinâmica funciona até bem, mesmo que fosse desnecessária.</p>
<p>Não espere um grande filme de <strong><em>Velozes &amp; Furiosos 9</em></strong>, pois ele é ruim. Mas é um ruim extremamente eficiente em oferecer entretenimento ao espectador e é justamente isso que esperamos. É por esse motivo que esta franquia segue sendo o meu grande <em>guilty pleasure</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Justin Lin</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, John Cena, Ludacris, Nathalie Emmanuel, Charlize Theron, Sung Kang, Helen Mirren</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/N2dx2M4L8T0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Crônicas de Natal &#8211; Parte Dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 00:23:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Continuação do filme de 2018, Crônicas de Natal &#8211; Parte Dois volta a mostrar a vida da família Pierce e traz uma nova aventura com o Papai Noel. Desta vez, existem dois elementos que fomentam a narrativa: o seu início, dentro de um contexto totalmente diferente da obra anterior, sendo agora que seu início tem clima solar e quente e o fato de que o universo do Noel é expandido. Estes dois pontos norteiam o longa e parecem desejar demonstrar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Continuação do filme de 2018, <em><strong>Crônicas de Natal &#8211; Parte Dois</strong></em> volta a mostrar a vida da família Pierce e traz uma nova aventura com o Papai Noel. Desta vez, existem dois elementos que fomentam a narrativa: o seu início, dentro de um contexto totalmente diferente da obra anterior, sendo agora que seu início tem clima solar e quente e o fato de que o universo do Noel é expandido. Estes dois pontos norteiam o longa e parecem desejar demonstrar o poder do espírito do Natal, bem como contar um pouco sobre o surgimento deste mundo mágico. </p>
<p>Estes traços ganham ainda mais com a nova direção. Contando com o cineasta Chris Columbus (<em>Esqueceram de Mim</em>), a produção consegue elevar a qualidade nas sequências de ação e peripécias. A experiência de Columbus com materiais voltados para o público infantil e com os <em>confort films</em> natalinos, aparecem em seu cuidado com a <em>mise-en-scène</em> que contribui para a construção deste ambiente de fantasia, alegria, bugigangas e super poderes. Todas as gags costumeiras estão ali, como na longa parte da &#8220;rebelião&#8221; dos elfos, cheias de brinquedos que voam e viram espécies de equipamentos de briga, por assim dizer, aumentando a graça e a diversão ali. </p>
<p>Outros fatores que revelam um olhar apurado são a direção de arte, a fotografia e o figurino, que parecem estar sempre em diálogo. Os detalhes das vestimentas e dos elementos de cena chamam atenção não apenas por evocarem o espírito de Natal em suas cores e estilos, mas por revelarem sobre as personalidades das personagens e as situações que eles estão vivendo. Um exemplo são as transições de acontecimentos durante a projeção, na qual as paletas de cores vão se alternando entre mais abertas e solares, indo para as mais sóbrias, terrosas e azuladas para, por fim, misturar estes dois tons em seu desfecho. Algo que passa uma sensação de equilíbrio da sua dinâmica dentro do enredo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13545" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1893831.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Crônicas de Natal - Parte Dois" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1893831.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1893831.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1893831.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1893831.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Algo que ajuda nesta conjunção bem sucedida de<em><strong> Crônicas de Natal &#8211; Parte Dois</strong></em> são as atuações. Kurt Russel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-8-odiados/">Os <em>Oito Odiados</em></a>) mantém a sua performance divertida e leve aqui. Mas, existem dois destaques na interpretação, sendo eles: Goldie Hawn (<em>O Clube das Desquitadas</em>) e Jahzir Bruno (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-convencao-das-bruxas/"><em>Convenção das Bruxas</em></a>). Hawn faz uma Mamãe Noel descolada e doce ao mesmo tempo. A atriz imprime detalhes em sua construção que elevam bastante a sua participação. O seu olhar está sempre atento para as ações das cenas e ela coloca os sentimentos da Noel em pauta todo momento. Já Bruno, além de um grande carisma, é ágil em seu <em>timing</em> cômico e possui a capacidade de transmitir as emoções de sua personagem de maneira fluida.</p>
<p>No entanto, apesar de possuir estas características positivas, esta segunda parte da franquia não passa perto de alcançar o resultado de seu antecessor. Primeiramente, ele utiliza um esqueleto narrativo parecido. As situações são as mesmas – há um problema entre os Pierce, perdem algo que precisam encontrar para salvar o Natal, número musical, resolução do conflito de Noel e feitura de pazes entre os Pierce -, o que muda são apenas os locais e algumas novidades são colocadas, como a viagem no tempo. A escolha acaba que por tirar um pouco da graça dos momentos de suspensão. Este caminho de repetir a base do material original é recorrente no cinema, mas a questão é que precisa ser bem feita para que funcione e não crie tédio em quem assiste.</p>
<p>Aqui em <em><strong>Crônicas de Natal &#8211; Parte Dois</strong></em>, tudo soa um tanto artificial, como se tentassem repetir a fórmula, mas sem a organicidade necessária. Talvez, fosse preciso pensar o que teria sentido usar neste novo material. Porque a trama acaba ficando enfraquecida pelas as obviedades dos nós e desenlaces. Ainda, para completar, alguns diálogos são bastante expositivos. Para finalizar, há uma reiteração dos fatos desnecessária até para uma comédia leve de final de ano. Isto soa como uma subestimação do público. Outro incômodo são algumas gorduras que diminuem a sua fluidez rítmica. Pode-se dizer, porém, que a exibição é agradável e se salva pelo carisma do elenco e a inventividade da direção de Columbus.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Chris Columbus</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Kurt Russel, Goldie Hawn, Darby Camp, Judah Lewis, Jahzir Bruno, Kimberly Williams-Paisley, Julian Dennison, Tyrese Gibson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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