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	<title>Arquivos Tuppence Middleton - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Tuppence Middleton - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Downton Abbey 2 &#8211; Uma Nova Era</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 15:53:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Downton Abbey 2 &#8211; Uma Nova Era chega aos cinemas para aplacar o coração dos fãs mais fervorosos que sentem falta do universo da aclamada série (inclusive eu mesma). Então é importante deixar logo claro que este é um filme com pouco compromisso com o público geral, já que o foco maior é nos fãs que já conhecem a história e os personagens. Dentro deste âmbito, ele é muito bem sucedido. Depois da passagem da Rainha da Inglaterra por Downton, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Downton Abbey 2 &#8211; Uma Nova Era</em></strong> chega aos cinemas para aplacar o coração dos fãs mais fervorosos que sentem falta do universo da aclamada série (inclusive eu mesma). Então é importante deixar logo claro que este é um filme com pouco compromisso com o público geral, já que o foco maior é nos fãs que já conhecem a história e os personagens. Dentro deste âmbito, ele é muito bem sucedido.</p>
<p>Depois da passagem da Rainha da Inglaterra por Downton, a família agora lida com uma herança inesperada que surgiu para Violet, de um romance que ela teve no passado. Enquanto isso, a medida que a família atravessa por algumas dificuldades financeiras, eles resolvem aceitar a proposta de um estúdio que quer gravar um filme no local, aproveitando toda o luxo e imponência. É claro que família e empregados vão ficar completamente sem rumo com a mudança repentina na rotina.</p>
<p>O roteiro apresenta alguns pontos importante da evolução dos personagens. Mary lida com um casamento afastado onde o marido tem mais tempo para os carros do que para ela. Ainda assim, segue na firmeza desta união em prol do nome da família, algo que lhe é visivelmente custoso. Edith tenta retomar a carreira de jornalista depois de ter tido o segundo filho. Tom está recém casado construindo um novo lar para sua família. As dinâmicas são variadas e seguem o cerne da série, que não possuía tantos rompantes ou plot twists, já que o foco sempre foi no dia a dia dos personagens.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15461" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n.jpg" alt="Downton Abbey 2 - Uma Nova Era" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda que saibamos que esse é um filme criado unicamente por conta do sucesso do anterior, eles conseguiram fazer de uma forma que a história case perfeitamente e não pareça criada do nada. Existe continuidade e sentido em tudo ali. Algo esperado já que Julian Fellowes, responsável pela criação da série original, é também quem assina o roteiro aqui.</p>
<p>Retornar à Downton, com toda a sua imponência, trajes impecáveis e maneirismos é algo que realmente encanta o espectador mais fanático. A trilha sonora casa perfeitamente com a fotografia e o figurino, nos lembrando do quanto a série foi incrível. O fato de todo o elenco original topar essas empreitadas é também um detalhe importante, já que são muitos personagens e mesmo os coadjuvantes tem sua relevância e momento de destaque.</p>
<p>No final do filme, temos um desfecho honroso, esperado e necessário a uma das personagens. Nada menos do que toda a sua história até ali, nos fazendo enxugar lágrimas de um saudosismo que já vai ficando. Tudo feito de uma maneira leve para combinar com a aura de fim de tarde de verão que o filme tem.</p>
<p>Ainda que <em><strong>Downton Abbey 2 &#8211; Uma Nova Era</strong></em> seja um longa criado completamente para os seus fãs, não há nada que o desmereça por isso. Ao contrário, o eleva ao patamar de sustentar o sucesso e aclamação que foi a série. Se você assistiu, com certeza vai adorar o filme.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Simon Curtis</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Maggie Smith, Jim Carter, Penelope Wilton, Imelda Staunton, Tuppence Middleton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/zJtgs_5SQyQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Mank (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 16:11:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Responsável por A Rede Social e Garota Exemplar, o diretor David Fincher retorna às telonas depois de um período focado na ótima série Mindhunter, também da Netflix. A parceria de peso do cineasta com o estúdio rendeu Mank, uma produção intimista e diferenciada que aborda a trajetória do roteirista Herman J. Mankiewicz na criação da obra-prima icônica de Orson Welles, Cidadão Kane (1941). Em preto e branco, o filme é uma reverência cuidadosa à Era de Ouro de Hollywood, mesmo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Responsável por <em>A Rede Social</em> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>, o diretor David Fincher retorna às telonas depois de um período focado na ótima série <em>Mindhunter</em>, também da <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/netflix/"><em>Netflix</em></a>. A parceria de peso do cineasta com o estúdio rendeu <strong><em>Mank</em></strong>, uma produção intimista e diferenciada que aborda a trajetória do roteirista Herman J. Mankiewicz na criação da obra-prima icônica de Orson Welles, <em>Cidadão Kane</em> (1941).</p>
<p>Em preto e branco, o filme é uma reverência cuidadosa à Era de Ouro de Hollywood, mesmo que não deixe de pontuar questões importantes a serem debatidas sobre os comportamentos da época. A ambientação é o que faz o espectador se inserir por completo nesta história que passeia por várias temáticas e personas, se aprofundando o necessário, sem cair no erro do excesso.</p>
<p>Os personagens são bem trabalhados nas suas personalidades, ampliando o círculo de protagonismo e permitindo a todos uma inserção real na história. A atuação de Gary Oldman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-destino-de-uma-nacao/"><em>O Destino de uma Nação</em></a>) é absolutamente impecável e digna de sua indicação a premiações. Ele intensifica o duplo lado de Mank: o alcoólatra que é sempre demitido e negligencia o trabalho em paralelo com o homem preocupado que salvou a vida de dezenas de alemães, que fugiam da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Amanda Seyfried (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mamma-mia-la-vamos-nos-de-novo/"><em>Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo</em></a>) vive Marion Davies, atriz que teve importante papel na construção do roteiro de Cidadão Kane. Ela protagoniza pontuais e importantes momentos no longa, o que lhe rendeu a sua primeira e merecida indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13890" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1.png" alt="Mank" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ser pretensioso é um dos maiores problemas de <em><strong>Mank</strong></em>. O espectador mais atento consegue perceber constantemente que Fincher tinha a intenção de criar algo grandioso, uma obra-prima, um filme memorável. E por mais que no fundo saibamos que essa é a intenção da maioria dos cineastas com produções importantes, perceber isso em cena é problemático. É como se o diretor estivesse o tempo todo dizendo: &#8220;Olha como eu sou excelente, olha como essa construção é impecável&#8221;. Falta sutileza na direção.</p>
<p>Ainda assim, David Fincher apresenta um dos melhores trabalhos de sua carreira. Este roteiro foi criado em parceria com o pai dele, Jack Fincher, e levou anos sendo maturado e lapidado, até finalmente chegar às telonas. Esse cuidado de aparar as arestas é perceptível, já que não vemos excessos no longa. Ele caminha ligando todos os elementos e apresentando ao espectador os detalhes necessários da história.</p>
<p><em><strong>Mank</strong> </em>é um ótimo filme que merece todas as indicações que recebeu no Oscar 2021. No entanto, arrisco dizer que, mesmo liderando em número de indicações, ele não será o favorito para levar estatuetas. Não por não ter a qualidade necessária, mas por não ser tão apelativo como outros concorrentes.</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Fincher<br />
<strong>Elenco:</strong> Gary Oldman, Amanda Seyfried, Lily Collins, Tom Pelphrey, Arliss Howard, Joseph Cross, Tuppence Middleton, Tom Burke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vuKEg9qgDOc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Downton Abbey &#8211; O Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2019 18:33:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou aos cinemas nacionais esta semana o longa Downton Abbey &#8211; O Filme, uma sequência da história criada pelo seriado de televisão homônimo, que chegou ao fim em 2015. Embora o estilo de público da série não seja do tipo que acompanha a posteridade e torce para uma reunion, o longa acabou tendo um grande alvoroço e gerou expectativa. Talvez porque Downton Abbey tenha sido uma das séries históricas mais bem sucedidas de todos os tempos, com diversos troféus e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou aos cinemas nacionais esta semana o longa <em><strong>Downton Abbey &#8211; O Filme</strong></em>, uma sequência da história criada pelo seriado de televisão homônimo, que chegou ao fim em 2015. Embora o estilo de público da série não seja do tipo que acompanha a posteridade e torce para uma <em>reunion</em>, o longa acabou tendo um grande alvoroço e gerou expectativa. Talvez porque <em>Downton Abbey</em> tenha sido uma das séries históricas mais bem sucedidas de todos os tempos, com diversos troféus e premiações importantes.</p>
<p>Para dar um contexto, a série conta a história de uma família aristocrática inglesa, os Crawley, e seus criados, no início do século XX, a partir de 1912. Com receio de perder o título nobre, já que só tem filha mulher, o patriarca resolve investir na ideia de casar as moças e conseguir garantir o seu legado. Enquanto isso, os empregados da casa, que são em maior número do que a própria família, fazem com que a residência, que mais parece um castelo, funcione plenamente.</p>
<p>Parece uma história simplória, se não fosse o fato de que o roteirista e criador Julian Fellowes (<em>A Jovem Rainha Vitória</em>) dá diversos tons sociais ao debate travado. O que foi dito anteriormente é apenas um pano em branco para tecer diversas narrativas, como a luta de classes, ascensão da mulher no mercado de trabalho, machismo, preconceitos, supremacia e etc. De uma maneira sutil &#8211; porém nem tanto &#8211; ele vai esmiuçando cada temática de maneira cuidadosa e empenhada. Além disso, a série foi efetivamente gravada na casa que é dita como Downton Abbey, com pouco uso de estúdio. O figurino foi tão elogiado que rendeu prêmios.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11684" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/2668175.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Downton Abbey - O Filme" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/2668175.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/2668175.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/2668175.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas e o filme? Bom, tendo em mente todo esse cenário de criação da história e levando em consideração que ela foi bem finalizada ao fim da série, qual seria o benefício de um longa que funciona como uma continuação? <strong><em>Downton Abbey &#8211; O Filme</em> </strong>é como os especiais de Natal que tinham ao final de todas as temporadas (um episódio mais longo e de finalização do conteúdo). Particularmente, eram os meus favoritos. Dito isso, sim, eu adorei o filme.</p>
<p>É delicioso poder adentrar novamente na narrativa bem construída de <em>Downton Abbey</em>. Os diálogos bem afiados, o figurino impecável, o cenário perfeito. Tudo está de volta, como se nenhuma peça tivesse sido tirada do lugar desde a última gravação, em 2015. O cuidado com a continuidade é admirável, principalmente do ponto de vista técnico.</p>
<p>Outro detalhe muito importante é que eles conseguiram reunir todo o elenco novamente. Uma das grandes dificuldades em transformar uma série em filme é a rejeição de alguns artistas em participar deste novo modelo. Veja o caso de <em>Friends</em>, onde as meninas do grupo querem um revival e os rapazes são sempre relutantes. Neste caso específico, se um ou outro ator não topasse, talvez não mudasse tanto a história. Mas definitivamente faria falta. Então é maravilhoso quando vemos todos ali, desde os mais coadjuvantes até os principais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11685" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Downton Abbey - O Filme" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Se reunir o elenco original é um dos pontos mais altos, o outro definitivamente é a inserção de novos personagens. Aliás, de uma específica. A atriz Imelda Staunton (<em>Harry Potter e a Ordem da Fênix</em>) entra como a prima distante da personagem de Maggie Smith (franquia <em>Harry Potter</em>). Maud Bagshaw é ácida e não poupa termos para falar o que pensa para Violet Crawley. Essa, por sua vez, já é conhecida pela língua afiada e senso crítico desmedido. Juntas, elas protagonizam as melhores cenas do longa, com picos de atuação e emoção. É sensacional de se ver.</p>
<p>Então não há defeito em <em><strong>Downton Abbey &#8211; O Filme</strong></em>? Claro que há. A própria proposta do filme é um pouco vaga demais. A motivação para o alvoroço na casa é a chegada repentina do Rei, que funciona até certo ponto, mas acaba se estendendo por tempo demais. Pode soar um pouco superficial em alguns momentos. Nada disso, no entanto, tira o brilho deste retorno triunfal.</p>
<p><em><strong>Downton Abbey &#8211; O Filme</strong></em> é um longa feito para os poucos, porém fieis, fãs da série, que almejam entrar mais uma vez neste universo da aristocracia britânica e se deliciar com um bom roteiro, excelentes atuações e cenário incrível. Quem for assistir desavisado vai perder grande parte do contexto de todas as informações e até das muitas piadas que acontecem. É um filme para os fãs, definitivamente. E esses ficarão imensamente felizes com o resultado.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Engler<br />
<strong>Elenco:</strong> Michelle Dockery, Hugh Bonneville, Maggie Smith, Imelda Staunton, Jim Carter, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael, Allen Leech, Tuppence Middleton, David Haig, Geraldine James, Simon Jones, Kate Phillips, Stephen, Campbell-Moore, Matthew Goode, Kevin Doyle, Joanne Froggatt, Rob James-Collier</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H4yjIptbosk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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