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	<title>Arquivos Trainspotting - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Trainspotting - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: T2 Trainspotting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2017 23:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Boyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem que se dedicasse ao extremo, o diretor Danny Boyle conseguiria em T2 Trainspotting um resultado semelhante ao do filme cuja história dá prosseguimento, Trainspotting: Sem Limites, de 1996. O impacto cultural daquele longa de vinte anos atrás não é resgatado por esta continuação, afinal o Boyle de hoje (vencedor do Oscar por Quem quer ser um Milionário? e requisitado pela indústria) não é o mesmo diretor indie da década de 1990, nem o cinema é o mesmo daquela época, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Nem que se dedicasse ao extremo, o diretor Danny Boyle conseguiria em <i>T2 Trainspotting </i>um resultado semelhante ao do filme cuja história dá prosseguimento, <i>Trainspotting: Sem Limites</i>, de 1996. O impacto cultural daquele longa de vinte anos atrás não é resgatado por esta continuação, afinal o Boyle de hoje (vencedor do Oscar por <i>Quem quer ser um Milionário? </i>e requisitado pela indústria) não é o mesmo diretor <i>indie</i> da década de 1990, nem o cinema é o mesmo daquela época, fazendo com que o que fora apresentado como arrojado tempos atrás em <i>Trainspotting </i>seja considerado repetição atualmente. Com uma trama baseada no livro homônimo de Irvine Welsh, o filme de 1996<i> </i>contava a história de um grupo de rapazes de Edimburgo na Escócia viciados em heroína, construindo uma jornada de recuperação de um deles, Renton, papel de Ewan McGregor. O filme é cultuado até hoje por conseguir captar o espírito de uma geração e dimensionar para as telas o vício pelas drogas, com imagens lisérgicas e montagem &#8220;nervosa&#8221; que acompanhava uma câmera igualmente inquieta.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tentando explorar o consumo do sexo (prostituição, pornôs na internet etc.) como a compulsão dos nossos tempos, <i>T2 Trainspotting </i>até deixa a desejar nesse quesito, já que usa isso apenas como pano de fundo para o seu interesse primeiro, seus personagens. Baseado em <i>Pornô, </i>também de Irvine Welsh, o esforço de dimensionar sensorialmente um vício cede lugar para a narrativa desse grupo de agora quarentões tentando ajustar mágoas e dívidas do passado. Acontece que, ainda que explore pouco esse universo do comércio sexual que o cerca, sendo bastante tímido nesse departamento, a continuação dirigida por Danny Boyle não deixa de ser menos interessante por demonstrar um engajado movimento de levar seus personagens a lugares nunca antes visitados, oferecendo um ponto de vista amadurecido sobre suas vidas, escolhas, relações, um mergulho profundo e consciente que talvez a juventude de vinte anos atrás não poderia proporcionar</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>T2 Trainspotting</i> acompanhamos Renton retornando a Edimburgo com a vida refeita e livre das drogas. Após os eventos do primeiro filme, os demais rapazes não tiveram o mesmo destino, lidando com atividades clandestinas, passando por dificuldades para superar o vício e cheios de problemas familiares. Na medida que Renton retorna ao convívio social com seus amigos, ele revela o verdadeiro motivo da sua volta.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7512 size-thumbnail" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/t2-jb-01780-edit-610x343.jpg" alt="" width="610" height="343" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em seus aspectos formais, <i>T2 Trainspotting </i>resgata a abordagem do longa de 1996, abusando de uma montagem acelerada e de diversificadas propostas de câmera. Enquanto lá isso tudo surgia como um experimentalismo de Boyle, que bebia da proposição de um cinema inclinado para a estética clipeira, aqui esses artifícios surgem como uma forma de demarcar o território para que o espectador reconheça aquele <i>modus operandi </i>de contar uma história nos moldes <i>Trainspotting</i>, algo que, inclusive já foi exaustivamente apropriado. Como já destacado, <i>T2 Trainspotting </i>cresce aos olhos do espectador pelo olhar que tem para seus personagens e sua história vinte anos depois, uma perspectiva que retoma o passado para avançar na sua reflexão a respeito de novas preocupações, entre elas a paternidade e o legado que esses personagens deixarão para os seus filhos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> No lugar de uma continuação que resgata tramas e sujeitos por mero fetiche nostálgico, o longa tem como mérito trazer os mesmos personagens de antes porém com uma perspectiva diferente de si, algo que acaba justificando a existência da sequência não apenas por um ponto de vista mercadológico ou pelo apelo afetivo  que o primeiro longa tem com seus fãs. Em <i>Trainspotting</i> e ao longo da própria carreira de Danny Boyle, o que antes era anarquia estética e narrativa, hoje é cosmetizado pelo próprio cineasta, foi banalizado por um incontável número de filmes que o sucedeu e é usado aqui como assinatura. Diferente do longa de 1996, <i>T2 Trainspotting </i>não afirma seu brilho pelo arrojo formal, mas pela sua narrativa, demonstrando uma compreensão mais madura de Boyle para aqueles personagens que ajudou a dar forma vinte anos atrás com os icônicos desempenhos de Ewan McGregor, Ewen Bremner, Robert Carlyle e Jonny Lee Miller (ainda ótimos), uma mudança de prioridade válida, pertinente e bem aplicada pelo cineasta.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pFHOzN3Yk1M" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Livros! &#8212;-&#062; Filmes! &#8212;-&#062; Trilhas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teco Sodre]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 19:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre justifiquei a minha paixão pelo cinema com a ideia de que a sétima arte é mais completa dentre todas. Quando assistimos a um filme, vemos nele a integração de várias manifestações artísticas em uma só: nos filmes vemos o teatro representado pelas atuações; as artes plásticas expressas na direção de arte; a fotografia das cenas e seus poemas visuais; a literatura e seus textos bem alocados nas falas das personagens; o figurino desfilando a moda do presente, do passado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre justifiquei a minha paixão pelo cinema com a ideia de que a sétima arte é mais completa dentre todas. Quando assistimos a um filme, vemos nele a integração de várias manifestações artísticas em uma só: nos filmes vemos o teatro representado pelas atuações; as artes plásticas expressas na direção de arte; a fotografia das cenas e seus poemas visuais; a literatura e seus textos bem alocados nas falas das personagens; o figurino desfilando a moda do presente, do passado e do futuro; e, como não poderia faltar, a música envolvendo cada trama com canções bem selecionadas e, muitas vezes, criadas especificamente para cada história.</p>
<p>As trilhas sonoras são muito marcantes e selam um vínculo profundo entre o espectador e o filme que ela embala, tanto que algumas músicas automaticamente rememoram uma cena de cinema ou o próprio filme. É o caso, por exemplo, do filme <em>Curtindo a Vida Adoidado</em>, que traz como marca musical a canção Twist and Shout, dos Beatles. Ou como Unchained Melody, interpretada pelos Righteous Brothers, marca registrada do filme <em>Ghost &#8211; Do Outro Lado da Vid</em>a.</p>
<p>E foi refletindo sobre essa salada de manifestações artísticas que nasceu esse hit parade (com direito a um bônus track!), com as melhores trilhas sonoras de filmes adaptados de livros. Ou seja: misturamos literatura, cinema e música num só post, para que você também se delicie com essa receita insuperável de puro prazer. Aqui está o nosso (re)mix:</p>
<figure id="attachment_2251" aria-describedby="caption-attachment-2251" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cena-de-as-vantagens-de-ser-invisivel-de-stephen-chbosky-.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2251 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cena-de-as-vantagens-de-ser-invisivel-de-stephen-chbosky-.jpg" alt="cena-de-as-vantagens-de-ser-invisivel-de-stephen-chbosky-" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2251" class="wp-caption-text">O longa tem muitas músicas dos anos 80</figcaption></figure>
<p><strong><em>1 &#8211; As Vantagens de Ser Invisível</em></strong><br />
[Autor e Diretor: Stephen Chbosky]</p>
<p>Esse é um caso de megalomania que deu certo: primeiro ele escreveu o livro; depois, ele sentiu o desejo de roteirizar sua obra para o cinema; ainda não contente com isso, o cara vai e dirige o próprio roteiro! E faz tudo isso muito bem feito! Stephen Chbosky escolheu a dedo a equipe que o ajuda a realizar <em>As Vantagens de Ser Invisível</em>, filme/livro que se tornou febre entre os adolescentes mais descolados do mundo inteiro. Como se não bastasse ter os incríveis jovens atores Ezra Miller, Logan Lerman e Emma Watson, convidou também Michael Brook para produzir essa trilha sonora marcante que ecoa por todos os cantinhos do nosso cérebro, por onde cada cena desse filmaço percorreu. The Smiths, New Order, Sonic Youth, Cocteau Twins, David Bowie&#8230; Ou seja: só a trilha já é uma das grandes vantagens para assistir a esse longa!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
It Could Be Another Change &#8211; The Samples<br />
Temptation &#8211; New Order<br />
Evensong &#8211; The Innocence Mission<br />
Asleep &#8211; The Smiths<br />
Low &#8211; Cracker<br />
Teenage Riot &#8211; Sonic Youth<br />
Pearly Dewdrops&#8217; Drops &#8211; Cocteau Twins<br />
Heroes &#8211; David Bowie</p>
<figure id="attachment_2252" aria-describedby="caption-attachment-2252" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/trainspotting.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2252 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/trainspotting.jpg" alt="trainspotting" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2252" class="wp-caption-text">Nessa insana trilha sonora, ícones do rock/pop clássico e contemporâneo</figcaption></figure>
<p><em><strong>2 &#8211; Trainspotting</strong></em><br />
[Autor: Irvine Welsh/Diretor: Danny Boyle]</p>
<p>Essa grande adaptação do livro de Irvine Welsh já figurou aqui, no Coisa de Cinéfilo, como uma das melhores transposições da literatura para o cinema. Não tenho dúvidas de que a trilha sonora desse filme ajuda e muito a transmitir para o espectador toda a atmosfera de loucura, vulnerabilidade e violência inerentes à própria história, diga-se de passagem, muito bem adaptada por John Hodge. Nessa insana trilha sonora, ícones do rock/pop clássico e contemporâneo como Blur, Iggy Pop, New Order, Brian Eno, Primal Scream, Lou Reed, Pulp e Joy Division. Imperdível!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
Lust For Life &#8211; Iggy Pop<br />
Deep Blue Day &#8211; Brian Eno<br />
Trainspotting &#8211; Primal Scream<br />
Temptation &#8211; New Order<br />
Night Clubbing &#8211; Iggy Pop<br />
Sing &#8211; Blur<br />
Perfect Day &#8211; Lou Reed<br />
Mile End &#8211; Pulp<br />
Born Slippy &#8211; Underworld<br />
Closet Romantic &#8211; Damon Albarn<br />
Choose Life &#8211; PF Project featuring Ewan McGregor<br />
The Passenger &#8211; Iggy Pop<br />
Dark &amp; Long&#8221; (Dark Train) &#8211; Underworld<br />
Carmen Suite No.2 &#8211; Georges Bizet<br />
Golden Years &#8211; David Bowie<br />
Nightclubbing&#8221; (Baby Doc Remix) &#8211; Iggy Pop<br />
Come Together &#8211; Primal Scream<br />
Atmosphere &#8211; Joy Division</p>
<figure id="attachment_2255" aria-describedby="caption-attachment-2255" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Stand-By-Me-1986-1024x474.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2255 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Stand-By-Me-1986-1024x474.jpg" alt="Stand-By-Me-1986-1024x474" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2255" class="wp-caption-text">Trilha sonora para aquele momento nostálgico, relembrando os áureos tempos da Sessão da Tarde</figcaption></figure>
<p><em><strong>3 &#8211; Conta Comigo</strong></em><br />
[Autor: Stephen King/Diretor: Rob Reiner]</p>
<p>Este filme, baseado no conto <em>The Body</em> (O Corpo), do escritor Stephen King (e parte integrante do livro <em>O Outono da Inocência</em>), com certeza, marcou a infância de muita gente. No elenco, algumas crianças prodígio como River Phoenix (um grande ator que nos deixou precocemente) e o eterno goonie Corey Feldman, além de estrelas como Kiefer Sutherland, John Cusack e Richard Dreyfuss (como narrador). <em>Conta Comigo</em> é o tipo de filme que uma só música da trilha o representa muito bem: neste caso, estamos falando da épica &#8220;Stand By Me&#8221;, de Ben E. King, que já foi regravada, inclusive, por John Lennon, para o álbum Rock &#8216;n&#8217; Roll. Mas essa bela história sobre as nuances da amizade entre garotos, enquanto a adolescência começa a &#8220;bater em suas portas&#8221;, também é embalada por outros artistas clássicos como Buddy Holly, Jerry Lee Lewis e The Fleetwoods. Trilha sonora para aquele momento nostálgico, relembrando os áureos tempos da Sessão da Tarde:</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
Stand by Me &#8211; Ben E. King<br />
Lollipop &#8211; The Chordettes<br />
Book of Love &#8211; The Monotones<br />
Everyday &#8211; Buddy Holly<br />
Great Balls of Fire &#8211; Jerry Lee Lewis<br />
Let the Good Times Roll &#8211; Shirley e Lee<br />
Come Go with Me &#8211; The Del Vikings<br />
Get a Job &#8211; The Silhouettes<br />
Come Softly to Me &#8211; The Fleetwoods<br />
Hush-A-Bye &#8211; The Mystics</p>
<figure id="attachment_2253" aria-describedby="caption-attachment-2253" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/fhd008NHP_Kat_Dennings_012.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2253 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/fhd008NHP_Kat_Dennings_012.jpg" alt="fhd008NHP_Kat_Dennings_012" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2253" class="wp-caption-text">A música é o grande e poderoso elo entre o casal</figcaption></figure>
<p><em><strong>4 &#8211; Nick e Norah: Uma noite de amor e música</strong></em><br />
[Autor: David Levithan e Rachel Cohn / Diretor: Peter Sollet]</p>
<p>David Levithan tem se tornado um ícone, junto com John Green, dos romances divertidos escritos, especialmente, para os adolescentes de nossa década. O livro é tão legal e descolado que os autores prepararam uma playlist de agradecimentos para os amigos e colaboradores do projeto. O ponto forte dessa trama (e um dos motivos que trouxeram o longa para essa lista) é que a personagem Norah é filha do dono da Electric Lady Studios, estúdio real por onde já passaram vários grandes astros da música como Radiohead, Muse e Daft Punk. A música é o grande e poderoso elo entre o casal e, portanto, o ponto central dessa história recheada de bom-humor, fofura e de uma playlist, realmente, infinita. Para ver e ouvir muito bem acompanhado!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
Speed of Sound &#8211; Chris Bell<br />
Lover &#8211; Devendra Banhart<br />
Ottoman &#8211; Vampire Weekend<br />
Fever &#8211; Takka Takka<br />
Xavia &#8211; The Submarines<br />
After Hours &#8211; We Are Scientists<br />
Our Swords &#8211; Band of Horses<br />
Silvery Sleds &#8211; Army Navy<br />
Baby, You&#8217;re My Light &#8211; Richard Hawley<br />
Very Loud &#8211; Shout Out Louds<br />
How to Say Goodbye &#8211; Paul Tiernan<br />
Last Words &#8211; The Real Tuesday Weld</p>
<figure id="attachment_2254" aria-describedby="caption-attachment-2254" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/forrest-gump.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2254 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/forrest-gump.jpg" alt="forrest-gump" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2254" class="wp-caption-text">Uma verdadeira viagem pela história da música norte-americana, com 57 canções</figcaption></figure>
<p><strong><em>5 &#8211; Forrest Gump</em></strong><br />
[Autor: Winston Groom/Diretor: Robert Zemeckis]</p>
<p>Outro longa que já esteve na nossa lista de melhores adaptações, mas que também se faz indispensável nessa lista aqui:<em> Forrest Gump</em> tem uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos, não só por contar com verdadeiros &#8220;mestres&#8221; conhecidos no mundo inteiro, mas principalmente porque cada canção conduz de modo bastante íntimo a cena da qual faz parte. Também é uma trilha absurdamente grande, uma verdadeira viagem pela história da música norte-americana, com 57 canções, dentre as quais vou destacar aqui algumas bem conhecidas e marcantes.</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
Hound Dog &#8211; Elvis Presley<br />
Blowin&#8217; In The Wind &#8211; Joan Baez<br />
Fortunate Son &#8211; Creedence Clearwater Revival<br />
I Can&#8217;t Help Myself (Sugar Pie Honey Bunch) &#8211; The Four Tops<br />
Respect &#8211; Aretha Franklin<br />
Rainy Day Women #12 &amp; 35 &#8211; Bob Dylan<br />
Sloop John B &#8211; The Beach Boys<br />
California Dreamin&#8217; &#8211; The Mamas And The Papas<br />
For What It&#8217;s Worth &#8211; Buffalo Springfield<br />
What The World Needs Now Is Love &#8211; Jackie DeShannon<br />
Break On Through (To The Other Side) &#8211; The Doors<br />
Mrs. Robinson &#8211; Simon &amp; Garfunkel<br />
Let&#8217;s Get Together &#8211; The Youngbloods<br />
San Francisco (Be Sure To Wear Some Flowers In Your Hair) &#8211; Scott McKenzie<br />
Turn! Turn! Turn! (To Everything There Is A Season) &#8211; The Byrds<br />
Medley: Aquarius/Let The Sunshine In &#8211; The Fifth Dimension<br />
Stoned Love &#8211; The Supremes<br />
Raindrops Keep Falling On My Head &#8211; B.J. Thomas<br />
Sweet Home Alabama &#8211; Lynyrd Skynyrd<br />
Go Your Own Way &#8211; Fleetwood Mac<br />
On The Road Again &#8211; Willie Nelson<br />
Against The Wind &#8211; Bob Seger &amp; The Silver Bullet Band<br />
Forrest Gump Suite &#8211; Alan Silvestri</p>
<figure id="attachment_2257" aria-describedby="caption-attachment-2257" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Miranda-Andy-Emily-the-devil-wears-prada-205003_1400_930.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2257 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Miranda-Andy-Emily-the-devil-wears-prada-205003_1400_930.jpg" alt="Miranda--Andy--Emily-the-devil-wears-prada-205003_1400_930" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2257" class="wp-caption-text">A trilha sonora desse filme é deliciosa</figcaption></figure>
<p><strong><em>6 &#8211; O Diabo Veste Prada</em></strong><br />
[Autor: Lauren Weisberger /Diretor: David Frankel]</p>
<p>O longa conta a história de Andy, aspirante a escritora de uma grande revista, e sua relação com Miranda Priestly, sua mais nova e mais exigente patroa, inspirada na poderosa Anna Wintour, editora de moda da Revista Vogue americana. Tá certo que o filme é da Meryl Streep, que consegue nos fazer odiá-la e amá-la ao mesmo tempo (coisa para poucos!). Mas, sejamos honestos: a trilha sonora desse filme é deliciosa e ajuda (e muito!) a olharmos, com brilho nos olhos, muito mais para Prada que o Diabo, encarnado na Meryl, veste.</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
I Don&#8217;t Love Anyone &#8211; Belle &amp; Sebastian<br />
Jump &#8211; Madonna<br />
Les Yeux Ouverts (Dream a Little Dream) &#8211; The Beautiful South<br />
Our Remains &#8211; Bitter:Sweet<br />
Suddenly I See &#8211; KT Tunstall<br />
Vogue &#8211; Madonna<br />
Bittersweet Faith​ -​ Bitter:Sweet<br />
City of Blinding Lights​ -​ U2<br />
Seven Days in Sunny June​ &#8211; ​Jamiroquai<br />
Crazy​ &#8211; ​Alanis Morissette<br />
Beautiful​ &#8211; ​Moby</p>
<figure id="attachment_2256" aria-describedby="caption-attachment-2256" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/romeo_and_julia_still_04.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-2256 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/romeo_and_julia_still_04.jpeg" alt="romeo_and_julia_still_04" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2256" class="wp-caption-text">O resultado é essa trilha foda, que grita aos quatro cantos da bela Verona</figcaption></figure>
<p><strong><em>7 &#8211; Romeo + Juliet</em></strong><br />
[Autor: William Shakespeare/Diretor: Baz Luhrmann]</p>
<p>Já falamos sobre esse filme também! Lembram? <em>Romeo + Juliet</em> é uma adaptação radical e moderna de uma das obras mais conhecidas de Shakespeare. O diretor Braz Lurhmann, especialista em musicais pop, adequou o texto original a um verdadeiro clipe musical de 120 minutos, com uma colagem magistral do que havia de melhor do pop/rock na cena dos anos 1990. O resultado é essa trilha foda, que grita aos quatro cantos da bela Verona: everybody&#8217;s free to feel good (todo mundo é livre para se sentir bem)!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas (Todas!):</p>
<p>#1 Crush &#8211; Garbage<br />
Local God &#8211; Everclear<br />
Angel &#8211; Gavin Friday<br />
Pretty Piece of Flesh &#8211; One Inch Punch<br />
Kissing You (Love Theme from Romeo + Juliet) &#8211; Des&#8217;ree<br />
Whatever (I Had a Dream) &#8211; Butthole Surfers<br />
Lovefool &#8211; The Cardigans<br />
Young Hearts Run Free &#8211; Kym Mazelle<br />
Everybody&#8217;s Free (To Feel Good) &#8211; Quindon Tarver<br />
To You I Bestow &#8211; Mundy<br />
Talk Show Host &#8211; Radiohead<br />
Little Star &#8211; Stina Nordenstam<br />
You and Me Song &#8211; The Wannadies</p>
<figure id="attachment_2258" aria-describedby="caption-attachment-2258" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/high-fidelity-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2258 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/high-fidelity-2.jpg" alt="high-fidelity-2" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2258" class="wp-caption-text">Não passa despercebida, num filme como esse, a trilha musical</figcaption></figure>
<p><strong><em>8 &#8211; Alta Fidelidade</em></strong><br />
[Autor: Nick Hornby/Diretor: Stephen Frears]</p>
<p>Um dos escritores contemporâneos mais destacado dos últimos tempos escreveu este e outros livros que foram adaptados para o cinema, mas <em>Alta Fidelidade</em> talvez seja sua obra mais expressiva, até hoje. A adaptação para as telonas, dirigida por Stephen Frears, traz John Cusack como Rob Gordon, dono de uma loja de vinis que pouco lhe rende grana e, também, colecionador de pés-na-bunda e canções de amor. A curiosa e instigante mania de Bob é uma das manias que muitos de nós temos: fazer listas (como vocês já puderam perceber, eu adoro!). Não passa despercebida, num filme como esse, a trilha musical, como o bom gosto do personagem/autor já sugere. Confira abaixo algumas das músicas dessa trilha que descreve bem a delícia de se ler ou ver as histórias de Nick Hornby.</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:</p>
<p>You’re Gonna Miss Me – 13th Floor Elevators<br />
Everybody’s Gonna Be Happy – The Kinks<br />
I’m Wrong About Everything – John Wesley Harding<br />
Oh! Sweet Nuthin’ – The Velvet Underground<br />
Always See Your Face – Love<br />
Most Of The Time – Bob Dylan<br />
Fallen For You – Shiela Nicholls<br />
Dry The Rain – The Beta Band<br />
Shipbuilding – Elvis Costello &amp; The Attractions<br />
Let’s Get It On – Jack Black<br />
Lo Boob Oscillator – Stereolab<br />
Who Loves The Sun – The Velvet Underground<br />
I Believe (When I Fall In Love It Will Be Forever) – Stevie Wonder</p>
<figure id="attachment_2259" aria-describedby="caption-attachment-2259" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/afUpJSjt0HayXuJ1znpWlB7TlCu.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2259 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/afUpJSjt0HayXuJ1znpWlB7TlCu.jpg" alt="afUpJSjt0HayXuJ1znpWlB7TlCu" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2259" class="wp-caption-text">Dá pra dançar, cantar de olhos fechados, chorar as mágoas de uma traição ou sofrer por amor não correspondido!</figcaption></figure>
<p><strong><em>9 &#8211; Segundas Intenções</em></strong><br />
[Autor: Pierre Choderlos de Laclos/Diretor: Roger Kumble]</p>
<p>O título original da obra é <em>As Ligações Perigosas</em>, livro que já teve uma adaptação bem mais digna em 1988, dirigida por Stephen Frears. Mas, vamos combinar que a trilha sonora dessa adaptação versão dirty teenager, tem um charme irresistível. Assim como a história fala do poder da sedução (e da fofoca!), somos totalmente seduzidos por cada música que toca no longa. Tem Placebo, The Verve, Counting Crows, Blur, Fatboy Slim, entre outros. Dá pra dançar, cantar de olhos fechados, chorar as mágoas de uma traição ou sofrer por amor não correspondido!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:</p>
<p>Every You Every Me &#8211; Placebo<br />
Praise You &#8211; Fatboy Slim<br />
Coffee &amp; TV &#8211; Blur<br />
Colorblind &#8211; Counting Crows<br />
Ordinary Life &#8211; Kristen Barry<br />
Secretly &#8211; Skunk Anansie<br />
This Love &#8211; Craig Armstrong feat. Elizabeth Fraser<br />
You Could Make a Killing &#8211; Aimee Mann<br />
Addictive &#8211; Faithless<br />
Trip on Love &#8211; Abra Moore<br />
You Blew Me Off &#8211; Bare, Jr.<br />
Bitter Sweet Symphony &#8211; The Verve</p>
<figure id="attachment_2260" aria-describedby="caption-attachment-2260" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/46.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2260 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/46.jpg" alt="46" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2260" class="wp-caption-text">Todos os cinco filmes tem trilhas sonoras EXCELENTES, os músicos foram escolhidos com muito esmero e as músicas dão o tom preciso à trama</figcaption></figure>
<p><strong><em>10 &#8211; Crepúsculo (Saga)</em></strong><br />
[Autor: Stephenie Meyer /Diretor: Vários]</p>
<p><em>Crepúsculo</em> é, sem dúvida, um dos maiores fenômenos literários e cinematográficos contemporâneos. Entretanto, a saga também foi alvo de muita polêmica entre #lovers e #haters, além de ter sido bombardeada pela crítica especializada, nos quatro livros/cinco filmes produzidos. Stephenie Meyer é uma escritora mediana e, apesar da história ser inventiva e elegante, os livros não empolgam tanto ao leitor mais acostumado com tramas substanciais. Os roteiros e a direção dos filmes não conseguiram tornar os textos mais charmosos; o elenco lindo, porém, insosso deixou muito a desejar, mas ainda assim era quase insuportável a euforia que cada lançamento causava nos/nas fãs da saga. Não posso ser injusto: todos os cinco filmes tem trilhas sonoras EXCELENTES, os músicos foram escolhidos com muito esmero e as músicas dão o tom preciso à trama. O único grande pecado dessa trilha foi ter deixado a música do Radiohead (que toca no início dos créditos do primeiro filme) de fora do álbum, assim como Clair de Lune, de Debussy, que foi limada do cd e só consta no álbum do iTunes. Como protesto, elas encabeçam essa lista prazerosa, a qual fiz questão de montar com o melhor dos cinco filmes.</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
<em>Crepúsculo</em><br />
15 Steps &#8211; Radiohead;<br />
Clair de Lune &#8211; Claude Debussy;<br />
Decode &#8211; Paramore;<br />
Supermassive Black Hole &#8211; Muse;<br />
Tremble for My Beloved &#8211; Collective Soul;<br />
I Caught Myself &#8211; Paramore;<br />
Iron &amp; Wine &#8211; Flightless Bird, American Mouth;<br />
Leave Out All the Rest &#8211; Linkin Park;</p>
<p><em>Lua Nova</em><br />
Hearing Damage &#8211; Thom Yorke;<br />
A White Demon Love Song &#8211; The Killers;<br />
Friends &#8211; Band of Skulls;<br />
I Belong To You (New Moon Remix) &#8211; Muse;<br />
Shooting The Moon &#8211; OK GO;<br />
All I Believe In &#8211; The Magic Numbers;</p>
<p><em>Eclipse</em><br />
Neutron Star Collision (Love Is Forever) &#8211; Muse;<br />
Heavy In Your Arms &#8211; Florence + The Machine;<br />
My Love &#8211; Sia;<br />
Chop and Change &#8211; The Black Keys;<br />
Jonathan Low &#8211; Vampire Weekend;<br />
Life on Earth &#8211; Band of Horses;<br />
Let&#8217;s Get Lost &#8211; Beck/Bat of Lashes;<br />
What Part of Forever &#8211; Cee Lo Green;</p>
<p><em>Amanhecer Partes 1 e 2</em><br />
Love Will Take You &#8211; Angus &amp; Julia Stone;<br />
It Will Rain &#8211; Bruno Mars;<br />
A Thousand Years &#8211; Christina Perri;<br />
Requiem on Water &#8211; Imperial Mammoth;<br />
From Now On &#8211; The Features;<br />
Cold &#8211; Aqualung &amp; Lucy Schwartz;<br />
Bittersweet &#8211; Ellie Goulding;<br />
The Forgotten &#8211; Green Day;<br />
Fire in the Water &#8211; Leslie Feist;<br />
Cover Your Tracks &#8211; A Boy and His Kite;<br />
Heart of Stone &#8211; Iko</p>
<figure id="attachment_2262" aria-describedby="caption-attachment-2262" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/filmenanaturezaselvagem.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2262 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/filmenanaturezaselvagem.jpg" alt="filmenanaturezaselvagem" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2262" class="wp-caption-text">Impossível não se deixar levar pelo sentimento de cada canção que compõe o álbum</figcaption></figure>
<p>Bônus Track:<br />
<strong><em>Na Natureza Selvagem</em></strong><br />
[Autor: Jon Krakauer /Diretor: Sean Penn]</p>
<p>O ator e diretor Sean Pen nos presenteou com esse filme belíssimo, baseado no livro homônimo, escrito por Jon Krakauer. O enredo nada mais é do que a história real de Christopher McCandless: um jovem idealista recém-formado que abandona toda a sua perspectiva de vida de classe média estadunidense, para peregrinar por parte do território americano e culminar sua aventura errante no Alasca. O longa é muito mais filosófico e tocante do que as minhas poucas palavras tiveram de resumir aqui. A trilha sonora, magistralmente composta por Eddie Vedder, do Pearl Jam, faz com que a nossa viagem junto com McCandless seja tão solitária, reflexiva, intimista e misteriosa, quanto, de fato, deve ter sido para o verdadeiro Chris. Impossível não se deixar levar pelo sentimento de cada canção que compõe o álbum, porém &#8220;Society&#8221; letra e melodia ainda ecoa nítida em minha mente: &#8220;Society, you&#8217;re a crazy breed&#8230; Hope you&#8217;re not lonely without me.&#8221;. Inesquecível!</p>
<p>Os livros, os filmes e as canções sempre nos indicam trilhas, nos dão pistas para caminhos de mais conhecimento, sentimentos e reflexão. Se para seguir uma trilha (destino) é preciso uma trilha (sonora), escolha a sua e siga sempre em frente, &#8220;caminhando e cantando e seguindo a canção&#8221;! :-)</p>
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		<title>Dez adaptações cinematográficas que deram certo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/dez-adaptacoes-cinematograficas-que-deram-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2014 18:01:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Já pensaram se todo roteirista, que tentasse adaptar um livro para as telonas, tivesse o mesmo trabalho hercúleo que Charlie Kaufman teve no filme Adaptação? Neste filme, Kaufman (o próprio roteirista do filme, aqui como personagem interpretado por Nicholas Cage) se encontra em um péssimo momento de sua vida: depressivo e tomado por uma profunda crise de personalidade, ele precisa adaptar o livro “O Ladrão de Orquídeas” da escritora Susan Orlean (Meryl Streep, em mais um de seus papéis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1554" aria-describedby="caption-attachment-1554" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/adaptation.png"><img decoding="async" class="wp-image-1554 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/adaptation-620x348.png" alt="adaptation" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-1554" class="wp-caption-text">Nicolas Cage em cena de &#8220;Adaptação&#8221;</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já pensaram se todo roteirista, que tentasse adaptar um livro para as telonas, tivesse o mesmo trabalho hercúleo que Charlie Kaufman teve no filme <em>Adaptação</em>? Neste filme, Kaufman (o próprio roteirista do filme, aqui como personagem interpretado por Nicholas Cage) se encontra em um péssimo momento de sua vida: depressivo e tomado por uma profunda crise de personalidade, ele precisa adaptar o livro “O Ladrão de Orquídeas” da escritora Susan Orlean (Meryl Streep, em mais um de seus papéis memoráveis). Ao longo da trama, o escritor se dá conta de que não há outra maneira de executar sua tarefa, a não ser mergulhando de cabeça na história, se inserindo de uma maneira inusitada no roteiro e se aprofundando na vida da autora e no que tange à composição da obra. Mirabolante? Existem malabarismos que só os roteiristas podem fazer, para tornar cinemático um texto essencialmente literário.</p>
<p>Este longa, dirigido por Spike Jonze, é o exemplo mais dinâmico e preciso sobre as dificuldades de se roteirizar uma obra literária para o cinema e, com maestria, dá uma aula metalinguística de como esse processo pode ser complexo. Advêm dessa complexidade, por exemplo, a insatisfação que muitos fãs-leitores sentem ao ver sua obra preferida adaptada para o cinema mas cheia de “buracos” na história, com personagens queridos limados da trama ou, ainda, com trechos bastante significativos do livro totalmente desconsiderados pelo roteirista.</p>
<p>A exemplo disso, temos &#8220;aquela famosa trilogia&#8221;, considerada uma das melhores e mais auspiciosas adaptações da literatura universal para o cinema: <em>O Senhor dos Anéis</em>, cujos roteiristas excluíram alguns personagens e passagens, além de omitir praticamente todo o último capítulo da obra, deixou muitos fãs &#8220;xiitas&#8221; irados com Peter Jackson e sua equipe de escritores. Mas não podemos negar a aproximação profunda com o universo de toda a Terra-Média (línguas/geografias/costumes/etc) imaginado por J. R. R. Tolkien e brilhantemente recriado pela produção do filme. Nem sempre é possível reproduzir 100% fidedignamente no cinema toda história de um livro, muito menos agradar seus leitores mais cativos.</p>
<p>Não desmerecendo o grande empenho de muitos &#8220;magos&#8221; do cinema (incluindo aqui Peter Jackson), aqueles que dão vida às histórias que nos encantam nas páginas da literatura, preparei uma lista com 10 sugestões de bons roteiros que foram transcritos de suas páginas originais para as telonas. Lógico que muitas pérolas ficaram de fora, então usei alguns critérios para elencar a relação que segue, como: roteiristas que não são os próprios autores das obras (aguardem um texto sobre eles!) e roteiros mais imaginativos, cuja relação com a literatura simbolize uma troca poderosa de linguagens e sensações visuais. Estes merecem, no mínimo, uma conferida e, no máximo, um lugar de honra na estante&#8230; de dvds!</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/fight-club.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1555 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/fight-club-620x348.jpg" alt="fight-club" width="620" height="348" /></a></p>
<p><strong>1 &#8211; Clube da Luta [EUA, 1999]</strong><br />
<strong>Roteiro:</strong> Jim Uhls &#8211; <strong>Autor:</strong> Chuck Palahniuk &#8211; <strong>Direção:</strong> David Fincher</p>
<p>Estar na cabeça de Tyler Durden, personagem principal desse longa (no mínimo) visceral, não é tarefa fácil&#8230; Logo, para Jim Uhls, que escreveu este roteiro cheio de caminhos (e descaminhos) tortuosos, deve ter sido uma loucura! Trata-se de um texto filosófico-político-ideológico-pós-moderno disfarçado de &#8220;pancadaria&#8221;. Palahniuk é um autor ímpar, marcado por uma história pessoal cheia de dissabores e toda crueza de sua obra está impressa nessa película. Imperdível!</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/clock1.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1556 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/clock1-620x370.jpg" alt="clock1" width="620" height="370" /></a></p>
<p><strong>2 &#8211; Laranja Mecânica [EUA, 1971]</strong><br />
<strong>Roteiro:</strong> Stanley Kubrick &#8211; <strong>Autor:</strong> Anthony Burgess &#8211; <strong>Direção:</strong> Stanley Kubrick</p>
<p>Clássicos são clássicos e eu não poderia deixar de citar aqui o mestre dos clássicos: Kubrick merece um texto só dele sobre vários aspectos e adaptação para o cinema é, com certeza, um deles. Visionário e perfeccionista, o diretor/roteirista seguiu à risca o livro de Anthony Burgess, que lhe fora indicado por sua esposa. Porém nenhuma cópia estadunidense desse romance foi publicado com o capítulo final original, deixando de fora do filme o desfecho como deveria ter sido. Um problema? De modo algum! Burgess aprovou o filme, que assim como a indicação anterior dessa lista, é um &#8220;soco no estômago&#8221; da sociedade, ao questionar conceitos convencionais de moralidade e normalidade. Definitivamente, um filme que parece não perder nunca seu prazo de validade.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/trainspotting_22.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1557 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/trainspotting_22-620x326.jpg" alt="trainspotting_22" width="620" height="326" /></a></p>
<p><strong>3 &#8211; Trainspotting [UK, 1996]</strong><br />
<strong>Roteiro:</strong> John Hodge &#8211; <strong>Autor:</strong> Irvine Welsh; <strong>Direção:</strong> Danny Boyle</p>
<p>Quando eu vi <em>Trainspotting</em> pela primeira vez, entendi de maneira plena o sentido da palavra &#8220;despair&#8221; (desespero/desesperança). O livro/filme conta a história de um grupo de jovens amigos que, literalmente, afundam suas vidas no consumo de drogas. Na tela, sensações repugnantes que o livro descreve, sob o olhar de cada personagem-narrador (no livros os principais personagens narram a história), os quais não enxergam mais salvação para si mesmos. A obra literária é um marco para a juventude do final do século XX e a fílmica também o é, para o cinema contemporâneo.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/forrest-gump-1994-02-g.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1558 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/forrest-gump-1994-02-g-620x314.jpg" alt="forrest-gump-1994-02-g" width="620" height="314" /></a></p>
<p><strong>4 &#8211; Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias [EUA, 1994]</strong><br />
<strong>Roteiro:</strong> Eric Roth &#8211; <strong>Autor:</strong> Winstom Groom; <strong>Direção:</strong> Robert Zemeckis</p>
<p>Esta é uma das versões mais imaginativas e delirantes de parte da história norte-americana. Com bom humor, muitas doses de sarcasmo e inúmeros flertes entre a ficção e a realidade, <em>Forrest Gump</em> é um ícone midiático da literatura e do cinema de língua inglesa. A delicadeza e a inocência da história de Forrest se misturam com as, muitas vezes intragáveis, transformações da história da humanidade. É nesse quesito que o roteiro ganha força, pois os momentos reais e fictícios tornam-se tão coesos à ponto de encantar e quase convencer o espectador de que são um só. O livro e o filme possuem algumas divergências, mas nada que iniba a emoção de ver na telona uma história tão bem contada sobre um &#8220;contador de histórias&#8221;.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/tccobb01.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1559 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/tccobb01-620x341.jpg" alt="tccobb01" width="620" height="341" /></a></p>
<p><strong>5 &#8211; O Curioso Caso de Benjamin Button [EUA, 2008]</strong><br />
<strong> Roteiro:</strong> Eric Roth &#8211; <strong>Autor:</strong> F. Scott Fitzgerald; <strong>Direção:</strong> David Fincher</p>
<p>Mais um filme de Fincher e mais um roteiro de Eric Roth nessa lista! Não é para menos: o diretor é sempre audacioso na escolha dos seus projetos, e quase todos com roteiros fantásticos (vide<em> A Rede Social</em>, que quase entra para essa lista!). Nesse conto do célebre autor americano F. Scott Fitzgerald (mais conhecido pelo romance <em>O Grande Gatsby</em>), Benjamin Button nasce com uma aparência envelhecida como se já estivesse no fim da vida e rejuvenesce ao longo do tempo, num processo de inversão inexplicável. Por se tratar de uma livre adaptação da obra literária, o filme também possui suas diferenças do texto escrito. Entretanto, Roth parece ser mestre em compor, em seus enredos cinematográficos, personagens encantadores, cuja história permanece na nossa memória por muito tempo. Destaque aqui para um roteiro super coeso, ligando de trás pra frente as fases de uma vida nada comum.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/cinema2.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1560 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/cinema2.jpg" alt="cinema2" width="620" height="326" /></a></p>
<p><strong>6 &#8211; Onde Vivem os Monstros [EUA, 2009]</strong><br />
<strong> Roteiro:</strong> Spike Jonze/Dave Eggers &#8211; <strong>Autor:</strong> Maurice Sendak; <strong>Direção:</strong> Spike Jonze</p>
<p>Sinceramente, não tenho palavras para descrever esse filme (e nem esse livro), ambos sucintos em suas mensagens, mas de uma amplitude de sentimentos e de reflexões ímpares. No livro, destinado ao público infantil (ou não!), Maurice Sendak conta a aventura de Max, que fugiu de casa por conta de uma bronca da mãe. Parece simplista demais, não é mesmo? Mas, nunca subestime um bom roteiro nas mãos de Spike Jonze (lembra do filme <em>Adaptação</em>, citado no começo desse texto?). <em>Onde Vivem Os Monstros</em> não é apenas uma excelente adaptação de um livro para as telonas&#8230; Além de conseguir potencializar toda a minuciosidade textual e ilustrativa da obra de Sendak na película, o filme mergulha num deslumbrante visual representado pelo poder da imaginação (e das emoções) de uma criança.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/brokeback-mountain.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1562 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/brokeback-mountain-620x294.jpg" alt="brokeback-mountain" width="620" height="294" /></a></p>
<p><strong>7 &#8211; O Segredo de Brokeback Mountain [EUA/Canadá, 2005]</strong><br />
<strong> Roteiro:</strong> Larry McMurtry/ Diana Ossana &#8211; <strong>Autor:</strong> Annie Proulx; <strong>Direção:</strong> Ang Lee</p>
<p>Este filme ficou mais conhecido no mundo inteiro como &#8220;o filme dos cowboys gays&#8221;. Uma pena restringir uma obra fílmica dessa magnitude à um rótulo tão vulgar. O conto Brokeback Mountain está estampado na tela com todas as suas nuances: a delicadeza do tema, a estranheza dos seus personagens diante dos acontecimentos que os envolve, o desejo recôndito no não-dito, e o arrependimento contido por não ter amado o tanto quanto o coração desejou. Este é um perfeito exemplo de uma bela história de amor em estado bruto, desabrochada nas mãos de um diretor mega sensível.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/hours.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1563 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/hours.jpg" alt="hours" width="602" height="330" /></a></p>
<p><strong>8 &#8211; As Horas [EUA, 2003]</strong><br />
<strong> Roteiro:</strong> David Hare &#8211; <strong>Autor:</strong> Michael Cunningham; <strong>Direção:</strong> Stephen Daldry</p>
<p>Virgínia Woolf, uma das mais importantes escritoras da literatura inglesa, nunca esteve tão viva como nesse longa&#8230; E a obra adaptada nem é dela! Pensando bem, pode até ser: porque nesse enredo, criado por Michael Cunningham e transcrito para o cinema por David Hare, a Mrs. Dalloway, personagem de um dos mais destacados trabalhos de Woolf, pulsa latente nas veias de três grandes atrizes: Nicole Kidman (que brilha no papel da própria escritora), Julianne Moore e Meryl Streep. São três histórias, vividas em três épocas distintas, que se entrecruzam para celebrar um dos livros mais delicados da literatura universal. Ponto para Cunningham que criou uma obra tão significativa, e para David Hare que teceu com cuidado e precisão toda a teia que (des)envolve tal narrativa.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/romeo_and_julia_still_04.jpeg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1569 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/romeo_and_julia_still_04.jpeg" alt="romeo_and_julia_still_04" width="620" height="348" /></a></p>
<p><strong>9 &#8211; Romeu + Julieta [EUA, 1996]</strong><br />
<strong> Roteiro:</strong> Craig Pearce/Baz Luhrmann &#8211; <strong>Autor:</strong> William Shakespeare &#8211; <strong>Direção:</strong> Baz Luhrmann</p>
<p>Eu sei que eu poderia ter citado outras adaptações de Shakespeare para o cinema &#8211; me julguem! Mas não posso deixar de louvar Baz Luhrmann pela ousadia de contar a mais conhecida história de amor de todos os tempos de um modo tão criativo e (pasmem!) com o texto original do escritor mais fantástico da literatura de língua inglesa. A adaptação de Craig Pearce e do prórprio Luhrmann buscou adequar a Verona dos amantes Romeu e Julieta, num período totalmente díspar do contexto da peça shakespeariana: uma cidade litorânea tórrida, castigada pelo sol, onde as famílias Montéquio e Capuleto são duas grandes corporações rivais, as quais se degladiam com duas das mais afiadas espadas (revólveres e palavras). Se até o Papa é pop, por que não Shakespeare?</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/irmaomulhollandcl.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1565 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/irmaomulhollandcl.jpg" alt="irmaomulhollandcl" width="589" height="306" /></a></p>
<p><strong>10 &#8211; E aí, meu irmão, cadê você? [EUA/UK/França, 2000]</strong><br />
<strong> Roteiro:</strong> Joel e Ethan Coen &#8211; <strong>Autor:</strong> Homero; <strong>Direção:</strong> Joel e Ethan Coen</p>
<p>Os irmãos Coen sempre me surpreendem com seus filmes, a exemplo de pérolas como <em>Barton Fink</em>, <em>Fargo</em> e <em>Onde os Fracos Não Tem Vez</em>. Mas quem, em sã consciência, poderia imaginar uma adaptação da Odisséia, de Homero, em pleno período da Depressão Americana? Joel e Ethan o fizeram. E foram além: transformaram isso em filme. Melhor ainda: numa comédia musical! Neste filme incrível, os irmãos Coen, que também assinam a direção, não desprezaram os ideais de liberdade e o desejo de regresso ao lar, pungentes no poema épico. Mas a transição é brusca e há o que se abstrair muito para enxergar as raízes dessa narrativa. A história é outra mas conserva-se aqui os mesmos temas e elementos que fizeram a original eterna. E apesar de sempre afirmarem que suas criações são bastante intuitivas, neste como em outros filmes dos Coen, encontram-se referências e simbologias marcantes dos textos que os inspiram. Esta é uma verdadeira epopeia para ler e ver, com os olhos mais abertos do que nunca!</p>
<p>Adaptem-se aos sofás e camas de vocês e divirtam-se! ;-)</p>
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