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	<title>Arquivos Titanic - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Titanic - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Titanic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 16:49:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das histórias mais famosas do cinema hollywoodiano, Titanic está de volta aos cinemas, em 4K e 3D, por conta da comemoração dos 25 anos de sua estreia original. Mas, o que pode ser dito, em 2023, sobre uma produção que bateu tantos recordes &#8211; como na sua vitória de 11 Oscar ou em seu terceiro lugar como maior bilheteria de todos os tempos, após o seu relançamento? Talvez, a melhor alternativa seja dar alguns passos para trás e tentar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Uma das histórias mais famosas do cinema hollywoodiano, <strong><em>Titanic</em> </strong>está de volta aos cinemas, em 4K e 3D, por conta da comemoração dos 25 anos de sua estreia original. Mas, o que pode ser dito, em 2023, sobre uma produção que bateu tantos recordes &#8211; como na sua vitória de 11 Oscar ou em seu terceiro lugar como maior bilheteria de todos os tempos, após o seu relançamento? Talvez, a melhor alternativa seja dar alguns passos para trás e tentar olhar para o longa-metragem sob uma perspectiva “comum”, não pensando nele tanto como um hit.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia, é preciso salientar neste texto que esta crítica que vos escreve chegou a número 90 de vezes assistidas. Sim, é uma fã que está escrevendo aqui! No entanto, a recepção de uma produção sempre pode mudar com o tempo e com as novas experiências, que são sempre adquiridas. Um exemplo que ilustra esta redescoberta, após quase 100 sessões do mesmo título, é a sensação de que os protagonistas são muito jovens, enquanto os outros que o cercam são mais velhos, mas cobram atitudes demasiadamente maduras deles. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aos 31 anos &#8211; e não mais aos 06 anos de idade &#8211; fica mais que compreensível todo o comportamento do casal central e como eles são postos na narrativa: tão inconsequentes, impulsivos e com uma rebeldia juvenil aflorada. Inclusive, esta é uma das mágicas do roteiro e da direção de James Cameron (<em>Exterminador do Futuro</em>). </span><span style="font-weight: 400;">A criação de empatia com o casal Rose Dewitt Bukater (Kate Winslet, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-despedida/"><em>A Despedida</em></a>) e Jack Dawson (Leonardo Di Caprio, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-olhe-para-cima-netflix/"><em>Não Olhe Para Cima</em></a>) move e emociona o espectador, deixando que as mais de 3 horas de exibição ocorram de maneira fluida e veloz. </span></p>
<p>Dentro desta estratégia de fazer o que Cameron chama “colocar Romeu e Julieta dentro do navio”, há também o fato de que é possível acompanhar cada detalhe sobre a jornada do Titanic, desde a sua saída da Inglaterra, passando por toda a tragédia do naufrágio, até o resgate das vítimas. É inteligente como James consegue amarrar a trama principal com suas subtramas fictícias e, ao mesmo tempo, informa o seu público sobre os fatos ocorridos entre 10 e 14 de abril de 1912, com o máximo de veracidade.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16451" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1cd30389e36d9c40438a6793baf22da2.png" alt="Titanic" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1cd30389e36d9c40438a6793baf22da2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1cd30389e36d9c40438a6793baf22da2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1cd30389e36d9c40438a6793baf22da2-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1cd30389e36d9c40438a6793baf22da2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É por isso que, dentro deste universo de plots e subplots, o que mais chama a atenção é o quanto James Cameron consegue trazer sensações, contexto e subtexto sobre a jornada dos coadjuvantes, com pouco texto falado, investindo no poder da imagem e da sugestão. <span style="font-weight: 400;">Para quem assistiu <strong><em>Titanic</em> </strong>poucas vezes, talvez, certos <em>frames</em> passem despercebidos, mas a aproximação com o enredo e as vítimas deste acidente acontece porque o público já viu cenas com aquelas figuras anteriormente e criou uma espécie de conexão com elas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São vários exemplos desta lógica de Cameron, alguns deles são: a menina Cora (Alex Owens-Sarno), que aparece no início da projeção ao lado do pai e depois na sequência da festa da terceira classe &#8211; inclusive, existem uma cena deletada, na qual o final triste da menina é contado -, o jovem Fang Lang (Van Ling), um passageiro real, que sobreviveu ficando em cima de uma porta ou Charles Joughin (Liam Tuohy), cozinheiro que sobreviveu ao ingerir uma quantidade absurda de álcool e que também é inspirado na realidade. Estas personagens ficam no consciente ou no subconsciente e a narrativa faz com que o público torça por elas e sofra por elas também.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, uma conexão com a história é estabelecida de uma maneira abrangente, fazendo com que seja criada uma imersão com o longa. Isto é, sem dúvidas, um mérito do trabalho de Cameron. O diretor, além de ter pensando nos detalhes que mesclavam a realidade com o teor ficcional dentro do seu roteiro, elaborou a sua decupagem de forma cuidadosa, pois ela está sempre à serviço da narrativa e possui este preciosismo em revelar em múltiplas camadas o contexto vivenciado dentro do navio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao lado de seu fotógrafo Russell Carpenter (True Lies), James Cameron cria quadros  que imprimem o estado emocional das personagens e o seus pensamentos, através de questões como as temperaturas e os destaques colocados nas seleções de planos. </span>Algo que talvez soe óbvio para quem já assistiu <strong><em>Titanic</em> </strong>diversas vezes, porém que marca fortemente as três ambientações do filme &#8211; tempos “atuais” (1996), pré-naufrágio e naufrágio &#8211; são as tonalidades quentes e frias, que compõe estados de melancolia/nostalgia, vida, morte/tragédia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16452" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/titanic-portal.jpg" alt="Titanic" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/titanic-portal.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/titanic-portal-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/titanic-portal-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/titanic-portal-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na verdade, estas escolhas de iluminação e cor renderiam artigos e análises profundas, mas nesta crítica cabe dizer que a composição criativa de Cameron e Carpenter é ampliada através do trabalho da equipe de arte. <span style="font-weight: 400;">O setor conta com mais de vinte integrantes e diversos chefes de departamento, mas o que importa ressaltar aqui é que as texturas, tons, colocações etc dos figurinos, dos cenários e da maquiagem fomentam os sentidos e ampliam as interpretações do público. </span><span style="font-weight: 400;">Para além dos detalhes de recomposição da época e do próprio navio, que são bastante apurados, os objetos cênicos cumprem bem os seus propósitos narrativos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo simples disto é o fato de Rose ir perdendo elementos de suas vestes, mostrando a libertação progressiva da personagem, que inicia sua jornada com chapéu, penteados bem presos, luvas, vestido apertado, com cores mais fechadas (como vinho e azul marinho).</span><span style="font-weight: 400;"> Contudo, antes do navio afundar, quando Rose decide ficar com Jack, ela está utilizando um vestido leve e de cores pastel, com os cabelos soltos. </span><span style="font-weight: 400;">São nestas particularidades que <strong><em>Titanic</em> </strong>se revela uma obra meticulosa, na qual o real se mistura com a ficção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através de relatos de passageiros, documentações do passado e da imaginação de James Cameron, o mundo ganhou um longa que continua fazendo sentido e engajando quem assiste. Já faz 25 anos e este segue sendo um filme impactante, o que revela sua qualidade técnica. Para alguns, não apenas o Titanic era o navio dos sonhos, como o filme sobre ele pode também o ter sido. Para esta que vos fala, ele foi, ele realmente foi…E sempre será.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> James Cameron</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Kate Winslet, Leonardo Di Caprio, Gloria Stuart, Billy Zane, Kathy Bates, Frances Fisher, Bill Paxton, Bernard Hill</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/IH6_CA_ocqY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: Cinco Melhores Papéis de Kate Winslet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 20:10:47 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o dia 31 de março, o longa-metragem <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-despedida/"><em>A Despedida</em></a> está disponível nas plataformas digitais Now, iTunes, Google Play, Youtube Filmes, Vivo Play e Sky Play. No elenco, nomes renomados de Hollywood, como Susan Sarandon (<em>Lado a Lado</em>), Kate Winslet (<em>Ammonite</em>) e Sam Neill (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-passageiro/"><em>O Passageiro</em></a>) chamam atenção para esta  produção, que é um remake da versão dinamarquesa da obra, chamada <em>Silent Heart</em>. Com altos e baixos qualitativos, possuindo momentos tocantes e profundos, mas com uma ausência de trato no roteiro para medir a intensidade dramática, o filme acaba se perdendo pelo esforço exagerado em emocionar a plateia.</p>
<p>Entre erros e acertos, uma atuação se destaca dentro deste contexto irregular. Revelando uma construção diferente de outros trabalhos seus, Kate Winslet consegue imprimir múltiplas emoções em sua Jennifer, através de gestos contidos e uma interpretação bastante naturalista. Os traços costumeiros da atriz, como respirações fortes, titubeações e uma tonalidade mais enérgica, somem para ela trazer uma mulher direta, firme, controladora e sem paciência.</p>
<p>Pensando nesta capacidade de Winslet de pensar suas personagens nos detalhes, movimentando-se em cena com destreza e colorindo o texto com consciência de cada intenção, o Coisa de Cinéfilo montou um especial Kate Winslet para vocês. Confira!</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-13978 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/19807625.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Kate Winslet" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/19807625.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/19807625.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/19807625.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/19807625.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>5 – Dra. Erin Mears (<em>Contágio</em>, 2011):</strong></h5>
<p>Atuando como uma focada e sagaz epidemiologista, Winslet constrói aqui uma personagem que, mesmo com uma quantidade reduzida de cenas, pode se tornar forte na memória do espectador. Através da combinação de textos ditos de forma veloz e um corpo pesado, a intérprete mescla esta combinação de dinâmica e imprime uma personagem que, além de trazer toda esta postura física do imaginário do que é uma profissional de saúde, evoca também sensibilidade e fragilidade. Através de suas escolhas para a cena, Winslet rouba a atenção nas sequências nas quais participa e, por esta razão, a sua Dra Erin ocupa a quinta posição! <strong>Onde assistir</strong>: <a href="https://globoplay.globo.com/contagio/t/xSLv6CnyQv/"><em>Globoplay</em></a></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-13983 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1484429614971.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1484429614971.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1484429614971-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1484429614971-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1484429614971-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>4 – Clementine Kruczynski (<em>Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças</em>, 2004):</strong></h5>
<p>Algo perceptível na carreira de Kate Winslet, até o início dos anos 2000, era a sua capacidade de encarnar personagens de sentimentos profundos, com melancolia e que viviam situações pesadas. Em 2004, com a estreia de <em>Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças</em>, foi possível ver a atriz experienciando uma construção na qual as complexidades eram um pouco menos externas e mais leves. Ainda que a história em si ofereça momentos de tristeza, separação e dor, neste longa, vê-se uma Winslet que trabalha com movimentações mais sutis, expressões faciais que soam corriqueiras e que emprega uma leveza corporal utilizada pela atriz, justamente para imprimir este tom mais jovial e descolado de Clementine. Este é um papel que a fez experimentar outros registros vocais e de corpo, ampliando o seu repertório e revelando uma espécie de versatilidade que dava algum sinal ali. <strong>Onde assistir</strong>: <a href="https://www.telecineplay.com.br/filme/Brilho_Eterno_De_Uma_Mente_Sem_Lembrancas_23559"><em>Telecine</em></a>.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-13980 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/vie-de-david-gale-2003-25-g.jpg" alt="Kate Winslet" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/vie-de-david-gale-2003-25-g.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/vie-de-david-gale-2003-25-g-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/vie-de-david-gale-2003-25-g-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/vie-de-david-gale-2003-25-g-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>3 – Bitsey Bloom (<em>A Vida de David Gale</em>, 2003):</strong></h5>
<p>Pouco se havia visto de Kate Winslet em papéis contemporâneos. Com uma maioria de produções de época, principalmente as cinematográficas, <em>A Vida de David Gale</em> foi uma oportunidade de ver a intérprete construindo uma personagem mais atual. É notável a consciência de Winslet sobre a força e a vida pregressa de Bitsey: uma jornalista corajosa e perspicaz. Para revelar estes traços de Bitsey, a estratégia utilizada por Winslet aqui é deixar transparecer os seus fluxos de pensamento, através da escolha cuidadosa de pausas e acelerações textuais. As suas respirações também são calculadas, algo que aumenta a dinâmica de tensão das sequências.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-13982 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/f024679fefb3edb68a726483540dde6b.jpg" alt="Kate Winslet" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/f024679fefb3edb68a726483540dde6b.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/f024679fefb3edb68a726483540dde6b-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/f024679fefb3edb68a726483540dde6b-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/f024679fefb3edb68a726483540dde6b-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>2 – Marianne Dashwood (<em>Razão e Sensibilidade</em>, 1995):</strong></h5>
<p>Esta é uma interpretação bem clássica de Kate Winslet!!! Aqui, vê-se  traços costumeiros de sua interpretação: respirações e silêncios calculados, os deslocamentos indecisos, as titubeações. Estes elementos fixos na atriz não são colocados neste texto como qualitativos ou não. O que vale em seu trabalho é, muitas vezes, descobrir como ela utilizará as suas ferramentas, se ela estará em sua chave ou não e como irá avançar em relação aos outros papéis. Contudo, em 1995, todas as suas marcas já estavam ali, mas chamam atenção, pois Winslet evoca, dentro de suas escolhas, características únicas de Marianne. A ingenuidade, sensibilidade e arroubos juvenis de Marianne Dashwood são colocadas na maneira como ela canta, se movimenta e observa o mundo ao seu redor. Kate é atenta aos detalhes e aos gestos contidos e/ou incompletos – mas, sem serem sujos. Assim, ela consegue fazer microexpressões faciais que revelam a capacidade de Marianne de sentir tudo intensamente. <strong>Onde assistir</strong>: <a href="https://hbogo.com.br/content/2dc34cb8-a391-4fd4-83c5-ad22ccd64c87"><em>HBO Go</em></a>.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-13979 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/144910_1317070032.jpg" alt="Kate Winslet" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/144910_1317070032.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/144910_1317070032-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/144910_1317070032-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/144910_1317070032-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>1 – Rose Dewitt Bukater (<em>Titanic</em>, 1997):</strong></h5>
<p>Titanic é um clássico do cinema mundial. Possuindo uma bilheteria de mais de 2 bilhões de dólares, somente nos Estados Unidos, o casal ficcional Rose (Winslet) e Jack (Leonardo DiCaprio) conquistou o público. Contudo, a presença de Rose  na primeira posição da lista se dá muito mais pela performance de Kate Winslet em si do que a própria memória e/ou afeto para com a obra. Rose Dewitt Bukater é um papel que traz consigo organicidade e transformações progressivas. É possível perceber como a compreensão que Rose apresenta de si mesma e da sociedade caminha para uma maturação durante a projeção. Winslet tem consciência de quem é Rose, onde ela está e para onde vai e imprime todos os traços que acredita necessários para realizar esta construção. Em seu trabalho de corpo é notável um desmontar de uma postura encenada, que não era intrínseco a Rose, mas que lhe fora imposto. Aos poucos, o tônus do seu corpo vai para outros lugares, como braços, por exemplo. As ansiedades de Bukater também são perceptíveis, a partir das velocidades colocadas em seus olhares. Os seus olhos estão sempre em movimento e, por isso, quando ela fixa seu olhar em algo, esta ação se sobressai. Desta maneira, em muitos detalhes, Winslet trouxe não apenas algo sólido, mas icônico em diversos sentidos. <strong>Onde assistir</strong>: <a href="https://www.telecineplay.com.br/filme/Titanic_7039"><em>Telecine</em></a></p>
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		<title>Cinco filmes de maior bilheteria da história do cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2014 15:52:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[Bilheterias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Frozen - Uma Aventur]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2]]></category>
		<category><![CDATA[Os Vingadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar em quanto os filmes arrecadam no cinema? Pois eles ganham muito dinheiro mesmo. O cinco longas que lideram a lista de maiores bilheterias da história do cinema passaram de um bilhão de dólares. Na liderança, Avatar, longa de ação do diretor James Cameron. Também do mesmo cineasta, temos o clássico Titanic, romance que tem cenas memoráveis como a de Jack e Rose &#8220;voando&#8221; no navio. Ainda na lista, temos Harry Potter, Os Vingadores e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar em quanto os filmes arrecadam no cinema? Pois eles ganham muito dinheiro mesmo. O cinco longas que lideram a lista de maiores bilheterias da história do cinema passaram de um bilhão de dólares. Na liderança, <em>Avatar</em>, longa de ação do diretor James Cameron. Também do mesmo cineasta, temos o clássico <em>Titanic</em>, romance que tem cenas memoráveis como a de Jack e Rose &#8220;voando&#8221; no navio. Ainda na lista, temos <em>Harry Potter</em>, <em>Os Vingadores</em> e o desenho animado<em> Frozen</em>. Confira!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/avatarroteiro.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1401" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/avatarroteiro.jpg" alt="avatarroteiro" width="530" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>1. Avatar</strong><br />
<strong> Direção:</strong> James Cameron<br />
<strong>Elenco:</strong> Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver<br />
<strong>Bilheteria:</strong> 2,782 bilhões de dólares<br />
<strong>Ano:</strong> 2009</p>
<p>Este filme causou o maior alvoroço quando foi lançado. Inovador, ele trouxe para o dia a dia comum a tecnologia 3D, antes muito cara e difícil de ser encontrada nos cinemas. A partir da <em>Avatar</em>, os filmes começaram a investir pesado nesta técnica, levando ao boom dos 3Ds que vemos hoje em dia. O filme de James Cameron conta a história de Jake Sully, um jovem que ficou paraplégico após um combate na Terra e é enviado para o programa Avatar, para substituir seu irmão. Ele viaja para Pandora, uma lua extraterrestre, e encontra os Na’Vi, seres azuis que possuem semelhanças com os humanos. Como é impossível respirar o ar de pandora, os humanos criam seres híbridos chamados Avatar, que podem ser controlados pela consciência de uma pessoa. Sully entra nesta empreitada para achar a fonte de força dos Na’Vi, mas acaba se envolvendo emocionalmente com a nova raça. O enredo da história é bem simples e traz basicamente um amor impossível entre duas raças que lutam entre si. Mas é incrível como o diretor sabe trabalhar bem a narrativa e transforma o longa naquele que ocupa o primeiríssimo lugar na lista de maiores bilheterias da história do cinema. A história estava guardada desde 1999, quando Cameron pretendia colocar o projeto em prática. Mas o orçamento foi tão alto na época, que ele engavetou os roteiros. Ele teria dito ainda que preferia esperar que a tecnologia avançasse o suficiente para que o filme saísse do que jeito que ele queria. Isso aconteceu quando James assistiu <em>O Senhor dos Anéis – As Duas Torres</em>, em 2002. <em>Avatar</em> foi indicado nove vezes ao Oscar e levou para casa três estatuetas de ouro (Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhores Efeitos Especiais).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/titanic2.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1402" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/titanic2.jpg" alt="titanic2" width="530" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>2. Titanic</strong><br />
<strong> Direção:</strong> James Cameron<br />
<strong>Elenco:</strong> Leonardo DiCaprio, Kate Winslet, Billy Zane, Kathy Bates<br />
<strong>Bilheteria:</strong> 2,186 bilhões de dólares<br />
<strong>Ano:</strong> 1997</p>
<p>Clássicos dos clássicos, <em>Titanic</em> tem cenas e diálogos memoráveis que permeiam nosso imaginário até hoje, quase 20 anos depois de seu lançamento. Mais uma produção do diretor James Cameron, o filme conta a história de Jack Dawson, um jovem pobre que ganha uma passagem para viajar em um transatlântico durante uma partida de pôquer. Ele fica animado com a possibilidade de ir para os Estados Unidos, sua terra natal, e então embarca no Titanic. Paralelo a ele, Rose DeWitt Bukater, aristocrata em crise, entra no navio com sua mãe e seu futuro esposo, Caledon Hockley. Descontente com a vida de aparências que leva, Rose tem um ataque de nervos e tenta se jogar do Titanic. Ela é salva por Jack, que estava próximo no momento de insanidade. Eles acabam se envolvendo e traçando uma linda e trágica história de amor. O filme era soberano nas bilheterias até recentemente e só perdeu o posto para Avatar, que também é do diretor James Cameron. Ainda assim, isso mostra quanto ele é bom. O longa é de 1997 e não conseguiu ser superado tantos anos depois. E isso é algo incrível. A 20th Century Fox teve que construir um novo estúdio para comportar a estrutura de gravação do filme e a réplica do navio. Foram utilizadas mais de 60 milhões de litros de água nas gravações. O orçamento mostra que o filme saiu mais caro que o próprio navio que afundou em 1912. A trilha sonora encanta e traz principalmente Celine Dion, com “My Heart Will Go On”. No Brasil, ficou mais de três meses ocupando muitas salas de cinema. Titanic foi o primeiro filme a ultrapassar a marca de 1 bilhão de dólares em arrecadação no cinema e ganho nada mais nada menos que 10 estatuetas do Oscar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Os-Vingadores-Cena-I.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1405" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Os-Vingadores-Cena-I.jpg" alt="Os-Vingadores-Cena-I" width="530" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>3. Os Vingadores</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Joss Whedon<br />
<strong>Elenco:</strong> Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Samuel L. Jackson, Chris Hemsworth<br />
<strong>Bilheteria:</strong> 1,518 bilhões de dólares<br />
<strong>Ano:</strong> 2012</p>
<p>Depois de muitos sucessos e fracassos no mundo dos super-heróis, a Marvel decidiu lançar mão de <em>Os Vingadores</em>, história em quadrinhos que traz vários super-heróis juntos. A história conta a história de quando Loki resolve retornar à Terra e consegue roubar o cubo cósmico dentro da S.H.I.E.L.D., adquirindo assim, grandes poderes. Para conter ele e seus parceiros, o Gavião Arqueiro e o cientista Erik Selving, Nick Fury convoca os super-heróis para ajudar nesta empreitada. São eles: o Homem de Ferro, Capitão América, Hulk, Thor e a Viúva Negra. Juntos eles têm que controlar o ego e unir-se para um bem comum. Este é o primeiro filme da parceria entre a Marvel e a Disney. Todos os super-heróis que estão em <em>Os Vingadores</em> já apareceram em filmes anteriormente. O longa teve o orçamente relativamente baixo (US$ 150 milhões) e isso se deve principalmente porque ele não foi gravado em 3D e sim, passou por um processo de conversão depois de ser lançado. O filme ficou em cartaz por mais de um mês e levou multidões aos cinemas. Já foram garantidas duas continuações, sendo que a primeira será lançada em 2015 e a segunda, em 2018.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/harry31.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1404" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/harry31.jpg" alt="harry31" width="530" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>4. Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2</strong><br />
<strong> Direção:</strong> David Yates<br />
<strong>Elenco:</strong> Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson, Ralph Fiennes<br />
<strong>Bilheteria:</strong> 1,341 bilhões de dólares<br />
<strong>Ano:</strong> 2011</p>
<p>Último da série de sucesso baseada nos livros da escritor J. K. Rowling, <em>Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2</em> foi um dos filmes mais aguardados de todos os tempos. O primeiro longa havia sido lançado 10 anos antes e grande parte dos telespectadores cresceu unto com o personagem principal. As filas nos cinemas davam voltas na estreia, justificando os quase 200 milhões de dólares arrecadados só no primeiro dia. Não por menos que ele ocupa nossa quarta posição na lista de maiores bilheterias do cinema. O enredo fala sobre Harry Potter e a saga final de destruir Voldemort. Ele conta com a ajuda de seus fiéis amigos, Hermione e Rony e parte na empreitada de achar todas as horcruxes e destruí-las. Além de tenso, o filme é emocionante e arranca lágrimas dos fãs mais fervorosos. Ele foi o único da saga lançado com a tecnologia 3D e é interessante porque boa parte da história de passa em apenas um dia, que é a data da batalha final. A película foi muitíssimo bem recebida pelos críticos e teve 96% de críticas positivas, segundo o Rotten Tomatoes. <em>Harry Potter</em> quebrou muitos recordes e está no Guiness Book como o melhor fim de semana de abertura do cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/20823568_frozen-elsa-anna-1280.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1400" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/20823568_frozen-elsa-anna-1280.jpg" alt="20823568_frozen-elsa-anna-1280" width="530" height="330" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>5. Frozen – Uma Aventura Congelante</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Chris Buck, Jennifer Lee<br />
<strong>Elenco:</strong> Kristen Bell, Idina Menzel, Jonathan Groff<br />
<strong>Bilheteria:</strong> 1,263 bilhões de dólares<br />
<strong>Ano:</strong> 2013</p>
<p>Primeiro desenho animado a integrar uma lista de maiores bilheterias do cinema,<em> Frozen</em> agradou crianças e adultos que foram conferir o retorno da Disney no estilo musical. Depois de alguns anos com filmes diferentes e mais atuais, a Disney resolveu retornar seus clássicos musicais e apostar em <em>Frozen</em>. Deu super certo. O filme conta a história de Anna e sua irmã Elsa, que lida com seus poderes especiais desde pequena. Tudo que ela toca vira gelo e a menina acaba se excluindo cada dia mais, com medo de machucar as pessoas. Após a morte de seus pais, ela vira rainha, mas um incidente no dia da coroação faz com que ela mostre seus poderes. Elsa resolve fugir e viver isolada em um castelo de gelo. Enquanto isso, Anna decide ir em busca de sua irmã e descobrir como acabar com o frio que assola o reinado. Com diálogos atuais e uma simplicidade enorme, <em>Frozen</em> encanta pela suavidade e inocência. É um filme infantil, com lição de moral, mas que agrada adultos também, que conseguem ver no longa, os clássicos de sua infância. A trilha sonora conta com a música “Let It Go”, que causou o maior alvoroço no mundo cultural. A canção levou o Oscar de Melhor Canção Original no Oscar deste ano. Uma curiosidade é que os personagens de<em> Enrolados</em>, Rapunzel e Eugene, aparecem rapidamente durante uma cena do casamento. O longa continua arrecadando dinheiro, já que ainda está em cartaz em alguns países.</p>
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