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	<title>Arquivos Thor - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Thor - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Vingadores &#8211; Guerra Infinita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2018 15:45:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, Vingadores: Guerra Infinita não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de fandom. Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, <em>Vingadores: Guerra Infinita</em> não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de <em>fandom</em>.</p>
<p>Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes e da maneira mais normal possível. Eis que surge o vilão Thanos para ameaçar o universo. Ele está em busca das 6 Joias do Infinito, que vão lhe conferir o poder absoluto sobre tudo e todos. Desesperado por ter presenciado um cena chocante, Bruce Banner, nosso querido Hulk, vai em busca de ajuda para reunir os heróis novamente.</p>
<p>Os diretores Joe e Anthony Russo recebem um desafio e tanto ao ter que colocar tantos super-heróis em cenas e dar a eles oportunidade de se exibir. Não é à toa que o filme possui mais de 2h30 de duração, já que precisa mostrar, mesmo que um pouco, de todos. Aliás, eles fazem isso de uma maneira incrível. O espectador é contemplado a todo momento e o equilíbrio de importância que eles conferem a cada personagem é realmente cuidadoso. Eles já vinham mostrando um pouco disso nos últimos dois filmes de Capitão América. Mas neste, elevam a outro nível.</p>
<p>O desafio de colocar tantos heróis em cena tem outro problema: a disputa de egos de personagens e atores. Sim, é muita personalidade dominante junto e isso poderia ser um grande problema. Mas o que se percebe é uma parceria grande, um clima agradável de filmagem e uma intenção extremamente positiva de fazer aquilo dar certo. E como deu certo!</p>
<p>O roteiro precisa efetivamente ser observado. A história é profunda e coerente. Todos os fios são conectados e não é apenas aquele grande compilado de cenas de luta e pessoas morrendo. Embora o ritmo seja bem intenso, o filme vai além disso e mostra a parte sentimental dos personagens, a humanidade deles. Até o próprio vilão tem seu momento, mesmo ele sendo realmente assustador. Aliás, essa é uma característica que acaba sendo reforçada pelo lado &#8220;humano&#8221; dele.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8897" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/4577944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O filme é dos Vingadores, mas a história é de Thanos. O vilão é o centro e o foco do longa e faz todo sentido que seja. Ele é forte, poderoso e determinado, passando por cima de tudo e todos com seu objetivo. Nada mais justo que a importância maior fosse dada a ele mesmo. O que se vê é uma série de heróis se dividindo e se unindo com o objetivo de destruir o vilão, que segue forte na sua empreitada. Por tudo isso, esse não será um vilão esquecido, posso afirmar com certeza.</p>
<p>A equipe visual e de som fizeram um trabalho notável, associando ainda mais qualidade ao roteiro. As cenas são bem construídas e distintas, fugindo daquele padrão que costumamos ver de emaranhado de explosões que o espectador nem entende quem é quem.</p>
<p>O longo tempo de exibição parece curto para o filme. Tudo passa tão rápido e envolve tanto o espectador, que nem percebemos quando acaba. É intenso e fluido ao mesmo tempo. Os tons de risada e graça que são conferidos em muitas cenas fazem com que a leveza se estabeleça também, permitindo que o espectador respire um pouco. Mas sem beirar o exagero e sem correr o risco de pesar na profundidade da trama.</p>
<p>A união de tantos universos diferentes num mesmo filme é um mérito que precisa ser notado. Cada personagem tem seu estilo, sua forma de surgir. E tudo isso é respeitado em cena, sem parecer uma colcha de retalhos. A combinação funciona tão bem que parece muito natural o surgimento de cada herói na trama. Mais um ponto de parabéns para os irmãos Russo.</p>
<p>O final é obscuro, pesado e incrível. Deixa o espectador sem fôlego e extremamente ansioso para os próximos filmes que virão e quais as consequências que essa Guerra Infinita vai trazer. Definitivamente esse é um dos melhores filmes de super-herói dos últimos tempo, quem sabe até da história.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4jGRyEa2jhE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Thor: Ragnarok</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2017 13:04:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Thor: Ragnarok segue o conceito do super-herói de ter um toque de humor e ação na medida. A história segue o tempo cronológico de Os Vingadores e dos outros filmes da Marvel que contam com os heróis envolvidos. Neste longa, Hulk participa ativamente, dando um tom ainda mais na trama. A produção resolveu assumir que o ponto forte da história é o humor e não tentou desviar esse foco. O que é muito bom, porque traça um objetivo muito claro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Thor: Ragnarok</em> segue o conceito do super-herói de ter um toque de humor e ação na medida. A história segue o tempo cronológico de Os Vingadores e dos outros filmes da Marvel que contam com os heróis envolvidos. Neste longa, Hulk participa ativamente, dando um tom ainda mais na trama.</p>
<p>A produção resolveu assumir que o ponto forte da história é o humor e não tentou desviar esse foco. O que é muito bom, porque traça um objetivo muito claro e bom. Neste longa, não há romance. E faz sentido, sim, uma vez que é melhor não ter nada do que inserir um elemento que seria fraco na narrativa. É, realmente, um filme de comédia, com cenas marcante de Thor com seu irmão Loki e depois com Hulk.</p>
<p>No enredo, tem uma conexão com Doutor Estranho e a cena é muito simpática, dando continuidade ao pós-crédito daquele filme. O surgimento da vilã Hela é coerente e bem representado por Cate Blanchett. Ela consegue ser maravilhosa em tudo que faz, mesmo quando o papel te parece improvável.</p>
<p>O problema do longa é que ele perde o rumo em muito momentos. A vilã fica desaparecida por um período, outros personagens também. E isso acaba dispersando um pouco a história e comprometendo a finalização. Embora exista um exagero no lado de humor, as cenas de ação também não são esquecidas e bem realizadas. São cenas fortes e competentes, mostrando que o o roteirista não se perdeu no estilo real do filme.</p>
<p>Como um todo, <em>Thor: Ragnarok</em> é um filme bom e certeiro. Acredito que seu maior trunfo é o fato de que ele não se leva tão à sério e cumpre muito bem esse objetivo. Não há uma tentativa frustrada de ser um longa épico. Ele sabe que é de humor e foca nesse tema sem medo, servindo de conexão com os próximos filmes do universo Marvel que virão nos próximos anos. Vale a pena conferir!</p>
<p>PS: o filme conta com duas cenas pós-crédito!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/UvNnqWLruXA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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