<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Terrence Malick - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/terrence-malick/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/terrence-malick/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Feb 2020 01:17:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Terrence Malick - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/terrence-malick/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Uma Vida Oculta</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-vida-oculta/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-vida-oculta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2020 00:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Fehling]]></category>
		<category><![CDATA[August Diehl]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Ganz]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Franz Rogowski]]></category>
		<category><![CDATA[Jurgen Prochnow]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Wuttke]]></category>
		<category><![CDATA[Matthias Schoenaerts]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Nyqvist]]></category>
		<category><![CDATA[Terrence Malick]]></category>
		<category><![CDATA[Tobias Moretti]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Vida Oculta]]></category>
		<category><![CDATA[Valerie Pachner]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12509</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Terra de Ninguém (Badlands) — a estreia de Terrence Malick como diretor — o personagem de Martin Sheen passa a história fugindo das consequências de um único ato. O protagonista, um jovem inconsequente e rebelde, havia cometido um assassinato e não sabia nem muito bem o peso que carregava tal ação. Ou seja, o poder e a irreversibilidade em tirar a vida de alguém. Aquele jovem sedutor representava uma geração no pós-guerra que vivia perdida, sentia a necessidade de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-vida-oculta/">Crítica: Uma Vida Oculta</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><i><span style="font-weight: 400;">Terra de Ninguém </span></i><span style="font-weight: 400;">(<em>Badlands</em>) — a estreia de Terrence Malick como diretor — o personagem de Martin Sheen passa a história fugindo das consequências de um único ato. O protagonista, um jovem inconsequente e rebelde, havia cometido um assassinato e não sabia nem muito bem o peso que carregava tal ação. Ou seja, o poder e a irreversibilidade em tirar a vida de alguém. Aquele jovem sedutor representava uma geração no pós-guerra que vivia perdida, sentia a necessidade de ser livre e que não entende muito bem o poder que ela carregava. Inicio a crítica de </span><b><i>Uma Vida Oculta</i></b><span style="font-weight: 400;"> remetendo ao longa de 1973 justamente porque, apesar de protagonistas extremamente opostos, há similaridades nas duas obras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No interior da Áustria, em 1939, Franz (August Diehl) é um agricultor que vive uma vida pacata com sua mulher (Valerie Pachner) e três filhas. Um dia, ele é chamado para servir sob o comando de Hitler e do Terceiro Reich. Convocado uma vez e tendo visto os horrores da guerra, ele afirma que, caso seja chamado de novo, se negará a fazer o juramento de lealdade ao ditador alemão. Quando isso acontece, Franz é preso por traição e tem a chance de se livrar da pena de morte ao ser ajudado por um advogado. Para isso, ele deveria fazer os votos que anteriormente havia negado. Todavia, ele reluta em agir contra seus valores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, </span><b><i>Uma Vida Oculta </i></b><span style="font-weight: 400;">também é sobre encarar as consequências de sua própria decisão e de seguir até o fim com seus valores. Aqui, no caso, não se trata mais um espírito selvagem indomável, mas de um homem que acredita fielmente em seus valores religiosos e que ele não pode compactuar com a maldade. Desta vez, curioso que o que move a trama não é mais um ato (o assassinato em </span><i><span style="font-weight: 400;">Terra de Ninguém</span></i><span style="font-weight: 400;">), mas a abstenção em agir (o juramento de lealdade). O próprio advogado e o padre que aconselham Franz clamam para que ele diga aquelas palavras, já que serão jogadas ao vento. Contudo, a única coisa que parece importar para ele é estar bem consigo mesmo e de um julgamento divino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Justamente por ser uma história tão conectada com a fé e que propõe um contato direto entre o homem e o divino, os artifícios </span><i><span style="font-weight: 400;">malickianos </span></i><span style="font-weight: 400;">nunca estiveram tão bem conectados com a temática de um de seus filmes quanto aqui. Boa parte das falas acontecem através da leitura de cartas entre Franz e sua mulher, por meio de narrações em </span><i><span style="font-weight: 400;">off</span></i><span style="font-weight: 400;">, e que reforçam uma intrínseca ligação entre amor e espiritualidade. Mesmo separados por uma grande distância e estando um deles preso, a força daquele amor é tão poderosa que é como se um ouvisse o outro por intermédio da fé. Aquela relação é tão pura que não reconhece barreiras. Não só isso, mas, através de </span><i><span style="font-weight: 400;">contra-plongées </span></i><span style="font-weight: 400;">e planos gerais, Malick cria um paradoxo, uma vez que ora Franz está imenso diante dos céus, ora está tão pequeno diante das forças da natureza, algo que reflete os sentimentos do personagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tendo estudado Filosofia em Harvard, não me espanta que Malick </span>traga <span>aqui um filme que possa ser abordado através de diversas perspectivas dentro desta área. Dentre os olhares existentes, um daqueles possíveis sobre </span><b><i>Uma Vida Oculta</i></b><span> pode ser feito sob a ótica do Existencialismo Cristão de Kierkegaard. Para o filósofo, a relação do homem com o divino está acima de qualquer outra norma imposta pelo coletivo que vive. Assim, a pessoa deve se comprometer com uma escolha para agradar Deus e seguir até o fim, passando por uma enorme angústia antes de realizar o tal salto da fé. </span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12505" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/2556096.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Uma Vida Oculta" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/2556096.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/2556096.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/2556096.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até por isso, justificam-se as três horas de duração e as sequências em que a mulher de Franz sofre repressão dos moradores locais. Tudo isso engrandece o sacrifício e torna ainda mais agonizante a escolha do protagonista. Voltando a Kierkegaard, não se trata mais de levar uma vida estética e que segue as convenções sociais — no caso, a aceitação do nazismo. Trata-se de se elevar ao plano ético  — não faço porque não concordo. Consequentemente, chega-se ao plano religioso, no qual alcança a liberdade. Neste sentido, a atuação de August Diehl é fundamental. Mesmo com seu corpo sofrendo cada vez mais as consequências do encarceramento, ele consegue transmitir um nível de tranquilidade e convicção naquilo que acredita. Quanto mais seu corpo é preso, mais sua mente parece se salvar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o personagem vivido por Martin Sheen em </span><i><span style="font-weight: 400;">Terra de Ninguém </span></i><span style="font-weight: 400;">foge de seus próprios atos até o fim do filme, em </span><b><i>Uma Vida Oculta</i></b><span style="font-weight: 400;">, Franz abraça eles desde o início. Enquanto um busca a liberdade mundana e carnal, o outro busca a salvação divina. Até por isso, não faz sentido fugir de seu destino na Terra. Algo que se assemelha nas duas obras é esta recusa em se adaptar ao sistema vigente no qual vivem e jamais sacrificando seus ideais. Para Franz, a salvação vem através de sua convicção do que é certo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda que muito tenha falado de Kierkegaard e o Existencialismo Cristão, a citação com que Malick decide trazer antes dos créditos também pode remeter ao Imperativo Categórico de Kant. Parafraseando George Eliot, a mensagem trazida é de que o bem crescente no mundo reside nos pequenos atos daqueles que viveram vidas ocultas. Uma visão individualista </span><i><span style="font-weight: 400;">kantiana </span></i><span style="font-weight: 400;">de que se todos fizerem aquilo que eles acreditam ser o certo, independente dos outros, poderíamos ter uma sociedade melhor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não à toa, ao final do filme, a Igreja está sendo pintada novamente, as pessoas voltaram a ser amigas e as plantações estão rendendo. Diante da ameaça nazi-fascista, o melhor modo de se combatê-la é através dos gestos individuais e dos pequenos sacrifícios. De bondade em bondade, os homens inspirarão uns aos outros a tomarem as mesmas atitudes. Assim, uma revolução partirá do micro pro macro. Não é a sociedade que salva o indivíduo, mas o indivíduo que salva a si próprio. </span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Terrence Malick<br />
<strong>Elenco:</strong> August Diehl, Valerie Pachner, Michael Nyqvist, Jurgen Prochnow, Matthias Schoenaerts, Bruno Ganz, Martin Wuttke, Tobias Moretti, Alexander Fehling, Franz Rogowski</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/category/trailers/">trailer</a>!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qVtdkxr2jRE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-vida-oculta/">Crítica: Uma Vida Oculta</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-vida-oculta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Cavaleiro de Copas</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cavaleiro-de-copas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cavaleiro-de-copas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2016 14:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Banderas]]></category>
		<category><![CDATA[Cate Blanchett]]></category>
		<category><![CDATA[Cavaleiro de Copas]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
		<category><![CDATA[Natalie Portman]]></category>
		<category><![CDATA[Terrence Malick]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6699</guid>

					<description><![CDATA[<p>Manter recorrências temáticas e abordagens técnicas, estéticas e narrativas em uma filmografia sempre foi encarado no cinema como indício de integridade artística, sobretudo quando nos voltamos para analisar a carreira de um diretor. Ao longo de toda a sua caminhada, o, até então, recluso realizador norte-americano Terrence Malick fora conhecido por inserir em seus filmes preocupações de cunho existencialista, talvez uma herança da sua própria formação como professor de Filosofia, colocando o homem em sua relação de conflito com a natureza e com sua própria função [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cavaleiro-de-copas/">Crítica: Cavaleiro de Copas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Manter recorrências temáticas e abordagens técnicas, estéticas e narrativas em uma filmografia sempre foi encarado no cinema como indício de integridade artística, sobretudo quando nos voltamos para analisar a carreira de um diretor. Ao longo de toda a sua caminhada, o, até então, recluso realizador norte-americano Terrence Malick fora conhecido por inserir em seus filmes preocupações de cunho existencialista, talvez uma herança da sua própria formação como professor de Filosofia, colocando o homem em sua relação de conflito com a natureza e com sua própria função na Terra. Malick gosta do universo interno das suas personagens, mas também os explora na perspectiva do que lhe é externo, suas indagações em meio aos espaços que os mesmos habitam. O diretor não é grande fã das narrativas, prefere realizar um espécie ensaio pictórico com <i>insights </i>esparsos que dão pistas sobre quem os seus protagonistas são, suas trajetórias, suas relações e suas principais indagações ao universo e a alguma entidade religiosa.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Estas marcas de autoria do diretor chegou ao seu ápice em <i>A Árvore da Vida</i>, de 2011, a obra que inegavelmente sintetiza o cinema de Malick. Não tem como ser mais definitivo sobre esta preocupação com a passagem do homem na Terra do que o filme protagonizado por Brad Pitt e Jessica Chastain. Assim já era hora de Malick testar ou se preocupar com outras questões ou mesmo reverberações das suas obsessões primárias. Contudo, de lá para cá, tudo que o diretor tem feito soa como um arremedo de <i>A Árvore da Vida</i>. Desse mal sofreu <i>Amor Pleno</i>, com Ben Affleck, e desse mal sofre <i>Cavaleiro de Copas</i>, protagonizado por Christian Bale, que chega ao conhecimento dos brasileiros graças a uma recente atualização no catálogo da Netflix. É como se, nesses filmes, o Malick tentasse emular o próprio Malick, gerando um filme que anda em círculos com obsessões do diretor que já vimos ser melhor exploradas em seus títulos anteriores.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6701" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/knight2.jpg" alt="&quot;Knight of Cups&quot;" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Cavaleiro de Copas</i> gira em torno da história de um roteirista de Hollywood (Bale) em meio aos questionamentos sobre os rumos da sua própria vida. Os apontamentos de Malick são banais e rasos: a percepção de que Hollywood é um ambiente de superficialidade, que os figurões da indústria estão mergulhados no vazio das suas vidas e que sujeitos com propósitos íntegros como o protagonista podem ser corrompidos uma vez que mergulham nesse sistema. Não há nada além disso, não há jornadas redentoras ou rumos trágicos para o personagem, tudo é angústia sem fim. Como é de praxe, o realizador desperdiça atores que qualquer diretor gostaria de ter em seu <i>cast</i> como Natalie Portman, Cate Blanchett e Antonio Banderas, todos com cerca de 10 minutos em cena, se não estou sendo generoso na contagem.</p>
<p>O que Malick faz mesmo em <i>Cavaleiro de Copas</i> é acompanhar Christian Bale em suas aventuras amorosas, reflexo da sua busca incessante pelo amor pleno, calado e moribundo contemplando paisagens e clamando por respostas do &#8220;pai&#8221; ou da &#8220;mãe natureza&#8221;.  Talvez esteja na hora dos próprios produtores situarem Terrence Malick de que nem sempre um diretor renomado pode usar como escudo suas repetições sob a alegação de ser <i>avant garde</i>, sobretudo quando o que se extrai dessas reiterações de linguagem não acrescentam em nada ao catálogo do realizador e, consequentemente, ao seu público cativo. Não dá mais para engolir. Muda o disco, Malick!</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/lQcBp-l5ejk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cavaleiro-de-copas/">Crítica: Cavaleiro de Copas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cavaleiro-de-copas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
