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	<title>Arquivos Suki Waterhouse - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Suki Waterhouse - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Dica do Dia: País da Violência (Telecine Play)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 00:38:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas histórias precisam ser contadas, alguns temas necessitam ser pautados. O como eles serão tratados dentro de uma a narrativa é o que acaba elevando a qualidade de algo ou comprometendo negativamente a sua totalidade. País da Violência, lançamento de 2018, se encaixa neste tipo de obra. Dirigido por Sam Levinson, criador da excelente série Euphoria, é possível notar as aproximações dos dois trabalhos do artista. Ha uma ligação discursiva e estética. E os elementos que ele traz cuidadosamente no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Algumas histórias precisam ser contadas, alguns temas necessitam ser pautados. O como eles serão tratados dentro de uma a narrativa é o que acaba elevando a qualidade de algo ou comprometendo negativamente a sua totalidade. <strong><em>País da Violência</em></strong>, lançamento de 2018, se encaixa neste tipo de obra. Dirigido por Sam Levinson, criador da excelente série <em>Euphoria, </em>é possível notar as aproximações dos dois trabalhos do artista. Ha uma ligação discursiva e estética. E os elementos que ele traz cuidadosamente no seriado novamente aparecem aqui. As luzes coloridas, a procura da aproximação com a energia e as conversas adolescente.</p>
<p>Está presente também a tentativa de expor a natureza humana e suas crueldades, o <em>bullying</em>, os segredos e o ódio exacerbado que mora em cada um. No entanto, a diferença é que agora Levinson tem menos tempo para contar o que deseja e esta ânsia de querer falar tudo que, talvez, lhe seja tão urgente sufoca o espectador e cria certo distanciamento do que acontece na tela. Durante a exibição, o que o público logo fica sabendo é que quatro amigas moram em Salém e, em algum momento, a cidade inteira irá se virar contra elas, por algum motivo que será explicado na projeção.</p>
<p>Para trilhar o caminho que terá como fim este conflito intenso, Levinson mostra o cotidiano das adolescentes e as suas situações de conflito, que revelam os incômodos das meninas, principalmente da protagonista Lily (Odessa Young) e de Bex (Hari Nef). Ao mesmo tempo, surge a figura de um hacker que começa a jogar nas redes os arquivos dos telefones celulares do moradores daquele local, gerando raiva e confusão entre todos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-12623 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/2903903.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="País da Violência" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/2903903.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/2903903.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/2903903.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A ideia de falar sobre a superficialidade das relações e os julgamentos da sociedade poderia funcionar, assim como ocorre em diversas produções, inclusive no próprio seriado de Levinson. Ainda que a ideia não seja criativa, ela traz consigo questões sociais e da contemporaneidade que têm a capacidade de render bons debates e, inclusive, fortaleceria os acontecimentos de seu desfecho, criando uma progressão. Contudo, não é isto que acontece. As personagens e os os atritos delas são jogados de qualquer jeito. As situações são postas antes que se possa entender as motivações daquelas pessoas ou até mesmo quem são elas, de onde vieram ou qualquer tipo de informação e/ou sensação que conecte quem assiste com a trama.</p>
<p>A dinâmica do elenco também não contribui tanto para este estabelecimento de empatia. Separadamente, Young e Nef ainda conseguem apresentar interpretações convincentes e com um pouco de profundidade. O ponto essencial é a forma como elas se relacionam com a câmera, que é quase como se elas conversassem com ela. Mas, a contracena não rende muito. Parece que todo elenco atua um tanto sozinho, sem grandes trocas. Por fim, para completar os equívocos da produção existe o uso exagerado de <em>slow motion</em>. Em diversos momentos, frases de efeito com corpos femininos dançantes anunciam que alguma coisa impactante está para acontecer, porém existe uma demora para que a ação ocorra de fato e isso se dá justamente porque uma extensa sequência em <em>slow</em> se faz presente.</p>
<p>Ainda assim, momentos de triunfo podem fazer o espectador ponderar se gostou ou não da sessão. Um dos pontos altos é um plano longo que acompanha as quatro jovens que andam pela casa de uma delas para saber se está tudo bem. O estabelecimento da tensão e a forma como a câmera acompanha as ações surtem efeito e a sensação de medo é instalada. Enquanto se vê as ações de fora para dentro da residência, a impressão de que elas estão cercadas é forte e isso vem justamente pela maneira como as movimentações foram filmadas. Assim, no final das contas, o resultado é majoritariamente negativo, mas pode valer a pena pelos seus momentos bons, porque são verdadeiramente bem realizados.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Sam Levinson</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Odessa Young, Suki Waterhouse, Hari Nef, Abra</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1uj_lqBRY9E" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-pais-da-violencia-telecine-play/">Dica do Dia: País da Violência (Telecine Play)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Pokémon: Detetive Pikachu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2019 15:26:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre um desenrolar ou outro da trama de Pokémon: Detetive Pikachu, o espectador se deparará com algumas situações interessantes envolvendo os bichinhos japoneses com super-poderes que já renderam mangás, games, séries e longas de animação. No cotidiano da cidade, um Charmander ajudando uma humana a cozinhar, um Snorlax atrapalhando o trânsito ao cochilar no meio da rua e um Squirtle ajudando a equipe de limpeza de uma emissora de TV. O longa dirigido por Rob Letterman (o mesmo da animação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre um desenrolar ou outro da trama de <em><strong>Pokémon: Detetive Pikachu</strong></em>, o espectador se deparará com algumas situações interessantes envolvendo os bichinhos japoneses com super-poderes que já renderam mangás, games, séries e longas de animação. No cotidiano da cidade, um Charmander ajudando uma humana a cozinhar, um Snorlax atrapalhando o trânsito ao cochilar no meio da rua e um Squirtle ajudando a equipe de limpeza de uma emissora de TV. O longa dirigido por Rob Letterman (o mesmo da animação <em>Monstros vs. Alienígena</em>) torna realidade algo que surgia como um desafio para uma produção hollywoodiana com pokémons, tornar crível a presença desses seres no cotidiano urbano de seres de carne-e-osso.</p>
<p>Oscilando entre os lugares de <em>pet</em>, seres selvagens no habitat natural e criaturas que dividem com autonomia o espaço da cidade com seres humanos, em <strong><em>Pokémon:</em> <em>Detetive Pikachu</em></strong> a coexistência de homens e pokémons é uma realidade. Tanto que ao longo do filme será irresistível não ficar hipnotizado pelas aparições das criaturinhas na tela, mesmo que algumas delas fiquem em segundo plano. A trama parece pouco importar em Detetive Pikachu diante de tanta fofura e da concretização de algo que para milhares de fãs estava restrito ao universo peculiar da franquia em outras mídias. É verdade que eles têm como base um game de mesmo nome, mas há méritos da equipe do longa também. No filme, até mesmo as lutas de pokémon conseguem ser inseridas com organicidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10494" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3393122.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3393122.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3393122.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3393122.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Sorte da produção a trama não ser o seu forte. A história de <strong><em>Pokémon: Detetive Pikachu</em></strong> segue o protocolo de um <em>blockbuster</em> contemporâneo com uma trama de mistérios pouco original, vilões que se apresentam ao espectador como personagens superficiais e um herói humano cujo drama central gera indiferença e não empatia. A impressão que fica é que Letterman e sua equipe gastou tanto tempo para tornar esse universo minimamente consistente que a trama por trás desse cenário ficou para segundo plano.</p>
<p>Assim, o que surge como um &#8220;calcanhar de Aquiles&#8221; da produção acaba sendo compensado pela construção de um universo, sobretudo para quem é aficionado pela franquia a ponto de saber a lista completa de todos os pokémons de todas as temporadas, incluindo seus poderes e evoluções. <strong><em>Pokémon: Detetive Pikachu</em></strong> acaba sendo uma experiência divertida para quem é minimamente letrado nesse universo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rob Letterman<br />
<strong>Elenco:</strong> Philippe Maia, Justice Smith, Kathryn Newton, Ken Watanabe, Chris Geere, Suki Waterhouse, Rita Ora, Karan Soni, Ryan Reynolds</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ikwHWX-ZWnc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Orgulho e Preconceito e Zumbis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 22:13:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Certas ideias são tão estapafúrdias que a gente chega a acreditar que nas mãos das pessoas certas, quem sabe, elas podem dar certo. É o caso de Orgulho e Preconceito e Zumbis, livre adaptação do romance Orgulho e Preconceito de Jane Austen que transporta a história de amor com pitadas de discussões sociais entre Elizabeth Bennet e o aristocrata esnobe sr. Darcy para o universo dos zumbis. A história do longa, por sua vez, é a adaptação de um livro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_4601" aria-describedby="caption-attachment-4601" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4601 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/prideprejud-620x349.jpg" alt="prideprejud" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4601" class="wp-caption-text">Matadoras de zumbis: As irmãs Bennet de Jane Austen em versões mais enérgicas.</figcaption></figure></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Certas ideias são tão estapafúrdias que a gente chega a acreditar que nas mãos das pessoas certas, quem sabe, elas podem dar certo. É o caso de <i>Orgulho e Preconceito e Zumbis</i>, livre adaptação do romance <i>Orgulho e Preconceito </i>de Jane Austen que transporta a história de amor com pitadas de discussões sociais entre Elizabeth Bennet e o aristocrata esnobe sr. Darcy para o universo dos zumbis. A história do longa, por sua vez, é a adaptação de um livro de Seth Grahame-Smith, o mesmo de <i>Abraham Lincoln &#8211; Caçador de Vampiros</i>,  que faz exatamente isso com a história de Jane Austen e circula há anos por Hollywood, tendo caído inicialmente nas mãos da atriz Natalie Portman, que viveria a Elizabeth Bennet dessa versão, mas que agora está nos créditos apenas como produtora do filme. Agora, <i>Orgulho e Preconceito e Zumbis </i>chega finalmente aos cinemas com Lily James, de <i>Cinderela</i>, como a protagonista Lizzie Bennet e Sam Riley como o icônico Sr. Darcy em versões exterminadoras de zumbis.</p>
<p><figure id="attachment_4602" aria-describedby="caption-attachment-4602" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4602 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pride-and-prejudice-and-zombies-movie-still-04-620x359.jpg" alt="pride-and-prejudice-and-zombies-movie-still-04" width="620" height="359" /><figcaption id="caption-attachment-4602" class="wp-caption-text">Casamento infeliz: Filme não consegue justificar o casamento inusitado entre dois universos tão díspares.</figcaption></figure></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i>Orgulho e Preconceito e Zumbis </i>traz a história das irmãs Bennet que todos conhecem de <i>Orgulho e Preconceito </i>em meio a uma Inglaterra tomada por uma praga zumbi. As Bennet são garotas treinadas para enfrentar qualquer morto-vivo que viole as divisões impostas pelo país ao mundo dos mortos e dos comedores de cérebros humanos. Em meio a todo esse estado de tensão, Elizabeth Bennet acaba se apaixonando por um homem que passa a desprezar pelo seu comportamento arrogante, Sr. Darcy, um aristocrata que também está muito bem preparado para enfrentar qualquer praga zumbi.</p>
<p><figure id="attachment_4603" aria-describedby="caption-attachment-4603" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4603 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pride-and-prejudice-and-zombies-official-still-movie-1042099053-620x361.jpg" alt="pride-and-prejudice-and-zombies-official-still-movie-1042099053" width="620" height="361" /><figcaption id="caption-attachment-4603" class="wp-caption-text">Levemente divertido: Apesar de decrescer em seu ritmo, filme tem alguns momentos que entretém.</figcaption></figure></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Um dos maiores problemas de <i>Orgulho e Preconceito e Zumbis </i>é não tornar orgânica toda a mitologia das histórias de zumbis no contexto do clássico romance de Jane Austen, o que torna o principal defeito da obra ainda mais grave, afinal tudo nela gira em torno desse casamento inusitado entre a clássica obra literária e o universo dos mortos-vivos. No início do longa, até que existem algumas adaptações interessantes envolvendo personagens e passagens marcantes do livro de Jane Austen e o novo contexto proposto pelo autor Seth Grahame-Smith e o diretor e roteirista Burr Steers, cujo título mais interessante da filmografia é o &#8220;estranho&#8221; e pouco conhecido <i>A Estranha Família de Igby</i> (vale a pena resgatar, se tiver interesse). O realizador não consegue justificar a razão para o inusitado casamento entre dois universos tão díspares e os zumbis acabam tornando-se elementos e recursos completamente aleatórios na história. O resultado é um filme esquisito que perde o seu impacto sobretudo nos momentos finais, quando a narrativa empalidece.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Esvaziado em seu propósito e não servindo nem mesmo como uma fita de entretenimento <i>nerd</i>, o que já seria de bom tamanho, <i>Orgulho e Preconceito e Zumbis </i>carece de decisões e adaptações mais enérgicas que transformassem sua inusitada incursão em uma das histórias mais celebradas de Jane Austen num filme que justificasse a sua existência. Do jeito que ficou, até que é um longa divertido, com momentos isoladamente interessantes, mas completamente sem viço.</p>
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