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	<title>Arquivos Steve McQueen - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Steve McQueen - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Blitz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 18:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Apple TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o diretor britânico Steve McQueen (vencedor do Oscar de melhor filme por 12 Anos de Escravidão) tem se dedicado bastante ao tema da ocupação nazista na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Em 2023, o cineasta dirigiu o documentário Occupied City sobre os ecos dessa experiência em Amsterdã (atualmente, disponível no Mubi) e agora, em 2024, o público pode conferir o drama Blitz, uma produção original da Apple TV+ que chega com exclusividade a este serviço de streaming. O longa acompanha o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o diretor britânico Steve McQueen (vencedor do Oscar de melhor filme por 12 Anos de Escravidão) tem se dedicado bastante ao tema da ocupação nazista na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Em 2023, o cineasta dirigiu o documentário Occupied City sobre os ecos dessa experiência em Amsterdã (atualmente, disponível no Mubi) e agora, em 2024, o público pode conferir o drama <em><strong>Blitz</strong></em>, uma produção original da Apple TV+ que chega com exclusividade a este serviço de streaming.</p>
<p>O longa acompanha o bombardeio a Londres durante a Segunda Guerra Mundial promovido pela Alemanha nazista. Tudo isso é visto pelo espectador a partir da experiência de George, um garoto de 9 anos enviado a um campo inglês de segurança por sua mãe Rita, interpretada por Saoirse Ronan (Lady Bird e Adoráveis Mulheres). No caminho para o local, George foge e empreende uma jornada tortuosa de retorno para sua família na qual testemunhará situações potencialmente traumáticas para uma criança.</p>
<p>Com uma produção caprichada &#8211; a direção de arte, o figurino e o trabalho técnico com som e efeitos especiais desse longa de época são exemplares -, <em><strong>Blitz </strong></em>é alicerçado, durante boa parte do tempo, no drama familiar vivido por George e Rita. Além disso, o drama de guerra pincela algumas discussões raciais sobre a época, afinal o garoto passar a ter uma dimensão sobre sua identidade a partir do momento em que sai da proteção da sua mãe e do seu avô brancos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-19002" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-3-3.png" alt="Blitz" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-3-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-3-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-3-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Sobre o aspecto da discussão racial, há um certo ineditismo em <em><strong>Blitz </strong></em>já que poucas são as obras audiovisuais que de fato se dedicam a abordar a experiência de personagens negros durante a Segunda Guerra Mundial. Sobre o primeiro ponto, a tragédia pessoal envolvendo o garoto e sua mãe, <em><strong>Blitz </strong></em>encontra o seu principal &#8220;calcanhar de Aquiles&#8221;: a jornada de retorno do pequeno George para os braços de Rita é a mais genérica possível para filmes do gênero, com um drama esquemático e com poucos traços de originalidade no desenvolvimento das emoções dos principais personagens envolvidos nesse plot.</p>
<p>O longa de Steve McQueen tem seus melhores momentos mesmo quando o diretor explora o bombardeio a Londres, trazendo com realismo a sensação de perigo e caos que toma conta de uma cidade cujo cotidiano é irrompido pelo horror dos ataques aéreos nazistas. Guardadas as devidas proporções, McQueen toma como exemplo o registro de James Cameron na segunda parte de Titanic quando diretor exibe os passageiros do transatlântico em uma situação limítrofe encontrando formas desesperadas de saírem vivos daquela situação. Apesar de tudo ser testemunhado pelo garoto George, a história dele e da sua mãe Rita vira algo secundário para a experiência do espectador diante da constatação de que todo aquele estado de deterioração da condição humana está sendo visto por uma criança de 9 anos.</p>
<p>McQueen capta os extremos da situação e consegue dimensionar o horror da experiência de ver o cotidiano de uma cidade ser arrasado por bombardeios que destroem toda uma &#8220;normalidade&#8221; em razão de segundos. Há duas experiências com <em><strong>Blitz</strong></em>: a do melodrama familiar da Segunda Guerra Mundial e a simulação de uma experiência in loco do bombardeio. A segunda é certamente mais bem-sucedida que a primeira fazendo valer a direção de Steve McQueen.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Steve McQueen</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Saoirse Ronan, Harris Dickinson, Benjamin Clementine</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/iZwykQK9aZo?si=VNrLXskv0RSK3GVx" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: 12 Anos de Escravidão é um filme tão poderoso que ultrapassa as fronteiras da própria tela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 00:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[12 Anos de Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Chiwetel Ejiofor]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Fassbender]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem certos filmes que vão além da sua própria existência enquanto obras de um determinado gênero e mostram a sua importância e relevância como tratado para a humanidade. Ainda é cedo para fazer qualquer afirmação sobre o lugar que 12 Anos de Escravidão ocupará para as próximas gerações, mas podemos arriscar o palpite de que o drama do inglês Steve McQueen é um doloroso e dilacerante testemunho para o espectador. Assim, o longa não é somente uma grande obra cinematográfica, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-years-a-slave.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-383 alignright" alt="12-years-a-slave" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-years-a-slave-600x400.jpg" width="378" height="252" /></a>Existem certos filmes que vão além da sua própria existência enquanto obras de um determinado gênero e mostram a sua importância e relevância como tratado para a humanidade. Ainda é cedo para fazer qualquer afirmação sobre o lugar que <em>12 Anos de Escravidão</em> ocupará para as próximas gerações, mas podemos arriscar o palpite de que o drama do inglês Steve McQueen é um doloroso e dilacerante testemunho para o espectador. Assim, o longa não é somente uma grande obra cinematográfica, mas um relato que cobra das plateias a tolerância a partir do relato em carne viva, ainda não cicatrizada, de um sobrevivente daquela que foi uma das maiores máculas da humanidade, a escravidão.</p>
<p>Dirigido com preciosismo por um Steve McQueen cada vez mais aguçado em sua sensibilidade, <em>12 Anos de Escravidão</em> conta parte da vida de Solomon Northup, um escravo alforriado que retorna à sua antiga condição após ser sequestrado e enviado ao sul dos Estados Unidos. Northup tem sua identidade usurpada e passa 12 anos de sua vida servindo a senhores de fazenda e testemunhando os abusos destes com seus escravos. A oportunidade de libertação surge quando Northup conhece um abolicionista canadense que lhe permite fugir do seu &#8220;senhor&#8221; e denunciar os abusos cometidos contra seus companheiros.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12_years_a_slave_featured1-618x400.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-384 alignleft" alt="12_years_a_slave_featured1-618x400" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12_years_a_slave_featured1-618x400.jpg" width="390" height="252" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12_years_a_slave_featured1-618x400.jpg 618w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12_years_a_slave_featured1-618x400-100x65.jpg 100w" sizes="(max-width: 390px) 100vw, 390px" /></a>Assim como fez em<em> Shame</em>, mas adaptando seu estilo à proposta desse novo projeto, Steve McQueen confere perspectivas inteligentes e originais em sua condução, sabendo dosar cenas que exigem cortes precisos com outras que priorizam longas sequências estáticas, todas condizentes com as situações envolvidas e com a ideia que pretende transmitir ao público. Como narrativa, McQueen faz de <em>12 Anos de Escravidão</em> um filme duro e cru, sem apelar para a violência explícita (uma cena ou outra que é mais difícil de se assistir) e sem perder o elo emotivo com seu espectador. O roteiro da produção também merece o devido reconhecimento por saber quando é pertinente a existência de diálogos e quando o filme deve ser sustentado por sua linguagem visual, trazendo para o projeto uma consciência cinematográfica que poucos trabalhos dessa temporada possuem.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-years-a-slave-2341178.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-385 alignright" alt="12-years-a-slave-2341178" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-years-a-slave-2341178-601x400.jpg" width="379" height="252" /></a><em>12 Anos de Escravidão</em> também tem como um dos principais recursos para o seu êxito o intenso e dedicado trabalho do seu elenco. Chiwetel Ejiofor traz para o protagonista uma composição primorosa que mescla momentos de austeridade e contenção com reações de profunda dor e ressentimento. Através dos olhos do ator, as emoções de Solomon Northup são evidentes, ainda que suas ações sugiram uma postura conformista ou passiva demais. Outro desempenho brilhante na fita é o da novata Lupita Nyong&#8217;o, intérprete de Patsey, escrava que é forçada a ter relações sexuais com o seu senhor, vivido por Michael Fassbender. Nyong&#8217;o é tão delicada e sensível em sua participação no longa que as poucas cenas que tem destaque a transformam em um dos maiores elos emotivos entre espectador e obra. Há ainda ótimos desempenhos do próprio Fassbender, Sarah Paulson &#8211; excepcional como sua esposa rancorosa &#8211; , Paul Giamatti, Paul Dano e Benedict Cumberbatch. Enfim, um melhor que o outro.</p>
<p>A coragem de<em> 12 Anos de Escravidão</em> não está somente na forma com que toca em uma das feridas abertas da sociedade norte-americana, poucas vezes explorada em sua filmografia (até mesmo o Holocausto é mais frequente), mas na veemência com que aborda a temática. Uma veemência que não precisa ser sensacionalista ou panfletária para se mostrar efetiva e atingir em cheio a consciência da sua própria plateia, mas uma veemência sustentada na sensibilidade de um cineasta atento à sua própria linguagem e que não mede esforços para transformar seu filme em um relato humano e não apenas em mais um capítulo da sua ascendente carreira.</p>
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		<title>Guia Oscar 2014: Diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 21:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>David O. Russell – “Trapaça” O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “Trapaça”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “O Vencedor”, em 2010, e “O Lado Bom da Vida”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-375" alt="american-hustle-david-o-russel-christian-bale" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-david-o-russel-christian-bale.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>David O. Russell</strong> – “<em>Trapaça</em>”</p>
<p>O diretor David O. Russel concorre ao Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”. O cineasta vem, nos últimos anos, apresentando trabalhos extremamente bem sucedidos, como “<em>O Vencedor</em>”, em 2010, e “<em>O Lado Bom da Vida</em>”, em 2012. Em ambos os casos, ele foi indicado na categoria, além do filme concorrer em diversas outras e ganhar algumas premiações. É o caso da parceria com Jennifer Lawrence, que já aconteceu duas vezes e com sucesso, rendendo à jovem sua primeira estatueta em tão pouco tempo de profissão. Ele também já trabalho três vezes com Mark Wahlberg, como no filme “<em>Três Reis</em>”, de 1999, “<em>Huckabees &#8211; A Vida é uma Comédia</em>”, de 2004, e “<em>O Vencedor</em>”, ao lado de Christian Bale, que levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Apesar do pouco tempo de produção e direção, o cineasta já mostrou para o que veio e está entrando no rol de melhores da sua geração. “Eu faço todo filme e cena como se fossem meus últimos”, pontuou certa feita. Seu trabalho em “<em>Trapaça</em>”, no entanto, não é memorável e dificilmente levará a melhor no prêmio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-376" alt="gravity3" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity3.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alfonso Cuarón</strong> – “<em>Gravidade</em>”</p>
<p>O cineasta Alfonso Cuarón começou como um dos favoritos para ganhar o prêmio de Melhor Diretor no Oscar, mas recentemente perdeu espaço para Steve McQueen, com “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. O mexicano eclético pode ser visto na direção de filmes com orçamento independente, como “<em>Biutiful</em>” e “<em>O Labirinto do Fauno</em>”, e até em grandes produções cinematográficas, como “<em>007 – Quantum of Solace</em>” e “<em>Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban</em>”, provando que consegue fazer excelentes trabalhos sob qualquer circunstância. Em “<em>Gravidade</em>”, ele mostra uma produção bem diferente e propriamente sua, com um filme que consegue prender o espectador com apenas um personagem e basicamente o mesmo cenário o tempo todo. Vale ressaltar que ele já levou o Globo de Ouro por seu trabalho neste filme e ainda “disputa” para levar o Oscar. Nos resta aguardar para saber.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-377" alt="3944" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/3944.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Steve McQueen</strong> – “<em>12 Anos de Escravidão</em>”</p>
<p>O diretor Steve McQueen é o atual favorito para o Oscar de Melhor Diretor por “<em>12 Anos de Escravidão</em>”. Apesar de seu trabalho ter sido criticado em muitos momentos e divido opiniões de público e imprensa, o cineasta prova que a dedicação leva à perfeição. Com apenas três filmes no seu acervo cinematográfico, com “<em>Fome</em>”, de 2008, e “<em>Shame</em>”, de 2011, a qualidade do seu trabalho mostra que ele é grande merecedor da indicação. Em todos os casos, o britânico lidou com orçamentos apertados, com US$ 20 milhões em “<em>12 Anos de Escravidão</em>”, por exemplo, sendo que os filmes costumam ter mais de US$ 100 milhões para a produção. Ainda assim, ele mostra um filme emocionante e com conteúdo forte, trazendo à tona mais uma vez, porém com diferencial, o debatido tema da escravidão e relação com os negros nos Estados Unidos. Como ator favorito declarado, ele tem Michael Fassbender, que esteve presentes em todos os seus trabalhos nos principais papéis e concorre ao Oscar como Melhor Ator Coadjuvante.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-379" alt="????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebraska-bruce-dern-alexander-payne.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alexander Payne</strong> – “<em>Nebraska</em>”</p>
<p>O diretor Alexander Payne ficou conhecido por seu trabalho em “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>” e “<em>Eleição</em>”. Nos dois filmes, o cineasta foi indicado a diversas premiações, como Melhor Roteiro Adaptado no Oscar, tanto para “<em>Sideways – Entre Umas e Outras</em>”, quanto para “<em>Os Descendentes</em>”, com quem fechou parceria com George Clooney e também concorreu como Melhor Diretor. Nascido na cidade de Omaha, no estado de Nebraska, o diretor traz um filme com apelo pessoal e a sutileza do uso de preto e branco na tela, que reforça a narrativa do longa, que conta a história de um senhor que recebeu uma carta de promoção e acredita ter ganhado uma bolada em dinheiro. Apontado como um de seus melhores trabalhos, “<em>Nebraska</em>” concorre a seis indicações e conta com o apoio de críticos especializados, que ressaltam a delicadeza do filme e personagens envolventes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-380" alt="margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/margot-robbie-leonardo-dicaprio-and-martin-scorsese-on-set-of-the-wolf-of-wall-street.jpg" width="611" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Martin Scorsese</strong> – “<em>O Lobo de Wall Street</em>”</p>
<p>Martin Scorsese retoma a muitíssimo bem sucedida parceria com Leonardo DiCaprio e apresenta “<em>O Lobo de Wall Street</em>”, um filme que passeia pela ironia e sátira de uma realidade bem americana. Apesar de ter sido indicado a premiações diversas vezes, entre Globo de Ouro, Oscar e BAFTA, o cineasta conquistou pela primeira vez o Oscar de Melhor Diretor apenas em 2007, com o filme “<em>Os Infiltrados</em>”. No seu acervo, grandes sucessos do cinema como “<em>A Invenção de Hugo Cabret</em>”, “<em>O Aviador</em>”, “<em>Gangues de Nova York</em>”, “<em>A Ilha do Medo</em>”, entre outros. A parceira com DiCaprio aconteceu pela primeira vez em “<em>Gangues de Nova York</em>”, em 2002, e já se repetiu por outros quatro filmes, substituindo seu antigo pupilo, que era o ator Robert De Niro. Com quase 3h de duração, “<em>O Lobo de Wall Street</em>” prova que quando o filme é excelente, o tempo torna-se irrelevante e traz para DiCaprio a tão sonhada possibilidade de ganhar seu primeiro Oscar de Melhor Ator.</p>
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